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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Retrospectiva - O que aconteceu no mundo em 2016


Confira uma retrospectiva dos principais fatos ocorridos no neste ano de 2016:

Trump presidente: Numa corrida marcada por acusações e projetos de governo radicalmente distintos, a surpresa: Donald Trump foi eleito presidente dos EUA, derrotando Hillary Clinton. Ele prometeu endurecer controles migratórios e focar políticas para as classes média e baixa. Falastrão, o bilionário assumirá o cargo sem experiência política.
Veja perfil de Trump.

Foto: MANDEL NGAN / AFP

Brexit: O referendo em junho que garantiu a saída britânica da União Europeia foi um baque no bloco. Apesar de as pesquisas indicarem favoritismo da permanência, eleitores preferiram iniciar um processo de rompimento — defendendo argumentos de maior controle migratório, independência econômica diante de Bruxelas e maior soberania. Entenda.

Foto: Tomohiro Ohsumi / Bloomberg

Nacionalismo em alta: O nacionalismo cresceu. Na Europa, Marine Le Pen é favorita à eleição francesa; na Itália, o populista Cinco Estrelas virou segunda força política e a xenófoba Liga Norte cresceu; a chanceler Angela Merkel perdeu força na Alemanha ao receber refugiados; o nacionalismo também cresce em Áustria, Polônia e Holanda. Novos referendos a caminho na UE?
Foto: FRANCOIS LENOIR / REUTERS
Massacre em Orlando: Numa madrugada de um domingo de junho, o mundo se chocou com o massacre de 49 pessoas na boate gay Pulse, em Orlando. O atirador Omar Mateen entrou no local e fez disparos durante mais de duas horas antes de ser morto. Ele era frequentador do local. O caso gerou uma discussão federal intensa sobre o endurecimento ao controle de armas.


Foto: JOE RAEDLE / AFP

Golpe frustrado na Turquia: Com dezenas de atentados terroristas mortais reivindicados pelo Estado Islâmico e por rebeldes curdos, a Turquia sofreu ainda com uma tentativa de golpe militar que resultou em expurgo e prisões em massa ordenadas pelo presidente Recep Tayyip Erdogan, que acusou rivais políticos pela intentona.Entenda a situação política na Turquia.


Foto: MURAD SEZER / REUTERS

Terror em Bruxelas e Nice: Enquanto o mundo se recuperava do trauma dos atentados de novembro em Paris, março viu o terrorismo atacar a Bélgica: explosões no aeroporto internacional de Bruxelas e no metrô mataram 32 pessoas. Em julho, o Dia da Bastilha foi sangrento em Nice: 84 pessoas foram mortas na cidade francesa quando um homem investiu seu caminhão na parada nacional.

Foto: ERIC GAILLARD / REUTERS

Tragédia síria: O quinto ano da guerra civil consolidou a devastação na maior cidade síria, Aleppo. Enquanto o Estado Islâmico perdeu territórios, governo e rebeldes continuaram a se digladiar nas metrópoles. O maior papel russo fortaleceu o regime de Bashar al-Assad no confronto e gerou acusações graves de violações aos direitos humanos. Veja imagens.

Foto: AMEER ALHALBI / AFP

Drama dos refugiados: Sem resolução para a guerra síria, refugiados voltaram a buscar rotas através do Mar Egeu, o que forçou a Turquia e a União Europeia chegarem a um acordo bilionário de fechamento de fronteiras marítimas e deportação de imigrantes em situação não urgente. E as travessias e mortes nos mares bateram todos os recordes de 2015. Veja mais.

Foto: ANDREAS SOLARO / AFP

A morte de Peres: Ícone israelense, Shimon Peres morreu em agosto, aos 93 anos. Último dos pais fundadores, o ex-presidente deixou um legado de tentativas de reaproximação com o povo palestino. Ele foi ainda primeiro-ministro e membro de vários gabinetes. Adorado no país, foi homenageado de maneira emocionada até por rivais. Relembre a imagem de Peres.


Foto: JACK GUEZ / AFP

Terremoto na Itália: Não bastou o terremoto de 2009: as mais de 300 vítimas do sismo não serviram para que a Itália alcançasse soluções contra a destruição em caso de novos abalos. Um tremor em agosto com epicentro perto de Amatrice na região central, deixou 298 mortos e milhares de deslocados. O terremoto deu origem a outros sismos devastadores em cidades históricas.

Foto: FILIPPO MONTEFORTE / AFP

Paz na Colômbia: O histórico acordo de paz alcançado entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) após quatro anos de negociações foi rejeitado num referendo em outubro. Mas, dias depois, o presidente Juan Manuel Santos ganhou o Nobel da Paz pelos esforços de paz. Um novo acordo foi aprovado no Congresso. Veja o caminho da guerrilha à paz.

Foto: JAIME SALDARRIAGA/REUTERS

Venezuela sem referendo: Além de recessão, escassez e inflação, o país passou a viver também uma crise institucional entre Legislativo, governo e Justiça. Com deputados impulsionando sem sucesso um referendo para revogar o mandato de Nicolás Maduro, o chavismo ameaçou fechar a Assembleia Nacional. ONU e Vaticano tentam mediar o diálogo. Entenda a crise da esquerda local.


Foto: MARCO BELLO / REUTERS

Obama em Havana: No degelo histórico entre EUA e Cuba, um momento histórico: após mais de cinco décadas de embargo e embates, o presidente Barack Obama visitou a ilha para ratificar a formalização da retomada das relações diplomáticas. A visita foi o passo mais marcante de um processo de alívio nas sanções econômicas ao regime. Veja as reações dos cubanos.


Foto: Rebecca Blackwell / AP

Morte de Fidel: No meio do degelo, uma bomba em novembro: há dez anos com saúde fragilizada, o líder Fidel Castro morreu aos 90 anos. Com enorme comoção nacional, seus restos mortais cruzaram o país refazendo, de maneira inversa, a jornada desde Sierra Maestra a Havana. Analistas dizem que a morte não altera o cenário político no país. Veja imagens da despedida.


Foto: Natacha Pisarenko / AP

Reconciliação tardia: Parceiros há décadas, EUA e Japão deixaram rusgas da Segunda Guerra Mundial de lado com as visitas do presidente Barack Obama e o secretário de Estado John Kerry a HiroshimaSem pedir desculpas, reconheceram o fardo vivido pelas vítimas. O premier Shinzo Abe retribuiu a ação, anunciando uma ida à ilha de Pearl Harbor atacada pelos japoneses em 1941.


Foto: JIM WATSON / AFP

Morre o cantor britânico George Michael: Famoso nos anos 1980 como integrante do duo Wham! e, mais tarde, manteve o sucesso na carreira solo, o artista morreu em sua casa aos 53 anos no Natal, após uma parada cardíaca. Saiba mais sobre a carreira de George Michael aqui!



Fonte: O Globo.com