Moura Ramos Indústria Gráfica: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: gadgets
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Pensando fora da caixa


Por todo o mundo, graças a internet e novos avanços tecnológicos, vemos mudanças constantes no nosso dia a dia e sobre tudo na forma como fazemos as coisas.

Agora não basta apenas aprender e exercer uma profissão, é preciso reaprender diariamente e melhorar processos constantemente, inovar e principalmente ser criativo. E isso vale também para as nossas atividades domésticas do dia a dia.

Acompanhe os trechos da matéria abaixo publicada na revista Brasil e Energia Petróleo e Gás e reflita:

Em 1998, a Kodak tinha 170 mil funcionários e vendia 85% do papel fotográfico utilizado no mundo. 

Em apenas 3 anos, o seu modelo de negócio foi extinto e a empresa desapareceu. 

O mesmo acontecerá com muitos negócios e indústrias nos próximos 10 anos e a maioria das pessoas nem vai se aperceber disso. 

As mudanças serão causadas pelo surgimento de novas tecnologias.

Conforme exposto na Singularity University Germany Summit, em abril deste ano, o futuro nos reserva surpresas além da imaginação. 

A taxa de inovação é cada vez mais acelerada e as futuras transformações serão muito mais rápidas que as ocorridas no passado. 

Novos softwares vão impactar a maioria dos negócios e nenhuma área de atividade estará a salvo das mudanças que virão. 

Algumas delas já estão acontecendo e sinalizam o que teremos pela frente. 

O UBER é apenas uma ferramenta de software e não possui um carro sequer, no entanto, constitui hoje a maior empresa de táxis do mundo. 

A Airbnb é o maior grupo hoteleiro do planeta, sem deter a propriedade de uma única unidade de hospedagem. 

Nos EUA, jovens advogados não conseguem emprego. 

A plataforma tecnológica IBM Watson oferece aconselhamento jurídico básico em poucos segundos, com precisão maior que a obtida por profissionais da área. 

Haverá 90% menos advogados no futuro e apenas os especialistas sobreviverão. 

Watson também orienta diagnósticos de câncer, com eficiência maior que a de enfermeiros humanos. 

Em 10 anos, a impressora 3D de menor custo reduziu o preço de US$18.000 para US$400 e tornou-se 100 vezes mais rápida. 

Todas as grandes empresas de calçados já começaram a imprimir sapatos em 3D. 

Até 2027, 10% de tudo o que for produzido será impresso em 3D. 

Nos próximos 20 anos, 70% dos empregos atuais vão desaparecer. 

Em 2018, os primeiros carros autônomos estarão no mercado. 

Por volta de 2020, a indústria automobilística começará a ser desmobilizada porque as pessoas não necessitarão mais de carros próprios. 

Um aplicativo fará um veículo sem motorista busca-lo onde você estiver para leva-lo ao seu destino. 

Você não precisará estacionar, pagará apenas pela distância percorrida e poderá fazer outras tarefas durante o deslocamento. 

As cidades serão muito diferentes, com 90% menos carros, e os estacionamentos serão transformados em parques. 

O mercado imobiliário também será afetado, pois, se as pessoas puderem trabalhar enquanto se deslocam, será possível viver em bairros mais distantes, melhores e mais baratos. 

O número de acidentes será reduzido de 1/100 mil km para 1/10 milhões de km, salvando um milhão de vidas por ano, em todo o mundo. 

Com o prêmio 100 vezes menor, o negócio de seguro de carro será varrido do mercado. 

Os fabricantes que insistirem na produção convencional de automóveis irão à falência, enquanto as empresas de tecnologia (Tesla, Apple, Google) estarão construindo computadores sobre rodas. 

Os carros elétricos vão dominar o mercado na próxima década. 

A eletricidade vai se tornar incrivelmente barata e limpa. 

O preço da energia solar vai cair tanto que as empresas de carvão começarão a abandonar o mercado ao longo dos próximos 10 anos. 

No ano passado, o mundo já instalou mais energia solar do que à base de combustíveis fósseis. 

Com energia elétrica a baixo custo, a dessalinização tornará possível a obtenção de água abundante e barata.                       
No contexto deste futuro imaginário, os veículos serão movidos por eletricidade e a energia elétrica será produzida a partir de fontes não fósseis. 

A demanda por petróleo e gás natural cairá dramaticamente e será direcionada para fertilizantes, fármacos e produtos petroquímicos. 

Os países do Golfo serão os únicos fornecedores de petróleo no mercado mundial. 

Neste cenário ameaçador, as empresas de O&G que não se verticalizarem simplesmente desaparecerão. 

No Brasil, o modelo de negócio desenhado para a Petrobras caminha no sentido oposto. 

Abrindo mão das atividades que agregam valor ao petróleo e abandonando a produção de energia verde, a Petrobras que restar não terá a mínima chance de sobrevivência futura. 

E você? O que pensa sobre todas estas mudanças que já estão acontecendo e outras mais que estão por vir?

Comente! A sua opinião é muito importante para nós!

Fonte: Revista Brasil e Energia Petróleo e Gás, edição de Dez/2016

quinta-feira, 23 de abril de 2020

CEO do Reddit faz critica sobre o TikTok chamando-o de "Parasita"


O CEO da rede social Reddit criticou duramente o aplicativo de compartilhamento de vídeos curtos TikTok, de uma empresa chinesa. Steve Huffman chamou o app de “fundamentalmente parasita”.

Esses comentários foram feitos durante um painel de discussão com o ex-vice presidente de produtos do Facebook, Sam Lessin, e também com o ex-executivo de políticas públicas do Facebook, Elliot Schrage.

A discussão fez parte da conferência “Social 2030”, com a participação de investidores e empreendedores do Vale do Silício. O objetivo do evento era identificar tendências em apps sociais que podem modelar a próxima década.

“Eu vejo o app como algo tão fundamentalmente parasita, que está sempre escutando, a tecnologia que retira impressões digitais deles é verdadeiramente assustadora, e eu não conseguiria instalar um aplicativo como este em meu celular”, afirmou ele. “Eu ativamente digo às pessoas: ‘não instale aquele spyware no seu celular’”.

Um porta-voz do TikTok enviou uma nota ao portal TechCrunch afirmando: “essas são acusações feitas sem um pingo de evidências”.

App banido para agentes do governo americano

Soldados do exército americano estão proibidos desde dezembro de 2019 de usarem o aplicativo em aparelhos do governo americano, que foi classificado como uma ameaça de segurança segundo o Military.com.

O app também está banido de smartphones do Departamento de Defesa, apesar de ter sido usado até dezembro como ferramenta para alcançar possíveis recrutas da Geração Z. [TechCrunch, Military.com]


segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Microsoft apresenta novas logos do Windows


A Microsoft apresentou um Pack com 100 novos ícones reprojetados dos seus aplicativos e serviços, incluindo o logotipo do Windows.

Os novos designs exibem uma estética mais acolhedora, com profundidade, gradientes e designs mais suaves, incluindo também um novo logotipo do Windows, que agora possui um emblema branco liso salpicado com gradientes azuis.

O anúncio foi feito com foco nos ícones e não no novo logo, porém aqueles com o olhar mais atento puderam perceber ele no meio de todas as imagens.


Os quadrados tradicionais no símbolo também receberam bordas arredondadas para criar uma aparência mais moderna.


O vice-presidente corporativo de design e pesquisa da Microsoft, Jon Friedman, disse à Creative Bloq que a empresa usou “gradientes ricos, ampliou seu espectro de cores” e incorporou um “movimento dinâmico“.

“Com a mais nova onda de redesenho de ícones, enfrentamos dois grandes desafios criativos“, disse Jon, “precisávamos sinalizar inovação e mudança, mantendo a familiaridade com os clientes. Também tivemos que desenvolver um sistema de design flexível e aberto para abranger uma variedade de contextos, para nos manter fiéis à Microsoft“, concluiu.

A empresa já havia revelado o novo logotipo do Windows com o anúncio do Windows 10X há alguns meses. Ele é praticamente igual ao atual, mas agora incorpora cantos ligeiramente arredondados e gradientes suaves. Uma mudança sutil, mas bem-vinda.

Infelizmente, a Microsoft não forneceu uma data específica para quando os novos logotipos chegarão aos aplicativos e serviços do Windows.


sexta-feira, 15 de novembro de 2019

O Motorola V3 está de volta radicalmente reinventado com tela em flip super moderna


Com um design inconfundível, função inesperada, novo e radicalmente diferente, o icônico design flip do Razr foi reinventado.

A Motorola anunciou hoje, dia 14, a volta do modelo mais querido: o Razr. Para quem não se lembra ele é aquele famoso celular que fez sucesso no começo dos anos 2000, com tela Flip.

Agora ele vem em uma versão bem mais moderna, é claro, mas sem perder suas principais características. A tela é flexível e dobra completamente ao meio, de modo que o aparelho fica compacto sem comprometer a experiência de uma tela grande. O vidro utilizado é o Gorila Glass 3D.

Ele conta uma tela dobrável Flex View de 6,2″ (15,7 cm) e proporção 21:9. Quando fechado, o celular tem uma tela interativa Quick View, que ajuda a acessar rapidamente informações importantes, fazer chamadas, responder mensagens, fazer pagamentos, controlar suas músicas, tirar selfies e utilizar o Google Assistente.

A câmera possui recursos como Night Vision, que combinar oito quadros em diferentes exposições para garantir uma boa imagem em ambientes de pouca luz, e a Inteligência Artificial integrada.

O pós-processamento das fotos também é inteligente e analisa a cena para sugerir otimização da imagem e composição mais adequada.
O aparelho é revestido de aço inoxidável e leva uma camada protetora que oferece resistência a respingos d’água, mas a fabricante destaca que não é à prova d’água e não pode ser submerso. Confira o vídeo com mais detalhes:

A Motorola ressalta que investiu muito tempo e dinheiro na tecnologia “zero gap”, um sistema patenteado de fechamento que permite que ambos os lados da tela flexível se fechem perfeitamente, protegendo-a da sujeira e poeira.

Outra novidade foi a antena, redesenhada para caber no tamanho do celular fechado. Segundo a Motorola, o aparelho chegará ao mercado brasileiro a partir de janeiro.

No exterior o smartphone custará US$ 1.500.

Fonte: https://www.publicitarioscriativos.com

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Você sabe quanto custa carregar seu celular em 1 ano?

Fonte: Pixel 

É difícil encontrarmos um smartphone hoje que não precise ser recarregado pelo menos uma vez ao dia. Você já se perguntou o custo disso na conta de luz? 

Temos um spoiler: quase nada.

Fizemos os cálculos de quanto custa anualmente carregar o celular todos os dias nas cidades mais populosas de cada região do Brasil, levando em consideração as tarifas de luz locais atualizadas até a data desta publicação*.

Baterias

A energia necessária para carregar os telefones de forma completa é resultado da multiplicação da sua carga elétrica pela sua tensão.

A tensão depende do tipo de bateria com que o telefone é equipado; para as contas, foram utilizadas as mais altas de cada um dos modelos. As baterias de Li-Ion, que têm o lítio como principal componente, são comumente utilizadas em celulares Motorola, ASUSe Apple por serem mais leves: a tensão delas fica entre 3,0 V e 3,5 V.

Já as baterias Li-po, que usam compostos químicos conhecidos como polímeros, são encontradas com mais frequência nas marcas chinesas, como Huawei e Xiaomi, e em telefones Samsung e LG. O diferencial das baterias Li-po é que elas são ainda mais leves e conseguem armazenar mais energia em menos espaço: sua tensão fica entre 3,7 V e 4,2 V.

Por outro lado, as cargas elétricas necessárias para manter a corrente por uma hora nas baterias apresentam muitas variações, a maioria delas entre 2.000 mAh e 5.000 mAh, por isso essas foram as faixas utilizadas nos cálculos.

Como não existe um padrão nos modelos de smartphone que estão no mercado hoje, as contas de quanto custa carregar o celular foram feitas considerando os dois tipos de bateria descritos para cada uma das quatro faixas de cargas elétricas.


Impacto na conta de luz

Depois de descoberta a quantidade de energia armazenada de uma bateria em Watts e considerando que é preciso apenas uma recarga por dia, multiplicamos o valor por 365 para ter o montante anual necessário. Então, basta multiplicá-lo pelo valor da tarifa de luz vigente na sua cidade, considerando os impostos.


No Brasil, é impossível determinar uma média de gasto com carregamento do celular porque cada cidade tem tarifas, bandeiras e impostos distintos.


Por isso, selecionamos as cinco cidades mais populosas de cada região do País de acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Curitiba na Região Sul; São Paulo na Sudeste; Salvador na Nordeste; Manaus na Norte; e Brasília na Centro-Oeste.


Os valores das tarifas foram divididos por mil para igualar a unidade de medida em Watt-hora. Os montantes têm como fonte as últimas atualizações tarifárias presentes nas páginas das distribuidoras de luz de cada região**, já contabilizando os impostos vigentes na oportunidade.


O resultado foi o seguinte:


(Fonte: TecMundo/Silmara Slobodzian)

Manaus é a cidade onde mais se gasta para carregar o celular

A cidade mais cara para carregar o smartphone durante 1 ano é Manaus: as baterias Li-Po com cerca de 5.000 mAh, que necessitam de mais energia para uma carga completa, geram gastos anuais de cerca de R$ 7,21.


Por outro, São Paulo é o município mais barato para se carregar o celular, de acordo com as tarifas descritas no site da operadora***. O consumidor gasta no máximo R$ 3,91 para completar a carga do telefone diariamente durante 1 ano se considerarmos uma bateria Li-po de 5.000 mAh.

A diferença entre o valor mais alto e o mais baixo é de R$ 3,30, o que corresponde ao preço anual de carregar uma bateria Li-Ion de 5.000 mAh em São Paulo, por exemplo. Os preços dependem muito da tarifa e bandeira vigentes nas cidades e estas mudam constantemente, por isso podemos considerar os resultados como uma média atual que precisa ser atualizada a cada subida da conta de luz.

Se você ficou interessado em fazer o cálculo para a sua cidade, a fórmula é:

Energia = mAh * tensão (sendo que a carga elétrica (mAh) vem especificada no celular e deve ser dividida por mil para igualar a medida, e a tensão depende do tipo de bateria, como explicamos anteriormente).

Depois basta multiplicar o valor por 365 e o resultado multiplicar pela taxa tarifária do seu município dividida por mil.

Fique atento

Os valores englobam diferentes variáveis, para ter certeza de quanto está gastando, portanto, preste atenção nos componentes da equação, nas unidades de medida e na tarifa de luz — esse pode ser o maior desafio, uma vez que a informação do valor das taxas muitas vezes não é clara.

Na lista de preocupações com a bateria do celular, o custo já pode ser riscado
***

*Mudanças nas bandeiras e reajustes podem alterar os valores descritos.

**São Paulo (AESeletropaulo/Enel); Brasília (CEB); Salvador (Coelba); Manaus (AmE); Curitiba (Copel).

*** Segundo a Enel, quanto a confirmação do valor atualizado da tarifa, a assessoria de imprensa deles informou que deveria ser considerado o valor descrito no site, porém, dependendo do aumento de impostos e mudança da bandeira, este pode mudar consideravelmente.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Cuidado com falsas versões do FaceApp Pro. É golpe!

Não existe uma versão "Pro" do FaceApp / Crédito: WeLiveSecurity - ESET

Com a popularidade alcançada pelo FaceApp, o aplicativo que mostra como as pessoas seriam quando envelhecessem, era de se esperar que ele entrasse na mira dos criminosos virtuais. E, de fato, entrou. Mais especificamente em uma versão "Pro" do app, que, na verdade, nunca existiu.

Descoberto pela empresa de segurança digital ESET, os pesquisadores notaram duas tentativas de golpe. No app criado pelos cibercriminosos, a versão "Pro" é de graça e é utilizada como isca. O objetivo dos golpistas era tornar o app um falso viral, fazendo as vítimas clicarem em inúmeras ofertas para instalar outros aplicativos pagos, como assinaturas, anúncios, pesquisas, etc. O usuário também recebia solicitações de vários sites para permitir que as notificações fossem exibidas. Quando estavam ativadas, essas notificações levavam a novas ofertas fraudulentas.

O segundo tipo de golpe incluiu vídeos do YouTube com links de download que promoviam a mesma versão "Pro" gratuita do app. No entanto, os links de download encurtados levavam para aplicativos cuja única funcionalidade era fazer com que os usuários instalassem vários outros programas adicionais no Google Play. Importante citar que um dos vídeos do YouTube tem mais de 150 mil acessos.

Embora esse tipo de golpe fosse usado para exibir anúncios, os links encurtados poderiam levar os usuários a instalarem malwares com um único clique, como aconteceu, por exemplo, com o game Fortnite, que foi clicado mais de 96 mil vezes. No entanto, o número de instalações reais não tenha sido identificado.

"É importante evitar o download de aplicativos de fontes diferentes das lojas de aplicativos oficiais (Google Play) e examinar as informações disponíveis sobre o app, como desenvolvedor, avaliação, comentários, e outros", afirmou Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório da ESET América Latina. . Especialmente no Android, existem fraudes em torno de cada aplicativo ou jogo popular. Nestes casos, ter uma solução de segurança instalada no dispositivo móvel pode ser uma grande ajuda", finaliza.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Saiba como o iPhone tem ajudado a salvar o planeta

Mais de 2 bilhões de iPhones foram vendidos desde o seu lançamento em 2007, e muita gente reclama da obsolescência programada e do desejo dos consumidores de continuarem trocando de aparelho cada vez que um modelo novo sai. Afinal de contas, o advento do smartphone aumentou o consumo de matéria prima mundial ou não?

Montar um aparelho desses requer metal, plástico, vidro e outros recursos naturais, alguns deles raros. O cobalto, por exemplo, é minerado à mão, algumas vezes por crianças de países pobres como a República do Congo.

Além disso, os smartphones também exigem bastante eletricidade para funcionar. Uma estimativa publicada pela revista Time aponta que um smartphone que é intensamente utilizado pode consumir a mesma quantidade de eletricidade em um ano que uma geladeira. Um iPhone usa cerca de 361 kW-h por ano se levar em conta também a cobertura de dados e conexão wireless, além da carga da bateria.

O escritor e radialista aposentado Steve Cichon aponta que nos anos 1990 precisávamos de dezenas de outros aparelhos eletrônicos para desempenhar funções que os smartphones também fazem. Alguns deles são: lanterna, despertador, câmera fotográfica, filmadora, calculadora, gravador de áudio, barômetros, altímetro, acelerômetro, GPS.

Ou seja, deixamos de produzir e consumir todos esses eletrônicos que também utilizam recursos naturais e energia. Quantos objetos deixaram de ser produzidos nos últimos 12 anos desde a popularização desses aparelhos smart?

Isso se chama “desmaterialização” do nosso consumo. Esta ideia não é recente; foi descrita pela primeira vez na década de 1920 por R. Buckminster Fuller.

Claro que essa desmaterialização não está acontecendo apenas com os smartphones. Isso tem acontecido em diversas outras áreas.

O uso de tecnologia na agricultura, por exemplo, tem tornado mais eficiente a irrigação e o uso de pesticidas e fertilizantes. Sensores e aprendizado de máquina permitem aproveitar melhor a energia elétrica de fábricas. O design inteligente de embalagens de papelão ou de alumínio permite que menos material seja utilizado para proteger o produto. Até a construção de prédios usa atualmente menos material do que há algumas décadas.

Esse tipo de tecnologia requer uma grande quantidade de eletricidade para ser desenvolvida, mas também economiza energia mais tarde. Isso parece explicar por que os Estados Unidos têm observado uma estagnação no consumo de eletricidade nos últimos dez anos. Nas décadas anteriores à crise de 2008, havia um aumento constante e significativo no uso de energia elétrica no país.

De todo modo, a tecnologia e a competição entre empresas para desenvolver designs mais eficientes não resolvem todo o problema de poluição e consumo desenfreado. Além disso, precisamos de boas políticas que incentivem a proteção ambiental e proteção dos direitos humanos dos extratores dos recursos naturais. Também temos que cobrar da Apple e outras empresas para que desenvolvam produtos mais duráveis que sejam trocados com menos frequência. 


terça-feira, 25 de junho de 2019

Chegam ao Brasil os Adesivos Musicais do Instagram


Se você segue algum perfil gringo é bem provável que alguma vez tenha visto a função de música nos Stories, porém que ainda não estava disponível para nós.

Bom, isso não é mais verdade a partir de hoje (25), em um comunicado à imprensa, o Instagram revelou que esses “adesivos musicais” estarão liberados no Brasil. Eles funcionam basicamente como um botão que você acrescenta nos Stories e quando clicado toca a musica em questão.
A Música nos Stories pode ser usada em vídeos ou fotos, basta tocar no ícone de adesivos e selecionar o adesivo de música.

Além disso, outras funções musicais também estarão disponíveis no Facebook, como o Letras, Lip Sync Live (que permite dublagens ao vivo) e Músicas de Perfil.

“Além das licenças de gravadoras internacionais já disponíveis, fizemos parcerias com gravadoras, distribuidoras, editoras e sociedades que representam compositores locais para garantir que as músicas que as pessoas mais gostam no Brasil pudessem ser adicionadas às publicações“, comenta Álvaro de Torres, lider do setor de desenvolvimento de negócios para o Facebook na América Latina.

A função Músicas de Perfil permite adicionar faixas de música no seu perfil do Facebook e quem visitá-lo irá ouvi-las. Já o Letras mostra as letras das músicas que estiverem na plataforma, aparecendo automaticamente na tela.

As novas funções fazem parte das movimentações recentes do Facebook para tornar sua plataforma mais atrativa. As atualizações estarão disponíveis hoje (25) nos sistemas operacionais Android e iOS.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Chega ao fim o Google+

Google+ chega ao fim após vazamentos de dados e baixa popularidade. Entenda o que muda e quais foram os motivos do encerramento da rede social.

O Google+ saiu do ar oficialmente nesta terça-feira (2). Os perfis e páginas da rede social do Google foram desativados e todo o conteúdo – posts, fotos, vídeos e comentários – será apagado em alguns meses. Além da falta de adesão dos usuários à plataforma, disponível para celulares Androide iPhone (iOS), o encerramento também foi provocado por dois casos de vazamentos de dados. O primeiro expôs cerca de 500 mil perfis em outubro de 2018. O outro foi ainda maior e afetou mais de 50 milhões de contas.

Desde fevereiro de 2019, a empresa impediu a criação de novos perfis, páginas, comunidades ou eventos no Google+. Os usuários tiveram até o dia do encerramento para fazer o backup de fotos e vídeos, por exemplo. Apesar do prazo, quem quiser poderá acessar parcialmente alguns conteúdos, já que a exclusão completa será dentro de alguns meses. O sistema habilita enviar os arquivos para serviços de armazenamento como Google Drive, Dropbox, OneDrive ou Box.

O que muda com o encerramento do Google+

Mesmo com o fim do prazo para salvar arquivos da sua conta no Google+, o usuário ainda pode acessar diversos conteúdos na rede social. O recurso é possível, pois o Google levará alguns meses para excluir todo o conteúdo da plataforma. Ou seja, as pessoas podem ter acesso parcial ao próprio perfil na rede social via registro de atividades.

No entanto, não será mais possível fazer login com sua conta do Google+ em sites e aplicativos. A partir desta data, os usuários precisam usar a conta do Google para acessar os serviços. Quem tem o G Suite ainda poderá usar a perfil da plataforma.

Google+ chega ao fim após vazamentos de dados e baixa popularidade — Foto: Reprodução/Elson de Souza

Entenda os motivos do fim do Google+

Diversas causas foram responsáveis pelo encerramento do Google+. Uma delas pode ter sido a falta de adesão dos usuários à rede social se comparada aos concorrentes, como Facebook e Instagram. Outro fator está relacionado ao vazamento de informações privadas da plataforma. Em outubro de 2018, uma brecha de segurança no Google+ expôs informações de cerca de 500 mil perfis do serviço.

De acordo com o Google, o vazamento de dados foi provocado por um erro nas Interfaces de Programa de Aplicação (APIs). Dessa forma, 438 apps terceiros conectados à plataforma tiveram acesso a informações privadas dos perfis. Após a polêmica, a empresa anunciou o encerramento do Google+ para agosto de 2019.

O segundo caso de violação do conteúdo privado dos usuários ocorreu em dezembro de 2018. Este teve proporções bem maiores e atingiu mais de 50 milhões de contas. Dessa forma, o fim da rede social do Google foi antecipado para 2 de abril de 2019. Na época, dados como nome, e-mail, idade e profissão ficaram desprotegidos. Segundo a empresa, a causa da vulnerabilidade também diz respeito ao erro nas APIs.

Fontes: TechtudoGoogle e Mashable

domingo, 31 de março de 2019

Pura nostalgia: Joguinhos de Atari no computador

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Sem precisar instalar nada, você pode matar a saudade dos joguinhos de Atari que você adorava na infância — ou, se você não for tão "velho" assim, pode descobrir games que fizeram parte do início da indústria de jogos eletrônicos.

Para jogar, basta acessar o XLAtari. O site exibe uma lista com títulos em destaque, mas também permite buscar pelo jogo específico que você tem em mente, também exibindo todo o catálogo organizado por ordem alfabética para facilitar a vida de todos. No painel lateral, à direita, o site indica quais teclas devem ser usadas para jogar.

sexta-feira, 29 de março de 2019

Veja como colorir fotos em preto e branco com um clique

Décadas atrás, os registros fotográficos eram feitos todos em preto e branco. 

Então, muita gente ainda tem em seus álbuns de família aquelas fotos antigas, dos avós e tataravós, sem nem um pingo de cor para dar mais vida à imagem. Existem profissionais especializados em fazer essas recuperações e colorizações, mas se você não está podendo pagar por um trabalho do tipo, saiba que há uma solução rápida e gratuita.

O site Colourise.sg existe para isso: muito fácil de usar, basta fazer o upload da imagem p&b em questão para que, com apenas um único clique, o site exiba a versão da fotografia em cores e libere um botão de download. A plataforma foi desenvolvida por engenheiros de Cingapura e usa o Algorithmia, que é um conjunto de dados de 1,3 milhão de fotos para que o sistema aprenda a diferença na coloração das imagens, conseguindo prever quais cores seriam aplicadas a coisas como pele, árvores, roupas, etc.

Claro que o trabalho automatizado não está no mesmo nível de um colorista profissional, mas o site oferece uma alternativa para quem não pode pagar por esse trabalho tão detalhista e incrível.


quarta-feira, 13 de março de 2019

WhatsApp irá banir usuários do GB WhatsApp e WhatsApp Plus


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Segundo informações publicadas em seu site oficial, o WhatsApp deve começar, ao longo deste mês, a eliminar contas que fazem uso de versões não-oficiais do seu aplicativo de mensagens. A empresa refere-se à ação como “banimento temporário”, indicando a possibilidade de que eliminações possam ser revertidas, mas não oferece mais detalhes sobre esta parte específica. Em suma, programas como o GB WhatsApp e o WhatsApp Plus, entre diversos outros, devem se tornar inutilizáveis em um futuro próximo.

Informações publicadas por fontes da imprensa internacional dizem que o WhatsApp decidiu seguir com esta ação por não poder validar a segurança desses apps terceirizados. “O WhatsApp dá profunda importância à segurança de nossos usuários. A fim de proteger a privacidade e segurança de suas contas, nós enfaticamente recomendamos que eles baixem o WhatsApp apenas por meio das lojas oficiais ou pelo nosso site. Nós continuamente aprimoramos nossas defesas contra serviços impostores a fim de ajudar a reduzir o abuso e manter os usuários do WhatsApp seguros”, disse um porta-voz da empresa ao Indian Express.

Usuários passarão a receber, dentro dos apps não-oficiais, mensagens da própria empresa, informando-os de um “banimento temporário”. Se você faz uso de algum desses apps, veja a seguir o tutorial elaborado pelo próprio WhatsApp para migrar a sua conta para a versão sancionada pela empresa. Lembrando que, antes de tudo, é necessário aguardar o prazo para o fim do banimento. A própria mensagem mostrará um timer que informará a duração exata.

Usuários do WhatsApp Plus deverão, segundo a empresa, ter seu backup restaurado normalmente assim que logaremno app oficial. Já os usuários do GB WhatsApp deverão seguir os passos a seguir:
  1. Clique em “More Options” (“Mais Opções”)
  2. Vá até “Chats”/”Conversas” e selecione a opção de backup das mensagens
  3. Feche o app e abra o gerenciador de arquivos do seu smartphone
  4. Encontre a pasta “GB WhatsApp” e renomeie-a para “WhatsApp”
  5. Feche o gerenciador e vá para a Play Store
  6. Baixe o aplicativo oficial do WhatsApp
  7. Insira seu número de telefone e, posteriormente, o código enviado a você por SMS
  8. Quando oferecida, selecione a opção de restaurar um backup
O WhatsApp vai procurar a pasta correspondente (que você renomeou anteriormente) em seu gerenciador e fará a restauração das mensagens.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

WhatsApp irá pedir sua permissão antes de lhe colocar em um grupo

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Novo recurso fará com que o WhatsApp peça sua permissão antes de lhe enfiar em um grupo.

Poucas coisas são mais inconvenientes do que ser surpreendido com o celular explodindo de notificações após a adição a um grupo do WhatsApp. Pior ainda se esse processo aconteceu de forma não solicitada. É algo que a equipe do mensageiro, entretanto, sabe que acontece e parece prestes a mudar com a adição de um novo recurso às versões Android e iOS do aplicativo.

Ainda não é a tão pedida e sonhada autorização, que permitiria aos usuários aceitarem ou não um convite para um grupo, mas pelo menos é alguma coisa, com uma configuração nas opções do WhatsApp permitindo que os usuários controlem quem pode adicioná-los às conversas gerais, entre qualquer utilizador da plataforma, contatos adicionados ou ninguém.

Essa última opção, inclusive, serve como paliativo para aquela que seria a melhor forma de lidar com a questão. Quando um usuário tentar adicionar outro sem autorização a um grupo, o destinatário do convite terá 72 horas para aceitar essa inclusão ou não, caso contrário a solicitação será perdida e precisará ser enviada novamente. 

Nova opção do WhatsApp dará maior controle aos usuários sobre a adição a grupos (Imagem: WABeta Info)

De acordo com as informações preliminares, os usuários que quiserem se unir voluntariamente a grupos poderão fazer isso por meio de links de convite, mesmo que a opção de não ser adicionado esteja ativa. Ela se refere, então, especificamente a adições não solicitadas e, como esperado e pedido, garante um pouco mais de controle contra inconvenientes.

Ainda não há informações sobre quando o recurso será disponibilizado para todos os usuários. Nas versões Beta para os dois sistemas operacionais, entretanto, ele já funciona, então a expectativa é que ele apareça para todo mundo em um futuro bem próximo. Por enquanto, entretanto, nada de informação oficial sobre o assunto.

Fontes: WABeta Info e Canaltech

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

15 funções secretas (ou não) do WhatsApp

Imagem: shutterstock

São mais de 120 milhões de brasileiros que utilizam o WhatsApp, de acordo com levantamento da própria empresa em 2017. Isso dá a impressionante marca de 58% da população nacional. Não bastasse isso, o app é o queridinho dos usuários de smartphone no país.

A pesquisa Uso de Apps no Brasil, da Mobile Time e Opinion Box, indica que quase metade das pessoas (49%) escolheriam o mensageiro se pudesse instalar apenas um aplicativo em seus aparelhos. Mesmo assim, há funções que poucos conhecem e que ajudariam no dia a dia. Confira:

1 – Mude as fontes da conversa: quer escrever em negrito, itálico ou até com a fonte riscada? Digite as palavras e, antes de enviar, selecione e aperte até aparecer um menu de opções. Selecione “BIU” e escolha entre negrito, itálico, tachado ou monoespaçado.

2 – Silencie vários contatos ao mesmo tempo: é um recurso para o Android e economiza tempo de ter que fazer isso individualmente. Na tela de conversas, aperte o nome de um contato até abrir a opção de selecionar os demais. Escolha todos que você deseja silenciar, clique no alto-falante na parte de cima do app e escolha o período.

3 – Proteja suas informações: o recurso permite que o usuário proteja suas informações básicas, como foto do perfil e quando visualizou o aplicativo. Basta ir em Ajustes > Conta > Privacidade e escolher quem pode ter acesso a estes dados.

4 – Interrompa o armazenamento automático de mídia: cansou de baixar todas as fotos e vídeos que recebe? Vá em Ajustes > Uso de Dados e Armazenamento e escolha o modelo de download automático (Wi-Fi e conexão de dados) ou nunca realizar essa ação.

5 – Adicione datas ao calendário: usuários iOS podem incluir datas que foram passadas em conversas no calendário do smartphone. É preciso apertar a data desejada e, depois, escolher a opção “criar evento”.

6 – Utilize a Siri: é possível mandar mensagens com a Siri, a assistente de voz do iPhone. Basta permitir que o recurso acione o app nas configurações do smartphone e, depois, pedir para enviar uma mensagem dizendo o nome do contato e a mensagem a ser enviada. A Siri também pode ler as mensagens não visualizadas, basta pedir!

7 – Ler mensagens em segredo: quer desabilitar o double check, aqueles risquinhos azuis que confirmam a leitura da mensagem? Vá em Configurações > Conta e escolha Privacidade. Você consegue tirar essa confirmação e pode alterar quem vê sua foto de perfil e último acesso.

8 – Desabilite as pré-notificações: é possível deixar a notificação apenas com o nome do contato. No iOS basta ir em Ajustes > Notificações e desativar a pré-visualização. No Android é necessário ir nas configurações do smartphone e impedir que os alertas apareçam na tela.

9 – Apague mensagens já enviadas: não se arrependa mais após enviar uma mensagem no WhatsApp. Agora, você tem até sete minutos para apagar um texto já enviado. Só apertar a conversa desejada e escolher a opção “apagar”.

10 – Backup das mensagens: quem quer guardar as mensagens trocadas no aplicativo podem fazer isso em Ajustes > Conversas > Backup de Conversas. Lá, tem até mesmo a opção de criar um “autobackup” em um determinado período de tempo.

11 – Faça listas de transmissão: não é necessário mais criar um grupo para mandar uma mensagem a vários contatos. Na própria tela de conversas, escolha a opção “Lista de Transmissão” e inclua todos os usuários que você quer mandar a mesma mensagem.

12 – Mencione contatos em um grupo: se você quer chamar a atenção de um determinado participante dentro de um grupo com vários usuários, basta utilizar o sinal da arroba (@) antes de escrever o nome da pessoa.

13 – Personalize o toque de um contato: é possível personalizar o toque de notificação para diferentes contatos. Dentro do aplicativo, basta entrar na conversa desejada, apertar o nome da pessoa e ir em “personalizar toque”.

14 – “Favorite” algumas conversas: para salvar uma determinada mensagem, pressione a conversa desejada e clique na estrela que aparecer. Depois, vá em Ajustes > Mensagens marcadas no iOS ou “Starred Messages” no menu do aplicativo no Android.

15 – Marque conversas como “não-lidas”: não ignore mais os seus contatos. Se você visualizou uma conversa e não pode responder, sinalize como “não lido”. No iOS é só deslizar a conversa para o lado direito. No Android pressione até surgir um menu de opções.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Turbine seu computador ou notebook com um SSD

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Você, que sofre calado diariamente com um computador que demora para iniciar o sistema, e leva "uma vida" para abrir os programas, se liga nessa: sabia que você pode transformar o seu "teco teco" em um "avião" com pouco investimento, só trocando o antigo HD por um SSD?

Fazendo essa simples troca, você vai sentir como se estivesse usando uma máquina nova. SSD é uma unidade de armazenamento que é a evolução do HD, sendo muito mais estável e veloz, além de silencioso. A diferença entre usar um HD e um SSD no mesmo computador é brutal, com o SSD também sendo mais seguro, protegendo seus arquivos ainda melhor.

E uma outra boa notícia: o investimento para isso não é alto, e você não precisa necessariamente investir também em mais RAM para fazer sua máquina "voar": na loja brasileira da Amazon, há diversos modelos de SSDs de marcas diferentes e com armazenamentos diversos com preços imbatíveis, a partir de R$ 114!

Mas o que é mesmo um SSD?

A sigla significa Solid State Drive (ou Disco em Estado Sólido), sendo fabricada em torno de um circuito integrado semicondutor responsável pelo armazenamento. No HD, o sistema é magnético. E o SSD possui memória flash, tal qual a usada em smartphones e pendrives.

Então, os componentes fundamentais do SSD são justamente a memória flash e o controlador, com a memória flash não exigindo partes móveis ou motores para funcionar. Ainda, o SSD funciona eletricamente, sendo, portanto, muito mais veloz na leitura e escrita no disco. Já o controlador gerencia a troca de dados entre máquina e memória flash, sendo ele o responsável pelo desempenho do SSD, criptografando informações, mapeando partes que possam apresentar defeitos, aumentando a vida útil da memória flash e ainda administrando o cache de leitura e escrita de arquivos.

Quais as vantagens do SSD?

Primeiramente, o SSD é completamente silencioso, então nada de o computador fazer um barulho parecido com o de uma turbina de avião para funcionar. Ainda, ele é resistente a quedas (o que é especialmente importante caso sua máquina seja um notebook), e consome muito menos energia do que um HD (algo também relevante para laptops). Além disso, o SSD consegue suportar temperaturas mais altas do que o HD, então é ainda mais seguro usar seu computador nos dias quentes de verão sem se preocupar com um resfriamento intenso.

Agora vamos falar da velocidade: sim, o SSD deixa o HD no chinelo nesse quesito. O HD usa um prato magnético para salvar os dados, que são acessados por um braço mecânico que percorre todo o disco em busca dos arquivos. Já o SSD tem os arquivos guardados em módulos de memória flash, sendo muito mais rápido o processo de acessar dados e inicializar programas, incluindo aqueles mais pesados.

Quanto à capacidade de armazenamento, existem SSDs para todos os gostos: desde modelos com 120 GB de espaço até opções com 1 TB — a escolha, portanto, vai depender da sua necessidade de armazenamento, e da verba disponível para o investimento, claro.

Antes de comprar seu SSD, considere esses detalhes

No final deste texto, vamos mostrar alguns modelos de SSD que estão com preços imperdíveis na loja brasileira da Amazon, mas segure só um pouquinho a ânsia de aproveitar as boas ofertas e considere alguns detalhes importantes para comprar o modelo certo para sua máquina, sem ter dores de cabeça após a instalação — que recomendamos que seja feita por um profissional especializado, a fim de evitar problemas com o "faça você mesmo", ok?

Ao olhar as especificações do SSD, você verá algo chamado interface SATA III na maioria deles. Isso significa que seu computador precisa ter uma porta compatível (SATA III) — se a máquina só comportar SATA II, o desempenho do SSD será prejudicado, ainda que funcione melhor que um HD.

Outro ponto importante é o tamanho físico do SSD: os modelos mais comuns têm 9mm e são compatíveis com qualquer notebook convencional. Mas se o seu modelo já for aquele ultrafino, você vai precisar comprar um SSD de 7mm. E se sua máquina for um PC, é preciso procurar modelos específicos, ou aqueles que tragam kits de compatibilidade para que o encaixe seja feito corretamente.

E se você é usuário de Windows, após a instalação do SSD o sistema normalmente desativa o desfragmentador de arquivos, mas outros programas não o fazem automaticamente. É importante que você saiba que jamais deve desfragmentar um SSD como é comum de ser feito com HDs, pois suas células possuem um número máximo de vezes que podem ser reescritas com dados diferentes. Então, desfragmentar um SSD adiciona uma carga excessiva e desnecessária na transferência de dados, não fazendo diferença alguma em seu desempenho. Resumindo: se desfragmentar o disco, você vai acabar reduzindo a vida útil do SSD sem sentir melhoria alguma em sua performance.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Confira o espetacular papel de parede do futuro



Uma exposição em Berlim apresentou a parede interativa de Büro Achter. 

Arte? Eletrônica? Mundo digital? Design? Sem dúvida é o Futuro.

Um estúdio de design inovador, o Büro Achter April, que faz experiências com aplicações interativas, marcou presença em Berlim, no Transmediale (festival de artes digitais) em edições passadas. Tudo por causa do seu papel de parede inteligente, que pode não só decorar o ambiente como também inovar o conceito que se tinha a respeito.

A “Interactive Wall”, como é conhecida, pode interagir com as pessoas através de desenhos formados na parede e que podem facilmente ser manipulados. Nela o público pode mudar, por exemplo, as cores e as estampas, quantas vezes quiser.

Suas inspirações

O escritório Büro Achter April criou toda a ideia visual e realizou a sua produção, por meio do design de movimento e do trabalho de filmes de ação ao vivo, com base na proposta principal de “Resposta: Habilidade”, que o festival de arte e mídia solicitava na época (2011).

As formas e composições foram inspiradas na campanha “Transmediale.11” e remetem à imagem em movimento, parecidos com os números 1 e zero, que o estúdio define como o código que liga o homem à máquina e remete ao fundamento da comunicação moderna, que traduz a nossa humanidade para o espaço digital.

“Ao desmontar as expectativas, esperamos conseguir um novo caminho, uma perspectiva diferente ou um avanço inesperado. Queremos gerar conteúdo, não apenas pixels”, define o estúdio em seu site.

Büro Achter | Stuttgart, Alemanha


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Conheça o eSim - A nova tecnologia que irá substituir os Cartões SIM


Mudança na tecnologia de chips obrigará operadoras a se adequarem

Quase duas décadas depois da chegada do primeiro telefone celular com tecnologia GSM ao Brasil, o país está mais uma vez se preparando para uma troca de tecnologia.

Conhecida pela utilização dos cartões SIM (os famosos “chips de operadora”), a tecnologia está sendo, aos poucos, deixada para trás pelos novos modelos de smartphones, que utilizam o eSIM.

Funcionando como um chip que já vem de fábrica, a tecnologia do eSIM exige que a operadora ative remotamente o número do telefone, o que permite que o cliente troque quantas vezes quiser de operadora sem a necessidade de ficar abrindo o aparelho para trocar de cartão.

O primeiro smartphone a utilizar essa tecnologia é o iPhone Xs, que será lançado aqui no Brasil nesta sexta-feira (9). Por enquanto, todos os smartphones que possuem essa tecnologia são modelos híbridos (que utilizam tanto o eSIM quanto os cartões SIM tradicionais), mas a tendência é que dentro dos próximos anos os principais modelos de smartphones utilizem apenas o eSIM.

Alfredo Werner, diretor de desenvolvimento de negócios da Idemia, acredita que a mudança não apenas será benéfica para o consumidor, mas também irá forçar as operadoras de telefonia a reverem todo o seu processo de vendas. Não se sabe ainda o que será das diversas revendas espalhadas pelo Brasil quando qualquer pessoa puder ativar seus chips do conforto de casa, mas a aposta dele é de que as operadoras irão divulgar QR codes para ativação automática de linhas dentro das lojas.

Além das mudanças nas lojas físicas, a ativação remota também obrigará as empresas a atualizarem o sistema de recebimento de documentação, obrigando-as a digitalizar todo o serviço — como já acontece com alguns bancos.

Mas essa mudança de tecnologia não irá significar apenas gastos para as empresas: além dos smartphones, o eSIM também poderá ser utilizado em tablets e laptops, o que deverá ampliar a oferta de mercado para essas operadoras.

Por enquanto, aqui no Brasil apenas a Claro já possui uma plataforma eSIM implementada e funcional, mas espera-se que as demais também estejam prontas para essa mudança dentro dos próximos meses.

Fonte: Teletime

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Ilusão de ótica engana o cérebro humano

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Por diversas vezes a internet nos deixou intrigados com imagens que viralizaram, como quando questionamos se um vestido era azul ou dourado. Mas, na verdade, o que acontece é que o nosso cérebro nos faz entender uma coisa diferente do que realmente é.

Desta vez, o que está deixando todo mundo em polvorosa não tem nada a ver com a cor, mas sim com a dúvida de se é uma imagem estática ou não. A figura em questão é uma esfera com vários hexágonos estampados em uma cor próxima do vermelho com bordas douradas, em um fundo com diversos outros hexágonos de dois tons diferentes de roxo.

Acredite se quiser, mas a imagem abaixo não é um GIF e nem um vídeo:

Reprodução/Beau Deeley
Se você olha para diferentes pontos da esfera, parece que esta "bola"está sendo envolvida pelo fundo, ainda com a impressão de ser algo dobrado, como um tecido mole. Mas se você olha para o fundo, quem se mexe é o objeto redondo.

A imagem foi criada pelo artista multimídia Beau Deeley, que conta com outras artes parecidas que prometem deixar qualquer um com tontura e dor de cabeça. Questionada, a neurocientista Alice Proverbio, que estuda o funcionamento do cérebro humano, contou no Twitter que o que acontece nesta ilusão de ótica é o acionamento do V5 pela saturação de V4. Não entendeu ainda? Tudo bem, a cientista explica:

"V5 (ou MT) é a área cortical dedicada ao processamento de movimento, enquanto o V4 se dedica ao processamento de cor e forma. Os neurônios V4 estão tão saturados que a taxa de disparo basal/repouso dos neurônios MT é interpretado como um sinal sensorial real", contou Proverbio em seu perfil oficial.

Ou seja, basicamente acontece uma competição dentro do córtex visual. "Quando um sinal é atenuado ou suprimido por qualquer razão, outros insumos têm a chance de serem representados em níveis cognitivos superiores", diz a cientista.

O que a arte de Beau Deeley faz com o cérebro é, de fato, surpreendente, mas a neurocientista alerta que observar essas figuras por muito tempo pode, sim, causar dores de cabeça.