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quarta-feira, 6 de setembro de 2023

O Dia da Independência do Brasil: 7 de Setembro


O dia 7 de setembro é uma data muito especial para todos os brasileiros. Nesse dia, comemoramos a independência do Brasil, um dos eventos mais significativos da nossa história. A independência marcou o início de uma nação livre e soberana, e é celebrada com orgulho e alegria em todo o país.

Neste artigo, vamos explorar a história por trás do Dia da Independência do Brasil e como você pode aproveitar essa ocasião para promover o seu negócio ou evento com materiais gráficos personalizados.

A História por Trás do 7 de Setembro

Em 1822, o Brasil era uma colônia de Portugal. No entanto, o desejo por independência vinha crescendo entre os brasileiros, e o Príncipe Dom Pedro I desempenhou um papel fundamental nesse processo. No dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, Dom Pedro I proclamou a independência do Brasil, rompendo os laços coloniais com Portugal. Essa ação histórica marcou o nascimento de uma nação independente, dando início ao Império do Brasil.

Como Celebrar o 7 de Setembro

A comemoração do Dia da Independência do Brasil é uma tradição que une pessoas de todas as regiões do país. Muitas cidades realizam desfiles cívicos, onde escolas, organizações e grupos comunitários se reúnem para demonstrar seu patriotismo. É comum ver bandeiras do Brasil, roupas verde e amarelas e uma atmosfera festiva em todo lugar.

Se você possui um negócio ou está envolvido em uma organização que deseja celebrar o 7 de setembro, considere a possibilidade de criar materiais gráficos personalizados para destacar sua participação nas festividades. Aqui estão algumas ideias:

Panfletos e Folhetos: Elabore panfletos informativos sobre a história do 7 de setembro ou sobre os produtos e serviços que você oferece. Distribua esses materiais durante eventos ou desfiles.

Cartazes e Posters: Crie cartazes chamativos com mensagens de patriotismo e independência. Eles podem ser afixados em locais estratégicos para atrair a atenção do público.

Conclusão

O Dia da Independência do Brasil, celebrado em 7 de setembro, é uma ocasião especial para todos os brasileiros. É uma oportunidade única para mostrar seu orgulho pelo país e promover seu negócio ou evento por meio de materiais gráficos personalizados. Ao se envolver nas celebrações e compartilhar sua mensagem de forma criativa, você pode fortalecer sua conexão com a comunidade e demonstrar seu compromisso com a história e os valores do Brasil. Portanto, aproveite essa data importante para celebrar a independência e promover o que você faz de melhor. Viva o 7 de setembro!

terça-feira, 20 de junho de 2023

Celebrando a Tradição das Festas Juninas: Encanto, Cores e Alegria


As Festas Juninas são eventos tradicionais que marcam o calendário brasileiro, trazendo consigo uma atmosfera de encanto, cores vibrantes e alegria contagiante. Essas festividades são uma oportunidade única para celebrar a cultura popular, relembrar as tradições folclóricas e aproveitar momentos de diversão em comunidade. Neste artigo, vamos explorar a história, os elementos característicos e a importância das Festas Juninas, além de destacar como uma gráfica pode contribuir para tornar esses eventos ainda mais especiais.

Origem e Significado

As Festas Juninas têm suas raízes em celebrações pagãs que ocorriam na Europa, em especial durante o solstício de verão. Com a chegada do cristianismo, esses eventos foram adaptados para homenagear três santos católicos: Santo Antônio (13 de junho), São João (24 de junho) e São Pedro (29 de junho). No Brasil, as festividades ganharam novos elementos e se mesclaram com as tradições culturais locais, resultando nas animadas Festas Juninas que conhecemos hoje.

Elementos Característicos

As Festas Juninas são marcadas por diversos elementos que tornam esses eventos únicos e memoráveis. As principais características incluem:

Quadrilhas: As quadrilhas são danças típicas das Festas Juninas, que reúnem grupos de pessoas vestidas com trajes caipiras. Essas danças são realizadas em pares ou em grupos maiores, seguindo coreografias tradicionais e animadas, embaladas por músicas típicas.

Fogueiras: As fogueiras são símbolos das Festas Juninas, representando a alegria e o calor dos festejos. Acender uma fogueira é uma tradição que remonta aos tempos antigos, quando as pessoas se reuniam ao redor do fogo para celebrar a colheita e afastar os maus espíritos.

Comidas Típicas: As Festas Juninas são uma verdadeira festa gastronômica, com uma variedade de quitutes deliciosos. Canjica, pipoca, pé de moleque, maçã do amor, quentão e o famoso bolo de milho são apenas algumas das iguarias típicas que fazem parte dessa tradição.

Decoração Colorida: Os arraiás ganham vida com uma decoração vibrante, repleta de bandeirinhas coloridas, balões, palhas e chapéus de palha. Esses elementos decorativos criam uma atmosfera festiva e acolhedora, transformando qualquer espaço em um verdadeiro cenário junino.

A Contribuição da Gráfica


Uma gráfica pode desempenhar um papel essencial na preparação das Festas Juninas, fornecendo uma ampla gama de serviços e produtos personalizados que contribuem para a beleza e o sucesso dos eventos. Aqui estão algumas maneiras pelas quais uma gráfica pode auxiliar na organização das Festas Juninas:

Convites e Flyers: A gráfica pode produzir convites temáticos e flyers personalizados para divulgar as festividades, utilizando designs criativos que remetam à atmosfera das Festas Juninas.

Banners e Painéis Decorativos: Banners e painéis decorativos são elementos fundamentais para criar uma ambientação encantadora. A gráfica pode produzir esses itens com alta qualidade de impressão, utilizando materiais duráveis e resistentes.

Bandeirinhas e Adereços: As bandeirinhas, também conhecidas como bandeirolas, são essenciais para a decoração das Festas Juninas. A gráfica pode imprimir bandeirinhas personalizadas com cores vibrantes e designs atraentes, além de fornecer adereços como chapéus de palha, máscaras e outros itens decorativos.

Cardápios e Rótulos: Para as barraquinhas de comidas típicas, a gráfica pode produzir cardápios temáticos e rótulos personalizados, acrescentando um toque especial aos quitutes e destacando a identidade visual da festa.

As Festas Juninas são celebrações que unem tradição, cultura e diversão, proporcionando momentos de alegria e integração comunitária. Esses eventos são enriquecidos pela presença de elementos característicos, como as quadrilhas, fogueiras, comidas típicas e decorações coloridas.

Uma gráfica desempenha um papel importante ao contribuir para a atmosfera festiva desses eventos, oferecendo serviços e produtos personalizados que complementam a celebração e tornam as Festas Juninas ainda mais especiais. Que essa tradição continue encantando e alegrando os corações brasileiros por muitos e muitos anos!

terça-feira, 30 de maio de 2023

A Arte do Papel no Japão: Explorando a Beleza dos Origamis, Kirigamis e Mais


A cultura japonesa é conhecida por suas ricas tradições e artes únicas, e uma forma de expressão que tem encantado pessoas ao redor do mundo é a arte com papel.

No Japão, há uma variedade de técnicas que envolvem a transformação do papel em criações incríveis, como origamis, kirigamis, washi-e, chigiri-e e kirie. Neste artigo, vamos explorar cada uma dessas formas de arte e mergulhar na fascinante tradição do papel japonês.

Origami: Dobrando a Imaginação


O origami é uma das formas mais conhecidas de arte com papel no Japão. Essa técnica envolve a dobradura precisa de uma folha de papel para criar figuras tridimensionais, sem a utilização de cortes ou cola. Os praticantes de origami são capazes de transformar uma simples folha em uma ampla variedade de objetos, desde animais e pássaros até formas geométricas complexas. A beleza do origami reside na simplicidade dos materiais utilizados e na habilidade de criar algo único apenas dobrando o papel. Além disso, essa arte também é valorizada por sua capacidade de transmitir conceitos filosóficos japoneses, como paciência, precisão e equilíbrio.

Kirigami: A Arte de Cortar e Dobrar


O kirigami é uma técnica que combina elementos de dobradura e corte de papel. Os artistas de kirigami criam padrões e desenhos complexos, cortando cuidadosamente o papel em formas elaboradas. Ao contrário do origami, o kirigami permite a utilização de tesouras ou estiletes para criar detalhes intrincados. O kirigami é frequentemente usado para criar cartões, decorações e cenários, agregando um toque artístico e tridimensional a essas peças.

Washi-e: A Pintura em Papel Washi


O washi-e é uma forma de arte que envolve a pintura em papel washi, um tipo de papel tradicional japonês feito à mão. Os artistas usam tintas e pincéis para criar imagens detalhadas e vibrantes em papel washi. Essas pinturas muitas vezes retratam paisagens deslumbrantes, animais, flores e figuras tradicionais. O washi-e destaca-se pela textura única e qualidade duradoura do papel washi, que confere às obras uma sensação de delicadeza e elegância.

Chigiri-e: Rasgando e Colando Pedaços de Papel


O chigiri-e é uma técnica em que pedaços de papel washi são rasgados e colados para criar imagens. Os artistas selecionam cuidadosamente os papéis washi com diferentes cores e texturas, rasgam-nos em formas específicas e, em seguida, colam-nos em um suporte para formar uma imagem completa. Essa técnica permite a criação de texturas e camadas impressionantes, resultando em obras de arte com uma aparência única e tridimensional.

Kirie: A Arte do Recorte de Papel


O kirie, com sua técnica delicada e precisa, é uma forma de arte japonesa que envolve o recorte detalhado de papel para criar desenhos e padrões impressionantes. Os artistas de kirie utilizam tesouras afiadas ou estiletes para cortar minuciosamente uma única folha de papel, revelando formas complexas e intrincadas. Cada corte é executado com maestria, resultando em peças de arte que cativam pela sua precisão e beleza.

O kirie é valorizado por sua capacidade de criar uma sensação de profundidade e textura através do jogo de sombras e camadas. As obras de kirie podem variar de representações de cenas da natureza a retratos de figuras tradicionais japonesas. Cada corte estratégico cria uma interação única entre a luz e a sombra, conferindo às peças uma aparência tridimensional e uma sensação de movimento.

Essa arte requintada exige concentração, habilidade e paciência por parte do artista. Cada corte precisa ser realizado com precisão e destreza para alcançar o efeito desejado. O resultado final é uma obra de arte que evoca admiração e fascínio pelo intricado trabalho manual e pela capacidade de transformar uma simples folha de papel em algo surpreendente.

O kirie é mais do que apenas um exercício de habilidade técnica. É uma expressão artística que reflete a estética japonesa, a valorização da natureza e a busca pela perfeição. Por meio do kirie, os artistas japoneses capturam a essência do mundo ao seu redor e compartilham essa visão com o público, despertando emoções e inspirando contemplação.

 

Em suma, o kirie é uma forma de arte com papel fascinante e sofisticada que revela a destreza e a criatividade dos artistas japoneses. Suas peças detalhadas e envolventes são um testemunho da riqueza da tradição artística japonesa, que continua a inspirar e encantar pessoas em todo o mundo. Ao apreciar o kirie, somos transportados para um universo de beleza e delicadeza, onde o papel se transforma em obras de arte verdadeiramente extraordinárias.

Conclusão

A arte com papel no Japão é um testemunho da habilidade e criatividade dos artistas japoneses. Origami, kirigami, washi-e, chigiri-e e kirie são formas de expressão que incorporam a tradição, a precisão e a estética japonesas. Cada técnica oferece uma experiência única, permitindo que os artistas transformem simples folhas de papel em criações artísticas cativantes.

Essas formas de arte com papel não apenas proporcionam beleza visual, mas também transmitem valores e ensinamentos culturais. Desde a paciência e a concentração exigidas pelo origami, até a habilidade e precisão necessárias para o kirigami e o kirie, cada técnica é uma jornada criativa que ajuda a preservar a rica herança cultural japonesa.



Seja apreciando um delicado origami de um pássaro voando ou um intricado kirie retratando cenas da natureza, a arte com papel no Japão oferece um vislumbre fascinante da estética japonesa e da habilidade artística. Além disso, essas formas de arte também inspiram pessoas em todo o mundo a explorar sua própria criatividade e apreciar a beleza simples e encantadora do papel.

Portanto, ao mergulhar nesse universo artístico japonês, encontramos uma expressão única e cativante que continua a encantar e inspirar pessoas de todas as idades e origens. A arte com papel no Japão é verdadeiramente uma manifestação da imaginação humana e uma celebração da beleza que pode ser encontrada em coisas aparentemente simples, como uma folha de papel.

segunda-feira, 22 de maio de 2023

A Arte do Quilling: Transformando Tiras de Papel em Obras de Arte


O mundo da arte está repleto de técnicas e formas de expressão, e uma delas se destaca por sua delicadeza e elegância: o quilling. Também conhecido como filigrana de papel, o quilling é uma técnica que envolve a criação de formas decorativas a partir de tiras de papel enroladas, criando belos desenhos e obras de arte tridimensionais. Neste artigo, exploraremos a história, as técnicas e a beleza dessa arte única que encanta e inspira pessoas ao redor do mundo.

Origem e História:


O quilling remonta a séculos atrás, com suas raízes remontando ao antigo Egito e à Europa do século XVI. Acredita-se que as freiras e monges dos conventos europeus tenham praticado o quilling como forma de decoração de manuscritos religiosos. Posteriormente, a técnica se espalhou por toda a Europa e ganhou popularidade como um passatempo artístico entre as classes aristocráticas. Durante o século XVIII, o quilling foi especialmente apreciado na Inglaterra e na França, onde era utilizado para decorar caixas, molduras e objetos pessoais.

Técnica e Materiais


O quilling é uma técnica relativamente simples, mas que requer paciência e precisão. Tradicionalmente, as tiras de papel utilizadas no quilling são cortadas a partir de papel colorido, geralmente de gramatura mais fina. As tiras são enroladas em torno de um pino ou agulha especializada, formando espirais ou outras formas básicas. Essas formas são então moldadas e coladas em conjunto para criar os desenhos desejados.

No quilling contemporâneo, também é comum o uso de ferramentas especiais, como um gabarito de quilling, que facilita a criação de formas uniformes e precisas. Além disso, artistas experientes exploram diferentes técnicas, como a criação de pregas e dobras, a torção das tiras de papel ou a utilização de várias cores para adicionar profundidade e textura às suas obras.

Possibilidades Criativas


Uma das características mais fascinantes do quilling é sua versatilidade. As possibilidades criativas são infinitas, desde a criação de desenhos simples, como flores, borboletas e animais, até obras de arte mais complexas e detalhadas. Os artistas de quilling podem explorar uma ampla gama de estilos, desde o tradicional e elegante até o contemporâneo e abstrato.


Além disso, o quilling pode ser aplicado em diversos objetos, como cartões, quadros, joias, caixas de presente e até mesmo esculturas tridimensionais. Sua natureza delicada e sofisticada adiciona um toque especial a qualquer projeto artístico.

Apreciação e Popularidade

Nos últimos anos, o quilling tem experimentado um ressurgimento na popularidade. Através das redes sociais e comunidades online, artistas de todo o mundo compartilham suas criações, técnicas e inspirações, formando uma comunidade vibrante e apaixonada pelo quilling.


Além disso, exposições e concursos de quilling têm atraído a atenção do público e das mídias, promovendo a valorização e o reconhecimento dessa forma de arte única. O quilling é apreciado tanto por artistas profissionais quanto por entusiastas amadores, pois permite uma expressão criativa acessível e gratificante.

O quilling combinado com outras artes

A arte do quilling tem sido frequentemente combinada com outras formas de expressão artística, como a pintura. A combinação do quilling com a pintura cria um resultado único, onde as tiras de papel enroladas são utilizadas para adicionar textura, detalhes e dimensão às obras de arte pintadas.

Nessa fusão de técnicas, o quilling pode ser utilizado para realçar elementos específicos da pintura, como acentuar detalhes arquitetônicos, adicionar texturas em paisagens ou retratar características detalhadas em retratos. As tiras de papel enroladas podem ser coladas sobre a pintura, criando camadas e relevos que adicionam um aspecto tridimensional e uma sensação tátil à obra de arte.

O quilling combinado com a pintura


A combinação do quilling com a pintura também oferece aos artistas uma ampla gama de possibilidades criativas. Eles podem explorar diferentes estilos, técnicas e abordagens, experimentando a interação entre as duas formas de arte e criando obras verdadeiramente únicas e cativantes.

Além da pintura, o quilling também pode ser combinado com outras formas de expressão artística, como a colagem, o desenho, a escultura e até mesmo a joalheria. A fusão dessas diferentes técnicas permite aos artistas explorar novas formas de expressão e criar obras de arte surpreendentes que mesclam diferentes elementos visuais e texturais.


No final, a combinação do quilling com outras formas de arte não apenas amplia as possibilidades criativas, mas também enriquece a experiência visual e sensorial das obras de arte, tornando-as verdadeiramente únicas e cativantes para o público.

Conclusão


O quilling é uma arte que combina habilidade manual, criatividade e paciência. Por meio de tiras de papel delicadamente enroladas, os artistas de quilling têm a capacidade de criar belas obras de arte que cativam e inspiram. Seja você um entusiasta das artes ou um iniciante curioso, o quilling oferece uma oportunidade emocionante de explorar sua própria criatividade e se maravilhar com as possibilidades infinitas que essa técnica proporciona. Portanto, mergulhe no mundo encantador do quilling e descubra o prazer de transformar simples tiras de papel em obras de arte impressionantes.

segunda-feira, 1 de maio de 2023

1º de maio de 2023 - Dia do Trabalho


O Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio, é uma data importante para lembrar a luta dos trabalhadores por direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho. A data surgiu no final do século XIX, quando trabalhadores organizaram protestos por jornadas de trabalho mais curtas e melhores condições de trabalho, em especial nos Estados Unidos e Europa.

Desde então, a data se tornou um símbolo da luta dos trabalhadores por dignidade e respeito. No Brasil, o Dia do Trabalho foi oficializado em 1924 pelo presidente Artur Bernardes e é um feriado nacional.

Apesar das conquistas alcançadas ao longo dos anos, ainda há muitos desafios a serem enfrentados pelos trabalhadores. A pandemia da COVID-19, por exemplo, trouxe impactos significativos no mercado de trabalho e na economia mundial. Muitos trabalhadores foram afetados pela crise, perdendo seus empregos e enfrentando dificuldades financeiras.

Além disso, a questão da saúde e segurança do trabalho ainda é um desafio para muitas empresas e trabalhadores. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que, a cada 15 segundos, um trabalhador morre por acidente de trabalho ou doenças relacionadas ao trabalho.

Por isso, é importante lembrar a luta dos trabalhadores neste Dia do Trabalho e reforçar a importância de garantir melhores condições de trabalho e direitos trabalhistas para todos. Empresas e empregadores devem cumprir as leis trabalhistas e adotar medidas para proteger a saúde e segurança dos trabalhadores. E os trabalhadores, por sua vez, devem continuar lutando por seus direitos e se unir em defesa de melhores condições de trabalho.

Em resumo, o Dia do Trabalho é uma data importante para lembrar a luta dos trabalhadores por direitos e condições dignas de trabalho. É uma oportunidade para refletir sobre os desafios que ainda precisam ser superados e reforçar o compromisso com a proteção dos direitos trabalhistas e a saúde e segurança dos trabalhadores.

terça-feira, 29 de novembro de 2022

Confira 15 Curiosidades sobre a Copa do Mundo da FIFA 2022™


O mundial do Catar já faz história por ser a primeira edição realizada no final do ano e em um país do Oriente Médio, mas essas não são as únicas curiosidades desta edição.

A Copa do Mundo da FIFA 2022™ nem bem começou e já faz história. A 22ª edição da competição acontece no Catar, o primeiro país do Oriente Médio a receber um mundial.

Além disso, ela também quebrou a tradição de ser realizada no meio do ano. As temperaturas altas do país, que podem chegar aos 50ºC em meados de junho e julho, levaram as partidas para novembro, período em que o clima é mais ameno.

Arranha céus em West Bay

Mas estes não são os únicos fatos que movem o mundial. O maior espetáculo de futebol do planeta também carrega números grandiosos e outras curiosidades que vão marcar a história da competição de 2022. Veja, abaixo, alguns deles.

1. O mundial mais caro da história

Como primeiro representante do Oriente Médio a sediar uma Copa do Mundo da FIFA™, o Catar investiu pesado. Ao todo, o país deve finalizar o mundial com investimentos maiores do que US$ 200 bilhões, segundo dados da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

O valor foi aplicado na ampliação da infraestrutura de transporte, hotelaria e, claro, na construção dos estádios oficiais do evento. Com isso, a edição de 2022 da competição já é considerada a mais cara da história.

2. O esporte do Catar não é o futebol

Um dos motivos para tanto investimento é o fato de que o futebol não é um esporte popular no Catar. Por lá, a paixão é o críquete, um jogo de tacos muito parecido com o beisebol. Para receber a Copa do Mundo da FIFA™, o país teve que construir sete novos estádios e reformar um.

3. Uma cidade nova inteira para o mundial

Nesse plano de transformar o país em uma grande arena de futebol, o Catar acelerou um projeto que já estava em andamento: a construção da cidade de Lusail, no meio do deserto, a 24 quilômetros de Doha, a capital do país.

A cidade é parte do projeto Catar 2030, lançado pelo governo para modernizar o país e transformá-lo em um pólo turístico.

Lusail começou a ser construída do zero em 2005. Quando a FIFA anunciou o Catar como a sede do mundial de 2022, em 2010, as obras foram aceleradas e focadas em transformar a cidade numa grande atração para o evento.

Ao todo, foram investidos US$ 45 bilhões para levantar Lusail, que tem 38 quilômetros quadrados de área e que agora abriga o maior estádio de futebol do país, que pode receber 80 mil torcedores e será o palco da final do mundial. A cidade mistura complexos residenciais, comerciais, lojas e resorts.

4. Primeiro estádio desmontável

O estádio de Lusail será o grande palco da final da Copa do Mundo da FIFA 2022 ™, mas o estádio 974 também entrará para a história da competição por ser a primeira arena padrão FIFA completamente desmontável e reutilizável.

É que o 974 foi totalmente construído com contêineres certificados e elementos modulares em aço. Ou seja, o estádio pode ser desmontado e reconstruído com os mesmos materiais e o mesmo tamanho em qualquer lugar. E o nome “974” faz referência ao número de contêineres utilizados para levantar a arena.

5. A Copa do Mundo da FIFA™ mais compacta da história

O Catar é um país pequeno. Ele tem em torno de 3 milhões de habitantes e quase metade deles está em Doha. Não é à toa que a própria FIFA classifica esta edição do mundial como o torneio mais compacto de todos os tempos.

A Copa do Mundo da FIFA 2022™ será realizada em oito estádios espalhados em todo o Catar. Mas a FIFA calcula que os torcedores podem assistir a pelo menos duas partidas em um único dia. É que a maior distância entre os estádios é de 75 quilômetros, e a menor é de apenas 5 quilômetros.

6. Primeiro mundial com mais jogadores por seleção

Tradicionalmente, as seleções podem convocar 23 jogadores, incluindo os goleiros. A partir da edição de 2022, esse número subiu para 26, mas não de forma obrigatória. Segundo a FIFA, a mudança deve-se pelo impacto da covid-19 nos times.

7. Último mundial com 32 seleções

Outra curiosidade que marca a Copa do Mundo da FIFA 2022™ é que ela é a última edição com 32 seleções. A partir de 2026, 48 times poderão participar do torneio.

8. Maior premiação da história

A edição de 2022 vai pagar o maior prêmio da história à seleção campeã mundial. Serão US$ 42 milhões para o primeiro lugar, US$ 30 milhões para o vice-campeão e US$ 27 milhões para o terceiro lugar.

Veja os demais prêmios, segundo dados da FIFA:4º lugar: US$ 25 milhões
5º a 8º lugar: US$ 17 milhões
9º a 16º lugar: US$ 13 milhões
Eliminados na fase de grupos: US$ 9 milhões

9. Quase 3 milhões de ingressos vendidos

Segundo informações da FIFA do último dia 17 de outubro, quase 3 milhões de ingressos foram vendidos para os jogos desta edição do mundial de futebol. Torcedores do próprio Catar, Estados Unidos, Arábia Saudita, Inglaterra, México, Emirados Árabes Unidos, Argentina, França, Brasil e Alemanha são os que mais compraram ingressos.

10. Mascote é “jogador habilidoso”

Este é o significado de La’eeb, nome do mascote oficial da Copa do Mundo da FIFA 2022™. O personagem usa o famoso lenço da cultura árabe, chamado de hijab.

11. A bola é “a jornada”

Além do mascote, a bola oficial do mundial também tem marca registrada. Nesta edição de 2022 da competição, a bola está sendo chamada de “Al Rihla”, que significa “a jornada”, em português, e traz as cores da bandeira do Catar.

12. Emblema representa as dunas do deserto do Catar

O símbolo do mundial de 2022, que acompanha o nome do evento em vários lugares, tem muitos significados. Segundo a FIFA, as cores bordô e branco são emprestadas da bandeira do Catar. O design do emblema é, ao mesmo tempo, o número oito, o símbolo do infinito e o deserto.

O número oito é a quantidade de estádios que receberão os jogos. O infinito, segundo a FIFA, representa a fusão entre a tradição e a modernidade. Além disso, as curvas desse símbolo também homenageiam as dunas dos desertos do Catar.

13. 500 mil candidatos a voluntários

Este é o número de pessoas que se inscreveram para serem voluntárias na Copa do Mundo da FIFA 2022™. Os candidatos eram de 160 nacionalidades, com idade entre 18 e 77 anos. Ao todo, foram selecionadas e treinadas 20 mil pessoas para ajudar no mundial.

14. Primeira edição com árbitras

Pela primeira vez na história da Copa do Mundo da FIFA™, o time de arbitragem terá mulheres. Seis profissionais estão entre os 36 árbitros, 69 árbitros assistentes e 24 árbitros de vídeo.

15. O troféu é o mesmo desde 1974

Diante de tantas novidades e curiosidades, uma coisa se mantém igual: o troféu. De acordo com a Conmebol, ele foi desenhado pelo escultor Silvio Gazzaniga, que trabalhava para a empresa Bertoni, em Milão, na Itália.

O troféu mostra duas figuras de atletas segurando a Terra e, desde 1974, não mudou em nada: ele é feito de ouro 18 quilates, tem 36,8 cm de altura e pesa 6,1kg, segundo a FIFA.

Fonte: https://blog.nubank.com.br - Atualizado em 22/11/22

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Proclamação da República: descubra a importância deste dia para o seu vestibular!

Imagem : Freepik

Proclamação da República: quem proclamou e quando aconteceu?

Ocorrida no final da década de 1880, a Proclamação da República representa um grande marco na História do Brasil. Afinal, esse acontecimento, além de mudar o sistema político do país, provocou grande transformação em diversos âmbitos da sociedade.

Se você está estudando para o Enem, não pode deixar de entender o que foi esse episódio e como ele impactou a sociedade brasileira. Além disso, para se sair bem e garantir uma boa nota, é importante conhecer como a história da Proclamação da República é cobrada na prova.

Sendo assim, acompanhe este post do Stoodi para lhe ajudar. Boa leitura!

A história da Proclamação da República

Após quase 70 anos de monarquia aconteceu a proclamação da República no Brasil. Esse evento representa a transição da antiga forma de governo, baseada no rompimento dos laços coloniais com Portugal, para a era republicana.

Por que aconteceu a Proclamação da República?

O sistema monárquico passava por uma grande crise, havendo um evidente descontentamento com o reinado de Dom Pedro II. Diversos setores sociais exigiam mudança de governo, reivindicando maior participação política e liberdade de direitos.

Entre os fatores que desencadearam a proclamação, podemos destacar:
  • interferência de Dom Pedro II nos assuntos religiosos, o que gerava atritos com a Igreja Católica;
  • descontentamento dos militares com a censura imposta pelo regime monárquico, que impedia oficiais do Exército de se manifestarem à imprensa sem prévia autorização, além de boatos de corrupção na corte;
  • falta de apoio dos cafeicultores e demais proprietários rurais, principalmente do oeste paulista, que, devido a seu poder econômico, almejavam maior poder político, além de estarem descontentes com a crise econômica rural gerada com o fim da escravatura;
  • crescimento do número de apoiadores do movimento republicano, principalmente entre a classe média, que desejava maior liberdade política.
Diante dessa situação, o governo de Dom Pedro II achava-se ameaçado e sem apoio popular. Além disso, o imperador enfrentava problemas de saúde e estava afastado das decisões do país, o que enfraquecia ainda mais seu reinado e, em contrapartida, fortalecia o movimento republicano.

Quem proclamou a República?

Os republicanos tentavam insistentemente divulgar suas ideias pelo Brasil, mas não obtinham êxito. Então, chegaram à conclusão de que um golpe militar era a melhor estratégia para implantar o sistema republicano no país. Mas, para isso, precisavam do apoio de um líder militar reconhecido, e, assim, foram em busca do apoio de Marechal Deodoro da Fonseca.

Deodoro era defensor da monarquia e amigo do imperador; dessa forma, conseguir seu apoio não seria uma tarefa fácil. Mas, com muita insistência, ele aceitou liderar o movimento militar. Porém, sua ideia era apenas derrubar o chefe do gabinete imperial, Visconde de Ouro Preto.

No entanto, um dia antes da proclamação, surgiu um boato de que o governo havia ordenado a prisão do marechal Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant, outro líder do movimento — além do boato de que Dom Pedro II havia nomeado Silveira Martins, velho rival de Deodoro, como primeiro-ministro.

Assim, no dia 15 de novembro de 1889, na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, quem proclamou a República do Brasil foi Marechal Deodoro da Fonseca. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório e Deodoro se tornou o primeiro presidente do Brasil.

República da Espada

O período entre a Proclamação da República (1889) e a primeira eleição para presidente (1894), ficou conhecido como a República da Espada, pois o poder passou pelas mãos de dois marechais (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto).

É bom ressaltar um importante acontecimento do Governo de Marechal Deodoro, que foi promulgação da Constituição de 1891, que trouxe importantes mudanças para o país.

Dia 15 de novembro

Como já vimos quando e por quem foi proclamada a República no Brasil, vamos ressaltar a importância do dia 15 de novembro. Trata-se de uma data histórica para o Brasil e é amplamente comemorada em todo o território nacional. Diversas cidades organizam festividades e atos cívicos para lembrar e comemorá-la, além de ensinarem para a nova geração seu significado.

No ano de 1949, o dia 15 de novembro tornou-se feriado, por meio da lei de número 662. Dessa forma, a nação pode relembrar o feito e refletir como a Proclamação da República foi relevante para a política do Brasil e para toda a sociedade.

Como a Proclamação da República pode cair no Enem?

Agora que você já entendeu por que aconteceu a proclamação da república no Brasil, é necessário buscar informações de como estudar este tópico importante da História para o Enem. Para isso é importante analisar os pontos de maior relevância desse que é um dos assuntos mais cobrados na prova de História.

Veja, a seguir, alguns deles:
  • o contexto histórico em que a república foi proclamada;
  • fatores que colaboraram diretamente para a queda da monarquia;
  • o que a proclamação da República introduz no Brasil;
  • a influência do Exército nesse acontecimento;
  • os principais grupos de apoio ao movimento;
  • a questão religiosa como um dos fatores que levaram à Proclamação da República.
Hino da Proclamação da República

O hino da proclamação da república foi escrito por Medeiros e Albuquerque e a música é de Leopoldo Augusto Miguez. Acompanhe a letra:

I

Seja um pálio de luz desdobrado,

Sob a larga amplidão destes céus.

Este canto Rebel, que o passado

Vem remir dos mais torpes labéus!

Seja um hino de glória que fale

De esperanças de um novo porvir!

Com visões de triunfos embale

Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós,

Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz

II

Nós nem cremos que escravos outrora

Tenha havido em tão nobre País…

Hoje o rubro lampejo da aurora

Acha irmãos, não tiranos hostis.

Somos todos iguais! Ao futuro

Saberemos, unidos, levar

Nosso augusto estandarte que, puro,

Brilha, ovante, da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós,

Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz

III

Se é mister que de peitos valentes

Haja sangue em nosso pendão,

Sangue vivo do herói Tiradentes

Batizou neste audaz pavilhão!

Mensageiro de paz, paz queremos,

É de amor nossa força e poder,

Mas da guerra, nos transes supremos

Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós,

Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz

IV

Do Ipiranga é preciso que o brado

Seja um grito soberbo de fé!

O Brasil já surgiu libertado,

Sobre as púrpuras régias de pé.

Eia, pois, brasileiros avante!

Verdes louros colhamos louçãos!

Seja o nosso País triunfante,

Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós!

Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz!

Bandeira da Proclamação da República

Logo após a Proclamação da República, chegou-se a criar uma versão de bandeira para substituir a imperial. Essa nova bandeira era composta por listras horizontais nas cores verde e amarelo, e um retângulo azul com 21 estrelas no canto superior esquerdo, muito semelhante à bandeira dos Estados Unidos. Essa versão não agradou aos governantes, que não queriam sua imagem ligada ao governo americano.

ESSA FOI A BANDEIRA DO BRASIL DURANTE 4 DIAS

Assim, quatro dias após a Proclamação da República, no dia 19 de novembro de 1889, a bandeira da Proclamação da República do Brasil, como a conhecemos hoje, foi oficializada. Formada por três formas geométricas e, inicialmente, 21 estrelas representando os estados brasileiros, além da faixa branca com o lema nacional. Anos depois foram incluídas novas estrelas, formando o total de 27.


Neste artigo, você aprendeu um pouco mais sobre a Proclamação da República e pôde entender como o assunto é cobrado no Enem.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Descubra um pouco mais sobre o processo editorial e a importância dele na produção de um livro


Você sabe por quais etapas e pelas mãos de quais profissionais um livro passa até chegar à livraria? Talvez você já tenha ouvido falar de editores, preparadores, diagramadores, revisores, capistas e diversos outros profissionais que trabalham duro para fazer com que aquele objeto simples, mas de desejo de muitos, fique pronto para ser lido, relido, cheirado, rabiscado, emprestado, esquecido e lido novamente.

Neste post não faremos uma análise profunda do que é o objeto livro. Este texto é bem simples e busca apenas preencher uma lacuna sobre algo que percebemos já faz algum tempo: fala-se muito de livros, leitores, feiras literárias e lançamentos, mas pouca gente sabe como de fato um livro é feito e por quem ele é feito. Mais que isso: por que é importante conhecer o processo de produção do livro?

A resposta é que isso depende de cada pessoa: o leitor pode se interessar pelo assim chamado processo editorial apenas por curiosidade; um autor pode querer conhecer o processo para saber quem vai mexer em seu texto (e de que forma vai mexer, quanto isso pode custar, quanto tempo pode levar) e, assim, evitar surpresas; um revisor pode (e talvez deva) aprender sobre o processo para poder oferecer um melhor serviço a algum autor que o procure ou para que possa enfim trabalhar naquela ótima editora com mais familiaridade, conhecendo bem o processo.

Como fazer um livro?

A questão é que quanto mais todos os envolvidos (autores e tradutores, editores, preparadores, revisores, diagramadores e até leitores) souberem sobre como um livro é feito, os processos podem se tornar melhores e mais qualidade final terá o livro.

Se você é autor, fique ligado neste post, pois ele pode ensinar muito e preparar você para saber o que é de fato publicar um livro; ou, sendo mais específico, pelo que seu livro vai passar até chegar o momento de ser impresso.

Descreveremos aqui o processo editorial em etapas; entretanto, pode ser que em muitos casos algumas dessas etapas estejam sobrepostas, ou seja, ocorram ao mesmo tempo. Aqui será descrito de forma genérica como seria o processo mais ideal de produção do livro; mas tenha em mente que no mercado editorial há de tudo, até mesmo quem desrespeite totalmente essas etapas e faça os passos quase que ao contrário. Além disso, há projetos específicos que podem precisar de um processo diferente ou que podem inverter as etapas por necessidades diversas. Por fim, veremos somente as etapas de edição, digamos assim, ou seja, as etapas em que os profissionais lidam diretamente com o texto.

 

Autor ou tradutor

1ª etapa: produção do autor (original do autor) ou do tradutor (arquivo traduzido mais original, que pode ser o livro físico ou um PDF). O original/tradução pode ser um manuscrito, um material datilografado ou (como é mais comum hoje em dia) um arquivo do Word. No caso de tradução, o livro original (em inglês, por exemplo, que também pode ser chamado de original em língua estrangeira) geralmente acompanha todas as etapas abaixo; ou seja, ele é literalmente enviado junto com todos os outros materiais e passará pelas mãos dos profissionais nas próximas etapas. Por diversos motivos esse envio é necessário: o diagramador pode ter de se basear na arte ou em aspectos da diagramação do original e o preparador e o revisor geralmente precisam do original para tirar dúvidas e conferir diversos elementos e fazer comparações (o chamado cotejo com o original). Para livros traduzidos, caso o tradutor tenha usado alguma CAT Tool em seu trabalho, o ideal seria que o glossário (também em formato eletrônico) fosse enviado especialmente ao preparador e ao revisor, mas isso raramente é feito.

Editor

2ª etapa: edição – o editor pode trabalhar com o arquivo de Word ou com um arquivo impresso a partir do arquivo de Word (a primeira opção é mais comum). O editor vai analisar a obra, contatar o autor (ou o tradutor, se for o caso) e fazer recomendações gerais. Trata-se da etapa em que o contato com o autor/tradutor é mais próximo e um momento em que a obra pode sofrer mudanças profundas (até mesmo mudança do título, por exemplo). É provável que o arquivo vá e volte diversas vezes entre o autor/tradutor e o editor para adaptações e correções diversas. Depois de tudo mais ajeitado, o arquivo é enviado para a preparação.

Preparador de originais

3ª etapa: preparação – o preparador recebe então o arquivo (digital) do editor ou do gerente de projetos (ver abaixo); pode ser que o editor faça algumas recomendações gerais ou até mesmo crie um relatório que especifica quais são os elementos que devem receber mais atenção do preparador. Como o trabalho de preparação envolve muita pesquisa, na maior parte dos casos o preparador receberá a prova em Word; ou seja, ele precisa trabalhar num arquivo editável, pois provavelmente terá de fazer uma grande quantidade de alterações e ajustes, como excluir/mover parágrafos inteiros, fazer cortes, reajustar e renumerar figuras e imagens, etc.

Mais especificamente, ele também fará alterações e adaptações diversas: aplicar normas específicas da editora, normatizar a obra de acordo com algum style guide ou manual, numerar (para a diagramação) elementos como títulos, figuras e tabelas (geralmente indicando onde elas entram com tags, ou seja, com códigos, por exemplo: <TÍTULO 1>, <FIGURA 3>, <box>, etc.), ele também deve desfazer incoerências e conferir dados diversos (datas, grafias de nomes próprios ou dar consistência à grafia dos nomes de personagens, verificar a factualidade de eventos históricos e notícias, etc.). Por fim, ele pode também criar um relatório para o editor da obra. Tendo feito tudo isso, é hora de passar para a próxima etapa.

Diagramador

4ª etapa: diagramação – o preparador envia o arquivo digital (Word) para o diagramador, que deve aplicar o projeto gráfico e diagramar toda a obra usando um software próprio (para livros, geralmente é usado o Adobe InDesign). Esse arquivo deve ser diagramado da melhor forma possível, ou seja, no sentido de que o livro fique o mais “finalizado” possível.

Ele deve ficar praticamente idêntico ao livro que vemos nas livrarias. Depois disso, o arquivo digital (do diagramador) é impresso (geralmente em papel A4). É nessa etapa que esse documento passa a se chamar prova. A prova impressa é então enviada ao revisor de primeira prova. 

Ela pode/deve ir acompanhada do máximo de relatórios das etapas anteriores e, como acontece muitas vezes, vai acompanhada de uma versão impressa do arquivo de Word trabalhado pelo preparador: geralmente impresso de modo que mostre todos os balões da função Controlar alterações do Word (que, como sabemos, ficam na lateral da página); ou seja, o arquivo de Word do preparador é impresso de modo que todas as suas alterações fiquem claramente visíveis. Isso serve para que o revisor de primeira prova confira se elementos como itálicos, negritos, numerações, figuras, etc. foram efetivamente aplicados pela diagramação. Isso tudo é enviado ao revisor de primeira prova.
Revisor de primeira prova

5ª etapa: revisão de primeira prova – aqui chegamos à etapa que nós revisores mais conhecemos: o revisor de primeira prova pode estar alocado na editora, trabalhar de casa (freelancer) ou em uma empresa/editora terceirizada. De qualquer forma, ele vai receber tudo que foi especificado acima mais a primeira prova impressa (lembrando: livro já diagramado e impresso em papel A4).

Ele deverá fazer a primeira leitura/revisão como já conhecemos (geralmente usando sinais de revisão) e, ao longo do trabalho, pode gerar também mais um relatório (que pode ser enviado ao revisor de segunda prova e aos outros membros da equipe).

Retorno ao diagramador


6ª etapa: diagramação/correção – essa é a etapa em que o diagramador recebe a prova revisada pelo revisor de primeira prova para aplicar as correções, algo mais conhecido como batida de emendas. 

A prova chega ao diagramador com todas as indicações do revisor (correções e sinais de revisão). O diagramador, logo, vai interpretar essas indicações e corrigir os erros/fazer ajustes no arquivo digital usando o software de diagramação. Ou seja, ele coloca a prova impressa de um lado da mesa e aplica as correções no arquivo digital, página a página. 

Depois disso, o arquivo digital (e corrigido) é impresso novamente. É a chamada segunda prova. Essa segunda prova é enviada ao revisor de segunda prova junto com a primeira prova (e, se necessário, com mais relatórios e materiais de suporte).

Revisor de segunda prova

7ª etapa: revisão de segunda prova – o revisor de segunda prova recebe a segunda prova impressa mais a primeira prova impressa. Isso porque ele deverá fazer (antes de tudo) aquilo que é conhecido como revisão espelhada (ou batida de emendas): ele vai verificar se as correções da primeira prova foram efetivamente aplicadas na segunda prova pelo diagramador; se não foram aplicadas, o revisor de segunda prova deve fazer isso agora. 

Só depois de fazer essa verificação inicial é que ele vai de fato revisar a segunda prova (que pode conter menos erros ou não, dependendo do esforço/atenção/trabalho do revisor de primeira prova e da própria capacidade do revisor de segunda prova). Quando terminar seu trabalho, o revisor de segunda prova a envia ao diagramador para nova correção.

Retorno ao diagramador

8ª etapa: diagramação/correção – a segunda prova impressa é enviada novamente ao diagramador; ele deverá novamente aplicar as correções indicadas pelo revisor de segunda prova. Essa etapa é semelhante à 6ª etapa descrita acima.

Revisor de terceira prova

9ª etapa: geração da terceira prova. Aqui a coisa fica mais gerencial. A editora deverá ter critérios para saber quantas provas podem ser geradas. Se a editora/cliente achar que é necessário gerar uma terceira prova para corrigir mais erros, ela é gerada. Acredito que, hoje em dia, a média seja no máximo (no máximo mesmo) três provas ao longo desse processo. Além disso, a terceira prova geralmente é gerada apenas para revisão espelhada com a segunda prova e então batida de emendas (e não para mais uma revisão propriamente dita). Depois disso vem a fase de impressão do livro.

Resumo do processo editorial


Original > Edição > Preparação > Diagramação > Revisão de 1ª prova > Diagramação/correção > Revisão de 2ª prova > Diagramação/correção > Geração de 3ª prova (ou tantas provas quanto necessário) > Impressão.

Observações: As provas impressas podem ser substituídas por provas em formato PDF, algo que vem se tornando cada vez mais comum ou ainda por um processo que adote o Adobe InCopy.

Gerente de projetos – em muitas editoras, esse papel é exercido pelo próprio editor. O gerente de projetos (ou, ainda, coordenador) está na verdade envolvido em várias etapas. Assim como o editor, ele é uma espécie de “ponte” entre todas as etapas acima, mas o fato é que ele está mais presente em grandes editoras ou editoras terceirizadas. Ele é responsável por gerenciar o recebimento e envio de provas (por exemplo, entre a editora-cliente e a editora terceirizada), gerenciar prazos, contratar freelancers, tirar dúvidas entre revisão-diagramação-tradução e diversas outras tarefas. Ele pode também conferir rapidamente toda a prova para verificar se o revisor não esqueceu de algo importante ou se não deixou passar um erro grave (como um título errado na capa, por exemplo).

Em alguns casos pode entrar no processo a etapa de copidesque, que seria a conferência de aspectos estruturais e mais formais do texto. Na produção de livros, esse papel geralmente é desempenhado em parte pelo editor e em parte pelo preparador.

Especialmente com livros é muito importante diferenciar preparação e revisão por diversos motivos. O principal motivo que eu poderia ressaltar aqui é que, ao misturar preparação e revisão (ou seja, geralmente pulando a etapa de revisão, acreditando que uma “revisão no computador” basta), a etapa de conferência de elementos gráficos feita pelo revisor (na prova impressa/digital) é negligenciada, e isso pode causar problemas diversos.


quarta-feira, 20 de abril de 2022

Conheça a História do Carnaval no Brasil e no Mundo

Carnaval é uma festa popular marcada pelos exageros. Tem forte ligação com o catolicismo e possui relações com festivais realizados na Antiguidade.

O Carnaval é uma tradicional festa popular realizada em diferentes locais do mundo, sendo a mais celebrada no Brasil. Apesar do forte secularismo presente no Carnaval, a festa é tradicionalmente ligada ao catolicismo, uma vez que sua celebração antecede a Quaresma. O Carnaval não é uma invenção brasileira, pois sua origem remonta à Antiguidade.

A palavra Carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é “retirar a carne”. Esse sentido está relacionado ao jejum que deveria ser realizado durante a Quaresma e também ao controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de controlar os desejos dos fiéis.

Origem do Carnaval

Alguns estudiosos entendem o Carnaval como uma festa cristã, pois sua origem, na forma como entendemos a festa atualmente, tem relação direta com o jejum quaresmal. Isso não impede que sejam traçadas as origens históricas que nos mostram a influência que o Carnaval sofreu de outras festas que existiam na Antiguidade.

Na Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como Carnaval. As Sacéias eram uma celebração em que um prisioneiro assumia, durante alguns dias, a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

Outro rito era realizado pelo rei no período próximo ao equinócio da primavera, um momento de comemoração do ano novo na Mesopotâmia. O ritual ocorria no templo de Marduk (um dos primeiros deuses mesopotâmicos), onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.

O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao Carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao seu deus. Possivelmente a subversão de papéis sociais no Carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e outras práticas semelhantes, é associável a essa tradição mesopotâmica.

A associação entre o Carnaval e as orgias pode ainda relacionar-se com as festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam eles dedicados ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcados pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.

Havia ainda, em Roma, a Saturnália e a Lupercália. A primeira ocorria no solstício de inverno, em dezembro, e a segunda, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias, com comidas, bebidas e danças. Os papéis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.

Cristianismo e Carnaval

As festas citadas eram, naturalmente, celebrações pagãs e eram extremamente populares. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos essas celebrações nas quais as pessoas entregavam-se aos prazeres mundanos. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.

A Igreja Católica, então, procurou ressignificá-las dando-lhes um senso mais cristão. Durante a Alta Idade Média, foi criada a Quaresma — período de 40 dias antes da Páscoa caracterizado pelo jejum. Tempos depois, as festividades realizadas pelo povo foram concentradas nesse período e nomeadas carnis levale.

A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa. Nesse momento, o Carnaval estendia-se durante várias semanas, entre o Natal e a Páscoa.

Carnaval na Europa medieval e moderna

O Carnaval medieval era marcado por festas, banquetes e muitas brincadeiras.

Durante os carnavais medievais, por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam às ruas e aos campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.

Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.

Era comum na Itália renascentista a realização de bailes de máscara durante o Carnaval.

A lógica que regia as festas da Antiguidade era a mesma para o Carnaval na Europa da Idade Média e Moderna: o mundo de cabeça para baixo. Sendo assim, tratava-se de um período de inversão proposital da ordem, portanto, as restrições das vidas das pessoas eram abolidas, e os papéis que existiam naquela sociedade, invertidos.

A partir do século XVI, houve iniciativas de impor o controle sobre as festas carnavalescas no continente. Essa tentativa de silenciamento foi uma reação aos conflitos religiosos que atingiam a Europa naquele período, mas também pode ser explicada como forma de impor controle social. Outra explicação pode ser o conservadorismo vigente que buscava demonizar as festas populares.

Carnaval no Brasil

O Carnaval chegou ao Brasil durante a colonização e transformou-se na maior festa popular do país.[1]

A história do Carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma brincadeira de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Nela, as pessoas saíam às ruas sujando umas às outras jogando lama, urina etc. O entrudo foi proibido em 1841, mas continuou até meados do século XX.

Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos, e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.



sexta-feira, 18 de março de 2022

7 motivos do porque os livros de papel serem melhores que os digitais


Os primeiros leitores digitais, ou eReaders, surgiram na mesma época em que os smartphones estavam em pleno processo de popularização, mas ainda sem telas tão grandes. O tempo passou e, agora, aparelhos que antes eram considerados tijolos se tornaram objetos de desejo para pessoas comuns, permitindo que o consumo de conteúdo seja feito de forma mais confortável.


Não importa se são telas que imitam papel, sem emissão de luz própria, ou as convencionais que equipam nossos smartphones — elas dificilmente vão substituir materiais impressos. Isso porque, junto com todas as vantagens, existem também inúmeros problemas que, comprovados por pesquisas, mostram que a data da morte dos livros de papel ainda é totalmente desconhecida.

1. Melhor absorção de informações




Segundo um estudo, apresentado na Itália em 2014, ler um livro convencional faz com que o conteúdo seja absorvido de forma mais eficaz, quando comparado a um eBook. Outra análise mostrou que materiais impressos beneficiaram os leitores também em outras áreas, como empatia, imersão na história e entendimento da narrativa.

Segundo os pesquisadores, isso se deve à sensação de segurar o livro, fato que também facilita a percepção de progresso na leitura. Além disso, é muito mais fácil ler novamente algum trecho, mantendo marcada a página atual — ação simples que pode se tornar frustrante em um aparelho digital.

2. Incentivo à leitura na infância



Outro estudo, que analisou crianças de 3 a 5 anos, mostrou que elas entendiam melhor a história quando os pais liam um livro em papel. A teoria dos pesquisadores é de que, apesar de só ouvirem a história, as crianças sabem como um aparelho eletrônico funciona e se distraem pelo simples fato de ele estar sendo manuseado pelos pais.

3. Não agride os olhos



Trabalhar em escritório é sinônimo de se manter em frente a uma tela de computador por horas a fio, então a melhor maneira de descansar para o dia seguinte seria se manter afastado delas. Uma pesquisa, feita com 429 estudantes universitários, mostrou que quase metade deles se queixava de olhos cansados após longos períodos em frente a telas.

4. Você elimina inúmeras distrações



A quantidade de informações a que somos submetidos diariamente é imensa. Seja em redes sociais, rádio ou televisão, nossa atenção é solicitada a cada instante, desde que acordamos até fecharmos os olhos à noite. Em um mundo assim, é algo comum ser levemente distraído por um anúncio brilhante enquanto lê uma matéria que achou legal.

Mesmo quando são utilizados eReaders, a tendência de desvio de atenção é maior, não só pela possibilidade de conferir as atualizações da rede social, mas pelo fato de que muitos livros digitais destacam algumas palavras para que você clique e saiba mais sobre o assunto. Desse modo, algo que possui o intuito de auxiliar pode acabar prejudicando, pois quem nunca começou se informando sobre leitura digital e acabou descobrindo que o maior nariz do mundo mede 8,8 centímetros?

5. Ele pode melhorar seu sono



Nada mais comum do que uma última verificada nas redes sociais antes de dormir. O problema é que diversos estudos já mostraram os problemas provocados pela luz azul no nosso organismo, tanto que vários aparelhos oferecem a opção de bloquear a emissão dela após determinado horário do dia. Além disso, o ato de ler pode auxiliar bastante quando o sono não aparece, por isso ele é a melhor opção de quem procura uma noite relaxante.

6. Bibliotecas em casa aumentam as notas das crianças



Por meio de uma análise feita em 42 países, pesquisadores constataram que crianças vivendo em casas com bibliotecas possuem mais probabilidades de melhores notas na escola. Os cientistas acreditam que a presença dos livros encoraja os jovens a utilizarem o material como forma de diversão e incentiva a discussão dos assuntos com toda a família.

7. Eles aumentam a satisfação na leitura


Um estudo feito recentemente com estudantes de EUA, Eslováquia, Japão e Alemanha mostrou que 92% dos participantes preferiam livros em papel, que pudessem ser manuseados. Os eslovacos, em especial, revelam um apreço pelo cheiro dos livros — fato constatado por cientistas, que analisaram a composição química de antigas obras. Eles identificaram que existem notas de baunilha nas páginas, assim como algo ligado à grama (talvez pelas origens do papel).

Caso a praticidade seja preponderante no seu cotidiano, não temos muito o que falar sobre os modelos digitais, mas esses estudos mostram que os livros em papel ainda possuem um mercado grande demais para que sejam considerados extintos.