Moura Ramos Indústria Gráfica: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: mercado gráfico
Mostrando postagens com marcador mercado gráfico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado gráfico. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

O futuro das embalagens europeias

Um estudo da Smithers Pira e da Packaging Europe revela as perspectivas para a indústria de embalagens nos próximos quatro anos.

O valor da indústria europeia de embalagens deve crescer € 19 bilhões nos próximos quatro anos, de acordo com um novo relatório da Smithers Pira e da Packaging Europe . A empresa de inteligência de embalagem e a revista do setor se uniram para produzir o Cenário Competitivo de Embalagens da Europa:

Previsões Estratégicas para 2023 , uma publicação que examina a atual indústria de embalagens e sua evolução futura.

“Este documento estratégico rigoroso e extenso fornecerá um guia indispensável para qualquer um dos nossos leitores que precisam de uma visão do Google Earth das perspectivas para o nosso setor nos próximos anos”,

diz Tim Sykes, chefe de conteúdo da Packaging Europe

A ferramenta de planejamento de embalagem

O relatório altamente detalhado fornece uma visão geral da indústria europeia de embalagens, absorvendo influências econômicas, tendências de consumo e desenvolvimentos na tecnologia de embalagens, antes de se concentrar em países específicos e previsões da indústria para cada um. Em seguida, ele fornece perfis das 40 maiores empresas do setor europeu de embalagens, antes de examinar as oportunidades e ameaças dentro do setor.

“Este documento estratégico rigoroso e extenso fornecerá um guia indispensável para qualquer um dos nossos leitores que precisam de uma visão ‘Google Earth’ das perspectivas para o nosso setor”

“Este relatório é destinado a produtores de matérias-primas, materiais de embalagem e substratos, equipamentos e conversores de embalagens, bem como proprietários de marcas, varejistas e usuários de embalagens operando ou visando o mercado europeu de embalagens”, explica o autor do relatório, David Platt. , falando para a Packaging Europe . 

“O objetivo é oferecer aos leitores uma visão abrangente do cenário competitivo atual e futuro do mercado de embalagens europeu e fornecer o guia definitivo para o planejamento de negócios”.

Embalagem de papel posicionada para crescimento

O relatório analisa mercados específicos no setor de embalagens que deverão ter um forte crescimento nos próximos quatro anos. Com embalagens de uso único cada vez mais sendo alvo de medidas de sustentabilidade, tanto com metas de cidadania corporativa das marcas quanto com regulamentações governamentais, uma das áreas-chave é a embalagem feita com materiais sustentáveis, em particular papel e cartão.

“Dada a atual reação do consumidor contra o plástico de uso único na Europa”, explica David, “as embalagens de papel e cartão estão sendo posicionadas como uma alternativa prática e sustentável às embalagens plásticas”.

Além disso, uma das outras áreas previstas para experimentar um forte crescimento é o mercado de comércio eletrônico. E com 80% desse mercado fornecido por papelão ondulado, o relatório afirma que muitas empresas estão criando unidades de negócios específicas, linhas de serviço e produtos para capitalizar isso.

“Mais consumidores também estão atentos às embalagens dos produtos, de que materiais são feitos e se são descartados de maneira segura e ambientalmente responsável”, diz David. “Os consumidores querem cada vez mais embalagens baseadas em recursos sustentáveis, embalagens que podem ser reutilizadas ou recicladas e menos embalagens.”

Um futuro otimista

Os dados da Smithers Pira mostram que o valor do mercado europeu de embalagens em 2018 foi de € 195 bilhões e prevê que atinja € 214 bilhões em 2023, o que representa um aumento ano-a-ano de 1,9%. Dado este que está à frente do crescimento geral do mercado durante o período dos cinco anos anteriores e do fato de que estamos experimentando um clima geral de incerteza nos negócios, esses números devem ser comemorados.

Para mais informações sobre o estudo do Cenário Competitivo Europeu de Embalagens e para adquirir o relatório original e completo, clique aqui

terça-feira, 2 de julho de 2019

Porque a sua empresa precisa de materiais gráficos

O uso de materiais gráficos é algo de extrema importância, pois eles estão diretamente ligados a imagem da empresa e como as pessoas vão vê-la. 

Materiais gráficos como cartão de visita, flyers e papel timbrado, quando bem desenvolvidos, auxiliam na apresentação e divulgação da empresa, trazem maior credibilidade à marca e ainda transmitem mais seriedade. E com isso a empresa só tem a ganhar, com o fortalecimento da marca e geração de ainda mais conversões.

O material gráfico pode ser o ponto de partida entre a empresa e o consumidor, aí está a importante necessidade de ser produzido com qualidade, com imagens, cores e informações bem específicas... conseguem prender mais a atenção do leitor e fazer com que ele realmente veja o que você está oferecendo.

Muitas empresas canalizam seus esforços para o marketing digital, como único meio de comunicação da empresa, investindo na criação de websites, e-mail marketing e fanpages. Apesar de super eficazes e de extrema importância, a comunicação virtual não deve agir sozinha e deve-se considerar a possibilidade de se trabalhar com materiais gráficos impressos.

Por isso a necessidade de se contratar uma empresa especializada em materiais gráficos, que tenha um bom portfólio, possua profissionais de qualidade para produzir materiais de alto padrão e com preço justo.

Os materiais gráficos são imprescindíveis para empresas de todos os portes e segmentos. É um investimento que pode trazer ótimos resultados para sua empresa. Aí vão algumas dicas sobre alguns materiais gráficos:

FLYER

No comércio, por exemplo, é importante o uso e distribuição do flyer, pois divulgará a marca rapidamente para o público da região que deseja atender.





PAPEL TIMBRADO E PASTA PERSONALIZADA

Se a empresa entrega propostas, o ideal é utilizar papel timbrado e pasta personalizada, isso traz seriedade e credibilidade.





CARTÃO DE VISITA

Cartões de visita são indispensáveis para todos os ramos de atuação, pois neles contêm informações para o cliente poder entrar em contato com a empresa.




SACOLAS PERSONALIZADAS

Para empresas que trabalham no ramo do vestuário, a dica é investir em sacolas personalizadas.

Elas também podem ser utilizadas em eventos, lojas de presentes e muitos outros ramos. Vai depender da estratégia da empresa e criatividade das agências.


quinta-feira, 25 de abril de 2019

Confira 7 dicas do mercado de embalagens

Resultado de imagem para dicas embalagens
Em algum momento você já pensou nos atributos que possuem as embalagens? 

Elas possuem muitas funções como conter, proteger, facilitar o manuseio e também o translado dos produtos. Para o time de marketing, compras e vendas, o mercado de embalagens vai além, pois melhora a imagem e aumenta o valor agregado do produto.

Seja sacola, papel de presente ou caixa, elas necessitam de um aspecto visual diferenciado para sua marca ter maior atração do cliente. É um componente decisivo para o sucesso comercial de qualquer produto. O consumidor é fortemente influenciado por elas, pois representam um vendedor silencioso.

Veja agora 7 dicas para tornar as suas embalagens inesquecíveis e alavancar as suas vendas:

1. Personalize suas embalagens

Para pessoas comuns, falar em embalagens personalizadas pode ser algo óbvio, que não merece tanta atenção, mas para profissionais da área pode ser uma grande oportunidade de criar uma estratégia de negócios.

O mercado de embalagens possui algumas particularidades e deve ser trabalhado no sentido de aproximar o cliente do universo da loja, fazendo com que a sua embalagem tenha a cara da empresa que representa.

Explore bem seu logotipo e foque nas cores que você usa em sua empresa. Mais do que proteger o produto, a embalagem deve ter a capacidade de atrair o consumidor, despertando o desejo de consumir.

A embalagem bem personalizada deve andar junto com a identidade visual do produto, destacando as suas características.

Datas comemorativas e eventos sazonais são grandes oportunidades para personalização das embalagens, fazendo com que o cliente tenha uma boa impressão do seu negócio.

Investir na personalização das embalagens não é um gasto, mas um investimento, alavancado vendas e aumentando a visibilidade das empresas.
2. Mantenha a embalagem pequena e leve

É essencial que a embalagem seja leve e tenha dimensões reduzidas, com design criativo e atrativo, sem exageros, passando segurança aos clientes.

A embalagem também deve ser flexível e proporcionar praticidade, sendo fácil de abrir e de fechar e “vestir bem o produto”, ou seja, adequando-se às suas dimensões.

Outra característica para a escolha de embalagens pequenas e leves está relacionada à redução dos impactos ambientais. Quanto maior o volume das embalagens, maiores os custos agregados, tanto na fabricação quanto no tratamento dos resíduos.

Um ponto a ser levado em conta também são os custos operacionais. Embalagens leves e pequenas precisam de menos espaço para armazenamento e são mais baratas.

A empresa economizará recursos, que poderão ser aplicados em melhorias que possibilitem tornar a experiência de compra cada vez melhor.

3. Lembre-se de agregar a nota fiscal

Muitos não sabem, mas a emissão de nota fiscal na compra de um produto ou serviço é obrigatória, tanto nas transações presenciais como nas feitas on-line. É um item essencial nas transações realizadas.

Para aqueles que trabalham com e-commerce, agregar a nota fiscal na embalagem é essencial para dar credibilidade ao empreendimento. O cuidado deve ser redobrado, haja vista que a entrega é postal e a falta de uma nota pode trazer graves problemas no pós-venda.

4. Imprima etiquetas com informações

As informações são essenciais, especialmente se você trabalha com vendas não presenciais, seja por e-commerce ou televendas.

É preciso que a embalagem identifique o cliente, traga o endereço, número do pedido e informações que facilitem o contato do consumidor como telefone, e-mail ou outro canal de relacionamento.

Nada de escrever o nome do destinatário com caneta de forma relaxada. O ideal é a impressão de adesivo ou etiquetas, onde as informações do cliente serão digitadas previamente. Isso agrega valor ao produto e oferece maior confiança ao cliente na hora de procurar novamente pela sua loja.

Se você possui um contrato com os correios, terá acesso ao endereçador, um sistema que permite a impressão de etiquetas já com o logotipo de sua loja.

Caso suas vendas se concentrem apenas em loja física, capriche no logotipo e insira as redes sociais, filiais e todos os canais de comunicação de sua loja.

5. Conheça bem a gama de produtos que oferecerá

É importante ter domínio das características de seu produto para que as embalagens atendam às propriedades físicas como peso, dimensões e sua resistência.

Esse entendimento facilitará a logística e o processo de compras. Se o mix de produtos for grande e as características distintas, diversos tipos de embalagens devem ser confeccionadas.

6. Capriche nas dobras e no arremate final se você trabalha com vestuário

Na área de vestuário, o mercado de embalagens está intimamente ligado à fixação da dobra do produto, permitindo um bom acabamento. Isso só é permitido por meio de papéis especiais como a seda, por exemplo.

A atenção na dobra evita que o produto amasse, o que é muito importante. O arremate final feito de forma correta e cuidadosa faz com que o cliente fique com uma boa impressão ao abrir sua encomenda.

Neste segmento, não adianta um produto com bela embalagem e com péssima dobra, pois o produto chegará amassado e mal apresentado, gerando uma imagem negativa do produto e da empresa.

7. Invista em embalagens ecológicas

O consumidor está cada vez mais preocupado e envolvido com questões ambientais, o que tem motivado muitas pessoas a priorizar e até recomendar empresas que apresentam ações voltadas para a sustentabilidade.

Entre os produtos que são usados para esse fim estão o papel kraft, algodão cru, tecido de PET e TNT. Com relação ao papel kraft, que é muito utilizado em sacolas retornáveis, é necessário lembrar que se deve adquirir o produto de empresas que realizam reflorestamento.

As ecobags são criadas com a função específica de substituir as sacolas plásticas de supermercados, que são de difícil degradação. Produzidas por lona ou outros materiais como garrafa PET, representam grandes veículos de marketing sustentável, atendendo a um público ávido pelas práticas ecologicamente corretas.

É importante perceber que o mercado de embalagens é uma área que agrega ao produto visibilidade e que faz com que a sua utilidade esteja além da proteção. Pode ainda servir como um excelente canal de marketing, gerando aproximação com o consumidor e aumentando o engajamento e as vendas.


terça-feira, 5 de março de 2019

Como a tomada de dados pode ajudar as empresas a inovar



A Serasa Experian tem usado a própria expertise para colaborar com a inovação dentro de outras empresas. Entenda como esse processo se desenrola.

Mais do que uma ferramenta utilizada para conhecer e identificar clientes, os dados têm sido utilizados pelas empresas como insumos estratégicos, capazes de influenciar vários tipos de tomadas de decisão. Prova disso é o resultado de um estudo da Experian: ele revela que 20% das empresas declaram estar no nível mais alto de gestão de dados.

Mas o que isso quer dizer? Seguindo os critérios da pesquisa, tais empresas contam com um Chief Data Officer (CDO) responsável pelos ativos de dados corporativos, têm o monitoramento da qualidade dos dados como uma operação padrão e possuem uma plataforma por meio da qual criam perfis, monitoram e visualizam dados. Ou seja, cuidam do tema como algo essencial.

Contudo, quando o assunto é o uso de dados orientado para a inovação, ainda há espaço para evoluir. Segundo Olivier Devaux, gerente sênior do Datalab da Serasa Experian, existem ainda empresas que não possuem ferramentas, sistemas ou pessoal preparados para essa missão – apesar de terem consciência da importância do tema. Algumas delas, inclusive, não sabem quais perguntas precisam responder por meio das informações coletadas.

Essa inexperiência é natural e pode ser solucionada por meio do apoio de outras empresas, como a própria Serasa Experian. “Temos como missão estimular o uso de dados voltado para a inovação”, explica o executivo. A companhia desenvolve projetos variados com esse objetivo, de acordo com a demanda e a necessidade da empresa-cliente. Na prática, usam uma metodologia que inclui a realização de workshops, a junção de dados da própria Serasa e da empresa cliente e, é claro, o apoio de experts em dados. “Essa é uma das formas que encontramos de ajudar empresas que têm dados e perguntas a serem respondidas, mas não sabem por onde começar”, conta.

Diante dessas circunstâncias, a Serasa Experian busca oferecer uma gama de serviços capaz de responder a vários tipos de demanda. “Se o cliente não tem dados, usamos os nossos para ter resultados significativos”, explica. “Se a necessidade é de pessoal especializado, usamos a nossa equipe”.

Todo esse processo acontece dentro do Datalab. O espaço, criado especialmente para pensar inovação, impactou inclusive a cultura da Serasa Experian. De acordo com o executivo, a visão da empresa se tornou menos tradicional após o desenvolvimento do espaço que, no dia a dia, provoca todas as unidades de negócio a pensar diferente. Afinal, como afirma Devaux, a inovação é responsabilidade de todos – e isso vale para todo o mercado.


quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Porque o uso de uniformes profissionais são tão importantes nas empresas



Hoje em dia, os uniformes profissionais não são mais vistos apenas como uma forma de padronização dos funcionários, mas como um cartão de visitas da empresa, responsável pela identificação de uma marca.

Para muitos clientes e fornecedores, os uniformes representam a preocupação da empresa com o bem-estar de seus colaboradores, além de inspirarem confiança, comprometimento e até higiene, dependendo do segmento de mercado.

A principal vantagem da utilização de uniformes profissionais é a criação de um ambiente profissional, mais formal e sem tantas variações de estilos. Isso ainda incentiva os colaboradores a se sentirem parte de uma equipe, o que é excelente para o empresário que deseja trabalhar a cultura da etiqueta profissional em sua organização.

Além de facilitar a identificação do funcionário, os uniformes também são importantes para a segurança do trabalho, já que, em muitas profissões, uma vestimenta adaptada evita riscos de acidentes.

Outra característica dos uniformes profissionais é que eles estão cada vez mais elaborados esteticamente e adaptados às tendências da moda, assim como são criados modelos práticos, confortáveis e duráveis.

Mas, para que o uso de uniformes seja realmente efetivo, é essencial que sejam escolhidas peças confeccionadas com alta qualidade, bons tecidos e que atendam a critérios de modelagem, corte e costura definidos pela empresa.

Mais um ponto positivo considerado é a economia de tempo e dinheiro para os funcionários, já que eles não terão que se preocupar em sempre ter roupas adequadas para o trabalho. Do ponto de vista dos empresários, a relação custo/benefício na compra de uniformes profissionais para os colaboradores também é vantajosa.

Por fim, é importante lembrar que, segundo a legislação, se o empregador exigir o uso de uniformes profissionais, ele tem o dever de disponibilizar as peças aos funcionários.

Fonte: Apatita

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

É preciso se reinventar sempre para encarar os desafios do mercado



A capacidade de se reinventar perante os desafios do mercado

O mundo empresarial está em constante evolução e por isso todos os dias os profissionais encaram situações diferentes que os obrigam a tomar novas decisões, que não foram ensinadas na sala de aula pois são inéditas e empíricas.

Neste contexto há dois tipos de profissionais: aqueles que ignoram os sinais de mudança e continuam a insistir nos métodos existentes e aqueles profissionais que percebem que é preciso evoluir junto com o mercado para não ser atropelado pela concorrência.

A área de marketing digital é aquela em que vemos esta transformação de forma mais clara, pois há sempre uma app nova, um modelo novo de equipamento, uma forma nova de se expressar com os clientes e de receber feedback dos consumidores através de meios tecnológicos.

Entretanto há possibilidade de inovação em todos os âmbitos, pois a sociedade evolui os seus hábitos de compra e descobre novas formas de consumir, fazendo com que surjam novas necessidades no mercado.

Não é preciso esperar um momento de crise para gerar novas oportunidades, mas é imperativo ficar atento às tendências e ter abertura a atualizações que tornem os processos mais ágeis e lucrativos.

Poderá fazer um rápido estudo de mercado e perceberá que as grandes marcas estão sempre a lançar novos modelos que atendem aos desejos dos consumidores. As pequenas marcas e o comércio local também evoluem, tamanha é a quantidade de estabelecimentos que prezam por um ambiente bonito e organizado para proporcionar o bem-estar do cliente desde o momento em que se entra no espaço.

Seguem alguns questionamentos que ajudam os empresários a desenvolverem-se e progredirem o seu negócio conforme os desafios do mercado:
  1. O seu produto pode evoluir? O seu consumidor utiliza este produto da mesma forma ano após ano?
  2. O que são feitas com as sugestões e as reclamações dos clientes? O seu produto melhora com as críticas que recebe?
  3. Há alguma formação que os seus funcionários possam fazer para aperfeiçoarem técnicas de atendimento e de serviços de venda e pós-venda?
  4. Há espaço para os colaboradores sugerirem novos métodos de trabalho e espaço para que reforcem laços de equipa?
  5. Como está a componente emocional dos seus funcionários? São motivados, mantém a proatividade, conseguem resolver conflitos e gerir o stress?
  6. Há novas formas de serviço dentro do seu ramo? O seu cliente está interessado nestas formas?
  7. Quais são as formas de serviço que o seu concorrente oferece e você não? Como ele informa estes serviços ao público?
  8. A sua área de atuação e a forma de distribuição no mercado pode ser diferente?
  9. Há formas tecnológicas para tornar os sistemas utilizados na empresa mais ágeis?
  10. A sua loja ou ponto de venda pode ser melhor organizado, para proporcionar uma experiência mais cativante ao cliente?
  11. Há possibilidades de parcerias com empresas que oferecem serviços complementares aos seus?
Não tenha medo de reelaborar a estratégia de negócio, pois no mercado atual, quem não tem capacidade de se reinventar não sobrevive.

Estamos em uma era em que as dificuldades não aparecem apenas quando se fazem coisas erradas, mas também quando se continua a fazer as coisas certas por tempo demais.

Não espere ter resultados diferentes quando continua sistematicamente a fazer as mesmas coisas. Ouse mudar e questione-se.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Os grandes desafios do mercado para as criação de embalagens


A EMBALAGEM HOJE E SEUS NOVOS DESAFIOS

Hiper-conectividade, hiper-competição, similaridade tecnológica e globalização são palavras-chave que formam em grande parte o painel da modernidade.

A sociedade atual acelerou o processo de produção de bens e ampliou muito o acesso aos produtos por meios cada vez mais diversificados e sofisticados.

Este processo vem colocando sobre a embalagem uma enorme carga de exigências que ampliam suas funções e o papel que ela desempenha no composto de marketing, onde verbas cada vez menores têm que ser distribuídas por um número cada vez maior de canais de TV, emissoras de rádio, revistas, jornais, web e uma infinidade de redes sociais, “new media” e “no media”.

Todos estes canais se defrontam com o fato do consumidor ter cada vez menos tempo para se dedicar a cada um deles pois seu tempo está sendo disputado por inúmeras atividades que se oferecem a todo instante.

Assim, cabe à embalagem desempenhar um papel cada vez maior na interface com o consumidor pela oportunidade que ela tem de adentrar o seu mundo físico, fazer parte de sua vida e habitar sua mesa, geladeira, armarinho do banheiro e outros espaços do domicilio. A embalagem está cada dia mais presente nos automóveis, no consumo em movimento, nos escritórios e nas atividades out-door.

A embalagem que consegue penetrar no lar do consumidor, no seu escritório, no seu carro, representa uma oportunidade valiosa de comunicação. Quando ela consegue se integrar com outras ações de marketing desenvolvidas pelo fabricante do produto, esta oportunidade é potencializada.

Produtos que não têm apoio de comunicação precisam ainda mais da embalagem, pois ela é seu único recurso para competir muitas vezes entre mais de 100 mil produtos diferentes, que é o número de itens que um hiper-mercado oferece à seus clientes. Por isso, além de expor o produto buscando chamar a atenção, a embalagem moderna precisa seduzir, comunicar e construir vínculos com o consumidor oferecendo “algo mais” que vai muito além da sua função original de conter e proteger o produto. As exigências que recaem hoje sobre a embalagem são enormes e só os profissionais que compreenderem essas exigências poderão tirar proveito das oportunidades que elas trazem.

A hiper-conectividade e sua decorrente hiper-atividade tem gerado novos hábitos nos consumidores que estão ampliando suas “jornadas” para atender todas as suas demandas de trabalho, estudo continuado lazer ativo e cuidados com o físico e a saúde.

Ir do trabalho para a academia, para a pós-graduação, MBA, inglês, yoga e assim por diante, passou a fazer parte da vida de milhões de habitantes dos grandes centros urbanos, sendo que esta dupla ou tripla jornada faz com que estas pessoas passem a se alimentar com snacks e “express food”, pois não têm mais tempo para refeições convencionais, isto tem gerado novas demandas para a indústria de alimentos e ensejado o aparecimento de novas embalagens que possam ser transportadas e usadas em trânsito ou num lapso de tempo entre uma jornada e outra.

Para prover maior comodidade aos cada vez mais “sem tempo”, a indústria de embalagem tem criado novas tecnologias que permitem conservar os alimentos frescos por mais tempo como é o caso da embalagem com atmosfera modificada (ATM) que permite conservar carnes, frutas, legumes e verduras fresquinhos por mais tempo.

Novos filmes barreira incorporam ação antibiótica e bactericida que evita o desenvolvimento de micro-organismos dentro da embalagem pela liberação progressiva de agentes químicos e biológicos, aditivos que estão na embalagem e não no produto, que dessa forma permanece mais natural.

Embalagens inteligentes desenvolvem ações programadas que informam ao consumidor ocorrências variadas indicando, por exemplo, que o produto foi descongelado inadvertidamente ou revelando o vencimento da data de validade através de alertas cromáticos, pois com a aplicação de tintas reativas pode-se saber se o produto atingiu o ponto inadequado resfriamento para consumo, expirou o prazo de validade e assim por diante. São inúmeros os exemplos de tecnologias que vêm transformando a embalagem num dos componentes relevantes da vida moderna.

Liderando o processo de inovação, estão os pesquisadores que se dedicam a estudar o consumidor e detectar suas necessidades e expectativas, pois são elas que orientam os futuros desenvolvimentos e alimentam a acirrada competição entre os diversos fabricantes de embalagens.

A competição para apresentar novas soluções que atendam as necessidades e encantem os consumidores tem feito da indústria de embalagem um setor de inovação tecnológica por excelência, pois toda vez que uma empresa consegue uma solução de sucesso, ela obriga seus concorrentes a reagirem para acompanhá-la ou tentar superá-la. Esta dinâmica competitiva é responsável pelo avanço constante e acelerado deste setor que já está alcançando um estágio de vanguarda que se assemelha ao que até então era visto apenas como “ficção científica”.

Embalagens conceito criadas como antecipação do futuro indicam o que poderá ser uma realidade concreta daqui a alguns anos e os cenários que se apresentam demonstram que no futuro o desenvolvimento e o design de embalagem serão cada vez mais atividades de vanguarda que terão repercussão direta na qualidade de vida das cidades e das gerações que virão.

Uma questão que está na pauta desta evolução é a contribuição social da embalagem em diversos setores, principalmente na conservação de alimentos onde a redução de desperdício tornou-se uma necessidade premente pois dados internacionais demonstram que mais de 30% de tudo o que é produzido no campo não consegue chegar a mesa das pessoas por falta ou deficiência de embalagem.

Diante disso, cabe aos profissionais da indústria de embalagem e das empresas que as utilizam, se prepararem melhor, adotando uma nova visão de seu trabalho e suas crescentes responsabilidades. Não é mais possível conceber a embalagem apenas pelo seu lado estético ou como “transportadora do produto”, é preciso compreender a dimensão complexa e a importância cada vez maior que ela vem assumindo no mundo contemporâneo. Somente com uma ampla visão que abranja os aspectos mercadológicos, comportamentais, industriais e tecnológicos, além das questões técnicas intrínsecas da embalagem, a indústria poderá fazer frente às novas exigências que recaem sobre seus produtos.

Por outro lado, conceitos atuais como o “Branding” inserem a embalagem como fator importante no processo de construção e manejo integral da marca, pois ela representa o elo concreto de ligação com o consumidor capaz de consolidar os valores essenciais da marca e criar vínculos emocionais a partir da experiência com o produto no momento de consumo, lembrando que a embalagem é a representante no mundo físico de toda a estratégia de comunicação destes valores que estão presentes neste momento crucial em que o consumidor realiza a experiência de consumo.

Os profissionais de marketing que estão na vanguarda desta atividade já descobriram que um dos meios mais eficientes de levar o consumidor ao site de seus produtos é utilizar a embalagem para convidar e incentivar a conexão, ampliando assim o contato com ele e expandindo as possibilidades de relacionamento continuado. A conexão da embalagem com a WEB está abrindo uma nova fronteira a ser explorada.

A embalagem hoje é tudo isso. Produzir embalagens vencedoras requer conhecimento multidisciplinar e a interação com os demais profissionais e empresas que atuam na cadeia produtiva. Conhecimentos de Marketing, Indústria e Tecnologia passam a ser obrigatórios para quem pretende atuar com sucesso nesta atividade, especialmente os designers que tem sob sua responsabilidade a tarefa de conceber a forma final com que todas estas exigências será apresentada ao mercado e a escolha dos consumidores no ponto de venda.

Os designes precisam compreender que o conhecimento da sua parte específica no conjunto das atividades e processos que resultam na embalagem final que encontramos nas gôndolas por si só, não garante mais o bom resultado.

A competição está cada vez mais complexa e todos os integrantes da cadeia produtiva da precisam trabalhar juntos para obter o sucesso final que é a escolha do produto pelo consumidor em meio a seus concorrentes.

Os designers tem um papel relevante neste processo e precisam saber mais e ir além do desenho se quiserem obter sucesso nesta desafiadora atividade que é a produção de embalagens que atendam de verdade as exigências dos dias de hoje.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Quais são as vantagens das embalagens de papel?



O papel é um material com diversas aplicações no nosso cotidiano. Muito versátil, ele pode servir de inspiração para diversos tipos e tamanhos de embalagens, mas além disso, quais são as vantagens da embalagem de papel?!

O uso de embalagens de papel e o meio ambiente
  • O papel é reciclável e biodegradável;
  • Embalagens de papel são mais leves, resistentes, higiénicas e econômicas, criam uma barreira muito eficaz contra contaminantes;
  • Reduz o desmatamento de árvores quando recicladas;
  • O impacto ambiental é reduzido, devido à novas formas de fabricação de papel, diminuição do consumo de energia e água no processo, pela crescente utilização de fibras recicladas na fabricação do papel novo;
  • A reciclagem de papel poupa os recursos naturais e diminui o volume de resíduos encaminhados para aterros.
O papel que já não pode mais ser reciclado, se torna valorizado energeticamente, através da sua transformação em combustível, utilizado depois para a produção de energia.

A embalagem de papel como estratégia de marketing
  • Proporciona uma ligação emocional e pode estimular sentidos;
  • Amplamente adaptável a qualquer tipo de produto;
  • Pode se tornar um souvenir;
  • Pode se imprimir a comunicação e atrair o consumidor.
E aí, gostou? Comente e dê a sua opinião! E se precisar de uma embalagem diferenciada, fale com a gente. Temos vários projetos e modelos esperando por você! ;) 


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Designer precisa fazer faculdade?


Uma polêmica nem um pouco nova: Designer precisa fazer faculdade?

Eis uma questão que sempre nos ronda e é uma grande polêmica no meio. Será que designer precisa fazer faculdade? Sem dúvidas, a faculdade é um momento importante, mas o mercado de trabalho atual já deixou bem claro que ter uma formação acadêmica não é garantia de nada. Em termos de experiência profissional, é possível que a faculdade não faça diferença, mas ela é uma etapa crucial na vida adulta.

Além disso, o mercado nos mostra todos os dias que a faculdade não é um diferencial. Todo mundo conhece tanto os “micreiros” que entendem um pouco de software e ferramentas, porém nada de técnica ou teoria; os designers de formação que infelizmente são medíocres; e sem dúvida alguns profissionais com experiência e portfólio incríveis com formações que não tem muito a ver com o design.

Outra coisa muito clara é que não é a faculdade quem faz o profissional, e sim o contrário, e dependendo da dedicação aplicada, a pessoa pode se tornar um bom designer utilizando tudo o que a formação pode oferecer.

A resposta para essa pergunta não é simples, e depende muito da realidade e da personalidade de cada um. Antes de responder a isso, você precisa fazer algumas perguntas a você mesmo.

1. Qual é a carreira que você quer seguir dentro do Design?

A evolução do design tem ramificado cada vez mais as possibilidades de carreira dentro da área. A divisão que antes era apenas entre design gráfico, design de produto e web design hoje tomou proporções muito maiores. Service design, business design, design thinking, UX, UI, product design, entre outras, estão entre as inúmeras alternativas. Além da grande quantidade de carreiras, você também vai encontrar possibilidades muito diversas de formação, desde cursos técnicos, tecnólogos, com duração que vai desde 1, 2 anos até 4 anos.

Outra coisa a se levar em conta em se tratando de carreira é o tipo de emprego que você busca. Se você quer, por exemplo, trabalhar em grandes empresas ou agências, a necessidade de uma formação pode falar mais alto, dependendo da cidade onde você está. Muitos recrutadores utilizam a formação como filtro para selecionar os melhores profissionais, apesar de não ser um fator decisivo.

Entretanto, se você tem uma veia mais empreendedora e pretende trabalhar como freelancer ou abrir seu próprio negócio, a formação pode não fazer muita diferença. Os clientes vão estar interessados na qualidade da sua entrega acima de tudo, então o portfólio e a experiência têm um peso maior. A mesma coisa vale para quem quer crescer no ramo de startups.

2. Como você pretende aprender?

A resposta para essa pergunta tem muito a ver com a sua personalidade, disciplina e organização pessoal. Você é capaz de se dedicar verdadeiramente a aprender algo novo sozinho? Se sim, talvez você possa estudar sozinho. Mas que fique bem claro que eu não estou falando aqui de aprender ferramentas, de aprender a mexer no Photoshop ou no Illustrator. Saber mexer nas ferramentas do momento não é diferencial algum, e é algo que pode ser feito por qualquer “sobrinho” ou “micreiro”.

Se você é o tipo de pessoa autodidata que mergulha de cabeça quando quer aprender algo e sabe que vai realmente se dedicar a aprender e estudar as técnicas, processos e as áreas teóricas, existem várias possibilidades. Você pode tirar o melhor proveito possível de uma formação acadêmica, mas também pode aprender muito sozinho ou através de cursos online.

Aliás, abro um parênteses aqui para comentar que eu fiz faculdade, em um curso não muito reconhecido no Brasil, porém nunca parei de estudar e me especializar. Atualmente, eu continuo investindo o máximo que posso em cursos digitais, que agregam imensamente minha carreira e meu portfólio.

3. Como você pretende adquirir experiência e prática?

A experiência e a prática são o grande diferencial da profissão, é realmente aqui que se separa o joio do trigo. Sendo bem sincero, a formação vai gradualmente perdendo a importância quando você se aprofunda na experiência e na prática, mas é extremamente importante que você se mantenha informado e atualizado sobre as tendências da sua área.

É claro que a formação acadêmica, quando bem aproveitada, pode trazer frutos muito bons em termos de experiência e prática. Por outro lado, o profissional que já possui estrada e já conhece muito bem esses dois ingredientes também pode usufruir de tudo o que uma faculdade pode oferecer.

Mas e se você já tem uma formação acadêmica que não é especificamente na área de design? Você pode aproveitar o conhecimento que adquiriu na faculdade, seja ela de Marketing, Publicidade e Propaganda, Programação, entre outras e buscar o conhecimento e a prática da área de design, por que não?

Afinal, é uma escolha pessoal!

No final das contas, fazer ou não uma faculdade de design para trabalhar na área vai muito de cada um. Se você é um profissional de uma área correlata, com anos de experiência e mercado, voltar para a faculdade pode ser cansativo e nem tanto proveitoso. Aliás, conforme já comentei aqui em outros posts, algumas áreas do design estão fervendo com oportunidades, como o User Experience e a área de Design de Interfaces. E para essas áreas, a formação acadêmica não importa tanto, mas sim um conhecimento profundo dos métodos e processos de criação, além de um portfólio bem notável.

Você acredita que é necessário fazer faculdade para ser um bom designer? Deixe aqui nos comentários a sua opinião!

Por Felipe Melo Guimarães para o https://chocoladesign.com

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Diga NÃO a CRISE em 2018




Todos que se arriscam a avaliar as perspectivas da economia do Brasil em 2018 fazem um exercício visionário buscando identificar como poderemos gerir nossos negócios evitando os obstáculos e desafios de um ano eleitoral e aproveitando as oportunidades de uma economia em suave reaquecimento.

Roberto Abdenur, diplomata e ex-embaixador em Washington, disse recentemente num programa de TV que há apenas duas pessoas cujas palavras têm impacto mundial: o Papa e o Presidente dos Estados Unidos. E recentemente Donald Trump, entre vários outros comentários histriônicos, disse que a Coréia do Norte vai enfrentar fogo e fúria, o que poderia ser caracterizado quase como uma declaração de guerra. Enquanto isso, a Bolsa de NY registrava altas memoráveis e recordes absolutos, chegando a 22 mil pontos. 

Como se não bastasse isso, o mandato de Trump é denunciado como ilegítimo pela grande maioria da mídia mais favorável ao Partido Democrata, em função da propalada intervenção da Rússia na eleição americana. Secretários e assessores diretos de primeira linha do presidente são derrubados da noite para o dia. Passeatas se acumulam por centenas de cidades. No entanto, a economia nos Estados Unidos nunca apresentou sinais tão positivos de evolução – acaba de surpreender com um crescimento de 3% no segundo trimestre.

Isso deveria nos ensinar algo e servir de inspiração: Nosso futuro está em nossas mãos, e não nas do governo. O que vem por aí depende de nós, e não das autoridades de plantão. O que vemos na mídia deve servir apenas como dado relevante, e não como desculpa limitante. Fazemos uma evidente confusão ao lermos as manchetes. Elas são importantes instrumentos de informação, jamais instrumentos de gestão e decisão empresarial.

É bem verdade que, nos Estados Unidos, o Presidente Donald Trump acaba tendo menos poder do que o Presidente Temer tem por aqui. Pois no Brasil, infelizmente, 45% da economia ainda estão nas mãos públicas, burocráticas e improdutivas do governo. E é claro que também precisamos mudar esse estado das coisas.

É essa gigantesca máquina de indicar, aliciar e favorecer que está hoje sob julgamento nos tribunais e na opinião pública. Precisamos e devemos privatizar quase tudo que for possível e colocar a iniciativa privada na cadeira de comando da economia.

Somos protagonistas e não coadjuvantes do progresso e desenvolvimento. Mas enquanto isso não se concretizar em toda sua extensão desejável, devemos relativizar o que lemos e focar no que fazemos. Quem muda o País e altera o destino dos negócios são nossas decisões e não as periódicas eleições.

A agricultura brasileira nos deu um exemplo notável de que isso é possível. Nenhum setor foi tão afetado por exageros e pressão dos que são contra a evolução do país quanto nossas fronteiras agrícolas. Quem não se lembra dos ataques destrutivos à Embrapa. E as milhares de invasões e incêndios em plantações por todo o País.

Isso sem falar da demagogia da reforma agrária cantada em prosa e verso até nas novelas da TV, a exagerada proteção às terras indígenas, a perseguição implacável aos transgênicos, que mais tarde ficou provado, permitiriam a maior produtividade que hoje observamos.

Nada disso foi problema para fazer de nossa agricultura um exemplo para o mundo apresentando um crescimento exponencial e se transformando num dos pilares que sustentam nossa economia.

Temos de reconhecer: a imprensa tem dado excessiva atenção a uma correlação biunívoca entre política e economia. Isso gera uma profecia autorrealizável. Achamos que enquanto não resolvermos os problemas políticos, a economia não vai. Essa crença limitante precisa ser revisada.

Nossa economia é pujante e diversificada. Nossas instituições nos deram exemplos de que estão aí para garantir um cenário estável de razoável segurança jurídica. E nossos empresários estão acostumados a trabalhar na instabilidade. Então está tudo bem? Não, longe disso.

Mas não podemos deixar que a instabilidade política, a disputa de ego entre poderes e o desejo de hegemonia de grupos de pressão decidam nosso destino e nosso futuro. Isso significa continuar trabalhando muito e focar mais na ênfase do que precisa ser feito, e não do que poderiam ter feito. E significa, também, menos atenção à política e a Brasília e mais atenção ao que precisamos realizar em cada uma de nossas cidades, fábricas e escritórios.

Sam Walton, fundador da WalMart nos ensinou a ver a Macroeconomia com uma lente mais precisa, relativizando sua importância e impacto. Certa vez, cansado de ser questionado sobre a recessão, a crise e o desemprego numa das fases difíceis da economia americana, Walton reuniu a imprensa e fez a seguinte declaração: “Tenho ouvido falar muito sobre crise e recessão ultimamente, mas fiz uma reunião com minha diretoria e resolvemos não participar.” E foi pensando assim, e principalmente agindo dessa forma, que a WalMart se transformou na maior empresa de varejo do mundo.

Em qualquer país sério, um ano eleitoral é mero detalhe de calendário. Independentemente de quem vença a eleição, os negócios continuam, a vida segue em frente e as instituições garantem um controle razoável de quaisquer desvios de curso. Precisamos ter essa dimensão relativa da política para poder gerir nossos negócios com eficiência.

É verdade que, nas últimas décadas, muitos empresários se aproveitaram dessa proximidade com o Governo e se locupletaram do poder conivente. A Lava Jato, e todas as suas consequências, nos acena com uma nova dimensão moral e cívica para o País. E isso também é uma grande oportunidade que podemos aproveitar.

Até hoje, estávamos numa guerra assimétrica, em que a competência e a eficiência acabavam sendo empanadas pelo conchavo e benesses a um bando de privilegiados e favorecidos. Mas isso mudou, ou está mudando. E a imprensa livre e democrática está tendo um papel fundamental nessa revisão moral do País.

Não haverá mais espaço para amigos do rei e sim para amigos do roi – return on investment. Podemos agora competir em pé de igualdade, sem favores escusos ou benefícios implícitos. É hora de trabalhar e esperar resultados pelo esforço e dedicação, não pela mão invisível da corrupção. Como diria o Barão de Mauá, “O melhor programa econômico do governo é não atrapalhar aqueles que produzem, investem, empregam, trabalham e consomem!“.

A verdade é que somos donos do nosso destino. E precisamos exercer esse direito e essa obrigação em nome de um país mais justo e mais promissor. Pessoas e organizações não devem apenas se preparar para o que vem por aí. Devem provocar e alterar esse caminho. Por isso, mais do que almejar ou tentar prever algo para 2018, devemos agir agora e transformar 2018 na realidade que queremos. Essa é a nossa verdadeira missão...

Fonte: Por Walter Longo (Presidente do Grupo Abril) para o https://www.linkedin.com

terça-feira, 19 de julho de 2016

Como fechar corretamente arquivos para envio à gráfica


Hoje, acompanharemos estas dicas do pessoal do Choco La Design sobre fechamentos de arquivos e os cuidados que o designer deve ter antes de entregá-lo para a gráfica. Esse post é muito importante, poi poderá ajudá-lo a deixar o seu trabalho mais bonito, bem feito e evitará problemas na produção do seu material, principalmente no que se refere a atrasos e retornos do arquivo. Confiram:

  • Sangria de no mínimo 3 mm para todos os lados;
  • Elementos a pelo menos 3 mm longe do corte;
  • Todas as imagens e vetores precisam estar em CMYK;
  • Quando usar uma cor pantone, usar um referência impressa, pois os monitores não reproduzem as cores exatamente iguais as impressas, e pode ter um grande variação;
  • Sempre transforme os arquivos em curvas, ou anexe as fontes no arquivo;
  • Sempre deixar as páginas centralizadas, para não correr o risco de na hora do corte, a página ser cortada errada;
  • Vernizes, auto-relevo e clichês dos impressos devem ser feitos sempre em uma cor só (preto), e sempre adicionar uma página com esses arquivos;
  • Não copie e cole elementos de um programa para outro (Photoshop para Corel, por exemplo), pois este elemento, devido a essa diferença dos software, não sairá no fotolito ou terá problemas na criação do mesmo, e o fotolito terá que ser refeito;
  • Evite utilizar imagens de baixa qualidade no desenvolvimento de seu layout. Recomendamos imagens com 300dpi no mínimo, para que a imagem na impressão fique sem pixels;
  • Quando utilizar em seu layout algum fundo preto, use sempre 20% das outras cores, como mostra a seguir: Cyan: 20%, Magenta: 20%, Yellow: 20% e Black: 100%, para que a tonalidade do fundo preto saia mais escura e fique com uma aparencia mais bonita;
  • Sempre que utilizar transparência ou sombreado em qualquer fonte, imagem ou vetor de seu arquivo, converta em bitmap o objeto que sofreu a transparência ou sombreado, pois estes efeitos geram muitas falhas na revelação do fotolito.

Espero que coloquem essas dicas em prática para evitar eventuais dores de cabeça na gráfica. Confiram abaixo o nosso próprio infográfico sobre fechamento de arquivos e logo em seguida outro sobre envio de arquivos:


Fechamento de Arquivos (clique na imagem abaixo para acessar o PDF)


Envio de Arquivos para a nossa gráfica


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Mídia Impressa para Campanha Política


Trabalhamos com diversas Mídias Impressas para Campanhas Políticas!

Produzimos santinhos, cartazes, panfletos, folders, adesivos bopp, bottons (praguinhas), caricaturas em papel (display), informativos e muito mais!



Ligue ou envie e-mail e peça já o seu material de campanha!

Zap: (83) 9-9982-0763/0702 | orcamento@mouramos.com.br

Capitais: 4007-2173 | Demais cidades: (83) 3015-4000

domingo, 10 de julho de 2016

A História da Mídia Impressa

Também conhecida como mídia off-line, a mídia impressa é um meio de comunicação, o qual refere-se particularmente aos materiais, de caráter publicitário ou jornalístico, que são impressos em gráficas, birôs de impressão, ou em locais específicos.

O meio impresso pode ser veiculado em veículos de comunicação, como jornais; revistas; tabloides; informativos; anuários; etc, ou em peças avulsas, como folhetos; mala-diretas; folders; flyers; panfletos; cartazes; encartes; etc.

Estes materiais ainda podem ser feitos em diversos papéis, plásticos, adesivos, variando-se em tamanho, cor, acabamento, e efeito.

Um breve apanhado sobre a história da imprensa

A comunicação sempre se fez presente em todos os estágios de evolução humana. Ainda da Idade da Pedra, dada a primeira manifestação de comunicação do homem: a Arte Rupestre - arte em rochas. As pinturas nas paredes das cavernas do período Paleolítico representam esse antigo anseio do ser humano pelo ato de comunicar.

Com o crescente desenvolvimento do "Homo sapiens", o número de informações aumentou sobremaneira e a forma de repasse de tais informações, por conseguinte, se especializou. A fabricação do papel por chineses, no século VI a. C., propiciou o florescer da cultura. Mas somente com a invenção da imprensa por Gutenberg, em 1438, a propagação da informação ganhou um fabuloso impulso.

A partir do século XV, então, os novos acontecimentos políticos, econômicos ou sociais, do Ocidente, passaram a ser registrados em papeis que circulavam nas áreas mais habitadas de cada país. Surgem, pois, as primeiras impressões efêmeras da humanidade: as gazetas, com informações úteis sobre a atualidade; os pasquins, folhetos com notícias sobre desgraças alheias e os libelos, folhas de caráter opinativo. Da combinação destes três tipos de impressos resultaria, no século XVII, um gênero intitulado jornalismo.

A origem do jornal se deu em solos ingleses, franceses, alemães e, mais tardiamente, em terreno norte-americano. Naturalmente, o crescimento do impresso periódico ocorreu de forma distinta, em cada nação. Contudo, o jornalismo em geral sofria rígidos controles do governo, o qual impunha leis severas para o seu funcionamento. Era a censura que começava a travar o pleno progresso dos impressos.

À medida que o jornal instigava seus leitores a pensar, a estimular seu senso crítico e a debater sobre a política vigente, a imprensa era vista por autoridades do Estado como prejudicial ao seu governo.

Surgiu, pois, na Inglaterra, a lei que impunha que todo jornal deveria pagar um selo para ter a permissão de circulação, o que por seu turno, fez aumentar o preço do exemplar e diminuir a sua venda. A imprensa da França viveu sob a autorização prévia, ou seja, todo o conteúdo do jornal era, assim, supervisionado por uma organização corporativa antes de ser publicado. Estados Unidos e Alemanha também padeceram com severos controles do Estado o que lhes condenou, assim como nos outros países, a ter uma vida medíocre com a publicação de assuntos de pouca relevância.

Tal cenário, no entanto, se transformou após a Revolução Francesa. Pois foi a partir dela que o jornal de todo o mundo pode demonstrar a sua real função social. Os inúmeros fatos advindos com a Revolução propiciaram uma enorme curiosidade por parte das pessoas, o que ocasionou um considerável aumento do público leitor. Este era, então, o impulso que a imprensa necessitava para a sua própria promoção, ainda que os olhares repressores não deixassem de se recair sobre os escritos impressos.

Outro fator significativo para a evolução do jornalismo foi a industrialização. A crescente mecanização tornou o processo de impressão mais rápido, mais barato e dinâmico. Logo, o público leitor aumentou consideravelmente. O século XIX é um marco divisório para toda a imprensa mundial, pois datam desse período as primeiras grandes inovações do jornal.

Nos Estados Unidos, o progresso da imprensa possibilitou a popularização do jornal sensacionalista, o qual expunha em primeira página imagens e notícias de caráter extremamente violentos. Nessa ocasião, os jornais norte-americanos já eram bastante ilustrados e surgem, então, as histórias em quadrinhos - seção humorística do impresso que fez grande sucesso na época.

O pleno desenvolvimento da imprensa ianque, entretanto, era impedido pela enorme extensão territorial do país. Uma saída para tal dificuldade foi a criação de cadeias - agências que estendiam informações locais a nível nacional. As cadeias ianques lograram enormes sucessos com o controle de centenas de jornais, todavia a crise de 1929 abalou a economia nacional e vetou tal êxito. Surgiu, pois, um novo formato de jornal na tentativa de diminuir gastos - o tablóide, com metade do tamanho normal de uma folha e com menos número de páginas.

A Inglaterra, por sua vez, inovou produzindo jornais com uma maior variedade de assuntos; atendendo, assim, a um maior público. O jornal inglês passava a conter espaço para os acontecimentos do dia, notícias sobre esportes, informações de interesse feminino, manchetes na capa e um modelo de página melhor definido.

A França pós-industrialização passou a ter jornais de várias tendências, estilos e orientações. No âmbito da política, germinavam jornais de esquerda, de centro e de direita. Mas também faziam-se presentes jornais religiosos e monarquistas. Já a Alemanha não operou mutações muito relevantes. Apenas as suas folhas ganharam uma paginação mais arejada, com um conteúdo mais rico e variado.

É bem verdade que desde a gênese do jornalismo, a censura sempre existiu, mas foi durante a I Guerra Mundial, que os jornais passaram a viver sobre um regime de censura ferrenha. Os impressos que não obedecessem às regras dos censores eram apreendidos e, inclusive, suspensos. As informações sobre a guerra eram obtidas por intermédio de oficiais militares que controlavam o que devia ser repassado ou não. Apenas no terceiro ano da guerra, os jornalistas foram autorizados para ir à frente da batalha, podendo colher, assim, informações in loco.

Na II Grande Guerra, os jornais já disputavam a atenção do público com o rádio e a televisão. Fato este que conferiu uma adaptação do jornal escrito à nova situação vigente. De agora em diante, as campanhas publicitárias, tímidas no século passado, começariam a ocupar maior lugar de destaque nos impressos, a fim de manter o equilíbrio econômico do periódico. A imprensa passava, desde então, a assumir, cada vez mais, uma postura empresarial como única forma de permanecer existindo.

Cronologia da imprensa escrita mundial

59 a.C. - Surge e, Roma o primeiro noticiário o Acta Diurna.

1438 - 1440 - O alemão Johann Gutenberg inventa a tipografia. Sua prensa usa tipos móveis de metal em relevo que retêm a tinta, tornando possível a reprodução de um texto com base na impressão dos mesmos caracteres.

1632 - Lançamento do jornal francês Gazzete de France, considerado o primeiro semanário impresso no mundo.

1645 - A Academia Real de Letras da Suécia promove o lançamento do sueco Post Och Inrikes Tidningar, o mais antigo jornal em circulação no mundo.

1663 - 1665 - Impressão das primeiras revistas do mundo: a alemã Erbauliche Monaths Unterredungem, a francesa Journal des Sçavans e a inglesa Philosopical Transation.

1702 - Começa a circular o primeiro jornal diário do mundo, o inglês Daily Courant.

1731 - Lançamento da The Gentleman's, a primeira revista de entreteminento do mundo.

1758 - Lançamento do jornal espanhol Diário Noticioso.

1783 - Lançamento dos jornais diário norteamericanos Pennsylvania Evening Post e New York Daily Advertiser.

1788 - Fundação do jornal inglês The Times, o mais famoso do século XIX.

1789 - 1799 - No período da Revolução Francesa são lançados na Europa 1,5 mil títulos, que representam o dobro dos 150 anos anteriores.

1814 - O alemão Friedrich Koenig (1774 - 1833) cria a impressora a vapor, capaz de imprimir até 1,1 mil exemplares por hora. O jornal londrino The Times foi o primeiro a ser impresso com a nova técnica.

1818 - O francês Pierre Lorilleux (1788 - 1865) inventa a tinta para impressões, que garantiu qualidade gráfica e rapidez para as publicações.

1835 - É fundada na França a primeira agência de notícias do mundo: a Agência Havas, criada por Charles-Auguste Havas. Ela transmite via pombo-correio informações financeiras da bolsa de Valores de Londres

1836 - O jornal francês La Presse é o primeiro a publicar anúncios pagos.

1842 - A revista inglesa The Illustrated London News é a primeira revista a usar ilustrações.

1845 - O francês Jacob Worms (1800 - 1889) inventa a primeira máquina rotativa, pela qual a impressora é alimentada com rolos contínuos de papel (bobinas). No ano seguinte, o norte-americano Robert Roe aprimora o invento e aumenta a velocidade de impressão para 5 mil páginas por hora.

1851 - Lançamento do jornal The New York Times, nos Estados Unidos.

1854 - Lançamento do jornal francês Le Figaro.

1861 - O norte-americano Matthew Brady faz o primeiro trabalho de fotojornalismo na Guerra Civil Americana.

1877 - Lançamento do jornal The Washington Post, nos EUA.

1880 - A primeira fotografia publicada pela impensa surge no jornal Daily Herald, nos Estados Unidos.

1884 - O alemão Ottmar Mergenthaler (1854 - 1899) inventa a linotipo, uma máquina para composição e fundição de caracteres que torna obsoletos os tipos móveis alinhados manualmente. O alinhamento mecânico permite a impressão numa velocidade seis vezes maior. Final do século XIX - A imprensa escrita sofre permanentes mudanças tecnológicas, principalmente na parte gráfica. A impressão em cores e a rotogravura (processo destinado à tiragem em prensa rotativa, que possibilita a gravação direta do cilindro de cobre) proporcionam mais qualidade às publicações.

1903 - Fundação do jornal inglês Daily Mirror.

1906 - O alemão Casper Herman constrói a primeira máquina offset, método de impressão que transfere caracteres ou imagens para o papel por meio de um cilindro de borracha.

1912 - O russo Lênin funda o jornal Pravda. A publicação circula até 1992 e chega a alcançar uma tiragem de 10 milhões de exemplares.

1923 - Lançamento da revista semanal norte-americana Time. A cobertura sistemática dos acontecimentos internacionais influencia revista do mundo inteiro.

1932 - O francês Henri Cartier-Bresson inicia carreira fotográfica, tornando-se o mais influente fotojornalista de sua época.

1936 - Começa a circular a revista ilustrada de informação norte-americana Life.

1944 - Fundação dos jornais franceses Le Monde e Libération.

1947 - Lançamento da revista semanal alemã Der Spiegel. Década de 50 - A fotocomposição é introduzida na maioria dos jornais e revistas. Os textos e as fotos são produzidos em papel cuchê, montados a mão (past-up) e fotografados (fotolito).

1953 - Fundação do semanário francês L'Express, que leva ao grande público assuntos políticos, financeiros e econômicos.

1968 - O tablóide britânico Daily Mirror torna-se o jornal de maior circulação no Ocidente.

1972 - 1974 - Bob Woodward e Carl Bernstein publicam o escândalo Watergate no Washington Post.

Década de 80 - Com a informatização das empresas jornalísticas, todas as etapas da produção se tornam, digitalizadas. Os textos são elaborados em computador e a editoração eletrônica substitui a fotocomposição. Nesse novo processo, as páginas também são diagramadas no computador e o fotolito é gerado do arquivo eletrônico.

1988 - A Agência de notícias France-Warner, maior conglomerado de mídia do mundo.

1989 - Formação da Time-Warner, maior conglomerado de mídia do mundo. Década de 90 - O sistema filmless (sem filme) possibilita a gravação diretamente no cilindro de impressão por meio de impulsos eletrônicos transmitidos pelo computador, eliminando a utilização do fotolito. O filmless permite também a impressão de uma publicação em diferentes localidades simultaneamente.

1992 - Primeira edição do The New York Times in Review.

1997 - O Museu da Notícia é inaugurado em Washington (EUA). É o primeiro no mundo dedicado exclusivamente à notícia.

1997 - A morte da princesa Diana num acidente de carro em Paris, enquanto fugia de fotógrafos (conhecidos como paparazzi), acirra a discussão a respeito da ética dos meios de comunicação e do direito à privacidade.