Moura Ramos Indústria Gráfica: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: sustentabilidade
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terça-feira, 17 de agosto de 2021

Qual o futuro das embalagens de papel no Brasil?


No Brasil, as ofertas de papel, papel cartão e papelão são suficientes para o mercado interno e também para exportação

Materiais tradicionais, milenares ou centenários como o vidro, o aço e o papel tendem a ceder parte de seu espaço aos novos materiais e tecnologias que vão surgindo. É um processo natural dentro da dinâmica evolutiva da indústria de embalagens, aonde diversos materiais vão surgindo e ocupando posições, alternando-se no envase das várias categorias de produtos.

Dentro deste contexto, verificamos que, somadas, as embalagens de papel, papel cartão e papelão ainda detêm uma grande participação na totalidade das embalagens produzidas no país. Isto acontece por uma série de fatores, a começar pela oferta desta matéria prima em qualidade e quantidade suficiente, pois o Brasil é um dos grandes exportadores mundiais de papel, graças ao modo de produção adotado no país, a partir de florestas 100% cultivadas. Além de todas as florestas nacionais dedicadas à produção de papel serem plantadas, elas têm certificação internacional, o que garante um manejo florestal da melhor qualidade.

Isso é fundamental para manter pujante a indústria gráfica que temos espalhada por todo o país, o que garante fácil acesso das empresas a este tipo de embalagem. A presença da indústria gráfica e o conhecimento, acumulado por elas, das tecnologias de produção de embalagens de papel cartão fazem com que as pequenas e médias empresas se beneficiem desta tecnologia e da facilidade de acesso à sua utilização, que não exige investimentos em moldes caros, permite pequenas tiragens e envase simplificado.

A qualidade da impressão é um ponto forte das embalagens de papel cartão, pois, além da qualidade das cores e imagens, a impressão pode ser combinada com vernizes, relevos e outros recursos gráficos que resultam em embalagens bonitas e expressivas.

Estes fatores garantem a participação atual destas embalagens, mas o que vai garantir seu futuro são o design e a composição com outros materiais. A aplicação intensiva do design vai abrindo para as embalagens de papel cartão novas perspectivas, formatos diferenciados, exclusivos e inovadores, criando soluções eficientes na competição de mercado. A combinação das formas diferenciadas com a alta qualidade de impressão resulta em embalagens mais competitivas.

Uma nova abordagem de projeto apresentada recentemente ampliou ainda mais este caminho. Até agora, os novos desenhos dependiam muito dos equipamentos de acabamento mecanizado e dos equipamentos de envase, o que acabava restringindo as soluções apresentadas ao que estes equipamentos eram capazes de fazer. Nesta nova abordagem, o projeto é feito a partir do objetivo que se deseja obter.

Primeiro, vai-se ao mercado e ao consumidor para descobrir suas expectativas e desejos relativos à embalagem. A partir disso, é criada a embalagem que vai atender as exigências do consumidor e, só depois, é desenvolvido o equipamento para produzi-la e para operá-la na linha de produção. Uma empresa suíça apresentou esta proposta: desenvolver equipamentos para produzir a embalagem que o mercado quer, e não mais produzir as embalagens que o equipamento consegue fazer.

Novos conceitos como este nos fazem perceber que a embalagem de papel cartão tem ainda muito que oferecer, pois a combinação de suas características e vantagens competitivas, associadas ao novo design, garante a ela um lugar de destaque no futuro dos produtos de consumo.


sábado, 27 de março de 2021

iFood anuncia plano sustentável e quer emissão neutra de carbono até 2025

(Foto: Getty Images)

iFood lança plano para acabar com a poluição plástica das operações de delivery e se tornar neutro em carbono até 2025. A empresa anunciou nesta última quinta-feira (25) o lançamento do seu programa de metas socioambientais, batizado de Regenera.

O iFood anunciou o lançamento de seu ambicioso programa ambiental, o Regenera, que tem duas frentes principais de trabalho: acabar com a poluição plástica das operações de delivery e tornar a companhia neutra na emissão de carbono até 2025. O investimento está estimado em R$ 100 milhões.

Segundo Gustavo Vitti, vice-presidente de Pessoas e Soluções Sustentáveis da foodtech, a ideia surgiu em parte por causa da pandemia. "No ano passado, do dia para a noite viramos serviço essencial. Naquele momento, entendemos que todo o nosso ecossistema dependia muito da gente, os entregadores, os restaurantes... Outro ponto importante é que acreditamos há bastante tempo que, no futuro, as empresas vão assumir um papel que vai muito além dos seus negócios. 

Elas vão resolver problemas da sociedade. Quando culminou tudo isso, tivemos um clique e vimos que precisávamos fazer alguma coisa. O nosso crescimento tem que andar de mãos dados com o meio ambiente e com a sociedade", diz o executivo.

A partir daí, a marca parou para entender qual seria o seu papel nisso tudo e o que poderia fazer para diminuir o seu impacto ambiental. Porém, admitindo que não entendia nada do assunto, antes de definir as metas socioambientais em que iria focar, a empresa foi conversar com quem conhece o setor – especialista em sustentabilidade, organizações não governamentais e privadas e formadores de opinião.

"Queríamos entender quais os melhores caminhos para seguir antes de começar a nossa jornada em um assunto tão urgente, principalmente para o Brasil, e que precisa de respostas rápidas e estruturadas. Esse processo foi iniciado em setembro e eu devo ter conversado com umas 40 pessoas. Quando escutamos todas elas, descobrimos que muito se fala sobre compensação ambiental, só que ela é parte do processo, não tem como não ser, mas também não pode ser o mais importante. No iFood, queremos entregar para o meio ambiente mais do que consumimos dele, queremos regenerar", pontua Vitti.

Diante disso, há uma série de iniciativas que a empresa está colocando em prática. Para reduzir e neutralizar as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), por exemplo, está investindo no uso de veículos não poluentes – em 2020, foram emitidas 128 mil toneladas de GEE, considerando as emissões de todas as entregas dos pedidos realizados no período.

Um dos projetos, lançado em outubro passado, é o iFood Pedal. Realizado em conjunto com a Tembici, ele oferece planos acessíveis para o aluguel de bikes elétricas exclusivamente para os entregadores parceiros. Atualmente, cerca de 2 mil estão cadastrados e compartilham 1.000 unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo o VP de Pessoas e Soluções Sustentáveis da foodtech, a meta é expandir gradativamente, inclusive para outras cidades.

Outra parceria é com a montadora Voltz, especializada em motos elétricas. E, para viabilizar e estimular o uso deste tipo de veículo, também fechou um contrato com um banco para oferecer uma linha de crédito acessível para os mais de 150 mil entregadores da sua base.

"O entregador precisa conhecer a moto elétrica, entender a autonomia, a economia, a potência. Para isso, vamos emprestar, a partir de abril, 30 unidades para eles testarem. Nosso compromisso é que, pelo menos, 50% de nossas entregas sejam feitas com veículos não poluentes até o final de 2025", afirma Vitti.


Gustavo Vitti, vice-presidente de Pessoas e Soluções Sustentáveis no iFood (Foto: Midori de Lucca/Divulgação)

Além disso, a foodtech tem um acordo com uma fazenda solar, para fornecimento de energia para os restaurantes parceiros. O piloto do projeto será iniciado nos próximos dias com 500 estalecimentos. E, visando fazer a compensação dos poluentes que não conseguir reduzir, a empresa fará reflorestamento e preservação ambiental – esse trabalho será comandado pela Moss.Earth.

Zero plástico

As soluções do iFood em relação ao plástico passam por evitar o seu uso e reciclar o que for utilizado. Para isso, Vitti conta que a empresa irá investir em inovação. "Vamos desenvolver uma embalagem sustentável que tenha como matéria-prima fontes renováveis. Uma das grandes dificuldade que encontramos é fazer isso em larga escala, mas em três semanas devemos lançar uma parceria com uma grande empresa do Brasil para uma linha de pesquisa nessa área", adianta o executivo.

Paralelamente a isso, a companhia trabalha na conscientização dos clientes, por exemplo, através de uma ferramenta no aplicativo que lhes dá a opção de escolher não receber talheres plásticos e outros itens descartáveis. Nos primeiros testes realizados, envolvendo 600 restaurantes, 90% dos consumidores utilizaram o recurso. Agora, ele será expandido para 40 mil estabelecimentos, mas a meta é atingir toda a base (200 mil).

Através do iFood Regenera, a foodtech também irá investir nas cooperativas de reciclagem, para melhoria de suas estruturas e maquinários, e na construção de uma nova central de triagem semi-mecanizada, em São Paulo, que tem potencial para aumentar as taxas de reciclagem na cidade e a renda dos cooperados.

"Esse é projeto extremamente ambicioso e inovador. Acreditamos que teremos muito aprendizado no meio do caminho e queremos ter sempre essa conversa aberta com os experts que nos ajudaram no início para saber se estamos no caminho correto, se o que estamos fazendo é suficiente ou se precisamos de algo mais. Nossa relevância e presença na vida das famílias brasileiras reforça ainda mais a importância destes compromissos ambientais para o planeta", finaliza Vitti.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

O que sabemos sobre Reciclagem do papel



O papel é um dos produtos mais utilizados nas tarefas do cotidiano. Quando não está sendo mais utilizado, pode passar por um processo de reciclagem que garante seu reaproveitamento na produção do papel reciclado.

O papel reciclado tem praticamente todas as características do papel comum, porém sua cor pode variar de acordo com o papel utilizado no processo de reciclagem.

Importância

A reciclagem do papel é de extrema importância para o meio ambiente. Como sabemos, o papel é produzido através da celulose de determinados tipos de árvores.

Quando reciclamos o papel ou compramos papel reciclado estamos contribuindo com o meio ambiente, pois árvores deixaram de ser cortadas. Não podemos esquecer também, que a reciclagem de papel gera renda para milhares de pessoas no Brasil que atuam, principalmente, em cooperativas de catadores e recicladores de papel.

Coleta

Uma das etapas mais importantes no processo de reciclagem de papel é a separação e coleta seletiva do papel. Nas empresas, condomínios e outros locais existem espaços destinados ao descarte de papel.

Tipos de papéis recicláveis

Tipos de papel que podem ser reciclados: papel sulfite, papelão, caixas de embalagens de produtos, papel de presente, folhas de caderno, entre outros.
Como fazer papel reciclado em casa (reciclagem caseira)

Materiais:
  • papel e água
  • bacias: rasa e funda
  • balde
  • moldura de madeira com tela de nylon ou peneira reta
  • moldura de madeira vazada (sem tela)
  • liquidificador
  • jornal ou feltro
  • pano (ex.: morim)
  • esponjas ou trapos
  • varal e pregadores
  • prensa ou duas tábuas de madeira
  • peneira côncava (com "barriga")
  • mesa
Modo de preparo:


A - Preparando a polpa

Pique o papel e deixe de molho durante um dia ou uma noite na bacia rasa, para amolecer. Coloque água e papel no liquidificador, na proporção de três partes de água para uma de papel. Bata por dez segundos e desligue. Espere um minuto e bata novamente por mais dez segundos. A polpa está pronta.

B - Fazendo o papel
  1. Despeje a polpa numa bacia grande, maior que a moldura.
  2. Coloque a moldura vazada sobre a moldura com tela. Mergulhe a moldura verticalmente e deite-a no fundo da bacia.
  3. Suspenda-as ainda na posição horizontal, bem devagar, de modo que a polpa fique depositada na tela. Espere o excesso de água escorrer para dentro da bacia e retire cuidadosamente a moldura vazada.
  4. Vire a moldura com a polpa para baixo, sobre um jornal ou pano.
  5. Tire o excesso de água com uma esponja.
  6. Levante a moldura, deixando a folha de papel artesanal ainda úmida sobre o jornal ou morim.
C- Prensando as folhas
  1. Para que suas folhas de papel artesanal sequem mais rápido e o entrelaçamento das fibras seja mais firme, faça pilhas com o jornal da seguinte forma:
  2. Empilhe três folhas do jornal com papel artesanal. Intercale com seis folhas de jornal ou um pedaço de feltro e coloque mais três folhas do jornal com papel. Continue até formar uma pilha de 12 folhas de papel artesanal.
  3. Coloque a pilha de folhas na prensa por 15 minutos. Se não tiver prensa, ponha a pilha de folhas no chão e pressione com um pedaço de madeira.
  4. Pendure as folhas de jornal com o papel artesanal no varal até que sequem completamente. Retire cada folha de papel do jornal ou morim e faça uma pilha com elas. Coloque esta pilha na prensa por 8 horas ou dentro de um livro pesado por uma semana.
D- Efeitos decorativos
  1. Misture à polpa: linha, gaze, fio de lã, casca de cebola ou casca de alho, chá em saquinho, pétalas de flores e outras fibras.
  2. Bata no liquidificador junto com o papel picado: papel de presente, casca de cebola ou de alho.
  3. Coloque sobre a folha ainda molhada: barbante, pedaços de cartolina, pano de tricô ou crochê. Neste caso, a secagem será natural - não é necessário pressionar com o pedaço de madeira.
  4. Para ter papel colorido: bata papel crepom com água no liquidificador e junte essa mistura à polpa. Outra opção é adicionar guache ou anilina diretamente à polpa.
Dicas importantes:
  1. A tela de nylon deve ficar bem esticada, presa à moldura por tachinhas ou grampos.
  2. Reutilize a água que ficar na bacia para bater mais papel no liquidificador
  3. Conserve a polpa que sobrar: peneire e esprema com um pano. Guarde, ainda molhada (em pote plástico no congelador) ou seca (em saco de algodão).
  4. A polpa deve ser ainda conservada em temperatura ambiente.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

URGENTE: A Amazônia está para se transformar em cerrado


Grande parte da Amazônia pode estar à beira de perder sua natureza distinta e mudar de uma floresta tropical fechada para uma savana (cerrado) aberta com muito menos árvores, alertaram pesquisadores.

As florestas tropicais são extremamente sensíveis a mudanças nos níveis de chuva, umidade, incêndios e secas prolongadas que podem levar em áreas com quantidade reduzida de árvores que mudaria para uma mistura de floresta e pastagem, semelhante a uma savana. Na Amazônia, essas mudanças eram possíveis, mas pensava-se que ainda demorariam muitas décadas.

Um novo estudo, no entanto, mostra que esse ponto de inflexão pode estar muito mais próximo do que se pensava. Até 40% da floresta amazônica existente está agora em um ponto onde poderia existir como uma savana ao invés de floresta tropical, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Nature Communications.

Qualquer mudança de floresta tropical para savana ainda levaria décadas para ter efeito total, mas uma vez iniciado o processo é difícil de reverter. As florestas tropicais sustentam uma gama muito maior de espécies do que a savana e desempenham um papel muito maior na absorção de dióxido de carbono da atmosfera.

Falta de chuva = Amazônia se transformando em savana

Partes da Amazônia estão recebendo muito menos chuva do que antes devido às mudanças climáticas. A precipitação em cerca de 40% da floresta está agora em níveis em que a floresta tropical deveria se transformar em cerrado, de acordo com o estudo, coordenado pelo Centro de Resiliência de Estocolmo, baseado em modelos computacionais e análise de dados.

No passado o presidente Jair Bolsonaro foi avisado que a destruição contínua da Amazônia por incêndios e madeireiros levaria a região mais perto de um ponto crítico em que a floresta tropical poderia se transformar em cerrado. Os incêndios deste ano na Amazônia são os piores dos últimos dez anos, com um aumento de 60% nos focos em comparação com o ano passado.

Arie Staal, principal autor da pesquisa, afirmou que a ecologia das florestas tropicais significa que, embora produzam efetivamente suas próprias chuvas autossustentáveis ​​no clima certo, também estão propensas a secar nas condições erradas.

“À medida que as florestas crescem e se espalham por uma região, isso afeta as chuvas”, disse ele. “As florestas criam sua própria chuva porque as folhas emitem vapor d’água e este cai como chuva a favor do vento. A chuva significa menos incêndios, levando a ainda mais florestas.”

Mas se grandes áreas de floresta tropical desaparecem, os níveis de chuva na região diminuem na mesma proporção. Este nível baixo de “reciclagem de umidade atmosférica” foi tema da simulação nos modelos computacionais usados da pesquisa.

“Condições mais secas tornam mais difícil para a floresta se recuperar e aumentam a inflamabilidade do ecossistema”, disse Staal ao Guardian. Depois que a floresta tropical cruza o ponto e se converteu em uma mistura de madeira seca e pastagem do tipo savana aberta, é improvável que ela retorne naturalmente ao seu estado anterior.

“É mais difícil voltar da ‘armadilha’ causada pelo mecanismo de feedback [já] que o ecossistema aberto e a gramínea é mais inflamável e os incêndios, por sua vez, mantêm o ecossistema aberto”, disse ele.

Praticamente irreversível

A equipe de pesquisadores criou simulações de computador de onde se espera que existam florestas nas regiões tropicais da Terra, de acordo com certas condições climáticas, e analisou as probabilidades de áreas mínimas e máximas cobertura florestal.

Eles também analisaram o que provavelmente aconteceria se as emissões de gases do efeito estufa continuassem aumentando e descobriram que a capacidade das florestas de retornarem a crescer depois que as árvores forem perdidas seria muito reduzida.

Ingo Fetzer, do Centro de Resiliência de Estocolmo e coautor do artigo, afirmou: “Entendemos agora que as florestas tropicais em todos os continentes são muito sensíveis às mudanças globais e podem perder rapidamente sua capacidade de adaptação. Uma vez desaparecidas, sua recuperação levará muitas décadas para retornar ao seu estado original. E dado que as florestas tropicais hospedam a maioria de todas as espécies globais, tudo isso estará perdido para sempre.”

Mais informações: Hysteresis of tropical forests in the 21st century (Nature Communications) e https://hypescience.com

sexta-feira, 27 de março de 2020

Você vai derreter com esses vídeos de animais se conhecendo em zoológicos vazios


Com o mundo todo em uma espécie de quarentena por conta da pandemia de coronavírus, locais como zoológicos e aquários estão fechados ao público.

Isso não significa que os animais não estejam sendo tratados. Eles estão sendo, e muito bem. Inclusive, aproveitando as instalações vazias, diversos funcionários estão levando os bichinhos para passear e conhecer uns aos outros.


Por exemplo, um adorável encontro entre um leão-marinho e um teiú-gigante se tornou viral recentemente graças à adorável e natural confusão observada no rosto do filhote aquático.

Confira esse e diversos outros vídeos maravilhosos abaixo. Duvido que você não se derreta!

Leão-marinho e teiú-gigante

Mystic Aquarium
✔@mysticaquarium
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Essa filmagem foi feita no Mystic Aquarium, em Connecticut, nos EUA.

Porco-vermelho-africano explora habitat africano

Cincinnati Zoo & Botanical Garden

O porco “Sir Francis Bacon” teve a rara oportunidade de visitar outros residentes do zoológico de Cincinnati, nos EUA, durante uma longa caminhada no habitat da África. Os suricatos ficaram particularmente curiosos com o visitante.



Pato e pinguins
Maryland Zoo
✔@marylandzoo

#ClosedButStillCaring 
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O Anas platyrhynchos domesticus, chamado de “corredor indiano”, pode visitar os pinguins no zoológico de Maryland, nos EUA.
Quati e gorilas

San Diego Zoo
✔@sandiegozoo
 
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Taki, o quati, deu umas voltinhas no zoológico de San Diego, nos EUA, e conheceu alguns primatas.
Pinguins

Shedd Aquarium
✔@shedd_aquarium
 
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No Shedd Aquarium⁠ em Chicago (EUA), o pinguim-de-magalhães “Monte” explorou as instalações e observou seus outros colegas pinguins na água.
Bufo-de-verraux e peixes

Dallas Zoo
✔@DallasZoo
 
>>> CLIQUE NA IMAGEM PARA ASSISTIR O VÍDEO <<<



Hodari é um filhote de bufo-de-verraux, uma espécie de ave que habita a África subsaariana. Esta, no entanto, mora no zoológico de Dallas (EUA) e foi conhecer alguns dos seus amigos peixes. [TheBoredPanda]

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Artista usa materiais da natureza para criar padrões


Durante os estudos, Jon Foreman entrou em contato com a Land Art e se apaixonou. Ele sentiu que havia mais a ser explorado do mundo natural, especialmente onde mora em Pembrokeshire, País de Gales. Lá o litoral é extenso. Por isso, grande parte do trabalho de Foreman envolve o uso de pedras que ele encontra próximas ao mar.


Foreman disse que ele utiliza vários tipos de materiais naturais, mas as pedras são o que ele consegue manipular melhor. Por causa da variedade de cores, formas, ângulos, posicionamento e espaço. Foreman relata primeiro coletar o material, depois ele começa a posicionar as pedras uma a uma. Durante o processo ele se desconecta do estresse do cotidiano.

Trabalhar com Land Art permite uma grande variedade de ambientes de trabalho. Cada um deles é diferente do outro. Além das pedras, Foreman usa folhas e já criou obras com cacos de vidro, cinzas e detritos em geral. Algumas vezes a areia é usada para criar imagens. O trabalho efêmero pode ser afetado tanto pelo tempo quanto pela interferência de outras pessoas.


Comunidade

Entre os diversos festivais nos quais já exibiu e criou trabalhos está o Llano Earth Art Fest, do qual Foreman participou em 2018. Ele contou ter encontrado no festival, aproximadamente, 30 artistas que, embora já conhecesse on-line há anos, nunca havia encontrado pessoalmente. Foreman relata que, em parte, por conta do festival a Land Art desenvolveu uma comunidade muito próxima e positiva nos últimos anos. Ele ressaltou a importância do evento para o desenvolvimento desse campo.


No entanto, Foremant também conta que essa comunidade tem sido atacada por artigos. Estes alegam que os trabalhos são prejudiciais ao meio ambiente. Mas Foreman discorda, uma vez que utiliza material do próprio local em suas produções e alega que posteriormente as obras são desmanchadas pela própria natureza, retornando o material para o seu lugar de origem.


Foreman ainda destaca que o trabalho feito com a natureza chama atenção para o fato de que ela precisa ser protegida. Além disso, ele considera que ao mexer nas pedras não interfere na vida dos animais que vivem lá. Por fim, na opinião de Foreman, diversos materiais empregados no cotidiano são muito mais nocivos ao ambiente do que qualquer ciosa que ele faça com Land Art.


Land Art

A Land Art é feita diretamente na paisagem. Isso pode ser feito tanto com modificações para torná-la uma obra de arte quanto com a construção de obras na paisagem com uso de materiais naturais. A Land Art fez parte do movimento mais amplo de Arte Conceitual, dos anos 1960 e 1970. As obras incluem grandes modificações nas paisagens, com uso de equipamentos, e também intervenções menores e efêmeras.


Essas obras costumam ser registradas em fotografias e mapas, que podem ser exibidos em galerias. [Bored Panda, Sculpt The World, Tate].

Confira mais imagens do incrível trabalho do artista:










sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Veja: Incrível embalagem sustentável para pasta de dente criado por brasileiro


O designer Allan Gomes, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), decidiu criar um projeto conceito que mudasse o modo como as embalagens são dispostas aos consumidores.

Batizado com o nome de Coolpaste, a embalagem de pasta de dente é totalmente sustentável e amigável ao meio ambiente.

A embalagem conta com um design moderno, clean e durável, podendo ser transportada por longas distâncias e empilhada nas prateleiras sem risco de romper. O designer usou como base o creme dental da Colgate.


A caixa de papel que geralmente guarda o produto final foi removida, reduzindo o desperdício e tornando-o mais leve, mas sem perder a qualidade do produto final, e para concluir, o design minimalista eliminou a necessidade de uso de tintas químicas para colorir a embalagem, que são nocivas ao meio ambiente e demoram a decompor na natureza.


sábado, 25 de janeiro de 2020

Confira o relançamento do bom e velho Fusca na versão elétrica


A Volkswagen anunciou recentemente que iria aposentar o famoso Fusca, inclusive houve até mesmo uma homenagem ao som dos Beatles. Entretanto o carro clássico será relançado, mas agora com motor elétrico.

Apesar da mudança o estilo tradicional será mantido e com apenas 1 recarga de bateria será possível andar até permitirá 200 quilômetros.


A nova versão do Fusca terá sua primeira apresentação pública no International Motor Show, em Frankfurt, na Alemanha.

“O Fusca elétrico combina o charme do nosso carro clássico com a mobilidade do futuro”, disse Thomas Schmall, membro do conselho de administração da Volkswagen.

O motor elétrico do novo veículo, fabricado na cidade de Kassel, pode atingir picos de 60 quilowatts, o equivalente a 82 cavalos de potência. A bateria de lítio, desenvolvida na cidade de Brunswick, pode fornecer um total de cerca de 36,8 kW/h.


A Volkswagen enfatizou que o modelo foi projetado para percorrer cerca de 200 quilômetros com uma única carga de bateria. De qualquer forma, os fabricantes projetaram um sistema de recarga que permite ao Fusca percorrer 150 quilômetros com uma carga de uma hora.


sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Entenda porque usar sacola/saco de papel Kraft


As sacolas e sacos de papel personalizados são produtos resistentes e que não agridem o meio ambiente. Esses benefícios agregam valores as empresas que buscam utilizar os produtos em feiras, eventos, acondicionamento de alimentos e outros produtos em geral, transporte, entre outras funcionalidades.

Atualmente as empresas que utilizam sacolas e sacos de papel, acabam sendo relacionadas a organizações que pensam nas questões socioambientais, ou seja, são companhias que acreditam em melhores condições ambientais e buscam beneficiar a população local, nacional e mundial. Essas ações e ideias ajudam essas empresas a se engajarem cada vez mais com seus consumidores, que por sua vez, as defendem por estar tendo um ato consciente.

Sacolas de Papel Kraft são também muito elegantes e o seu uso tem estado em alta devido as suas características quanto a sustentabilidade. Principalmente nas áreas de Fastfood e Delivery de alimentos. São muito atrativas e portanto, ótimas para divulgar a marca da empresa com aquele leve toque retro.

Fale conosco e peça já a sua!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Aumento de calor nos oceanos: uma amostra do aquecimento global

Temperatura dos oceanos atinge recordes enquanto o aquecimento se acelera: de acordo com uma nova análise feita por uma colaboração internacional, o aquecimento dos oceanos atingiu um novo recorde em 2019. 

O estudo afirmou que os últimos dez anos foram todos recordes para a temperatura oceânica. A quantidade de aquecimento adicionada aos mares é equivalente a cada pessoa no planeta utilizando 100 micro-ondas por 24 horas sem parar. 

Outra conclusão preocupante da pesquisa é que a taxa de aquecimento de 1987 a 2019 foi quatro vezes e meia mais rápida que a de 1955 a 1986. 

Oceanos: uma amostra do aquecimento global 

Quando se trata de mudança climática, os oceanos são boas medidas para examinarmos o aquecimento global uma vez que eles absorvem 90% do calor aprisionado pelos gases do efeito estufa. 

“São os oceanos que realmente nos dizem a que velocidade a Terra está esquentando. Usando os oceanos, vemos uma taxa de aquecimento contínua, ininterrupta e acelerada do planeta Terra. Esta é uma notícia terrível”, disse John Abraham, da Universidade de St Thomas (EUA), um dos autores da nova análise. 

O método utilizado na análise foi desenvolvido por pesquisadores da Academia de Ciências Chinesa, e usa estatística para estimar níveis de aquecimento onde não há dados para informá-los, como debaixo do gelo ártico. 

No geral, a análise mediu o calor nos primeiros 2.000 metros do oceano, onde a maior parte dos dados são coletados e onde a maior parte da vida marinha habita. A maioria das informações provém de 3.800 boias dispersas pelos oceanos e de batotermógrafos lançados a partir de navios. 

“Descobrimos que 2019 não foi apenas o ano mais quente já registrado, como exibiu o maior aumento de um ano em toda a década, um lembrete preocupante de que o aquecimento causado pelo homem no nosso planeta continua inabalável”, reforçou Michael Mann, da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), outro membro da equipe. 

Energia térmica 

Os resultados da análise também mostram que a maioria das regiões dos oceanos viu um aumento na energia térmica. Essa energia, por sua vez, gera tempestades e condições climáticas extremas. 

“Quando o mundo e os oceanos esquentam, isso muda a maneira como a chuva cai e evapora. Existe uma regra geral de que áreas mais secas se tornarão mais secas e áreas mais úmidas se tornarão mais úmidas, e as chuvas ocorrerão em explosões maiores”, explicou Abraham. 

Oceanos mais quentes também se expandem e derretem o gelo, causando o aumento do nível do mar. Os últimos 10 anos de registro são também recordes de nível mais alto do mar desde 1900.

Os cientistas esperam um aumento de cerca de um metro até o final do século, o que é o suficiente para deixar 150 milhões de pessoas sem lar em todo o mundo. 

Como sempre, os pesquisadores destacam que os dados são irrefutáveis, mas que não podemos perder as esperanças. “Os humanos ainda podem agir. Só não tomamos medidas significativas ainda”, conclui Abraham. 

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica Advances In Atmospheric Sciences. [TheGuardian]


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Saiba por que um país inteiro proibiu o uso de protetores solares

Arquipélago de Palau, no Oceano Pacífico, se tornou a primeira nação a banir filtros solares que contém substâncias como oxibenzona, que protege a pele contra raios ultravioletas — Foto: Getty Images via BBC

O arquipélago de Palau, no Oceano Pacífico, se tornou o primeiro país a banir protetores solares prejudiciais a corais e à vida marinha.

Desde esta quarta-feira (1), estão proibidos o uso e a venda de filtros solares que contenham um de dez ingredientes citados em uma lista — entre eles, a substância oxibenzona.

"Temos que respeitar o meio ambiente, porque o meio ambiente é nosso ninho na vida", disse o presidente do Palau, Tommy Remengesau.

O país se vende no exterior como o "paraíso pristino" de mergulhadores. As ilhas Chelbacheb (também conhecidas como Rock Islands), formadas por um recife de coral parcialmente submerso, são consideradas patrimônio da humanidade pela Unesco.

O país tem uma população de apenas cerca de 20 mil pessoas, espalhadas por dezenas de ilhas, mas recebe mais de 120 mil turistas por ano.


'Quando a ciência nos diz que uma prática é prejudicial às barreiras de corais, às populações de peixes ou ao próprio oceano, nossa população e nossos visitantes escutam', disse presidente do país — Foto: Patrick Colin/Unesco

O veto a protetores solares, anunciado em 2018, afeta produtos que contenham qualquer um de uma lista de 10 ingredientes — entre eles, oxibenzona e octinoxato, que protegem a pele ao absorver raios ultravioletas — conhecidos por serem prejudiciais à vida marinha.

Os efeitos desses químicos

O problema é que, quando o banhista entre no mar, essas substâncias em sua pele são liberadas na água, chegando aos corais, que absorvem o produto e podem morrer. Os que sobrevivem têm seu sistema reprodutor afetado ou dificuldades para suportar o aquecimento das águas no verão.

O impacto se estende para outras espécies de animais marinhos que dependem dos corais como abrigo e fonte de alimento.

A Fundação Internacional de Barreiras de Corais (International Coral Reef Foundation) diz que os químicos banidos em Palau são "conhecidos como poluidores do meio ambiente".

"A maioria deles é incrivelmente tóxica para os estágios iniciais da vida de várias espécies animais", afirma.

De acordo com a fundação, diversas pesquisas científicas demonstraram que a oxybenzona, particularmente, danifica o DNA dos corais e pode matar corais jovens. Além disso, a substância pode causar defeitos de desenvolvimento em espécies de peixe e é tóxica para camarões, moluscos, algas marinhas e ouriços-do-mar.

'Temos que ouvir a ciência'

O presidente de Palau disse à agência de notícias AFP: "Quando a ciência nos diz que uma prática é prejudicial às barreiras de corais, às populações de peixes ou ao próprio oceano, nossa população e nossos visitantes escutam."

Segundo Remegensau, químicos tóxicos contidos em protetores solares foram encontrados em habitats cruciais da ilha de Palau e no tecido de animais que são símbolos do país.
Pesquisas apontam que substâncias presentes em muitos protetores solares alteram o DNA dos corais, matam as espécies mais jovens e são tóxicas para peixes, camarões e moluscos — Foto: Global_Pics via BBC

"Não vemos problema em sermos a primeira nação a banir esses químicos. Vamos fazer a nossa parte para espalhar essa mensagem", disse.

O número de protetores solares que contêm substâncias prejudiciais ao meio ambiente está caindo. Em 2018, especialistas disseram que as 10 substâncias químicas banidas em Palau eram encontradas em cerca de metade dos cremes e loções vendidos em todo o mundo.

Quando o Havaí, nos Estados Unidos, anunciou um veto similar, que entrará em vigor em 2021, grandes marcas de filtro solar se apressaram para dizer que seus produtos eram "seguros para barreiras de corais".

Outros países e ilhas também anunciaram futuros vetos a protetores solares, como as Ilhas Virgens Americanas, onde a lei entra em vigor em março, e a ilha caribenha holandesa de Bonaire.

As substâncias banidas em Palau

Se você está interessado em evitar o uso de protetor solar prejudicial ao meio ambiente, essas são as 10 substâncias banidas em Palau:
  1. oxybenzona (benzofenona-3)
  2. etilparabeno
  3. octinoxato (metoxicinamato de octila)
  4. butilparabeno
  5. octocrileno
  6. metilbenzilideno cânfora
  7. benzilparabeno
  8. triclosano
  9. metilparabeno
  10. phenoxyethanol

Medida no Havaí

No vídeo abaixo, saiba mais sobre projeto de senador do Havaí propõe proibir o uso de diversas marcas de protetor solar (clique na imagem a seguir para assistir o vídeo).

Projeto de um Senador do Havaí propõe proibir o uso de diversas marcas de protetor solar.


domingo, 8 de dezembro de 2019

Chefe da ONU adverte que “ponto de não retorno” do aquecimento global está muito próximo

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) Antonio Guterres disse que os esforços globais para parar o aquecimento global até agora têm sido “completamente inadequados” e de que estamos próximos de um “ponto sem retorno” para impedir catástrofes climáticas.

“O ponto de não retorno não está mais no horizonte. Está à vista e avançando em nossa direção”, disse Guterres a repórteres em Madrid, na Espanha, no último domingo (1).

Ele ainda destacou que temos o conhecimento científico e técnico para limitar esse aquecimento, mas o que falta é “vontade política”.

“Vontade política de colocar um preço no carbono. Vontade política de interromper os subsídios aos combustíveis fósseis. Vontade política de parar de construir usinas a carvão a partir de 2020. Vontade política de mudar a tributação da renda para o carbono. Tributar a poluição em vez das pessoas”, completou.

COP 25

Representantes de quase 200 países estão atualmente na Espanha para discutir metas climáticas definidas no Acordo de Paris em 2015.

A cúpula COP 25 vai discutir, entre outras coisas, a criação de sistemas comerciais internacionais envolvendo emissões de carbono, o chamado “mercado de créditos de carbono”, e a compensação de países pobres por perdas sofridas devido ao aumento do nível do mar e outras consequências da mudança climática.

O Acordo de Paris estabeleceu que os países não deixariam o aquecimento global subir mais do que 2 graus Celsius até o fim do século, idealmente apenas 1,5 graus Celsius.

Uma vez que as temperaturas médias já subiram 1 grau Celsius, há pouco espaço para metas mais ambiciosas no momento.

Todos têm que fazer sua parte

Segundo Guterres, cerca de 70 países, muitos dos quais estão entre os mais vulneráveis às mudanças climáticas, se comprometeram a parar de emitir mais gases de efeito estufa até 2050.

Por outro lado, “vemos claramente que os maiores emissores do mundo não estão fazendo sua parte. E sem eles, nosso objetivo é inacessível”, afirmou. Alguns desses países são EUA, China e Índia, que estarão presentes na COP 25.

Por exemplo, a já mencionada criação de um mercado de crédito de carbono, um elemento-chave do sexto artigo do Acordo de Paris, é uma das questões mais controversas das negociações.

“Estamos aqui para encontrar respostas para o artigo seis, e não desculpas”, disse Guterres.

A COP 25 vai até o dia 13 de dezembro e contará com a presença do ministro brasileiro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. De acordo com o G1, Salles disse que vai cobrar recursos de países ricos para preservação do meio ambiente no Brasil. A exigência vem em um momento delicado, no entanto, uma vez que a pauta ambiental nacional tem repercutido mal lá fora, com o aumento do desmatamento amazônico e o vazamento de óleo que tem atingido centenas de praias brasileiras. 

Fontes: [ScienceAlert, G1]

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Saiba qual é o animal o mais importante da Terra


O Earthwatch Institute, uma organização não governamental internacional de caridade ambiental, declarou na Sociedade Geográfica Real que as abelhas são a coisa viva mais importante do planeta. 

Você provavelmente já ouviu alguma vez na vida que abelhas são essenciais para o ecossistema mundial. Infelizmente, várias espécies estão ameaçadas de extinção, com pesquisas apontando para um rápido declínio global nas populações de abelhas em toda a Terra. 

Isso tem um impacto em cascata tremendo – que chega velozmente até nós. 

Não acredita? Um vídeo da ASAP Science explica esse impacto utilizando simples exemplos (ligue a legenda). Veja aqui!

Em resumo, abelhas polinizam plantas, ajudando-as a crescer. Segundo um relatório do Greenpeace, cerca de 60 a 90% dos alimentos que consumimos recebem ajuda de polinizadores como abelhas. Isso inclui frutas, vegetais, sementes e nozes.
Image credits: Jason Riedy
Em muitas colônias, no entanto, abelhas estão desaparecendo. Alguns pensam que a culpa é de parasitas, vírus e ácaros, mas pesquisadores vêm argumentando que agrotóxicos utilizados para afastar pragas de plantações estão afetando diretamente o sistema nervoso central de abelhas. Outros fatores podem desempenhar um papel, como clima e falta de variedade genética no cultivo de abelhas comerciais. 

Acontece que não podemos deixar as abelhas simplesmente sumirem. Aqui entra o efeito cascata: pense em árvores de amêndoas. Elas contam com a polinização para produzir amêndoas. Seus restos são usados como alimento para gado e galinhas. Menos abelhas significam menos amêndoas, que significam menos comida para gado e galinhas, que significam menos carne, leite, ovos e outros produtos alimentícios.

Vale observar que esse é apenas um dos muitos ecossistemas alimentares afetados pelas abelhas – já mencionamos cereais e café? Sem contar no algodão. De forma geral, sem a ajuda de abelhas, nossa alimentação seria basicamente composta por arroz, trigo e milho, que são polinizados pelo vento, e nossas roupas e toalhas seriam desconfortáveis.

Nossa vida seria inteiramente diferente, e não só pelas mudanças nos produtos que consumimos, mas pelo enorme impacto econômico causado pela extinção desses insetos gloriosos.

Ainda resta alguma dúvida da importância dessas gracinhas pretas e amarelas? Não, né? 

Então salvem as abelhas! 

Fonte: [BoredPanda]

domingo, 20 de outubro de 2019

Cervejaria desenvolve garrafa incrível feita de papel


A cervejaria Carlsberg está desenvolvendo a primeira garrafa de cerveja feita de papel.

A garrafa será feita a partir de fibras de madeiras de origem sustentável, sendo a base 100% biológica tornando-a totalmente reciclável. Dois protótipos já foram desenvolvidos com sucesso. Para que o líquido da cerveja não vaze as embalagens contém uma barreira interna.


Em um primeiro momento dois modelos serão testados, um com uma camada fina de polímero PET reciclado, enquanto o outro um polímero de PEF 100% biológico. Os dois passarão por diversos testes antes que seja escolhido o que será lançado oficialmente.

“Apenas um pequeno passo antes que Carlsberg encontre um caminho para ficar livre de polímeros com seus futuros frascos 100% biológicos“, explica a marca.

Segundo Myriam Shingleton, vice-presidente de desenvolvimento, as garrafas de fibra são mais ecológicas que o vidro ou o alumínio porque o material é de origem sustentável e tem um impacto muito baixo no processo de produção.

Junto com a Green Fibre Bottle, a Carlsberg anunciou uma parceria com Coca-Cola, L’Oreal, Absolut e a Paboco para avançar na pesquisa e desenvolvimento da garrafa de papel. “Parcerias como essa, que são unidas pelo desejo de criar inovações sustentáveis, são a melhor maneira de trazer mudanças reais“, disse Shingleton.

A Carlsberg planeja zerar a emissão de carbono em suas cervejarias até 2030.

A iniciativa faz parte da campanha de sustentabilidade da marca “Together Towards ZERO” e a garrafa de papel ainda não tem previsão para ser comercializada oficialmente.