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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Os tipos de spam mais comuns em redes sociais e como evitá-los


Os “Spam” são mensagens enviadas por e-mail sem a solicitação do destinatário que podem ser usados para os mais diversos fins: entre eles estão publicidade, phishing e até a difusão de malwares. Para combatê-los, os servidores de e-mail tem se tornado cada vez mais complexos, o que levou ao surgimento de um novo tipo de spam: por meio de aplicações sociais. 

Saiba como reconhecer e se prevenir de Spam (Foto: Pond5)

Nesses casos, hackers invadem contas pessoais de usuários em redes como Facebook ou Twitter para enviar mensagens a seus contatos. Para te ajudar a reconhecer e evitar o Spam, preparamos uma lista com cinco diferentes golpes, veja abaixo:

Mensagem em massa

Esse golpe acontece quando uma mesma mensagem de texto é enviada para um grande número de pessoas em pouco tempo. Esse tipo de spam pode ser usado para publicidade, simular tendências artificialmente e também para envio de Malwares. 

Spam invade rede social Snapchat (Foto: Divulgação/Symantec)

Espalhando links maliciosos

Links maliciosos que são propagados com um falso intuito, como promoções ou oportunidades incríveis, que instalam malwares no computador de quem acessa. 

Esse tipo de mensagem costuma ser divulgada em comentários de sites populares, como o Youtube. Eles também podem ser enviados em redes sociais, por meio de contas falsas. Fique atento para não clicar em nada suspeito. 

Avaliações falsas

Esse golpe acontece quando pessoas que nunca realmente testaram produtos postam avaliações positivas sobre eles. Esse golpe costuma ser controlado por empresas que pagam usuários para comentar e consequentemente aumentar a a credibilidade de seus produtos e serviços. 

Denuncie mensagens de Spam no Facebook (Foto: Reprodução / Marvin Costa)

Compartilhamento de conteúdo indesejado

Contas fakes também podem estar programadas para enviar insultos, ameaças e publicidade para usuários na rede. Robôs podem ser configurados para adicionar automaticamente usuários ativos, para aumentar o alcance do golpe. 

Clickbaiting e likejacking

Clickbaiting é a expressão utilizada para a publicação de manchetes sensacionalistas com o intuito de estimular usuários a clicar em um link que, na verdade, tem como foco gerar receita com publicidade online. Quando uma pessoa clica no site, o conteúdo anunciado ou não existe ou é muito diferente do que o título indica. 

Já o segundo termo, likejacking, significa enganar usuários para postar uma atualização de status em redes sociais. O usuário pensa estar somente visitando uma página, mas o clique desencadeia um script em segundo plano para o compartilhamento. Isso cria um ciclo vicioso de compartilhamento entre amigos.

Cuidados evitam cair em golpes nas redes sociais (Foto: Pond5)

Como se prevenir de todas essas ameaças?

O principal problema é a facilidade com que as contas falsas podem ser criadas em redes sociais, já que o processo de verificação de identidade é contornável. A verificação por e-mail também pode ser burlada criando diferentes contas de e-mails.

Mesmo as “Captchas” – aqueles box com letras e números para copiar – podem ser burlados ao pagar pessoas para digitá-los. Por outro lado, a verificação por telefone é um dos melhores artefatos contra a criação de contas falsas. O sistema funciona a partir de uma senha de uso único (OTP) que precisa, posteriormente, ser digitada.

Além disso, o sistema possui verificação dos números utilizados. Então um hacker não pode usar o mesmo número muitas vezes e, dessa forma, teria que comprar inúmeros chips. Em geral, essa é a melhor maneira de evitar que a prática de Spam se espalhe, já que o telefone celular está globalmente incluído na vida de todos.
Fonte: por LAURA MARTINS para o TechTudo