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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Como a neurociência está transformando as empresas

Paula Bellizia, da Microsoft (ao centro) e parte de sua equipe: neurociência aplicada à gestão (Germano Luders/EXAME)

Novos estudos sobre o cérebro inspiram grandes empresas a repensar a maneira como interagem com seus funcionários e buscam motivá-los.

O indiano Satya Nadella vem conduzindo nos últimos três anos uma transformação radical à frente da Microsoft. O valor de mercado da multinacional americana quase dobrou nesse período, sobretudo por seus resultados na corrida pelo promissor mercado de serviços na nuvem. Hoje, mais de 20% das vendas globais da companhia vêm desse tipo de serviço. Em 2014, o percentual era de 5%. Os resultados da Microsoft no último trimestre surpreenderam positivamente os analistas, com receitas 10% acima das registradas no ano passado.

Nos bastidores, a agenda de Nadella para atingir esses resultados vai além de investir bilhões em equipamentos e tecnologias. Logo que assumiu o cargo, em fevereiro de 2014, ele mudou algumas rotinas na companhia. Uma delas foi a instituição de uma videoconferência online mensal. Os mais de 124.000 funcionários podem enviar perguntas a ele, que as responde ao vivo. Nesses encontros virtuais, Nadella costuma dar exemplos de projetos tocados por suas equipes nos 110 países onde a Microsoft tem operação. Também aproveita a ocasião para reforçar a ideia de que inovação implica assumir riscos e, nesse processo, é natural errar. Ele recebe em tempo real interpretações da reação dos funcionários em comentários inseridos no sistema.

A inspiração declarada de Nadella para a nova postura está numa descoberta da neurociência. Estudos recentes relacionam a sensação de incerteza e de falta de controle durante um período prolongado à redução da capacidade de ter empatia e de ser criativo, dois atributos fundamentais para a companhia neste momento.

Com o mesmo objetivo, Nadella também mudou a abordagem na hora de fazer a revisão de resultados, prática que parece estar se espalhando na empresa. “Em vez de observações em tom de cobrança, questiono: o que vocês aprenderam até chegar aos resultados? No lugar da abordagem de inspeção, faço perguntas que levam o time a refletir”, diz Paula Bellizia, presidente da subsidiária brasileira, que esteve em março na sede da companhia, em Seattle, num curso sobre neurociência. “Isso cria aproximação e confiança.”

No Brasil, Paula começou a adotar outras atitudes semelhantes às de Nadella logo que assumiu o posto de presidente, em junho de 2015. Ela reúne mensalmente um grupo diverso de 15 funcionários, num clima de happy hour no escritório, com direito a cerveja para acompanhar. Cerca de 40% dos 944 empregados participaram desses encontros e puderam expor suas sugestões de como melhorar os processos internos da companhia.

Até poucos anos atrás a teoria de gestão de pessoas estava toda baseada na psicologia. Os princípios difundidos pelo americano Abraham Maslow nos anos 50, como as necessidades sociais que levam à motivação, ainda são evocados por empresas de todos os portes e origens. Com os avanços tecnológicos, porém, tudo o que era observado empiricamente começou a passar pelo crivo da neurociência.

A análise do comportamento ganhou um componente científico com o advento da ressonância magnética funcional, criada há 26 anos, que mostra nas imagens o aumento de fluxo sanguíneo em áreas específicas do cérebro em reação a estímulos externos. Na última década, a psicologia passou do sexto para o primeiro lugar na lista dos temas mais estudados entre os neurocientistas, segundo um levantamento da Universidade de Hong Kong.

No campo corporativo, um exemplo está no amplo estudo conduzido pelo economista americano Paul J. Zak, divulgado em janeiro no livro Trust Factor: The Science of Creating High Performance Companies (“Fator confiança: a ciência da criação de empresas de alto desempenho”, ainda sem tradução no Brasil).

Zak descobriu em 2001, com a ajuda de neurocientistas, que a capacidade de confiança e cooperação está relacionada a mecanismos químicos no cérebro e no sistema nervoso, como o nível de um hormônio chamado ocitocina. Zak fundou e dirige o centro para estudos em neuroeconomia da Universidade Claremont, na Califórnia, e há 20 anos pesquisa os processos cerebrais envolvidos na sensação de confiança, generosidade e sacrifício. Seu time realizou experimentos com funcionários das 50 maiores empresas do mundo — e testou as hipóteses em ambientes diferentes, como o Pentágono e uma tribo na floresta tropical de Papua-Nova Guiné.

Comparados às pessoas em companhias com baixo índice de confiança, os empregados de empresas com um clima de alta confiança são 50% mais produtivos, possuem 76% mais engajamento, sentem 74% menos estresse e têm 13% menos dias de afastamento por doença. É um campo de estudo oportuno num momento em que, em todo o mundo, a sensação de incerteza passou a ser regra. Uma pesquisa exclusiva da consultoria de gestão de riscos e seguros Willis Towers Watson, com 31.000 funcionários de 2.004 empresas em 29 países, mostra que 52% deles não confiam nos altos executivos da companhia. No Brasil, o mesmo levantamento indica que 56% dos empregados não confiam no gestor imediato.
Ameaças

A neurociência ajudou a comprovar que criatividade e capacidade de colaboração não são, por definição, atributos permanentes. Mas em geral prosperam — ou minguam — de acordo com determinados fatores externos. Esses dois atributos fundamentais para a produtividade vinham sendo aniquilados, segundo neurocientistas, por um mecanismo até pouco tempo atrás usado justamente com o intuito de moldar funcionários mais eficientes: o sistema tradicional de avaliação de desempenho.

Segundo o neurocientista David Rock, fundador da Neuroleadership Institute, consultoria presente em 24 países, inclusive no Brasil, o sistema que avalia com a intenção de rotular o desempenho desperta a danosa sensação de ameaça. “O cérebro funciona o tempo todo se defendendo de ameaças e buscando recompensas”, diz Rock. “Nossas pesquisas sugerem que dar uma nota ao desempenho e colocar o funcionário num ranking desencadeia uma reação negativa que torna as pessoas menos colaborativas e menos dispostas a inovar.”

É a conclusão a que chegaram empresas como a Microsoft, a gigante de tecnologia IBM, o conglomerado industrial GE e a consultoria Accenture. De acordo com uma pesquisa da consultoria Deloitte com 10.000 executivos de RH em 140 países, 79% dizem considerar prioridade máxima redesenhar seus modelos de gestão de desempenho. Entre os que seguiram nesse sentido, 90% verificaram melhorias no engajamento dos funcionários.

Não é o caso de relevar o que vai mal, mas, sim, apontar erros — e até elogiar — de outra maneira. Uma pista do que fazer está nos achados da psicóloga americana Carol Dweck, professora na Universidade Stanford e autora de Mindset — A Nova Psicologia do Sucesso. Publicado em 2006, continua na lista de livros mais vendidos dos Estados Unidos, auditada pela empresa de pesquisas Nielsen BookScan. Ela analisou o efeito do que chama de “mentalidade fixa”, ou a atitude de pessoas que pensam em si mesmas ou nos fatos como obras acabadas, em contraposição à “mentalidade de crescimento”, segundo a qual tudo pode ser melhorado.

Para Dweck, é possível desenvolver a segunda atitude ao centrar a discussão nos pontos necessários para melhorar o desempenho futuro. O estudo levou em conta crianças que recebiam repetidamente o elogio “você é esperto”, enquanto outras ouviam “você trabalhou duro”. O primeiro grupo passou a desistir mais rápido das atividades, enquanto o segundo desenvolveu a habilidade de perseverar.

O viés inconsciente, conceito introduzido nos anos 70 por Amos Tversky e Daniel Kahneman, estudiosos do campo da economia comportamental, tornou-se outro alvo favorito dos neurocientistas, dispostos a desvendar a influência involuntária de referências e crenças nas decisões das pessoas.

Matthew Lieberman, diretor do laboratório de neurociência cognitiva social da Universidade da Califórnia, identificou, por exemplo, que as pessoas tendem a confiar mais em quem está fisicamente próximo. Executivos da empresa de tecnologia IBM adotaram táticas para diminuir a influência disso no dia a dia. “Orientamos que os gestores dediquem mais tempo a quem trabalha num escritório distante”, diz Christiane Berlinck, diretora de RH da IBM.
Da academia para as empresas

Com o conhecimento de que recompensas desencadeiam no organismo a produção de dopamina, neurotransmissor ligado ao foco, à memória, ao estusiamo e à disposição para assumir riscos, a IBM fez outra mudança. Primeiro, criou um sistema online de avaliação em tempo real, em que todos podem analisar qualquer colega com o qual tenham trabalhado. Depois elaborou um mecanismo para tornar visível o acúmulo de elogios para determinada competência. Nesses casos, o empregado recebe uma medalha digital visível para todos. A medalha também vale presentes, como viagens.

As novidades da IBM na gestão de pessoas levam em conta cinco aspectos que, segundo estudos da neurociência, ajudam na motivação: status, certeza, autonomia, relacionamentos e senso de justiça. A preocupação em reduzir vieses inconscientes, por exemplo, dá às pessoas um senso de justiça. O elogio público e o prêmio dão status. Fazer parte de uma rede social com os colegas estimula a criação de vínculos e relacionamentos.

“A abordagem científica do treinamento me ajudou a conquistar gestores mais céticos, como os de finanças”, diz Miguel Bermejo, diretor de RH do grupo hoteleiro Hyatt na América Latina, responsável por um treinamento local apoiado na neurociência que poderá ser multiplicado em outros países.

A nova abordagem busca aumentar a eficiência dos funcionários num momento em que a indústria hoteleira enfrenta concorrentes como o site Airbnb, que fatura mais de 1 bilhão de dólares sem ter um único quarto para hospedagem. Os cerca de 30 gestores de todas as áreas, incluindo o presidente Yann Gillet, participam de palestras mensais e sessões quinzenais de mentoria para treinar novos comportamentos. Um deles é ter diálogos mais longos para provocar insights no lugar de reações de autoproteção.

Exemplo: em vez de mandar um funcionário adotar o hábito de tirar as bagagens do corredor, é melhor perguntar a ele o que poderia acontecer com um cliente que não as visse no meio do caminho. Em outras palavras, simplesmente dar ordens em tom de ameaça não tem efeito duradouro. Muita gente já desconfiava, mas agora está demonstrado cientificamente: não há atalhos para criar uma cultura de bons resultados.


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Marcas se unem para doarem suas letras pela causa LGBTQ+


Em uma campanha publicitária, marcas uniram sua forças e doaram uma letra de seus nomes durante todo o mês de Junho com o objetivo de apoiar o movimento LGBTQ+.

A ideia dessa ação foi da Skol, convidando outras marcas que também acreditam na construção de uma sociedade que valoriza o respeito, a igualmente doar parte de seus nomes para a causa. Juntas elas formarão a sigla LGBTQ+. Assim, a Skol cedeu o “L”, o Burger King “doou” seu “G”, Bis o “B”, Trident o “T” e quem disse, berenice? o “Q”.

Essas são as primeiras parceiras nessa ação que não é será simbólica: todas as marcas aliadas farão doações reais a quatro instituições que ajudam na luta pelos direitos LGBTQ+: Casinha, Todxs e os coletivos Não Desculpo e Transformação.

A ação #MarcasAliadas foi criada pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi e a iniciativa nasceu em junho de 2017, quando a cerveja celebrou o Dia do Orgulho LGBT com o filme “Mãos”, um convite para que todas as pessoas que tem um compromisso com a bandeira do respeito também vistam essa camisa e se tornem aliadas à causa.

Com a campanha #MarcasAliadas, a intenção é dar ainda mais voz a esse movimento que enfrenta desafios diários para superar o preconceito na sociedade.

Outras marcas que quiserem se tornar aliadas e fazer doações para essas instituições podem procurar Skol pelo site www.marcasaliadas.com.br ou nas páginas da cerveja no Twitter ou Facebook. Não há um limite para marcas que queiram se aliar: quanto mais empresas se juntarem, melhor.


terça-feira, 29 de maio de 2018

A Teoria Da "Janela Quebrada"


> Roubo
> Patrulha policial
> Caos

Essa era a realidade da cidade de Nova Iorque no final dos anos 80.

Há quase 40 anos, a cidade hoje icônica vivia uma epidemia criminal.

Quase 10% da população estava envolvida nessas infrações.

O desespero tomava conta das ruas…

E dos próprios policiais que não conseguiam conter o alastramento desse vírus.


Porém, durante a década de 90, a cidade presenciou uma queda brutal nos índices de criminalidade.

De 10% para menos de 4%, ficando abaixo da média dos Estados Unidos no ano 2000.

Agora…

Como Nova Iorque saiu do caos para se tornar recentemente a 4ª cidade mais segura dos Estados Unidos (e a 21ª do mundo)?


Essa é a teoria da janela quebrada que eu iremos explicar para você agora.

A Teoria Da Janela Quebrada


Dois estudiosos chamados James Q. Wilson e George Kelling, ambos criminologistas, chegaram à raiz do problema com uma teoria:

A teoria da janela quebrada

Ao contrário do senso comum, a solução para o crime não era uma questão de “ser mais duro” com a gravidade do delito.
  • Homicídio
  • Assalto à mão armada
  • Sequestro
  • Roubo de propriedade
  • Agressão
Esses tipos de crime mais graves não eram o foco de William Bratton.

Ele foi a pessoa encarregada em reduzir o crime na cidade de Nova Iorque no meio desse caos em 1990.

Bratton era favorável a teoria da janela quebrada dos criminologistas Wilson e Kelling.

Segundo eles, o crime é um resultado inevitável da desordem.

Se uma janela é quebrada e abandonada sem conserto…

As pessoas andando pelo local irão concluir que ninguém se importa.

E que ninguém está no comando.

Logo, mais janelas serão quebradas e a anarquia irá se espalhar pelos prédios da cidade.

Isso transmite um sinal à cidade de que tudo pode acontecer por ali.

Sendo um convite para crimes mais sérios.

Em uma cidade, problemas menores como desordem pública e o calote ao transporte público são o equivalente às janelas quebradas.

Um convite para crimes mais sérios.

Uma pequena ação que, como um vírus, se espalha como uma epidemia.

Após um policiamento mais severo e atento aos problemas menores, Bratton conseguiu cumprir seu objetivo.

A taxa de crime em Nova Iorque caiu drasticamente nos anos 90.

Portanto, o crime, segundo esse estudo explicado no livro The Tipping Point de Malcom Gladwell, é um problema de contexto.

Do local, das atitudes coletivas…

No ato de olhar uma janela quebrada e receber um convite para atitudes criminosas.

Escolha essa que está muito longe de ser uma razão intrínseca, da própria pessoa.

Ou até mesmo um distúrbio singular que nasce ela.

Trata-se do lugar, do contexto e das pessoas ao redor delas.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

A greve dos caminhoneiros ameaça serviços de telecomunicação


A greve dos caminhoneiros também causa reflexos nos serviços de telecomunicações. Devido à falta de combustível, as operadoras alertam que tarefas críticas, como as de manutenção de rede, poderão ser comprometidas. Além disso, se medidas emergenciais não forem tomadas, serviços de reparo não poderão ser realizados.

Neste domingo (27), as operadoras encaminharam à Anatel uma solicitação para que a frota de veículos utilizada na manutenção das redes tenha prioridade no abastecimento. Pelo decreto 9.382, de 25 de maio de 2018, entre as ações previstas para a “garantia da lei e da ordem na desobstrução de vias públicas” estão as “medidas de proteção para infraestrutura considerada crítica”.

O SindiTelebrasil, que representa as empresas de telefonia móvel, declara ao Teletime que “as operadoras já suspenderam as novas instalações e a manutenção está mantida apenas onde é essencial”. O Convergência Digital também aponta que a falta de reparos poderá afetar órgãos com atividades essenciais, como hospitais, bombeiros e segurança pública, que poderão ter serviços de telefonia e internet suspensos.

No último sábado (26), a Claro enviou comunicado à imprensa informando que, “em razão da greve dos caminhoneiros, que bloqueia as principais rodovias do Brasil, causando desabastecimento de combustível, serviços de manutenção de rede e atendimento residencial aos assinantes da Claro Brasil podem ficar comprometidos”.

A paralisação chegou ao oitavo dia nesta segunda-feira (28), mesmo após um anúncio do presidente Michel Temer, que determinou uma redução de R$ 0,46 no litro do diesel por 60 dias, entre outras medidas, como informa o G1. Entidades que representam os caminhoneiros aprovaram as mudanças, mas pediram tempo para desmobilizar os motoristas parados. Os protestos ocorrem em 21 estados e no Distrito Federal.


Banco Itaú oferece bicicletas a R$ 0,10 durante a crise do abastecimento


Com a crise de abastecimento por conta da greve dos caminhoneiros, o Itaú anunciou a redução da tarifa de seu serviço de aluguel de bicicletas de R$ 5 para R$ 0,10. 

O novo preço foi adotado no Rio e em outras 5 praças que contam com o serviço: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.

“A liberação das laranjinhas tem o objetivo de facilitar a locomoção da população das cidades através do estimulo a utilização da bike como modal de transporte, além de promover um olhar mais solidário e mais ecológico sobre a questão da mobilidade urbana em meio à crise”, afirmou o banco em nota divulgada à imprensa.

Os interessados em utilizar o serviço devem baixar o aplicativo Bike Itaú e se cadastrar. Uma vez registrados, o app fornecerá uma senha que permite a liberação das bicicletas nas respectivas estações espalhadas pelo Centro, Zona Sul e Tijuca.


domingo, 27 de maio de 2018

Incrível técnica que pode dobrar a sua capacidade de memorização


Pesquisadores de universidade holandesa analisaram o efeito de 30 minutos diários de treinamento usando a técnica do Palácio da Memória

Em 10 minutos, Vitor Ribeiro, coach de preparação para concursos públicos e criador do canal do Youtube Estratégias de Aprovação, diz conseguir ensinar para seus clientes uma das técnicas de memorização mais eficazes de que se tem notícia.

Chamada de Palácio da Memória – ou também de método de loci – a tática foi criada na Grécia Antiga e facilita significativamente a habilidade do cérebro de recobrar informações e conceitos. É uma das preferidas de quem participa de campeonatos de memória.

“A gente costuma brincar que usar técnica de memorização é como ter a chance de colar em uma prova, só que a ‘cola’ está na cabeça”, diz Ribeiro.

Pesquisadores da universidade de Radboud, na Holanda, descobriram que depois de 40 dias de treinamento de 30 minutos usando o Palácio da Memória, a capacidade de memorização de participantes do estudo mais que dobrou de tamanho.

Tudo isso foi medido e quantificado pelo estudo. De uma lista de 72 palavras, as pessoas passaram a memorizar, em média, 62. Antes da temporada de treinamento, elas se lembravam de uma média de 26 palavras, segundo a pesquisa.

“Essa pesquisa mostra a importância do treinamento da memória. Qualquer pessoa pode melhorar a sua capacidade”, diz Ribeiro. Ele explica que são três as chaves que dão acesso à memória: aprendizado, repetição e técnicas de associação.

Para que um estudante se lembre de algum conceito, é preciso, em primeiro lugar, que ele o entenda. Sem aprendizado não há memorização. A repetição também é importante. Repetir uma ação ou um trajeto ou ainda revisar o conteúdo aprendido numa aula (várias vezes) também ajuda a fixa-lo na memória.

Lançar mão de métodos de associação famosos como o Palácio da Memória é a terceira chave. Confira como essa técnica funciona:

1º Decida qual é o seu palácio

O primeiro passo é decidir qual será o seu palácio. Qual espaço você vai usar. Você pode escolher um lugar, como a sua casa por exemplo, ou o escritório em que você trabalha ou ainda um trajeto, que você faz todos os dias.

É mais fácil usar um espaço que você já conheça bem, mas você também pode imaginar um, se preferir. O que é importante é que você possa fechar os olhos e conseguir visualizar o ambiente – ou o trajeto – como todos os seus elementos.

2º Escolha os elementos-gancho do palácio que você vai utilizar

“O método usa como apoio a jornada por local que você já domina e escolha elementos gancho em uma ordem específica”, diz Ribeiro.

Esses elementos podem ser os móveis e objetos que você encontra caminhando da sala para o quarto, ou as lojas e estabelecimentos que você encontra no caminho do trabalho para casa.

Suponha que você tivesse escolhido cinco elementos-gancho percorrendo o escritório da sua empresa: 1º uma impressora, 2º um botijão, 3º uma máquina de café, 4º um bebedouro e um 5º caixa eletrônico. Esses serão os elementos-gancho e essa é a ordem definida.

3º crie associações entre os elementos e os conceitos de que quer se lembrar

A partir da associação entre elementos-gancho citados no tópico anterior, Ribeiro ajudou EXAME.com a memorizar os cinco fundamentos da República Federativa do Brasil, dispostos no Artigo 1º da Constituição: soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, valores sociais do trabalho e da livre-iniciativa, pluralismo político.

A soberania é associada ao primeiro elemento-gancho que é a impressora: “ imagine que você está andando pelo escritório e vê a impressora imprimindo fotos de um soberano”, sugeriu o coach.

Em seguida, o botijão é associado ao fundamento da cidadania. “Imagine que você está vendo dois cidadãos brigando pelo botijão, porque o gás está caro”, diz Ribeiro.

O terceiro elemento-gancho é a máquina de café que deve ser associada à dignidade da pessoa humana. “Pense que ao chegar à máquina de café você encontre uma pessoa ali dentro servindo um café atrás do outro sem nunca parar, trabalhando tanto que chega a perder a dignidade”, diz.

Para associar o bebedouro ao quarto fundamento, que são os valores sociais do trabalho, a saída foi imaginar que do bebedouro saíam notas de vários valores diferentes, em vez de água.

Por fim, o caixa eletrônico é ligado pluralismo político imaginando que no caixa eletrônico, políticos de diferentes partidos disputavam a tapa o dinheiro que de lá jorrava.]

4º Percorra o palácio e visualize as cenas que criou

É hora de fechar os olhos, andar pelo palácio da memória e presenciar cada uma das cenas imaginadas.
Quanto mais estranhas e/ou engraçadas as cenas forem, mais facilmente você se lembrará delas e consequentemente dos conceitos associados. “Em um minuto e meio de revisão é possível recordar até 25 itens”, diz o coach.

Segundo Ribeiro, o Palácio da Memória pode ajudar diferentes perfis de estudantes. Serve, por exemplo, para guardar conceitos de Direito, fórmulas matemáticas ou regras de biologia. “Também já vi ser utilizado para memorizar uma apresentação sem usar notas”, conta Ribeiro.


sábado, 26 de maio de 2018

10 dicas fenomenais para você estudar melhor, segundo a ciência





O segredo para aprender e ir bem nas provas (de qualquer tipo) não é estudar mais, é estudar melhor. A eficiência é chave para não desacelerar o aprendizado. Confira 10 dicas cientificamente comprovadas para melhorar seus estudos.

Estudar é mais uma das atividades em que focar na eficiência é mais benéfico do que na quantidade. Inclusive, segundo a ciência, estudar muito – prática chamada pelos especialistas de “overlearning” – prejudica o aprendizado. Isso porque a capacidade das pessoas de relembrar um conteúdo tem limite proporcionalmente menor à capacidade de estudo.

Para aumentar a produtividade na hora de aprender – e diminuir tempo e estresse – o site americano que cataloga universidades Best Colleges compilou diversas dicas para estudar melhor (e menos!), comprovadas pela ciência.
10 dicas para estudar eficientemente, segundo especialistas

#1 Impeça a “curva do esquecimento”

Os cientistas começaram a explorar o fenômeno psicológico “curva do esquecimento” em 1885. Ainda hoje, continua sendo um fator importante a ser considerado quando se estuda. Essencialmente, ele diz que a primeira vez que você ouve uma aula ou estuda algo novo, tem amelhor chance de retenção, de até 80%, do que aprendeu apenas revendo o conteúdo novamente dentro de 24 horas.

E – bônus – isso tem um efeito cumulativo. Depois de uma semana, você terá capacidade de reter 100% das mesmas informações após apenas cinco minutos de análise. Geralmente, os psicólogos concordam que este tipo de intervalo estudando – e não estudando – é o melhor. Para otimizar seu tempo de estudo, aproxime-o mais do dia em que você teve contato com o material do que do dia da prova.

#2 Utilize material impresso

Tablets e outros meios eletrônicos são ótimos para conveniência e portabilidade. No entanto, pesquisas sugerem que, quando se trata de estudar na faculdade, os materiais impressos tradicionais ainda têm vantagem.

Mesmo que alguns pesquisadores argumentem que adotar novos hábitos ao usar uma interface digital melhora a experiência acadêmica, mais de 90% de alunos entrevistados em um estudo compreensivo disseram preferir uma cópia impressa a um dispositivo digital quando se trata de estudo e trabalho escolar.

Além disso, um professor de psicologia da Universidade de Leicester, na Inglaterra, descobriu que os alunos precisam de mais repetição para aprender quando leem na tela do computador em comparação a quando consultam apenas material impresso.

#3 Faça conexões


Muitos especialistas consideram que a diferença entre quem aprende rápido e devagar é a maneira como estudam: em vez de memorizar, os alunos mais rápidos fazem conexões entre as ideias.

Conhecido como aprendizagem contextual, o processo é crucial e exige que cada aluno personalize seus próprios métodos de aprendizagem, fazendo conexões que relacionem as informações para começar a se encaixar e fazer sentido.

#4 Estude quando estiver cansado – e descanse em seguida

Embora isso possa parecer contraintuitivo a princípio, de acordo com a ciência, faz sentido.

Estudar quando você está mais cansado imediatamente antes de dormir pode realmente ajudar seu cérebro a reter concentrações mais altas de habilidades novas, como falar uma língua estrangeira ou tocar um instrumento. Existe até um termo para isso: “sleep-learning” (em português, “aprendizado do sono”).

Isso porque o processo de consolidação da memória está em seu melhor momento durante o sono “de ondas lentas”. O que significa que a revisão do material antes de dormir pode realmente ajudar o cérebro a reter as informações.

#5 Não releia, relembre

Esse método de estudar foi tema em 2009, quando um professor de psicologia da Universidade de Washington em St. Louis publicou um artigo na Psychological Science aconselhando os alunos contra o hábito de leitura e releitura.

Segundo ele, ler e reler os materiais podem levar os estudantes a pensarem que conhecem bem o conteúdo, mesmo quando não é verdade.

Em vez disso, ele sugere que os alunos utilizem “recordação ativa”, fechando o livro e recitando tudo o que podem lembrar para praticar a memorização a longo prazo.

#6 Use o sistema Leitner

O sistema Leitner é o mais conhecido para utilizar “cartões de memorização”. Ele serve para que os estudantes aprendam o conteúdo com o qual estão menos familiarizados pela repetição.
Modelo do sistema Leitner

Na prática, o aluno coloca todos os cartões com perguntas na caixa 1. Em seguida, pega cada cartão e tenta responder a pergunta. Se acertar a resposta, coloca-o na caixa 2. Se errar, deixa-o na caixa 1. O estudo passa para as caixas seguintes e a premissa permanece. A única diferença é que nas próximas se o estudante errar, deve voltar o cartão para a caixa anterior. Assim, os cartões na primeira caixa são estudados com mais frequência.

#7 Pense sobre o pensar

Especialistas defendem o uso do método testado e comprovado de aprendizagem chamado metacognição, ou “pensar sobre o pensar”.

Aplicado ao estudo, os alunos precisam avaliar constantemente seu nível de habilidade e progresso. Além disso, monitorar cuidadosamente seu bem-estar emocional quando realizam atividades potencialmente estressantes. A premissa é de que a metacognição ajude em uma retenção mais consciente e efetiva do conteúdo. 

#8 Varie o conteúdo

Cientistas comprovaram que é melhor variar o tema ao estudar, em vez de se concentrar apenas em uma área. No entanto, é aceitável e até mesmo preferível unir campos de assuntos relacionadas ou semelhantes.

Por exemplo, em vez de apenas memorizar vocabulário em outro idioma, misture também a leitura. Se estiver estudando matemática, inclua vários conceitos juntos, em vez de apenas um.

#9 Mude de cenário

Embora isso possa ser óbvio para alguns alunos, outros podem esquecer que uma mudança tão simples quanto de cenário pode ter um grande impacto nas habilidades de aprendizado.

Um psicólogo da UCLA, por exemplo, apontou que trocar de local de estudo aumenta pode aumentar os níveis de retenção de informações e concentração.


Mudar de cômodo já é o bastante, mas os especialistas também recomendam ir “um passo além” estudando ao ar livre

#10 Assuma o papel de “professor” 

Pesquisas mostram que os alunos têm melhor chances de recordação ao aprenderem novas informações quando têm a expectativa de ensiná-las a outra pessoa. Além disso, estudos também sugerem que os alunos se engajam mais e instintivamente buscam métodos de recordação e organização para o papel de “professor”.

Se tiver oportunidade, experimente ensinar o que aprendeu a um colega ou até a um “colega imaginário”. O importante é ter a expectativa de “ser professor” desde o momento de estudo, porque é ela que proporciona os benefícios.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Confira o calendário com as principais datas das Eleições 2018

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Acesse o calendário com as principais datas do processo eleitoral a serem observadas por candidatos, partidos, eleitores e pela própria Justiça Eleitoral.

As Eleições Gerais 2018, que ocorrerão no dia 7 de outubro — em primeiro turno — e no dia 28 de outubro — nos casos de segundo turno —, já têm calendário com as principais datas do processo eleitoral a serem observadas por candidatos, partidos, eleitores e pela própria Justiça Eleitoral.

Os eleitores votarão para eleger presidente da República, governadores dos Estados, dois terços do Senado Federal, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. As modificações introduzidas pela Reforma Política (Lei n°13.487/17 e Lei nº 13.488/17), aprovadas pelo Congresso Nacional em outubro deste ano, também foram incorporadas ao calendário do pleito de 2018.


quinta-feira, 24 de maio de 2018

Qual o tipo adequado de papel para cartão de visita?


O cartão de visitas é um material essencial para qualquer profissional e negócio, pois muitas vezes é ele o primeiro contato do cliente com a marca – e é bom causar uma boa impressão, não é? Por isso, ter capricho e transmitir credibilidade e confiança através do cartão é uma estratégia infalível. E são diversos os fatores que influenciam para que esse objetivo seja alcançado, não apenas a arte e design no cartão.

Um dos mais importantes, de longe, é a qualidade do acabamento. Por isso, separamos algumas opções para que você entenda melhor sobre o assunto e saiba qual é o melhor tipo de papel para cartão de visita. São eles:
  • Supremo 300G
  • Couchê 300G
  • Couchê 250G
  • Reciclato 240G
Mas, enfim, qual é o melhor? Na verdade, o melhor tipo de papel para cartão de visita depende do caso, tendo em vista que cada um deles possui suas próprias especificidades. Um bom primeiro passo para escolher o mais indicado para você é saber mais sobre a qualidade e consistência dos materiais, a gramatura  – quanto menor for, mais mole será o papel.

O próximo passo é escolher o tipo do papel, por isso vamos falar sobre as vantagens de cada um dos que citamos lá em cima. Confira:

Papel Couchê

O papel couchê é um dos mais utilizados. Isso porque ele apresenta uma maior durabilidade, tanto no material em si quanto nas cores. Inclusive, as cores no papel couchê são mais vivas – ótimo para os casos em que o cartão possui um layout mais dinâmico e colorido. Além de ter um ótimo acabamento, ele é o que possui maior variação de gramatura, então consegue se adaptar para diferentes necessidades.

Papel Reciclato

Como o nome já dá indícios, o papel reciclato é uma opção mais ecológica, porque é feito a partir de papel reciclado, e é considerado pelas empresas que se preocupam ou se envolvem com a preservação da natureza o melhor tipo de papel para cartão de visita, tornando-se um verdadeiro diferencial para a marca.

Papel Supremo

Esse tipo de papel possui características bem distintas dos outros, que podem ser muito bem aproveitadas para deixar o cartão mais atraente. O papel supremo tem seus dois lados praticamente iguais o que permite impressão de ambos os lados: frente e verso. Além disso, ele apresenta ainda mais duas excelentes características: ele é muito mais firme e resistente que o papel couchê, pois mesmo em gramaturas iguais, o papel supremo apresenta maior “firmeza”.

Você deve ter entendido mais sobre o que falamos lá em cima sobre o melhor tipo de papel para cartão de visita, que vai variar e depender das suas necessidades – o importante é aliar a qualidade do papel com a criação de um material bem feito que agrade seus clientes e consiga transmitir a personalidade do seu negócio. E agora que você já entendeu tudo sobre as possibilidades de cada opção, faça o pedido do seu cartão de visita com a gente. ;)



quarta-feira, 23 de maio de 2018

Confira os cinco melhores mockups gratuitos para cartão de visita


Há quem acredite que o cartão de visita vai se tornar obsoleto em breve. O motivo são os aplicativos gerenciadores de contato, as redes sociais e a busca por economia de materiais.

Enquanto o (pouco provável) fim do cartão de visita não chega, ele continua sendo uma importante ferramenta para networking. Afinal de contas, este pequeno pedaço de papel ajuda a gravar sua marca na memória dos seus clientes, principalmente se o design for memorável e criativo.

Para ajudar você a testar o layout de seu cartão de visita, apresentamos os 5 melhores mockups gratuitos:


Uma maneira original de apresentar seu cartão de visita ou incluir o seu trabalho em um portfólio online. A imagem foi criada por Atoowest.

Arquivo: PSD / Resolução: 1920 x 1080 / 7.06 Mb


Se você prefere apresentações mais sóbrias, esta é uma ótima opção de mockup. Foi criado por Graphberry.

Arquivo: PSD / Resolução: 2800 x 2100 / 3.43 Mb


Um mockup original e dinâmico que ajuda o cliente a ter uma ideia da dimensão do cartão de visita. Foi criado por Graphicsfuel.

Arquivo: PSD / Resolução: 3800 x 2500 / 8.34 Mb


Neste mockup você poderá atrair a atenção do observador para uma apresentação inusitada do se cartão. Foi criado por Graphberry.

Arquivo: PSD / Resolução: 2800 x 2100 / 2.43 Mb


Neste mockup o seu cartão fará parte de uma composição que sugere movimento. Foi criado por Pixeden.

Arquivo: PSD / Resolução: 3200 x 2340 / 36.1 Mb


terça-feira, 22 de maio de 2018

O que faz com que algumas pessoas procurem trabalhar em negócios estabelecidos ou abrir novos empreendimentos?


O que faz com que algumas pessoas procurem trabalhar em negócios estabelecidos ou abrir novos empreendimentos? Estudo investiga a relação da consciência sobre as habilidades com a escolha de empreender.

Por que algumas pessoas escolhem criar um negócio e não trabalhar em um que já existente? Pesquisadores descobriram que, na hora de decidir a carreira, os que optam por empreender geralmente consideram que as grandes empresas não valorizariam algumas de suas habilidades.

“Os empreendedores se consideram melhores do que [o que é retratado] em seus currículos e percebem que podem ganhar mais dinheiro indo sozinhos”, concluí o estudo “Asymmetric Information and Entrepreneurship”, que compreendeu 16.600 empreendedores dos mais diversos setores, com diploma e sem, de 30 anos ou mais.

Outros fatores podem influenciar categoricamente a decisão de abrir um negócio, como a possibilidade de maior flexibilidade, compensação econômica e a vontade de pôr em prática uma ideia. No entanto, a proposta do estudo era investigar exatamente o impacto que a consciência sobre as próprias competências têm nessa resolução.

Habilidades cognitivas

Os resultados mostraram que os empreendedores têm pontuação maior em testes de habilidades cognitivas – mecanismos internos relacionados à processos de aprendizagem e de memorização – do que suas experiências educativas levam a crer.

E a habilidade cognitiva deles é maior do que daqueles com as mesmas referências educacionais e de trabalho que optam por atuar em uma organização. Esse conjunto de capacidades contribui para a vida profissional, mas não “cabe” nos modelos de currículo que o mercado de trabalho considera atualmente.

Dificuldades em traduzir habilidades para o currículo

Quando você procura um emprego, você “sinaliza” sua capacidade para os empregadores através de um currículo com uma lista de suas qualificações educacionais e histórico de trabalho.

As pessoas escolhem ser empreendedores quando sentem que são mais capazes do que os empregadores podem interpretar de acordo com seu currículo ou entrevista.

Segundo a pesquisa, isso explica porque grupos como os imigrantes tendem a gravitar para o empreendedorismo. Escolaridade desconhecida, sem licença para praticar a atividade, histórico de emprego não verificável, etc., são “sinais” com pouca credibilidade frente às companhias tradicionais.

E também explica porque é comum amigos e família financiarem negócios no início: eles conhecem e confiam na competência do empreendedor porque não dependem só do currículo como fonte de informações – como seria para um possível contratante.

Informações assimétricas

O nome do estudo reflete o teor das descobertas: Asymmetric Information (em português,“informação assimétrica”), basicamente, significa quando uma parte tem mais informações do que a outra.

Nesse caso, os empreendedores sabem algo que os potenciais contratantes não. Seu currículo (e demais fases dos processos seletivos tradicionais) não demonstram qualidades como resiliência, curiosidade, agilidade, desenvoltura, reconhecimento de padrões e tenacidade, por exemplo.

Isso afeta a todos que buscam lugar no mercado de trabalho, a diferença é que os empreendedores – inconscientemente ou não – buscam alternativas em que essas capacidades sejam reconhecidas, segundo a pesquisa.


segunda-feira, 21 de maio de 2018

15 dos livros mais importantes da literatura brasileira

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Hoje iremos conferir uma lista dos romances essenciais da literatura brasileira. Aqueles que ajudaram a formar a nossa tradição literária, são estudados e conhecidos em todo mundo e estão praticamente em todas as provas de conhecimento sobre literatura.

Mas não só isso: indicamos alguns livros mais contemporâneos que também são muito importantes para a literatura nacional e outros que não são romances, mas também marcaram história.

Dom Casmurro (1889), de Machado de Assis

Difícil seria começar essa lista com um romance diferente: Dom Casmurro é considerado por especialistas o maior romance da literatura nacional. A história de amor e tragédia do triângulo Bentinho, Capitu e Escobar é envolvente do começo ao fim, cheia de detalhes e reflexões e expõe o lado mais genial do autor. 

Por que você deveria ler?

Além de ser uma excelente pedida para quem gosta de ler sobre as desventuras do amor (e outras coisas mais), é a obra machadiana mais característica. E, afinal, todo mundo quer ter a sua própria para resposta para “Capitu traiu ou não traiu Bentinho?”

Dizem por ai, mas não tenho certeza, que meu sorriso fica mais feliz quando te vejo, dizem também que meus olhos brilham, dizem também que é amor, mas isso sim é certeza.
Machado de Assis em Dom Casmurro

Não dá para não citar: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881)

Também um clássico de Machado de Assis, é talvez a história mais incrível que você lerá da perspectiva de um defunto. É engraçado, inteligente, irônico e inovador! Não se assuste com o fato de ter sido lançada há mais de 100 anos. Memórias Póstumas é desses livros atemporais que encantam qualquer um.
Macunaíma (1928), de Mário de Andrade

O conhecido “herói sem nenhum caráter” já virou filme, inspirou novelas, peças de teatro e outras inúmeras expressões artísticas. O protagonista é um homem nacional com uma identidade muito particular, que mistura comédia, malandragem e preguiça. As aventuras do herói tornaram-se muito importantes por retratar as várias facetas do caráter brasileiro.

Por que você deveria ler?

Se aventura e humor fazem o seu tipo, este é o livro certo. A linguagem falada é muito interessante e o livro oferece um rico retrato da cultura folclórica brasileira.

Vidas Secas (1938), de Graciliano Ramos

São quadros da realidade de pessoas que têm que migrar de canto em canto fugindo da seca do sertão brasileiro. Os nordestinos, protagonistas dessa história, são castigados na busca por uma vida melhor e o livro traça, em forma de capítulos não lineares, uma obra-prima da literatura regionalista nacional.

Por que você deveria ler?

Você com certeza vai se emocionar com a história dessa família nordestina, mas não só isso: o livro é tão inteligente que monta um quebra cabeça com seus capítulos e, se quiser, você pode ler um por vez, com a maior calma do mundo, ou seja: não há desculpa para começar já.

Cinco sombras caminhavam naquele leito seco. Percorriam um calvário como Jesus, açoitados pela fome, pela miséria. Coisa séria.

Graciliano Ramos em Vidas Secas

Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915), de Lima Barreto

Muitos críticos encaram a história do protagonista Quaresma como um reflexo do próprio Lima Barreto. Ele foi filho de pai português com uma mãe escravizada e sofreu por toda vida com uma sociedade que não o aceitava. Policarpo, major aposentado, era tão nacionalista que acabou por ser tomado como louco: viveu rejeitado e vítima de seus próprios ideais.

Por que você deveria ler?

Um livro que retrata bem a política nacional pós-escravidão, no final do século XIX e começo do XX. Se você gosta de política e história, vai se deliciar com este romance que debate questões políticas e de identidade nacional.

Grande Sertão: Veredas (1956), de Guimarães Rosa

Nesta epopeia da literatura brasileira, o sertão é o mundo. É narrada por Riobaldo, um ex-jagunço que filosofa sobre a vida, sobre o sertão, sobre as guerras que viveu e um amor perdido: Diadorim, mulher que se travestia de homem para conseguir viver entre os jagunços.

Por que você deveria ler?

O livro é uma verdadeira enciclopédia do sertão, a linguagem é encantadora e as aventuras de Riobaldo formam um verdadeiro labirinto literário que você não vai querer sair. Se você gosta de histórias longas, com muitos personagens e reviravoltas, vai amar Grande Sertão Veredas.

A vida da gente vai em erros, como um relato sem pés nem cabeça, por falta de sisudez e alegria. Vida devia de ser como sala do teatro, cada um inteiro fazendo com forte gosto seu papel, desempenho.

Guimarães Rosas em Grande Sertão Veredas

A Pedra do Reino (1971), Ariano Suassuna

O nome inteiro da obra é, na verdade, Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. O título denuncia a monumentalidade da escrita de Suassuna, que na época de seu lançamento foi considerada um marco na literatura nordestina. O narrador está preso e tenta argumentar a sua defesa contando a história de sua família, supostamente descendente de reis.

Por que você deveria ler?

O livro é pura cultura popular brasileira. Ao melhor estilo O Auto da Compadecida. Já foi adaptado para o cinema, teatro e televisão e é uma mistura de diversão e cultura, gostoso de ler. Além disso, também tem uma boa dose de magia: se você gosta de histórias míticas e fantásticas, não pode perder!

O Cortiço (1890), de Aluísio de Azevedo

A realidade miserável e tumultuada das famílias cariocas no século XIX é o pano de fundo para este romance clássico. O Cortiço é o precursor da vida nas favelas do Rio de Janeiro e fala sobre exploração social, racismo e outros temas críticos.

Por que você deveria ler?

É peça chave para entender o Brasil do século XIX e o movimento naturalista, que ressalta os instintos naturais dos personagens. Se você tem interesse em crítica social, este romance irá te dar o cenário perfeito para reflexões.

Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo.

Aluísio de Azevedo em O Cortiço

O Quinze (1930), de Rachel de Queiroz

A autora tinha apenas 19 anos quando escreveu esse romance que se tornou um clássico. A seca de 1915 no Ceará é o cenário para contar as histórias de duas famílias que vivem uma grande desigualdade social no nordeste. A saga da família de Chico Bento e a história de amor entre Vicente e Conceição cativam o leitor do início ao fim da leitura.

Por que você deveria ler?

A linguagem é simples, o regionalismo está presente de forma muito bonita e o livro é também sobre a emancipação das mulheres. Rachel de Queiroz foi a primeira mulher a receber o Prêmio Camões, por esta obra. É motivo o suficiente ou não é?

O Guarani (1857), de José de Alencar

É uma história que conta a fundação do Brasil como enxergava José de Alencar: a mistura do índio com o branco, da cidade e o campo. Peri é o índio e herói nacional cheio de virtudes que se apaixona por Ceci, a portuguesa branca, pura e perfeita. Os personagens que cercam a história também têm papéis alegóricos que representam o Brasil pós-colonial.

Por que você deveria ler?

Importante para entender a realidade brasileira do século XVII e também é uma história envolvente, que foi construída com ajuda de leitores: lançada originalmente no formato de folhetim, José de Alencar foi moldando o romance conforme as críticas das pessoas que iam lendo a história de Peri e Ceci no jornal. Isso concede à narrativa uma autenticidade clara.

Os lábios vermelhos e úmidos pareciam uma flor de gardênia dos nossos campos, orvalhada pelo sereno da noite, o hálito doce e ligeiro exalava-se formando um sorriso. Sua tez alva e pura como um froco de algodão, tingia-se nas faces de um longe cor-de-rosa, que iam, desmaiando, morrer no colo de linhas suaves e delicadas.
José de Alencar em O Guarani

A Rosa do Povo (1945), de Carlos Drummond de Andrade

São 55 poemas que expressam o melhor do mais renomado poeta brasileiro. Mesmo sendo um livro de poesia, A Rosa do Povo sempre figura na lista dos livros importantes da literatura nacional porque trata de temas como o pós-Segunda Guerra, a vida na cidade, o amor e a morte. Rio de Janeiro é o pano de fundo para esses versos que são uma obra-prima do autor.

Por que você deveria ler?

Qualquer pessoa que gosta de poesia deveria ler esta obra, não só por ser uma das mais importantes, mas também porque é bela, profunda, e muito diversa. É um desses livros que vale a pena ter na cabeceira.

A Paixão Segundo G.H. (1964), de Clarice Lispector

Pobre menina rica, já ouviu essa expressão? É mais ou menos o que define a protagonista desse romance, G.H., uma mulher bem sucedida, mas que conhece muito pouco de si mesma. No decorrer das páginas, ela mergulha em seus próprios pensamentos para tentar se encontrar e refletir sobre sua relação íntima consigo e com a vida.

Por que você deveria ler?

A narrativa psicológica que se tornou uma marca de Clarice Lispector é muito bem desenvolvida neste livro, que pode gerar reflexões profundas no leitor. Se o que você está procurando é uma leitura que vai te causar questionamentos, mudanças e burburinhos no interior, este é o livro certo.

Todo momento de 'falta de sentido' é exatamente a assustadora certeza de que ali há o sentido, e que não somente eu não alcanço, como não quero, porque não tenho garantias.
Clarice Lispector em A Paixão Segundo G.H.

Não dá para não citar: A Hora da Estrela (1977)

O último livro publicado de Clarice e um dos mais conhecidos conta a história de Macabéa, uma garota nordestina que tenta sobreviver na cidade. É também um livro que filosofa sobre a vida, a arte e o próprio ato de escrever. Indispensável para quem gosta de praticar escrita.

As Meninas (1973), de Lygia Fagundes Telles

A história de Ana Clara, Lia e Lorena, meninas que estão saindo da adolescência e entrando nos conflitos amorosos, políticos e sociais de uma sociedade que vive em plena ditadura militar. Por se passar em um pensionato de freiras, a história ganha ainda mais emoção, pois gera um conflito social que mistura solidão, aventura e defesa de liberdade.

Por que você deveria ler?

Fundamental para ter uma ideia de como era a sociedade brasileira na época da ditadura. Você vai se apaixonar pela individualidade das meninas e pela trajetória cheia de reviravoltas que elas traçam. A miséria política e cultural da época é passada através de uma linguagem simples e muito fácil de entender. É para ler num piscar de olhos!

Quarto do Despejo: Diário de uma favelada (1960), de Carolina Maria de Jesus

Aborda a realidade nua e crua de uma mãe solteira, negra e favelada que luta para sobreviver em uma sociedade completamente hostil. O fato de ser autobiográfico torna a história tão forte que é quase como se estivéssemos ali, vivendo tudo aquilo que Carolina conta sobre o seu cotidiano.

Por que você deveria ler?

O livro tornou-se uma referência mundial logo após o seu lançamento e permitiu à Carolina, que vivia como catadora, ascender como escritora. Sua escrita não tem frescura, não responde a regras de literatura e padrões: é um simples relato que de simples não tem nada, e mostra o poder da narrativa de um povo que vive até hoje marginalizado.

Quando um político diz nos seus discursos que está ao lado do povo, que visa incluir-se na política para melhorar as nossas condições de vida pedindo o nosso voto prometendo congelar os preços, já está ciente que abordando este grave problema ele vence nas urnas. Depois divorcia-se do povo. Olho o povo com os olhos semicerrados. Com um orgulho que fere a nossa sensibilidade.

Carolina Maria de Jesus em Quarto de Despejo

Morte e Vida Severina (1967), de João Cabral de Melo Neto

Mais uma obra que trata do tema da seca, dos retirantes e da miséria. Mas desta vez, em forma de poema! Dividido em 18 partes, a obra conta a trajetória de Severino, que deixa o sertão em busca de melhores condições de vida no litoral, e os personagens, também sofridos e “severinos” que ele encontra no caminho.

Por que você deveria ler?

Se você nunca teve contato com a literatura de cordel, com poemas grandes e narrativas poéticas dramáticas, sugerimos começar por este. É um texto que transborda emoção e que consagrou o autor nacional e internacionalmente.


domingo, 20 de maio de 2018

MECFlix, serviço de streaming para quem vai prestar o ENEM 2018

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Conheça o MECFlix, serviço de streaming para quem vai prestar o ENEM 2018

MECFlix é uma plataforma de videoaulas gratuitas, sob demanda, desenvolvida pelo MEC para auxiliar o seu aprendizado e otimizar seu estudo. Na plataforma, o usuário encontra conteúdos como o boletim de notícias diário com informações sobre o Enem, vídeo resoluções com questões dos anos anteriores comentadas por professores, videoaulas e uma plataforma de estudo personalizada com planos de estudos, exercícios e simulados online. Vale lembrar que é tudo gratuito.

Essa iniciativa faz parte do projeto “Hora do Enem”, criado para que você encontre uma forma de estudar que se encaixe em seu perfil. Assim, você poderá acompanhar o programa de TV, fazer simulados online, criar um plano de estudos adequado as suas necessidades, assistir vídeos ou ter tudo isso praticamente ao mesmo tempo!


O que é o MECFlix?

Uma plataforma online de vídeo-aulas preparatórias para o ENEM oferecida pelo Ministério da Educação e seus parceiros.

Quem pode usar o MECFlix?

Qualquer usuário poderá visualizar todos os vídeos que a plataforma oferece. Para interagir com as ferramentas que a plataforma oferece como anotações em vídeos, criação de playlists compartilháveis e comentários, o usuário deverá realizar o cadastro/login.

Quantos vídeos o MECFlix terá?

O número previsto para o lançamento é de aproximadamente 1900 vídeos. Porém esse número será alimentado constantemente através da constante avaliação de vídeos de diferentes parceiros do MEC.

Quais os parceiros que vão fornecer vídeos para o MECFlix?

As parcerias já definidas são: Geekie Game, Descomplica, FGV, Kroton e QG do Enem.

Como posso ser um parceiro do MECFlix?

As instituições interessadas na parceria de incorporação de seus vídeos na plataforma MECFlix deverão entrar em contato através do e-mail cgmid@mec.gov.br, com o assunto “Parceria MECFlix”, informando o nome da Instituição e a quantidade de vídeos de cada componente curricular (Matemática, Português, Biologia, Física, Química, Filosofia, Geografia, História e/ou Sociologia). Constatado o interesse do MEC para a parceria, os novos parceiros receberão por e-mail uma orientação técnica de como entregar o banco de dados de suas videoaulas à equipe de TI do MECFlix e um termo de cessão dos direitos para exibição que deverá ser assinado e enviado juntamente com a entrega do banco de dados no formato exigido. Atenção, os parceiros terão seus vídeos importados para o banco de dados do MECFlix somente se seguirem as orientações técnicas da equipe de TI do MEC e, além disso, as videoaulas estão sujeitas a avaliação antes de entrarem na plataforma. Não há uma previsão de prazo para este tramite ocorrer, pois ele dependerá do cronograma da equipe de TI do MEC.

Quem avalia os vídeos da plataforma MECFlix?

O Ministério da Educação, através de parcerias com universidades federais realizam as avaliações através de uma metodologia própria de avaliação de recursos educacionais digitais.


sábado, 19 de maio de 2018

OnePlus 6 edição limitada de “Vingadores: Guerra Infinita”

Imagem Divulgação: OnePlus 6 tem edição limitada de “Vingadores: Guerra Infinita” confirmada

Após ter algumas imagens publicadas no Twitter na noite de anteontem (16), a fabricante responsável pelo OnePlus 6 confirmou que o smartphone irá receber também uma edição limitada para celebrar o filme “Vingadores: Guerra Infinita”. Chamado de OnePlus 6 Marvel Avengers Limited Edition, ele tem as mesmas especificações do modelo principal, com as diferenças se resumindo ao visual.

Além da traseira com uma textura de Kevlar, o aparelho tem vários detalhes na cor dourada, como a marca dos Vingadores, da OnePlus e o botão de silenciar notificações. Ele também vem com uma capinha protetora com o rosto do Homem de Ferro e uma medalha dourada com o símbolo do Capitão América na caixa.

Por enquanto, o lançamento dessa versão está confirmado apenas para a China, onde o filme estreou na semana passada. Por lá, ele vai custar 4.199 yuan (R$ 2.424) com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. É provável que a edição especial também chegue à Índia, de onde partiram os primeiros vazamentos. A OnePlus já tem um histórico de lançar versões comemorativas de celulares, como ela fez com o OnePlus 5T, que ganhou uma Star Wars Limited Edition.

OnePlus 5T Star Wars Edition


sexta-feira, 18 de maio de 2018

Confira 10 passos para fazer um cartão de visitas impossível de ser ignorado

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O cartão de visita é fundamental para a formação de vínculos entre o empresário e o seu público. Quando um designer é contratado para a criação de uma marca, ele costuma ser desenvolvido após o logotipo.

A maioria das agências e freelancers oferecem o modelo de cartão de visita juntamente com outros elementos como o papel timbrado e o envelope. A chamada “papelaria básica” deve estar incluída em um projeto consistente de identidade visual e contribui para a comunicação eficiente de uma empresa.

Para que o seu cartão de visita seja lembrado é importante que contenha informações concisas e cruciais. O layout também deve ser atraente e estar em sintonia com o logo da empresa. A maioria das gráficas oferece a possiblidade de utilizar papeis especiais como o couché com brilho ou PVC. Com um valor adicional também é possível aplicar verniz localizado, relevo e cortes especiais. 

Se você deseja um layout impossível de ser ignorado, a agência DesignMantic criou um infográfico muito útil chamado “The Anatomy Of A Business Card” (em português “A Anatomia de um Cartão de Visita). Nele são apresentados os dez elementos cruciais para um cartão infalível. Confira abaixo a versão traduzida para download:

Passo 1 – Nome

Funciona melhor quando colocado no canto superior esquerdo em fontes grandes e óbvias. Não esqueça de respeitar as margens e o alinhamento da peça.

Passo 2 – Cargo

Mencione seu cargo no cartão de visita pois facilita que você seja a “pessoa certa na hora certa”. Ele deve aparecer em tamanho menor e logo abaixo do seu nome.

Passo 3 – Logo

O cartão reflete a identidade da marca. Seu logo deve estar destacado na composição.

Passo 4 – Marca

Forneça uma maneira das pessoas lembrarem o que sua empresa faz. Junto com o símbolo apresente o slogan ou tagline e, se achar necessário, a página na Internet.

Passo 5 – Contato

As informações de contato devem aparecer em todos os tipos de cartão de visita. São elas o telefone, o e-mail e, se preferir, o endereço da empresa.

Passo 6 – Foto

A foto é opcional e poderá ajudar a lembrar de você. Mas só utilize aquelas em que você aparece respeitável e amigável.

Passo 7 – Ação

Você pode incluir uma chamada de ação criativa em seu cartão de visita.

Passo 8 – Sangria

A sangria é uma área de proteção para o corte e deve ter em torno de 3 milímetros.

Passo 9 – Área em branco

No verso é importante deixar um espaço em branco sem verniz para que o cliente faça anotações se achar necessário.

Passo 10 – QR Code

É opcional e permite que o cliente possa encontrar informações adicionais em seu smartphone.