Moura Ramos Indústria Gráfica: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: livros
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Como Elaborar um Projeto para Escrever um Livro: Dicas para Autores Independentes


Escrever um livro é um sonho para muitos, mas também pode ser um desafio monumental, especialmente para autores independentes que não contam com o suporte de uma editora. A elaboração de um projeto bem estruturado não só facilita o processo de escrita, mas também aumenta as chances de sucesso na publicação e distribuição da obra. Neste artigo, vamos apresentar um guia prático e dicas inovadoras para ajudar você a transformar suas ideias em um livro completo.

              

1. Defina o Objetivo do Seu Livro

Antes de começar a escrever, é essencial ter clareza sobre o objetivo da sua obra. Pergunte-se:

  • Qual é o tema principal?

  • Quem é o público-alvo?

  • Qual mensagem ou valor você deseja transmitir?

  • Seu livro é ficção ou não-ficção?

Ter respostas claras para essas perguntas guiará todas as etapas do projeto.

2. Crie um Plano de Ação

Elabore um plano detalhado que inclua:

  • Cronograma de Escrita: Divida o projeto em metas diárias, semanais ou mensais. Por exemplo, determine quantas palavras ou capítulos deseja escrever por semana.

  • Pesquisa: Liste os temas ou informações que precisam de pesquisa adicional e organize suas fontes.

  • Estrutura: Escreva um esboço inicial com títulos e subtítulos para organizar suas ideias.

3. Use Ferramentas Tecnológicas para Organização

Plataformas como Trello, Notion ou Scrivener são úteis para manter o controle do progresso, organizar anotações e estruturar o livro. Você também pode usar aplicativos como Grammarly ou ProWritingAid para revisão gramatical durante o processo de escrita.

4. Invista em uma Narrativa Envolvente

Para capturar a atenção dos leitores:

  • Desenvolva personagens bem construídos (se for ficção).

  • Use exemplos ou histórias reais para ilustrar pontos (se for não-ficção).

  • Trabalhe nos ganchos, como um início impactante e um desfecho memorável.

5. Revise e Edite com Cuidado

Nenhum livro está completo sem revisão. Aqui estão algumas práticas recomendadas:

  • Autorrevisão: Leia seu texto em voz alta para identificar inconsistências.

  • Beta Readers: Envolva pessoas de confiança para dar feedback antes de enviar para uma revisão profissional.

  • Revisão Profissional: Contrate um revisor ou editor para garantir qualidade e consistência.

6. Planeje a Publicação

Como autor independente, você tem várias opções:

  • Autopublicação Digital: Plataformas como Amazon KDP e Wattpad são excelentes para lançar e-books.

  • Gráficas Personalizadas: A Gráfica Moura Ramos pode ajudar na impressão de exemplares físicos com alta qualidade. Personalize seu livro com acabamentos especiais que se destacam no mercado.

  • Crowdfunding: Considere o financiamento coletivo para custear a produção e aumentar o engajamento dos leitores.

Dicas Inovadoras para Autores Independentes

  • Crie uma Presença Online: Compartilhe sua jornada de escrita nas redes sociais. Use o Instagram ou TikTok para interagir com seu público e criar uma base de leitores antes do lançamento.

  • Realidade Aumentada: Adicione elementos interativos ao seu livro, como QR codes que direcionam para vídeos ou conteúdos extras.

  • Parcerias Locais: Busque colaborações com livrarias ou cafés da sua região para eventos de lançamento.

  • Marque Presença em Eventos Literários: Feiras e encontros literários são ótimos para divulgar sua obra.

     

Conclusão

Escrever um livro é uma jornada que exige dedicação, organização e criatividade. Com um projeto bem planejado e o uso de ferramentas adequadas, você pode transformar suas ideias em um produto final de qualidade. Para a etapa de publicação, conte com parceiros como a Gráfica Moura Ramos, que entende as necessidades dos autores independentes e oferece soluções personalizadas para tornar seu livro uma realidade.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Como Publicar seu Livro com a Gráfica Moura Ramos: Transforme seu Sonho em Realidade


Publicar um livro é um marco importante na vida de qualquer autor. Seja você um escritor iniciante ou experiente, contar com uma parceira confiável para materializar sua obra é essencial. É aqui que entra a Gráfica Moura Ramos, referência na produção de livros personalizados e de alta qualidade. Neste artigo, vamos explorar como a gráfica pode ajudá-lo a transformar seu manuscrito em uma obra pronta para conquistar o mercado.

Por que Escolher a Gráfica Moura Ramos?

A Gráfica Moura Ramos entende que cada livro é único, e por isso oferece uma experiência completa e personalizada para os autores. Desde o primeiro contato até o produto final, nossa equipe está pronta para atender às suas necessidades com:

  • Impressão de Alta Qualidade: Trabalhamos com impressão em preto e branco ou colorida, garantindo excelente nitidez e acabamento.
  • Opções de Acabamento Especial: Adicione um toque exclusivo ao seu livro com acabamentos diferenciados, como laminação fosca, verniz localizado e capas rígidas.
  • Design e Revisão Profissional: Se precisar de suporte na criação de capas, edição ou revisão, indicamos designers parceiros talentosos e capacitados para ajudar a refinar sua obra.

Serviços Exclusivos para Autores

Além da produção gráfica, a Gráfica Moura Ramos oferece serviços complementares indispensáveis para facilitar a publicação do seu livro, como:

  • Ficha Catalográfica: Essencial para que seu livro esteja em conformidade com as normas bibliográficas.
  • Registro de ISBN: Fundamental para comercialização em livrarias e plataformas online.
  • Registro de Direitos Autorais: Garantimos a segurança da sua propriedade intelectual, protegendo seu trabalho contra plágio.

Como Funciona o Processo?

Ao chegar à gráfica, você será recepcionado por nossa equipe acolhedora, pronta para entender suas demandas. O processo segue estas etapas:

  1. Atendimento Personalizado: Você será encaminhado ao departamento comercial, onde um orçamentista apresentará opções de impressão e acabamentos, com amostras para sua avaliação.
  2. Produção Personalizada: Após a aprovação do orçamento, sua obra será produzida com todo o cuidado e atenção aos detalhes.
  3. Entrega da Obra: O livro finalizado será entregue pronto para distribuição ou venda, com qualidade que impressiona.

Dicas para Autores Independentes

Publicar um livro pode ser um desafio, mas com planejamento e o suporte certo, você pode alcançar seus objetivos. Aqui estão algumas dicas para facilitar sua jornada:

  1. Planeje seu orçamento: Avalie os custos de produção e serviços extras, como revisão e registro de ISBN.
  2. Invista em uma boa capa: A primeira impressão conta. Um design de capa atraente é essencial para atrair leitores.
  3. Divulgue seu livro: Use as redes sociais e eventos literários para promover sua obra e alcançar mais pessoas.

Transforme seu Manuscrito em Realidade

Se você está pronto para dar vida à sua obra, conte com a Gráfica Moura Ramos para ser sua parceira nessa jornada. Oferecemos tudo o que você precisa para que seu livro esteja pronto para conquistar leitores e se destacar no mercado editorial.

📩 Entre em contato agora mesmo e solicite um orçamento personalizado. Sua história merece ser contada!


quarta-feira, 30 de outubro de 2024

O Guia Completo para Autores Independentes: Como Escolher a Gráfica Certa para Seu Livro



Publicar um livro é uma realização emocionante para qualquer autor independente. No entanto, ao chegar na fase de impressão, muitos se deparam com uma escolha decisiva: encontrar a gráfica ideal que transformará o manuscrito em uma obra física de alta qualidade. O mercado está cheio de opções, mas nem todas são adequadas para as necessidades específicas de quem está lançando um livro de forma independente. Neste artigo, você vai entender o que considerar ao escolher a gráfica certa e como ela pode fazer a diferença no sucesso do seu projeto literário.

1. Avalie a Qualidade de Impressão

A qualidade de impressão é um dos primeiros fatores a considerar. Avalie amostras dos materiais produzidos pela gráfica, de preferência com visitas presenciais para sentir o acabamento e a qualidade visual. Folhear um livro produzido pela gráfica em questão ajuda a entender o nível de detalhe e cuidado com o produto final. Avalie também o tipo de papel, a nitidez das cores e a durabilidade do material. Uma gráfica comprometida com a qualidade terá orgulho em mostrar seu trabalho e oferecerá materiais que exalem profissionalismo.

2. Verifique as Opções de Personalização

Autores independentes precisam de uma marca única para seus livros, o que muitas vezes passa por um toque de personalização. Boas gráficas oferecem diversas opções para personalizar o acabamento do livro, como diferentes tipos de papel, opções de capa dura ou brochura, jaqueta, capa com aba, verniz localizado, laminação fosca ou brilhante e até cortes especiais. Essas opções elevam a percepção de qualidade do seu livro e podem fazer a diferença na hora de conquistar o público.

3. Entenda o Suporte ao Cliente e a Comunicação

A relação com a gráfica deve ser próxima e clara. Ter um atendimento dedicado a autores independentes é um grande diferencial. Uma boa gráfica vai oferecer um suporte claro durante cada etapa do processo, ajudando a resolver dúvidas sobre o layout, cores, fontes e até detalhes de acabamento. Ter um canal direto com a gráfica garante que seu projeto seja tratado de forma personalizada e reduz as chances de erros de comunicação.

4. Considere a Experiência da Gráfica com Projetos Literários

Nem toda gráfica tem experiência com projetos editoriais. Para a impressão de livros, é importante que a gráfica compreenda as especificidades dessa produção, incluindo a encadernação correta, a divisão de páginas, embalagem usada para transporte, o uso de margens adequadas e o tratamento correto de textos e imagens. Prefira gráficas que tenham no portfólio livros ou outros produtos editoriais, pois elas terão maior conhecimento dos detalhes técnicos e dos padrões de mercado exigidos para essa categoria de impressão.

5. Avalie a Capacidade de Impressão sob Demanda

Se você está lançando o livro de forma independente, pode ser vantajoso optar pela impressão sob demanda (print on demand), que permite a impressão em pequenas tiragens, de acordo com a demanda dos leitores. Isso reduz custos iniciais, evita excesso de estoque e é uma boa alternativa para autores que estão testando a aceitação de seus livros no mercado. Uma gráfica que oferece essa opção é uma aliada para lançamentos independentes, permitindo que o autor gerencie melhor o orçamento e a distribuição.

6. Considere o Custo-benefício

Para autores independentes, é essencial equilibrar qualidade com um orçamento viável. Ao avaliar os preços da gráfica, analise o custo-benefício, lembrando que o mais barato nem sempre é a melhor opção. Um livro com uma boa qualidade de impressão, papel adequado e um acabamento profissional aumenta as chances de aceitação pelo público e gera uma experiência de leitura mais agradável. Verifique pacotes e descontos oferecidos para diferentes tiragens e negocie o que for possível sem abrir mão da qualidade.

7. Prazos de Entrega e Planejamento

Um bom planejamento de impressão é fundamental para lançamentos bem-sucedidos. Pergunte sobre os prazos de produção da gráfica e garanta que eles estejam alinhados com sua agenda de lançamento e divulgação. Algumas gráficas oferecem prazos de produção mais curtos para autores que precisam de urgência, mas é importante sempre negociar prazos que não comprometam a qualidade.

8. Avalie o Compromisso com a Sustentabilidade

Hoje em dia, muitos leitores estão atentos à sustentabilidade e ao impacto ambiental dos produtos que consomem. Gráficas que utilizam papéis reciclados, tintas ecológicas e práticas sustentáveis podem agregar valor ao seu livro, além de alinhar seu trabalho com os valores de um público cada vez mais consciente. Optar por uma gráfica com foco em sustentabilidade também é uma maneira de contribuir positivamente para o meio ambiente.

9. Analise as Referências e Depoimentos

Pesquisar as opiniões de outros clientes, especialmente de autores independentes e editoras, é uma excelente forma de avaliar a reputação da gráfica. Consulte avaliações, leia depoimentos de outros autores e veja se a gráfica possui experiência comprovada no mercado editorial. Uma gráfica bem avaliada e com um bom histórico de clientes satisfeitos traz maior segurança ao autor, que está investindo tempo e recursos em seu projeto.

10. ISBN e Ficha Catalográfica: Por que São Essenciais e as Vantagens de Escolher uma Gráfica que Oferece Esses Serviços

Para um autor independente, ter o ISBN (International Standard Book Number) e a Ficha Catalográfica é um passo fundamental no lançamento do livro. Essas ferramentas são essenciais para a identificação, distribuição e organização de obras no mercado editorial. O ISBN funciona como um “RG” do livro, único e específico para cada título, facilitando o controle de estoque e a distribuição em livrarias, bibliotecas e plataformas de venda online. Já a Ficha Catalográfica é o resumo das informações bibliográficas do livro, uma exigência para obras comercializadas ou inseridas em acervos, que auxilia na organização e no acesso rápido a informações bibliográficas.

Optar por uma gráfica que oferece ISBN e Ficha Catalográfica representa um grande benefício para o autor, pois garante que o processo de registro e catalogação seja feito de forma correta e profissional. Além de economizar tempo e esforço ao lidar com essas questões técnicas, o autor tem a segurança de que o livro estará preparado para uma distribuição mais ampla, estando pronto para entrar em livrarias, bibliotecas e outras redes de venda com a documentação necessária.

DICA BÔNUS: Registro de Direito Autoral

Proteja sua Obra: A Importância do Registro de Direito Autoral

Registrar o direito autoral do seu livro é essencial para proteger sua criação e garantir sua autoria legalmente. Esse registro oferece segurança contra plágio e fortalece sua posição para eventuais negociações de uso da obra. Além de assegurar a sua autoria, o registro facilita a defesa legal contra cópias ou usos não autorizados. A segurança da sua obra começa com a proteção dos seus direitos. 

Escolher uma gráfica que já inclua esses serviços é um diferencial significativo para o autor, que poderá focar mais no conteúdo e na divulgação do livro, sabendo que a gráfica cuidará de detalhes importantes para tornar a obra oficial e disponível ao público de forma organizada e regulamentada.

Conclusão

Escolher a gráfica certa é um passo essencial para o sucesso de um livro independente. Desde a qualidade do papel até o atendimento personalizado, cada detalhe conta para que o livro final seja um reflexo da dedicação e do profissionalismo do autor. A Gráfica Moura Ramos tem experiência e um compromisso real com a produção de livros independentes, oferecendo a qualidade e o suporte que você precisa para transformar seu manuscrito em uma obra de alto padrão.

Pronto para transformar seu manuscrito em um livro completo? 

Entre em contato com a Gráfica Moura Ramos para saber como podemos cuidar de cada detalhe do seu projeto, incluindo o ISBN, Direito Autoral e a Ficha Catalográfica, e leve sua obra ao público com qualidade e profissionalismo!

Entre em contato conosco, envie seu manuscrito e vamos transformar suas ideias em realidade e deixar um registro histórico delas. ;)


segunda-feira, 8 de julho de 2024

Quais os Acabamentos Mais Comuns Usados em Livros?


Os acabamentos são uma parte essencial na produção de livros, pois não apenas afetam a aparência e a sensação do produto final, mas também influenciam sua durabilidade e valor percebido. Na Gráfica Moura Ramos, entendemos a importância de escolher o acabamento certo para cada projeto editorial. Neste artigo, vamos explorar os acabamentos mais comuns usados em livros e como eles podem transformar uma simples publicação em uma obra-prima.

1. Capa Dura (Hardcover)

A capa dura é sinônimo de qualidade e durabilidade. Feita de papelão grosso revestido com papel, tecido ou couro, esse tipo de capa é ideal para edições de luxo, livros de referência e edições colecionáveis. A capa dura protege melhor o conteúdo interno, garantindo uma longa vida útil ao livro.

2. Capa Flexível (Paperback)

Também conhecida como brochura, a capa flexível é uma opção mais econômica, feita de papel cartão. É amplamente utilizada em romances, livros de bolso e muitos títulos comerciais. Sua flexibilidade a torna mais leve e prática para transporte.

3. Revestimento da Capa

- Laminação Brilhante ou Fosca: A aplicação de uma película plástica sobre a capa pode ser brilhante, oferecendo uma aparência lustrosa, ou fosca, proporcionando uma sensação suave e menos reflexiva.

- Verniz UV: O verniz curado por luz ultravioleta pode ser aplicado para dar brilho à capa ou para destacar áreas específicas com verniz localizado.

- Hot Stamping: Utiliza calor e pressão para aplicar uma camada metálica (geralmente ouro ou prata), criando detalhes brilhantes e metálicos que chamam a atenção.

4. Relevo

- Baixo Relevo (Debossing): O design é pressionado para baixo na superfície, criando uma impressão rebaixada.

- Alto Relevo (Embossing): O design é elevado acima da superfície, criando uma impressão em relevo que agrega uma dimensão tátil ao livro.

5. Guardas

As guardas são folhas de papel coladas na parte interna da capa dura e na primeira e última página do miolo do livro. Elas proporcionam um acabamento elegante e reforçam a estrutura, sendo um detalhe sofisticado em livros de alta qualidade.

6. Costura

A costura é um método de encadernação onde as folhas são costuradas juntas, proporcionando maior durabilidade em comparação com a encadernação colada. Pode ser usada tanto em capas duras quanto em brochuras, garantindo que o livro resista ao tempo e ao uso frequente.

7. Orelhas


As orelhas são extensões dobráveis na parte interna da capa de livros brochura ou capa dura. Elas são utilizadas para incluir informações adicionais, como uma biografia do autor ou resumos, e também ajudam a proteger as extremidades das páginas.

8. Fita Marcadora

A fita marcadora é um detalhe elegante e funcional. Inserida no topo da lombada, a fita de tecido serve como marcador de páginas, sendo comum em edições de luxo e livros de referência.

9. Borda Colorida

A borda colorida é um acabamento estético onde tinta é aplicada nas bordas das páginas. Pode ser de uma cor sólida ou decorada com padrões, tornando o livro mais atraente e facilitando a identificação de volumes em coleções.

Conclusão

Na Gráfica Moura Ramos, oferecemos uma ampla gama de acabamentos para atender às necessidades específicas de cada cliente. Desde a robustez da capa dura até a praticidade da capa flexível, passando pelos detalhes sofisticados como relevo e hot stamping, estamos prontos para transformar seu projeto editorial em uma obra que se destaca. Entre em contato conosco para discutir como podemos agregar valor ao seu próximo livro!

Esperamos que este guia tenha ajudado a entender melhor os diferentes acabamentos disponíveis para livros. Na Gráfica Moura Ramos, estamos comprometidos em oferecer qualidade e inovação em cada projeto. 

Conte conosco para dar vida às suas ideias editoriais!

terça-feira, 21 de março de 2023

6 Super dicas sobre impressão de livros


1 - Escolha o tipo de encadernação adequado

Há diversos tipos de encadernação disponíveis para livros, como brochura, capa dura, espiral, entre outros. Cada tipo tem suas vantagens e desvantagens, então é importante escolher o que melhor se adequa ao seu projeto e orçamento.


2 - Defina o tamanho do livro

O tamanho do livro também é importante e deve ser definido de acordo com o tipo de conteúdo e o público-alvo. Livros técnicos e acadêmicos costumam ter um tamanho maior, enquanto livros infantis e de bolso são menores.


3 - Escolha o papel adequado

O tipo de papel utilizado influencia diretamente na qualidade da impressão. Livros geralmente são impressos em papel offset ou couchê, que possuem diferentes gramaturas e texturas.

4 - Considere a impressão em cores ou em preto e branco

A impressão em cores pode tornar o livro mais atrativo, mas também pode ser mais cara. Se o orçamento for limitado, a impressão em preto e branco pode ser uma opção mais viável.


5 - Verifique a qualidade da impressão

Antes de imprimir uma grande quantidade de livros, faça uma prova de impressão para verificar se o resultado final está de acordo com o esperado. Verifique se as cores estão corretas, se o texto está legível e se a qualidade da imagem está satisfatória.


6 - Escolha uma gráfica de confiança

Para garantir a qualidade da impressão e cumprimento dos prazos, é importante escolher uma gráfica de confiança e com experiência em impressão de livros.

Lembre-se que cada projeto de impressão é único e pode ter necessidades específicas, então é importante conversar com a gráfica e buscar orientação para garantir um resultado satisfatório.

Traga seu livro e fale conosco. Temos mais de 35 anos de experiência na produção de livros com os mais variados acabamentos e tipos de papel. E produzimos também outros impressos associados como marcadores de páginas e box para coleções.

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Descubra um pouco mais sobre o processo editorial e a importância dele na produção de um livro


Você sabe por quais etapas e pelas mãos de quais profissionais um livro passa até chegar à livraria? Talvez você já tenha ouvido falar de editores, preparadores, diagramadores, revisores, capistas e diversos outros profissionais que trabalham duro para fazer com que aquele objeto simples, mas de desejo de muitos, fique pronto para ser lido, relido, cheirado, rabiscado, emprestado, esquecido e lido novamente.

Neste post não faremos uma análise profunda do que é o objeto livro. Este texto é bem simples e busca apenas preencher uma lacuna sobre algo que percebemos já faz algum tempo: fala-se muito de livros, leitores, feiras literárias e lançamentos, mas pouca gente sabe como de fato um livro é feito e por quem ele é feito. Mais que isso: por que é importante conhecer o processo de produção do livro?

A resposta é que isso depende de cada pessoa: o leitor pode se interessar pelo assim chamado processo editorial apenas por curiosidade; um autor pode querer conhecer o processo para saber quem vai mexer em seu texto (e de que forma vai mexer, quanto isso pode custar, quanto tempo pode levar) e, assim, evitar surpresas; um revisor pode (e talvez deva) aprender sobre o processo para poder oferecer um melhor serviço a algum autor que o procure ou para que possa enfim trabalhar naquela ótima editora com mais familiaridade, conhecendo bem o processo.

Como fazer um livro?

A questão é que quanto mais todos os envolvidos (autores e tradutores, editores, preparadores, revisores, diagramadores e até leitores) souberem sobre como um livro é feito, os processos podem se tornar melhores e mais qualidade final terá o livro.

Se você é autor, fique ligado neste post, pois ele pode ensinar muito e preparar você para saber o que é de fato publicar um livro; ou, sendo mais específico, pelo que seu livro vai passar até chegar o momento de ser impresso.

Descreveremos aqui o processo editorial em etapas; entretanto, pode ser que em muitos casos algumas dessas etapas estejam sobrepostas, ou seja, ocorram ao mesmo tempo. Aqui será descrito de forma genérica como seria o processo mais ideal de produção do livro; mas tenha em mente que no mercado editorial há de tudo, até mesmo quem desrespeite totalmente essas etapas e faça os passos quase que ao contrário. Além disso, há projetos específicos que podem precisar de um processo diferente ou que podem inverter as etapas por necessidades diversas. Por fim, veremos somente as etapas de edição, digamos assim, ou seja, as etapas em que os profissionais lidam diretamente com o texto.

 

Autor ou tradutor

1ª etapa: produção do autor (original do autor) ou do tradutor (arquivo traduzido mais original, que pode ser o livro físico ou um PDF). O original/tradução pode ser um manuscrito, um material datilografado ou (como é mais comum hoje em dia) um arquivo do Word. No caso de tradução, o livro original (em inglês, por exemplo, que também pode ser chamado de original em língua estrangeira) geralmente acompanha todas as etapas abaixo; ou seja, ele é literalmente enviado junto com todos os outros materiais e passará pelas mãos dos profissionais nas próximas etapas. Por diversos motivos esse envio é necessário: o diagramador pode ter de se basear na arte ou em aspectos da diagramação do original e o preparador e o revisor geralmente precisam do original para tirar dúvidas e conferir diversos elementos e fazer comparações (o chamado cotejo com o original). Para livros traduzidos, caso o tradutor tenha usado alguma CAT Tool em seu trabalho, o ideal seria que o glossário (também em formato eletrônico) fosse enviado especialmente ao preparador e ao revisor, mas isso raramente é feito.

Editor

2ª etapa: edição – o editor pode trabalhar com o arquivo de Word ou com um arquivo impresso a partir do arquivo de Word (a primeira opção é mais comum). O editor vai analisar a obra, contatar o autor (ou o tradutor, se for o caso) e fazer recomendações gerais. Trata-se da etapa em que o contato com o autor/tradutor é mais próximo e um momento em que a obra pode sofrer mudanças profundas (até mesmo mudança do título, por exemplo). É provável que o arquivo vá e volte diversas vezes entre o autor/tradutor e o editor para adaptações e correções diversas. Depois de tudo mais ajeitado, o arquivo é enviado para a preparação.

Preparador de originais

3ª etapa: preparação – o preparador recebe então o arquivo (digital) do editor ou do gerente de projetos (ver abaixo); pode ser que o editor faça algumas recomendações gerais ou até mesmo crie um relatório que especifica quais são os elementos que devem receber mais atenção do preparador. Como o trabalho de preparação envolve muita pesquisa, na maior parte dos casos o preparador receberá a prova em Word; ou seja, ele precisa trabalhar num arquivo editável, pois provavelmente terá de fazer uma grande quantidade de alterações e ajustes, como excluir/mover parágrafos inteiros, fazer cortes, reajustar e renumerar figuras e imagens, etc.

Mais especificamente, ele também fará alterações e adaptações diversas: aplicar normas específicas da editora, normatizar a obra de acordo com algum style guide ou manual, numerar (para a diagramação) elementos como títulos, figuras e tabelas (geralmente indicando onde elas entram com tags, ou seja, com códigos, por exemplo: <TÍTULO 1>, <FIGURA 3>, <box>, etc.), ele também deve desfazer incoerências e conferir dados diversos (datas, grafias de nomes próprios ou dar consistência à grafia dos nomes de personagens, verificar a factualidade de eventos históricos e notícias, etc.). Por fim, ele pode também criar um relatório para o editor da obra. Tendo feito tudo isso, é hora de passar para a próxima etapa.

Diagramador

4ª etapa: diagramação – o preparador envia o arquivo digital (Word) para o diagramador, que deve aplicar o projeto gráfico e diagramar toda a obra usando um software próprio (para livros, geralmente é usado o Adobe InDesign). Esse arquivo deve ser diagramado da melhor forma possível, ou seja, no sentido de que o livro fique o mais “finalizado” possível.

Ele deve ficar praticamente idêntico ao livro que vemos nas livrarias. Depois disso, o arquivo digital (do diagramador) é impresso (geralmente em papel A4). É nessa etapa que esse documento passa a se chamar prova. A prova impressa é então enviada ao revisor de primeira prova. 

Ela pode/deve ir acompanhada do máximo de relatórios das etapas anteriores e, como acontece muitas vezes, vai acompanhada de uma versão impressa do arquivo de Word trabalhado pelo preparador: geralmente impresso de modo que mostre todos os balões da função Controlar alterações do Word (que, como sabemos, ficam na lateral da página); ou seja, o arquivo de Word do preparador é impresso de modo que todas as suas alterações fiquem claramente visíveis. Isso serve para que o revisor de primeira prova confira se elementos como itálicos, negritos, numerações, figuras, etc. foram efetivamente aplicados pela diagramação. Isso tudo é enviado ao revisor de primeira prova.
Revisor de primeira prova

5ª etapa: revisão de primeira prova – aqui chegamos à etapa que nós revisores mais conhecemos: o revisor de primeira prova pode estar alocado na editora, trabalhar de casa (freelancer) ou em uma empresa/editora terceirizada. De qualquer forma, ele vai receber tudo que foi especificado acima mais a primeira prova impressa (lembrando: livro já diagramado e impresso em papel A4).

Ele deverá fazer a primeira leitura/revisão como já conhecemos (geralmente usando sinais de revisão) e, ao longo do trabalho, pode gerar também mais um relatório (que pode ser enviado ao revisor de segunda prova e aos outros membros da equipe).

Retorno ao diagramador


6ª etapa: diagramação/correção – essa é a etapa em que o diagramador recebe a prova revisada pelo revisor de primeira prova para aplicar as correções, algo mais conhecido como batida de emendas. 

A prova chega ao diagramador com todas as indicações do revisor (correções e sinais de revisão). O diagramador, logo, vai interpretar essas indicações e corrigir os erros/fazer ajustes no arquivo digital usando o software de diagramação. Ou seja, ele coloca a prova impressa de um lado da mesa e aplica as correções no arquivo digital, página a página. 

Depois disso, o arquivo digital (e corrigido) é impresso novamente. É a chamada segunda prova. Essa segunda prova é enviada ao revisor de segunda prova junto com a primeira prova (e, se necessário, com mais relatórios e materiais de suporte).

Revisor de segunda prova

7ª etapa: revisão de segunda prova – o revisor de segunda prova recebe a segunda prova impressa mais a primeira prova impressa. Isso porque ele deverá fazer (antes de tudo) aquilo que é conhecido como revisão espelhada (ou batida de emendas): ele vai verificar se as correções da primeira prova foram efetivamente aplicadas na segunda prova pelo diagramador; se não foram aplicadas, o revisor de segunda prova deve fazer isso agora. 

Só depois de fazer essa verificação inicial é que ele vai de fato revisar a segunda prova (que pode conter menos erros ou não, dependendo do esforço/atenção/trabalho do revisor de primeira prova e da própria capacidade do revisor de segunda prova). Quando terminar seu trabalho, o revisor de segunda prova a envia ao diagramador para nova correção.

Retorno ao diagramador

8ª etapa: diagramação/correção – a segunda prova impressa é enviada novamente ao diagramador; ele deverá novamente aplicar as correções indicadas pelo revisor de segunda prova. Essa etapa é semelhante à 6ª etapa descrita acima.

Revisor de terceira prova

9ª etapa: geração da terceira prova. Aqui a coisa fica mais gerencial. A editora deverá ter critérios para saber quantas provas podem ser geradas. Se a editora/cliente achar que é necessário gerar uma terceira prova para corrigir mais erros, ela é gerada. Acredito que, hoje em dia, a média seja no máximo (no máximo mesmo) três provas ao longo desse processo. Além disso, a terceira prova geralmente é gerada apenas para revisão espelhada com a segunda prova e então batida de emendas (e não para mais uma revisão propriamente dita). Depois disso vem a fase de impressão do livro.

Resumo do processo editorial


Original > Edição > Preparação > Diagramação > Revisão de 1ª prova > Diagramação/correção > Revisão de 2ª prova > Diagramação/correção > Geração de 3ª prova (ou tantas provas quanto necessário) > Impressão.

Observações: As provas impressas podem ser substituídas por provas em formato PDF, algo que vem se tornando cada vez mais comum ou ainda por um processo que adote o Adobe InCopy.

Gerente de projetos – em muitas editoras, esse papel é exercido pelo próprio editor. O gerente de projetos (ou, ainda, coordenador) está na verdade envolvido em várias etapas. Assim como o editor, ele é uma espécie de “ponte” entre todas as etapas acima, mas o fato é que ele está mais presente em grandes editoras ou editoras terceirizadas. Ele é responsável por gerenciar o recebimento e envio de provas (por exemplo, entre a editora-cliente e a editora terceirizada), gerenciar prazos, contratar freelancers, tirar dúvidas entre revisão-diagramação-tradução e diversas outras tarefas. Ele pode também conferir rapidamente toda a prova para verificar se o revisor não esqueceu de algo importante ou se não deixou passar um erro grave (como um título errado na capa, por exemplo).

Em alguns casos pode entrar no processo a etapa de copidesque, que seria a conferência de aspectos estruturais e mais formais do texto. Na produção de livros, esse papel geralmente é desempenhado em parte pelo editor e em parte pelo preparador.

Especialmente com livros é muito importante diferenciar preparação e revisão por diversos motivos. O principal motivo que eu poderia ressaltar aqui é que, ao misturar preparação e revisão (ou seja, geralmente pulando a etapa de revisão, acreditando que uma “revisão no computador” basta), a etapa de conferência de elementos gráficos feita pelo revisor (na prova impressa/digital) é negligenciada, e isso pode causar problemas diversos.


quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Qual o papel ideal para a impressão do meu livro?

Existem diversos tipos de papéis disponíveis no mercado, porém nem todos são recomendados para impressões de livros. Por estarmos desde 1987 no mercado, já produzimos milhares de livros com diferentes tipos de papel e sabemos quais são os que funcionam bem.

Offset (popularmente conhecido 
como sulfite)

O papel offset popularmente conhecido como papel sulfite, possui ambas as faces não revestidas, assim, possui capacidade de absorver bem a tinta e apresenta uma baixa reflexão da luz, o que facilita a leitura.

Suas gramaturas variam desde 56g/m² (utilizado por exemplo em materiais como enciclopédias ou até mesmo publicações religiosas) até os 240g/m². Para a publicação de livros, recomendamos utilizar entre 75 e 90g/m².

Pólen®️

O papel Pólen®️, fabricado pela Suzano, é um dos preferidos entre os autores. Assim como o papel Avena®️, o Pólen®️ é um papel off-white, ou seja, não são brancos, possuem um tom de creme.

A diferença entre o papel branco para esses não são somente na cor. Ele reflete ainda menos luz, fazendo com que o leitor canse ainda menos durante a leitura, proporcionando maior conforto.

Ele também garante uma alta qualidade no material impresso e promove uma excelente experiência sensorial para o leitor devido à maciez da sua textura e leveza do material.

Existem duas modalidades de papel Pólen, a bold e a soft. A bold possui um papel mais áspero e encorpado (ótimo para livros com poucas páginas que precisam ganhar mais alguns milímetros de lombada).

Já o soft, é um papel mais liso que fica ótimo com impressões suaves. Para a impressão de livros com esse papel recomendamos a gramatura entre 70 e 90 g/m².

Papel couché

E por fim, temos o papel couché. Esse é o papel ideal para impressão de livros de fotografias, ilustrações ou obras de artes.

O Papel Couché é considerado um dos melhores papéis para impressão. É indicado para trabalhos impressos que exijam alta qualidade e excelente aparência. Por ser um material revestido, esse papel possui um acabamento muito superior em sua superfície. Ele proporciona uma melhor definição tanto em qualidade quanto nas cores.

Por outro lado, esse acabamento possui uma alta taxa de reflexão, o que acaba deixando a leitura desconfortável, por isso não indicamos esse papel para a escrita.

O papel couché é um material mais processado, por esse motivo é importante que você opte por gramaturas um pouco superiores na produção de sua obra. Recomendamos considerar a faixa de 90 a 150g/m², podendo aumentar ainda mais dependendo do fim ao qual seu livro se destina.

A escolha do papel é uma etapa muito importante que deve ser levada em consideração, porém não é a única. Aqui na Gráfica Moura Ramos temos mais de 35 anos de experiência na produção de impressos em geral e especialmente de produtos gráficos no campo editorial, onde inclui-se livros.

Fale conosco e peça já um orçamento.

sexta-feira, 18 de março de 2022

7 motivos do porque os livros de papel serem melhores que os digitais


Os primeiros leitores digitais, ou eReaders, surgiram na mesma época em que os smartphones estavam em pleno processo de popularização, mas ainda sem telas tão grandes. O tempo passou e, agora, aparelhos que antes eram considerados tijolos se tornaram objetos de desejo para pessoas comuns, permitindo que o consumo de conteúdo seja feito de forma mais confortável.


Não importa se são telas que imitam papel, sem emissão de luz própria, ou as convencionais que equipam nossos smartphones — elas dificilmente vão substituir materiais impressos. Isso porque, junto com todas as vantagens, existem também inúmeros problemas que, comprovados por pesquisas, mostram que a data da morte dos livros de papel ainda é totalmente desconhecida.

1. Melhor absorção de informações




Segundo um estudo, apresentado na Itália em 2014, ler um livro convencional faz com que o conteúdo seja absorvido de forma mais eficaz, quando comparado a um eBook. Outra análise mostrou que materiais impressos beneficiaram os leitores também em outras áreas, como empatia, imersão na história e entendimento da narrativa.

Segundo os pesquisadores, isso se deve à sensação de segurar o livro, fato que também facilita a percepção de progresso na leitura. Além disso, é muito mais fácil ler novamente algum trecho, mantendo marcada a página atual — ação simples que pode se tornar frustrante em um aparelho digital.

2. Incentivo à leitura na infância



Outro estudo, que analisou crianças de 3 a 5 anos, mostrou que elas entendiam melhor a história quando os pais liam um livro em papel. A teoria dos pesquisadores é de que, apesar de só ouvirem a história, as crianças sabem como um aparelho eletrônico funciona e se distraem pelo simples fato de ele estar sendo manuseado pelos pais.

3. Não agride os olhos



Trabalhar em escritório é sinônimo de se manter em frente a uma tela de computador por horas a fio, então a melhor maneira de descansar para o dia seguinte seria se manter afastado delas. Uma pesquisa, feita com 429 estudantes universitários, mostrou que quase metade deles se queixava de olhos cansados após longos períodos em frente a telas.

4. Você elimina inúmeras distrações



A quantidade de informações a que somos submetidos diariamente é imensa. Seja em redes sociais, rádio ou televisão, nossa atenção é solicitada a cada instante, desde que acordamos até fecharmos os olhos à noite. Em um mundo assim, é algo comum ser levemente distraído por um anúncio brilhante enquanto lê uma matéria que achou legal.

Mesmo quando são utilizados eReaders, a tendência de desvio de atenção é maior, não só pela possibilidade de conferir as atualizações da rede social, mas pelo fato de que muitos livros digitais destacam algumas palavras para que você clique e saiba mais sobre o assunto. Desse modo, algo que possui o intuito de auxiliar pode acabar prejudicando, pois quem nunca começou se informando sobre leitura digital e acabou descobrindo que o maior nariz do mundo mede 8,8 centímetros?

5. Ele pode melhorar seu sono



Nada mais comum do que uma última verificada nas redes sociais antes de dormir. O problema é que diversos estudos já mostraram os problemas provocados pela luz azul no nosso organismo, tanto que vários aparelhos oferecem a opção de bloquear a emissão dela após determinado horário do dia. Além disso, o ato de ler pode auxiliar bastante quando o sono não aparece, por isso ele é a melhor opção de quem procura uma noite relaxante.

6. Bibliotecas em casa aumentam as notas das crianças



Por meio de uma análise feita em 42 países, pesquisadores constataram que crianças vivendo em casas com bibliotecas possuem mais probabilidades de melhores notas na escola. Os cientistas acreditam que a presença dos livros encoraja os jovens a utilizarem o material como forma de diversão e incentiva a discussão dos assuntos com toda a família.

7. Eles aumentam a satisfação na leitura


Um estudo feito recentemente com estudantes de EUA, Eslováquia, Japão e Alemanha mostrou que 92% dos participantes preferiam livros em papel, que pudessem ser manuseados. Os eslovacos, em especial, revelam um apreço pelo cheiro dos livros — fato constatado por cientistas, que analisaram a composição química de antigas obras. Eles identificaram que existem notas de baunilha nas páginas, assim como algo ligado à grama (talvez pelas origens do papel).

Caso a praticidade seja preponderante no seu cotidiano, não temos muito o que falar sobre os modelos digitais, mas esses estudos mostram que os livros em papel ainda possuem um mercado grande demais para que sejam considerados extintos.


quarta-feira, 19 de maio de 2021

Escritor dá 4 dicas sobre como tirar grandes projetos do papel em 2021


Herbert Lui decidiu tirar do papel o projeto de escrever um livro. Ele dá alguns conselhos para enfrentar algo que, à primeira vista, parece ser tão grande

Durante a pandemia da covid-19, Herbert Lui decidiu tirar do papel o projeto de escrever um livro. O autor de There Is No Right Way to Do This tinha demorado anos para abrir mão de seu perfeccionismo e encarar as páginas em branco na tela do computador.

Isso mudou nos últimos meses e Lui publicou o livro, que dá dicas de criatividade. Em um artigo no site Fast Company, Helbert dá algumas dicas para fazer grandes projetos saírem do papel. Seja escrever um livro ou algum outro objetivo para o ano de 2021.

Baixe o patamar para tornar tudo mais fácil

Embora tivesse editado o livro O mundo de acordo com Kanye anos atrás, Helbert não tinha escrito um livro antes. Então nem tinha certeza se conseguiria fazer isso. Para diminuir as expectativas, ele evitou chamá-lo de "meu primeiro livro". Era apenas “um livro”.

Helbert também começou a tirar as inspirações de livros relativamente curtos. Ele afirma que genuinamente gostou e respeitou esses autores e seus livros, então não sentiu que estava se conformando com o objetivo de diminuir o número de palavras.

Organize sua pesquisa

Helbert afirma que o Google Docs pode ser um cemitério de livros em potencial, já que é um espaço em que as coisas saem do controle.

É importante organizar ideias e pequenos textos em algum sistema de anotações, que garante alguma estrutura para todas as ideias que estavam soltas.

Escreva e edite, escreva e edite

Ao longo de um processo para fazer algo grande, Helbert afirma que o importante é ter claro em sua cabeça o que precisa ser feito. No caso de escrever um livro, é simplesmente parar e escrever.

Quando travava, ele afirma que desabafava no diário e afirma que sempre trabalhou uma fase de cada vez. “Todas as semanas, eu sabia o que precisava ser feito, graças às minhas revisões semanais”, afirma no artigo.

Helbert comenta que praticou o suficiente para ficar bem com os primeiros rascunhos, que eram realmente terríveis. Então, editou tudo duas vezes e aí sim trabalhou com um revisor.

Dê um passo de cada vez

O escritor também afirma que tentou manter a cabeça fria e as expectativas baixas. Uma dica foi ter falado sobre o projeto com poucos amigos, para evitar a sensação de pressão.

“Eu não pretendia que este livro me tornasse um autor de Shakespeare, mas apenas uma maneira de aprender a escrever um segundo livro melhor.”

Como conselho final, Helbert conta que fez o seu melhor, estabeleceu e cumpriu o prazo. Segundo ele, expectativas baixas podem garantir um resultado melhor.


quinta-feira, 13 de maio de 2021

Veja as vantagens do livro impresso em relação ao digital

A tecnologia trouxe facilidades no acesso à comunicação e a informação, mas não conseguiu substituir o prazer de abrir um livro impresso para uma boa leitura.

Bill Gates, fundador da maior e mais popular empresa de software do mundo, tem uma frase que mostra a importância da tecnologia e a necessidade dos livros: 
“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever, inclusive a sua própria história.”
Diante de todas as possibilidades da leitura digital, o ato de tocar e sentir um livro em formato impresso ainda é uma experiência única que apresenta vantagens para o leitor adulto e infantil.

Confira quais são elas lendo nosso post!

O poder mágico do livro impresso

A leitura digital possui funcionalidades que muito ajudam no dia a dia, mas o livro impresso exerce uma magia sobre o leitor.

O encanto começa ao deitar em uma rede, sofá ou cama e, relaxadamente, devorar todo o conteúdo oferecido, esquecendo dos minutos e das horas que passam.

Folhear um livro é um processo que faz com que as pessoas queiram levar o autor predileto dentro das suas malas, bolsas e pastas, independente do lugar que estiverem indo.

Dessa forma, se engana quem pensa que o livro impresso está obsoleto, seja ele infantil, gibi, romance, de poesia, didático ou técnico, dentre os muitos gêneros disponíveis.

Confira as principais vantagens que os livros em formato impresso oferecem aos leitores:

A experiência visual

A vantagem do livro impresso está no prazer de senti-lo em todos os aspectos, com as mãos e com os olhos.

Você tem contato direto com a capa, com a gramatura do papel, com cada palavra e isso faz a experiência da leitura se tornar mais gostosa e intensa a cada página virada.

Mais concentração na leitura

O fato da leitura ser mais interativa e dispersa no ambiente digital faz com que o ato de ler seja um problema para os educadores e os leitores quando o assunto é concentração.

Leituras no tablet ou computador tendem a ser interrompidas constantemente, já que os equipamentos estão sujeitos às notificações e aberturas de novas janelas.

Por isso, a leitura impressa apresenta melhores resultados no quesito foco durante a leitura.

Livros impressos facilitam o sono

Um estudo realizado no Brigham and Women’s Hospital, de Boston, comparou os efeitos da leitura digital e da impressa antes de dormir.

Os resultados mostraram que pessoas que usam leitores digitais a noite dormem mais tarde e têm a qualidade do sono prejudicada.

Dessa forma um livro impresso é sempre uma boa companhia antes de dormir.
Menor cansaço visual

A leitura digital é indicada para uma pesquisa ou conteúdos rápidos, pois a luminosidade da tela promove o cansaço aos olhos, limitando o tempo de uso.

Já os impressos não causam esse problema e o leitor pode desfrutá-los pelo tempo que desejar.

Leitura impressa ou digital?

Escolher a melhor forma de leitura vai depender da situação e necessidade de cada leitor. O importante é escolher o meio mais adequado para cada momento.

Pondere a funcionalidade do digital e as vantagens do impresso, refletindo sobre a possibilidade de um meio complementar o outro.

Agora que você já conhece as vantagens do livro impresso em relação ao digital que tal fazer a impressão sob demanda da sua obra com a gente e tornar seu sonho realidade?


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Confira 6 dicas para design de capas de livros

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Uma das áreas mais interessantes do design é o design editorial, que cuida, entre outras coisas, da criação de capas de livro. Basta entrar em uma livraria cheia de livros, do chão ao teto, dos mais variados estilos, preços e autores, para entender a importância de se criar uma capa que chame a atenção do público, garantindo que aquele exemplar se destaque e diferencie dos outros.

E, ao contrário do que o ditado diz, muitos livros serão julgados pela capa. Se colocando no lugar do leitor, fica mais fácil entender a lógica: em meio a tanta informação, é importante que o livro tenha um grande apelo visual para garantir que, ao menos, o leitor o retire da prateleira e leia sua orelha – a partir daí, já é função do autor garantir a venda.

Não existe uma fórmula para a criação de capa de livro, mas existe uma série de princípios que, se observados, podem levar para um caminho promissor. Confira aqui os segredos que você precisa saber sobre o tema.

Pesquisa é tudo

No mundo do design, a pesquisa de referências ocupa uma parte muito importante. Antes de iniciar uma criação, é indispensável entender o contexto daquele trabalho, observar o que está sendo produzido por outros designers e obter o máximo de informações sobre o tema.

No caso de uma capa de livro, então, é indispensável que o responsável pelo design se informe sobre o autor, se ele já publicou livros anteriores e sobre o assunto abordado no livro. É um romance histórico? Impossível trabalhar sem ler bastante sobre o período, por exemplo.

Além disso, as referências visuais também fazem toda a diferença. Pesquise capas parecidas, imagens que traduzam os conceitos que você quer transmitir ou até mesmo assuntos aleatórios que possam inspirar. O importante é construir um repertório único que auxilie na elaboração do seu trabalho.

Cada capa de livro tem um objetivo

Não adianta criar uma capa dramática, em tons escuros, com uma imagem misteriosa, para uma história infantil. Parece óbvio, mas uma visita a qualquer livraria nos permite notar que muitas vezes os criadores de capa de livro se esquecem disso – e acertar nessa mensagem é determinante para atingir o público desejado.

Portanto, antes de iniciar o trabalho, é superimportante conversar com todos os envolvidos no processo (autor, editora, etc) para entender quais são os objetivos principais daquela capa, qual é a mensagem que deve ser transmitida.

A partir dessas informações, fica mais fácil trabalhar na escolha de elementos visuais que atuem em favor da comunicação.

A importância do emocional

Pesquisas mostram que em grande parte das vezes, a decisão de compra acontece dentro da loja ou empresa. No caso das livrarias, isso não é diferente e são muitos os fatores que determinam que um cliente escolha um livro em detrimento a outros tantos.

Muitos desses fatores, entretanto, são totalmente subjetivos, ou seja, nem sempre conseguimos dizer porque uma capa nos atrai mais que as outras.

Nesse contexto, é super importante pensar em como dialogar com os sentidos do público, ativando suas emoções. É preciso considerar quais as sensações uma capa vai causar, que tipo de mensagem é transmitida por uma cor específica ou pela utilização ou não de uma imagem.

Só para citar um exemplo, pense num livro para gestantes. São mulheres que passam vinte e quatro horas do seu dia esperando a chegada do seu bebê e imaginando o seu rostinho. Uma foto linda vai ou não vai fazer toda a diferença nessa capa?

Os rascunhos importam muito

Muitas vezes ficamos presos aos nossos processos de trabalho tradicionais, sem conseguir enxergar outras possibilidades. No caso dos designers, isso significa passar horas e horas na frente do computador, operando softwares e acompanhando a coisa tomar forma.

Entretanto, muitas vezes, quebrar essa rotina pode ser de grande ajuda para colocar as coisas em novas perspectivas e lhe ajudar a vislumbrar novas possibilidades.

Na hora de criar uma capa, que tal usar papel e lápis e canetas coloridos? Desenhe sem compromisso e sem preocupação e comece a perceber o que vai funcionar melhor. Depois, com a ideia já definida, aí sim parta para a finalização digital!

A ciência das cores

Todos nós sabemos que cada cor é capaz de transmitir um ou mais significados. 

Por exemplo, o vermelho tem tudo a ver com impulsão, paixão e emoção. Já o amarelo, traz alegria e leveza. O verde se relaciona à saúde e a tranquilidade, enquanto o azul é plenitude. O preto representa tensão ou elegância, dependendo da forma como é explorado.

As cores trazem, então, inúmeras possibilidades de trabalho e, como mencionamos, esses fatores subjetivos são muito importantes na criação. Pesquise bastante sobre o significado de uma cor antes de optar por sua utilização.

Confira neste link um infográfico sobre o Poder das Cores.

Os detalhes técnicos

Existem milhares de possibilidades para criar uma capa de livro mas, se observamos bem, elas acabam seguindo uma de três diretrizes: ou são essencialmente tipográficas (a partir de um trabalho com o texto e as letras), ou trazem uma imagem como parte principal, ou são mais abstratas, a partir de uma ilustração, por exemplo.

É claro que dentro dessas três diretrizes os caminhos e possibilidades são infinitos, mas uma questão que pode ajudar bastante no processo de criação é justamente a definição de que tipo de capa fazer.

Independente da sua escolha, é essencial ter alguns cuidados: o título do livro e as informações complementares como nome do autor devem ser sempre bem legíveis, para garantir que qualquer um possa identificá-lo.

Se for utilizar imagens, garanta que elas tenham boa resolução para impressão – caso isso não ocorra, o resultado do livro vai ser bem diferente do que foi visto na tela.

E não se esqueça de alguns acabamentos que podem te ajudar a deixar a capa ainda mais bonita: uma laminação, uma tinta especial (imagine um título impresso em dourado, por exemplo) ou um papel deslumbrante. Tudo isso colabora muito com o resultado final.

Viu só como criar capa de livro é um desafio e exige muito trabalho e técnica? Mas o esforço sempre vale a pena e podemos ver no mercado capas maravilhosas que têm todo o impacto na venda de exemplares.

Não deixe de conversar com quem entende do assunto e contratar um profissional preparado para cuidar da imagem do seu livro! Conte nos comentários as suas dúvidas e experiência no assunto!


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Confira 10 bibliotecas totalmente singulares


Se você tiver que fechar os olhos e imaginar uma biblioteca, ela com certeza vai ser algo bem padrão: um prédio ou construção qualquer com muitas estantes cheias de livros, um balcão e uma bibliotecária, ou bibliotecário, uma pessoa provavelmente já mais velha e de óculos.

Mas não as bibliotecas abaixo. Confira dez delas muito incomuns: 

10. Biblioteca na praia

Surfe, areia, biblioteca… Biblioteca?! Sim, você leu direito. Herman Kompernas construiu uma biblioteca na praia búlgara do resort Bulgarian Black Sea, em Albena, e a abasteceu com mais de 2.500 livros em 10 idiomas. Os hóspedes são convidados a pegar os livros (de graça) e deixar outros ali para que demais pessoas possam ler.

9. Biblioteca em um ônibus público

O cobrador de ônibus brasileiro Antônio da Conceição Ferreira, 42 anos, é um exemplo de como um pouco de cooperação e generosidade podem fazer uma grande diferença na vida das pessoas. Há 11 anos, inspirado pelo seu gosto por leitura, ele criou sozinho o projeto “Cultura no Ônibus”, transformando o ônibus no qual trabalha em uma pequena biblioteca.

Atual morador de Brasília, Antônio oferece cerca de 15 títulos em uma prateleira dentro do ônibus todos os dias. O cobrador empresta esses livros aos passageiros da linha. Além de ser uma distração para ajudar a passar o tempo no trabalho, a biblioteca móvel é uma forma de oferecer cultura para as pessoas.

Quando ele começou, Antônio carregava uma caixa de papelão cheia de livros e escrevia os nomes dos passageiros que os emprestavam fora do veículo. Hoje, ele já não se importa se as pessoas não os devolvem – a ideia é que os livros sejam transmitidos de pessoa para pessoa. Além disso, Antônio sonha em expandir o projeto para todas as linhas de ônibus do Distrito Federal.

8. Biblioteca na caixa de correio

Cuidar de uma biblioteca é mais fácil do que você pensa. Tudo que você precisa é de uma caixa de correio e um monte de livros para montar uma pequena biblioteca de sua preferência, permitindo que você compartilhe o seu amor pela leitura com a comunidade a sua volta.

A ideia por trás das “Pequenas Bibliotecas” não poderia ser mais simples – retire tudo o que as pessoas não gostam sobre bibliotecas, como custos de aluguel, placas de “silêncio”, multas por atraso, cartões de biblioteca, crianças debruçadas sobre livros chatos que ninguém mais lê, e fique só com o melhor dela: os livros.

Há 300 ou 400 pequenas bibliotecas livres em operação em 24 estados e oito países, de acordo com o cofundador da ideia Rick Brooks. Se você quiser encontrar uma, o site littlefreelibrary.org mantém um mapa de bibliotecas, além de instruções sobre como construir a sua própria. Infelizmente, a informação está disponível somente em inglês.

7. Biblioteca em cabine telefônica

Quando a British Telecom resolveu tirar a cabine de telefone vermelha icônica na cidade do sul da Inglaterra Westbury-sub-Mendip, os moradores entraram em ação. A cabine telefônica resgatada tornou-se uma das menores bibliotecas do mundo, cuidada por voluntários.

A biblioteca de Westbury-sub-Mendip fica aberta 24 horas por dia e tem uma luz interior para leitura a meia-noite. A seleção de 100 livros, CDs e DVDs vem inteiramente de bibliotecas particulares dos habitantes da cidade. Eles trazem os livros que já leram e os trocam por livros que ainda não leram.

Periodicamente, os voluntários verificam quais livros estão se movendo e quais não. Os livros mais lidos são enviados para uma loja de caridade local e substituídos por novos livros. É muito parecida com a biblioteca que você tem em sua cidade, só que é mais eficiente e significativamente mais compacta. 

6. Biblioteca em mulas
Em 2009, nas montanhas do estado de Trujillo, na Venezuela, a Universidade del Valle Momboy começou um serviço incomum – biblio-mulas, bibliotecas móveis nas costas de mulas que entregam livros a crianças camponesas.

5. Biblioteca ao ar livre em miniatura

Instalada no bairro Nolita em Nova York, nos EUA, em 2013, esta unidade de prateleiras ao ar livre temporária funciona também como uma biblioteca totalmente gratuita. O design inteligente da biblioteca protege os livros dos elementos como chuva e vento, permitindo que as pessoas fiquem sob uma tampa para ver o que está disponível.

A biblioteca foi projetada pela empresa de design venezuelana Stereotank como parte de uma colaboração com a Architectural League de Nova York e o Pen Mundial Voices Festival, que selecionou 10 designers para construir bibliotecas livres em miniatura no centro de Manhattan.

4. Biblioteca gigante ao ar livre

Em 2012, o artista italiano Massimo Bartolini desenvolveu uma biblioteca pública ao ar livre ampla chamada Bookyard, para o festival belga de arte “TRACK”.

Bartolini empregou seus talentos criativos para desenvolver um conjunto de doze estantes instaladas em um estabelecimento originado durante a Idade Média. A forma arrebatadora das prateleiras verdes foi construída em um pequeno campo gramado, e se inclina gradualmente.

As unidades foram cheias com livros para venda por bibliotecas públicas de Gante e Antuérpia, com os lucros desses itens beneficiando as instituições. 

3. Biblioteca com fachada de livros


Esta é a única biblioteca “convencional” da lista, mas o que a torna única é a sua fachada. Este design inovador foi projetado para inspirar o povo de Kansas City, nos EUA, a enfiar seus narizes em um bom livro e, ao mesmo tempo, revitalizar a comunidade.

A característica mais marcante dessa fachada é uma prateleira de livros composta por 22 títulos clássicos escolhidos pelos moradores, que atua como estacionamento da biblioteca. A estante arquitetônica corre entre as ruas Wyandotte e Baltimore e é, definitivamente, a única maneira possível de estacionar dentro de uma cópia gigante de Romeu e Julieta.

2. Biblioteca em tanque de guerra

O ativista e artista Raul Lemesoff criou o “Arma de Instrucción Masiva”, uma biblioteca móvel pacífica.

A obra de arte/veículo tem uma função muito séria: com cerca de 900 livros sobre “prateleiras” no tanque, Lemesoff fornece materiais de leitura gratuitos para qualquer um que queira conforme passeia por centros urbanos e comunidades rurais da Argentina. O artista vê seu trabalho como uma missão que “contribui para a paz através da literatura”.

A biblioteca é construída ao longo de um Ford Falcon 1979, um veículo que era popular com as forças armadas da ditadura militar na época. O que já trouxe opressão militar agora traz a literatura de todos os gêneros em uma coleção constantemente reabastecida através de doações privadas.

1. Biblioteca sobre rodas

Antonio La Cava, um professor italiano aposentado, decidiu que depois de 42 anos de ensino ele poderia fazer ainda mais para espalhar o amor pela leitura entre as crianças. Então, em 2003, ele comprou uma moto usada Ape e a modificou para criar uma biblioteca portátil que abriga 700 livros. Ele viaja com seu chamado “Bibliomotocarro” desde então.

Bônus: Biblioteca em bondinho

A cidade da Curitiba não tem mais um bondinho, mas um bom exemplo localizado na Rua XV de Novembro revive a imagem do antigo transporte público com um novo uso: serve de biblioteca desde 2010, quando foi reinaugurado como Bondinho da Leitura, um espaço para difundir a cultura a todos os cidadãos curitibanos. As pessoas têm o direito de ler e emprestar os livros gratuitamente, até 2 por 15 dias. Para isso, basta apresentar documento de identidade com foto, e comprovante de endereço. 2.500 títulos para todas as idades estão disponíveis.

Em 1973, o local abriu com a intenção de ofertar distração para crianças enquanto suas mães realizavam compras no calçadão. Em 1980, passou a funcionar como serviço de informações ao turista, mas nove anos depois voltou a ser um espaço cultural.

Bônus 2: Furiosa

A “Furiosa” é uma biblioteca móvel do projeto Inclusão Literária, de Cuiabá, no Mato Grosso. Ela roda pelas estradas distribuindo livros e coletando saberes populares das populações rurais do estado.