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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Delator grava Temer autorizando compra do silêncio de Cunha


Donos da JBS prestaram depoimento no âmbito da Operação Lava Jato

Joesley Batista e o seu irmão Wesley, donos da JBS, prestaram depoimento na última quarta-feira (10) para o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com apuração do jornal O Globo, eles relataram que têm uma gravação na qual o presidente Michel Temer aparece autorizando que se compre o silêncio de Eduardo Cunha. 

Além dos dois, estavam presentes mais cinco pessoas, todas da empresa e que participaram da delação. A delação ainda precisa ser homologada pelo STF. 

O diálogo aconteceu entre Temer e Joesley. Nele, o peemedebista indica o deputado e colega de partido Rodrigo Rocha Loures como o encarregado de resolver um assunto J&F, holding que controla a JBS. Depois, o deputado recebe R$ 500 mil, que foram enviados por Joesley.

Em um dos trechos da conversa gravada, o empresário diz que está pagando um valor mensal para Cunha e, também, ao operador Lúcio Funaro. O motivo da mesada é que ambos fiquem calados. Ao ter essa informação, Temer responde: "Tem que manter isso, viu?".

Na mesma delação, o empresário revela que Aécio Neves pediu R$ 2 milhões, que foram pagos em quatro remessas.


sábado, 25 de março de 2017

Hong Kong manda recolher toda a carne importada do Brasil


Hong Kong decreta recolhimento de toda a carne importada do Brasil

As autoridades de Hong Kong decretaram o recolhimento de toda as carnes e derivados procedentes dos 21 frigoríficos brasileiros investigados na Operação Carne Fraca.

A medida foi anunciada poucos dias depois de o governo local suspender a importação de carne brasileira sob suspeita.

Ao detalhar a decisão para jornalistas, o secretário para Alimentação e Saúde, Ko Wing-man, afirmou que as últimas informações fornecidas por autoridades brasileiras sugerem que “o risco à segurança alimentar não pode ser totalmente descartado”.

De acordo com Wing-man, técnicos do Centro de Segurança Alimentar identificaram mais uma fábrica nacional que importou produtos derivados da carne brasileira, além das cinco que já tinham sido identificadas.

O secretário não informou qual o volume de carne brasileira bovina, suína ou de frango, bem como de seus derivados, pode estar, nesta sexta-feira (24), à disposição dos consumidores e comerciantes de Hong Kong.

Quanto aos produtos embarcados com destino a Hong Kong, antes do próprio governo brasileiro embargar as exportações dos 21 frigoríficos sob suspeita, o secretário disse que eles ficarão retidos na chegada ao porto até que as investigações sejam concluídas.

Wing-man também não precisou quanto tempo durará a suspensão, mas garantiu que a população será devidamente informada sobre todo o processo.

Considerado um dos maiores mercados para a carne brasileira, Hong Kong já tinha proibido, na terça-feira (21), a importação de carne brasileira congelada e refrigerada.

Na ocasião, o próprio ministro da Agricultura, Blairo Maggi, incluiu o território semiautônomo chinês no grupo de compradores aos quais o governo brasileiro estava destinando mais atenção.

“China e Hong Kong são os dois pontos que estamos olhando com mais atenção, em permanente contato, respondendo a todas as questões”, disse Maggi.

A China, como Hong Kong, também já tinha anunciado a suspensão temporária das importações.

Até a noite dessa quinta-feira (23), pelo menos 14 países, além da União Europeia, tinham suspendido temporária e integralmente a importação de carne brasileira e seus derivados depois que a deflagração da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal (PF), na última sexta-feira (17), trouxe à tona suspeitas de irregularidades na produção e fiscalização do setor.

Onze países e territórios suspenderam temporária e integralmente a importação: Argélia, Bahamas, China, Chile, Egito, Hong Kong, Jamaica, México, Panamá, Qatar e Trinidad e Tobago.

Três países suspenderam as importações apenas dos 21 frigoríficos investigados pela PF ou de parte deles: África do Sul, Japão e Suíça.

A União Europeia também integra o bloco dos que optaram pela suspensão parcial, proibindo a entrada de produtos provenientes de quatro plantas industriais brasileiras onde eram processadas carne bovina, suína e de aves.

Fonte: Da Redação com Agência Brasil e https://paraibaonline.com.br

quinta-feira, 23 de março de 2017

O que ainda pode existir de pior por de trás da operação "Carne Fraca"



Confiram este excelente artigo escrito por José Herval Sampaio Júnior (um cidadão indignado com a corrupção) para o JusBrasil sobre a podre relação entre os investigados pela operação "Carne Fraca" e a estreita ligação de políticos e partidos corruptos:
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Ao longo de toda a minha atividade como Juiz e luta como cidadão contra a corrupção, infelizmente, sempre consegui estabelecer os vínculos dos escândalos com a atuação de políticos inescrupulosos que só veem na política o seu sustento pessoal e sugam tudo que for possível como um parasita e o pior sem qualquer piedade do povo.

E será que no que vimos no último dia 17 foi diferente? A resposta é sonoricamente um não.

A Polícia Federal desmascarou um grande esquema de fraude e corrupção através da intitulada Operação Carne Fraca (nome bem sugestivo), a maior operação já realizada pelo órgão, desarticulando uma organização criminosa que atuava no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, através da Superintendência Federal da Agricultura no Paraná.

A operação, deflagrada no último dia 17, foi realizada em sete estados, tendo sido expedido mais de 190 mandados de busca e apreensão em empresas e residências de acusados e contou com cerca de 1.100 policiais federais, 30 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal.

A Operação Carne Fraca assinalou a existência desse esquema de corrupção entre fiscais do Ministério da Agricultura e as principais empresas nacionais do ramo frigorífico, onde estas, além de comercializar produtos fora do prazo de validade, ainda as vendiam adulteradas com ácido ascórbico e outros elementos estranhos. Entre as grandes empresas do setor de carnes e embutidos estão a JBS, dona das marcas Friboi e Seara, e a BRF, dona das concorrentes Sadia e Perdigão.

A Polícia ainda não identificou os lotes que estariam sob o alvo das investigações, mas já apuraram que as irregularidades iam além da fronteira nacional. Uma carga brasileira foi interceptada na Europa sob suspeita de seus produtos estarem contaminados com a bactéria do tipo Salmonela. Ou seja, além de colocar em risco milhares de cidadãos, ainda golpeia frontalmente a nossa abalada economia e põe em risco a credibilidade do Brasil como um dos maiores exportadores de carne no mundo.

Entretanto, de que carne fraca vamos falar nesse pequeno texto cheio de interrogações?

Todo esse esquema de corrupção - que enoja muito mais que a carne podre e adulterada que pode ter nos alimentando por muito tempo - era mantido através de fiscais da pasta que recebiam propina em forma de dinheiro e mesmo de produtos – em boa qualidade, claro-, para fazerem vistas grossas às irregularidades.

Eles facilitavam a produção de alimentos adulterados e emitiam certificados sanitários sem realizar as atividades fiscalizatórias necessárias e indispensáveis a nossa a saúde. Os fiscais que não aceitavam participar dos esquemas eram severamente punidos, sendo afastados de seus locais de trabalho, removidos ou exonerados de suas funções. Que loucura, os que agiram correto eram sancionados e estigmatizados dentro do sistema.

Agora a grande indagação: a quem esses fiscais serviam? Será que eles não eram apenas parte de um esquema bem maior? De uma engrenagem com vários braços?

Segundo o delegado da Polícia Federal, Maurício Moscardi Grillo, uma parcela do dinheiro pago pelos frigoríficos abastecia políticos do PMDB e do PP – partido do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e uma das legendas mais investigadas por outra operação, a Lava Jato.

Sou conhecido ao longo da atuação mencionada no início, por não acusar diretamente ninguém e continuarei nessa linha, contudo fica mais um questionamento - a prtir da realidade que estamos presenciando nos últimos anos e que com certeza teremos diversas outras operações semelhantes – será que a ligação enunciada é mais uma conspiração?

E sinceramente, todo esse caminho de corrupção tem que ter algo por trás para ser mantido, logo mais do que plausível pela triste realidade de nossa política, que era necessário assegurar políticos capazes de chefiarem os esquemas. Para isso, existia o apoio financeiro nas campanhas eleitorais. No pleito de 2014, último onde as pessoas jurídicas puderam fazer doações aos candidatos e partidos, calcula-se que as empresas investigadas doaram cerca de R$ 393 milhões a candidatos.

Em artigo publicado em seu site, Márlon Reis denuncia:


“Mas a face mais cruenta do monopólio é a intromissão na política. O grupo JBS financiou 106 dos atuais 513 deputados federais. Tem uma bancada de 20% da Câmara! A empresa que em 2002 fez doações eleitorais de 200 mil reais, em 2014 doou mais de 300 milhões de reais para definir quem deveria atingir o poder político no Brasil. E até ensaiou levar um dos membros da família dirigente ao governo de Goiás. Definiu a eleição de senadores, governadores. Subornar fiscais é fichinha perto disso. Lamentavelmente, não tenho como concluir que isso foi por um equívoco. Foi propositalmente pensado para fazer o que os monopólios fazem: destruir a economia para os pequenos e lançar seus braços sobre a política. Não concebo o desenvolvimento social e econômico dessa maneira. Não me convidem para defender isso. Venda de produtos cancerígenos e estragados causa menos dano do que essa decisão política primordial".

O nome da operação além de explicitar a qualidade dos alimentos comercializados pelas empresas investigadas, ressalta a fragilidade moral do homem frente à possibilidade de se beneficiar de modo fácil. Os agentes públicos, que deveriam zelar pela saúde e segurança da população, não o fizeram e se deixaram corromper em troca de propina em forma de dinheiro e produtos alimentícios.

Esse esquema de corrupção, assim como todos os outros, apenas confirmam mais uma vez a teoria de estrutura de poder pelo poder que já falamos aqui em reiterados textos: a necessidade do homem em manter o seu posto, seu âmbito de domínio e sua cobiça pelo dinheiro e poder, fazendo com que ele não poupe esforços, ultrapassando para isso os limites da legalidade, da moralidade e até mesmo da humanidade.

Qual a carne mais fraca?

Sem dúvida, a da corrupção, que mata bem mais do que deve ter matado as podres e cancerígenas comercializadas, porque retira o dinheiro público que poderia ser aplicado na saúde, educação e segurança, que tanto tem faltado nesse momento em nosso país.

Tá na hora de expormos de uma vez só todas as carnes fracas que temos e aproveitarmos o momento difícil que passamos para fazermos uma assepsia geral em todos os setores públicos e privados, de modo que a corrupção deixe de ser a regra geral, passando a ocupar o seu devido lugar: a excepcionalidade da fragilidade de alguns seres humanos e não o que estamos vendo hoje!

E como isso será possível?

Somente com uma verdadeira revolução no modo de agir dos brasileiros, de modo que exija dos políticos uma postura diferente da que estamos acostumados. Agora mesmo, qual a preocupação deles em meio a tudo isso?

Com o financiamento de suas campanhas em 2018, pois a partir dos escândalos e a famosa lista do Janot, já perceberam que não teriam como manter o sistema de outrora, então buscam a proposta indecente de anistia ao caixa 2 e querem que nós banquemos a farra de suas campanhas, falando inclusive agora da lista fechada.

Meu Deus aonde vai a “cara de pau” de alguns políticos no Brasil?

Não tem limite pelo jeito por causa da gente, logo a nossa proposta é bem mais ousada do que somente fazer valer o instituto do plebiscito e do referendo, passa por uma mudança radical no trato com os políticos, de modo que possamos avaliar a todo momento o que eles falam e fazem.

E quando percebemos que só era conversa como se diz, que possamos tirá-lo imediatamente do poder. Quando forem pegos com a boca na botija nesses esquemas de corrupção, que saiam imediatamente do poder como ocorrem em algumas democracias. E porque lá isso acontece?

Porque os povos de lá, diferente do nosso, não tem a nossa paciência, pelo contrário, não dialogam com a corrupção e quando acontecem escândalos bem menores do que esse que vimos, políticos renunciam imediatamente quando não se suicidam. E isso acontece também com alguns agentes públicos de um modo geral.

Então, fica a dica para que não tenhamos novas surpresas, pois com certeza essa não é a primeira carne fraca e nem será a última, mas poderá ser a carne fraca que nos torne forte para vencermos a luta contra o maior mal de nosso pais: a podridão da corrupção.

Comentário de Ricardo Fausto Becker:

Esse escândalo impõe providências muito além do dano moral. Trata-se de dano à saúde pública (dano coletivo). Além disso produz grave prejuízo econômico, na medida em que afeta, inclusive, a balança comercial pela perda de credibilidade no plano externo do mercado de proteína animal, até então pujante no Brasil.

Certamente haverá repercussão de mais esse propinoduto na esfera política. Os primeiros sinais já começaram com a divulgação do diálogo entre o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, com o ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento Daniel Gonçalves Filho. Serraglio, na conversa, teria sido chamado por Daniel de “grande chefe”. Também foi dito que parte da propina era destinada ao PP e ao PMDB.

É possível, portanto, que das prisões efetuadas resultem delações que permitam se chegar ao braço político de mais essa organização criminosa.

Comentário de Euclides Araujo:
Este esquema criminoso desmascarado pela Policia Federal vai muito além de um simples crime contra saúde pública. O Brasil levou vários anos para conquistar a confiança do mercado internacional, quando se solidifica neste mercado, um grupo de bandidos travestidos de empresários, aliados com uma organização criminosa do meio político , visando o lucro a qualquer custo de forma criminosa, destrói a reputação do país, como já não bastasse, a bandidagem política que saqueou o nosso país, sem mencionar o alto índice de desemprego, outra mazela provocada pela corrupção, que dependendo do desenrolar do caso, poderá aumentar mais ainda este índice para nossa tristeza e desespero de boa parte de nossa população.

Agora, este pequeno grupo de supostos criminosos abastados de suas fortunas conquistas por meio do engodo dos seus produtos, utilizam-se da mídia para transformar a Polícia Federal em vilã da historia, acusando-a de sensacionalista e alarmista. Digo a vocês, não caiam nessa dialética sofista, infelizmente no Brasil ainda perdura uma cultura espúria para punir quem fala a verdade e expõe à público a nefasta face de certos grupos empresariais e políticos que de forma criminosa auferem lucros em detrimento da sociedade e do país. Vamos nos assombrar mais ainda, no desenrolar desta operação, se não houver a operação abafa, iremos nos estarrecer com a extensão do poder de mais este grupo criminoso de bandidos travestidos de empresários, agentes públicos e agentes políticos.

É lamentável que a legislação brasileira permita que alguns grupos empresariais dominem certos mercados do pais, monopolizando-o para ditar as regras, cartelizar preços e o manufaturamento de certos produtos para o mercado interno e externo, isto chama-se concorrência desleal, pois de leal não tem nada, estes grupos engolem as pequenas empresas e ainda compram o poder político para sedimentar seu império nefasto em detrimento da sociedade e do país. Cadeia nestes bandidos.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Ética: Erros que devemos evitar no ambiente de trabalho



Os 10 erros que veremos a seguir têm motivado um grande número de demissões, por isto recomendamos evitá-los.

1. Impontualidade

O trânsito está cada vez mais complicado, os engarrafamentos só fazem aumentar, mas, as empresas não querem saber disso. Os funcionários precisam ser cada vez mais criativos a fim de chegar no horário, criando alternativas como: sair mais cedo, procurar um emprego que seja mais próximo a sua residência, ou até mudar para mais próximo da empresa.

2. Apresentação inadequada

Os funcionários precisam conhecer o negócio e cultura da empresa, a fim de se trajarem de forma compatível com a realidade desta. A apresentação esperada de um profissional de uma loja de esportes radicais é totalmente diferente da apresentação de um funcionário de loja de grife. E assim por diante. Sensualidade nem pensar, qualquer recurso que possa demonstrar sensualidade é preciso ser evitado. Bom senso neste caso é fundamental.

3. Postura antiética

Uma das grandes causas do insucesso de um profissional é a sua postura antiética no trabalho. Fazer o mau uso de dados das empresas, como por exemplo revelar sigilo sobre informações privilegiadas ou estratégicas, geralmente leva à demissão. É importante lembrar que a informação pertence à empresa e não ao funcionário, mesmo que este seja o criador dela, mas como o funcionário está sendo pago para isto, a informação pertence à empresa, portanto só deve ser divulgada com a permissão da mesma.

4. Fofocas

Passar informações que ouviu dizer, sem saber a sua origem e veracidade, é muito perigoso. Se essa informação não vai agregar valor para a empresa, ou ainda, vai prejudicar alguém, para que passá-la adiante? Na maioria das vezes é melhor ouvir e silenciar. Afinal, temos dois ouvidos e apenas uma boca, portanto devemos ouvir muito mais do que falar.

5. Mentiras

Pior que seja a verdade, é melhor assumi-la e buscar a solução do que ser desonesto. Afinal, “a mentira tem perna curta, mas anda ligeiro” e quando é descoberta pode queimar o profissional para sempre. Sem falar que, quando revelada, o profissional perde credibilidade. A exemplo de funcionários que “matam” a família toda para justificar a sua ausência no trabalho. Acredito na máxima que “Quem quer, faz. Quem não quer, arranja uma desculpa”.

6. Usar informática para fins pessoais

Usar o tempo que é pago pela empresa para ficar grudado no smartphone, bater papo pelo WhatsApp, assistir vídeos no Youtube, ficar em sites de relacionamento, Facebook ou abrindo e-mails pessoais pega mal. É uma demonstração de desonestidade para com a empresa, já que o funcionário está gastando um tempo que era para produzir e gerar resultado. Isso sem falar que essas atividades paralelas dispersam e consequentemente, diminui a produtividade, além de ser porta aberta para entrada de vírus, causando danos irreversíveis para a organização e ser a causa de demissão;

7. Gaiatice

Todo bom profissional deve saber separar bom humor de gaiatice ou alegria desmedida. As empresas gostam de pessoas bem humoradas, mas não gaiatas. Tudo tem sua hora. Contar piada na hora de trabalho além de desconcentrar os colegas, demonstra descomprometimento do funcionário com o resultado da empresa. Nada impede que na hora do almoço possa propiciar aos colegas um momento de descontração, mas hora de trabalho a postura deve ser de serenidade, cordialidade e cooperação e nada mais do que isto.

8. Assédio moral e sexual

Roubar ideias de colegas e se apropriar delas não só dá demissão como processo criminal. Deve-se contribuir com as idéias a fim de consolidá-las, mas jamais roubá-las, pois trata-se de “propriedade intelectual”, e roubá-las tem a mesma gravidade do roubo material, ou seja: é crime.
Assédio sexual é provocar relacionamento intimo sem o desejo e a permissão da outra pessoa, gerando constrangimento e desconforto no ambiente de trabalho. Isto também é causa de demissão.

9. Desequilíbrio emocional

O desequilíbrio emocional é prova de imaturidade e falta de domínio das próprias emoções. É difícil frente a tanta pressão e cobrança, manter-se sóbrio e tranqüilo, por isto é necessário desenvolver técnicas de respiração, dentre outras, para segurar a manifestação das emoções inapropriadas como: choro, grito, sapateados, ou outras atitudes agressivas.

10. Manifestação de intimidades ou afetividades excessivas

Aqui ressaltamos principalmente o relacionamento com chefes, namoro com colegas ou qualquer outra forma de relacionamento onde seja exacerbado a aproximação ou a exposição de posturas intimas. Não interessa o grau de aproximação ou intimidade que o profissional tenha com outro fora da empresa, no ambiente de trabalho é preciso observar a hierarquia, o respeito e manter a devida discrição e distancia.

Por Margarida Silva – Psicóloga organizacional e especialista em gestão de carreira.

Fonte: http://www.muitomaisselecao.com.br e Jornal Correio da Bahia

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Advogado salva casamento de cliente


O advogado Rafael Gonçalves, de São Sebastião do Paraíso (MG), virou um verdadeiro herói após compartilhar no seu perfil do Facebook uma história, no mínimo, inusitada.

Ao ser procurado por uma mulher que buscava o divórcio, Rafael percebeu que ainda havia uma ligação muito forte entre o casal.

“Tratava-se de um momento de conflito único e aquela decisão, ao meu ver, era precipitada! Mas quem sou eu pra interferir na vida alheia? Quem sou eu pra meter a colher na relação do casal? Quem sou eu pra julgar a decisão de ambos? EU SOU O ADVOGADO”.

Como de praxe, Rafael pediu à sua cliente os documentos necessários para dar entrada no processo de divórcio, mas acrescentou quatro perguntas que poderiam trazer uma reflexão.

“Fiz um pequeno questionário após solicitar os documentos e pedi que a moça respondesse as 4 perguntas a si mesma. Se após responder e analisar a situação com calma, longe do turbilhão de informações que estava lhe passando pela cabeça naquele instante, e ainda assim resolvesse se divorciar, que bastava me trazer a documentação e eu botaria um fim naquela história!”

“Aprendi ainda na faculdade que devo resolver conflitos, orientar as partes antes da decisão de partir pro campo jurídico. Assim fiz!”

Nesta quarta-feira, o casal voltou ao escritório de Rafael, devolveu a anotação que o advogado havia deixado com a mulher, dispensou seus serviços e agradeceu os conselhos.

“Perdi a cliente, mas ganhei um casal de amigos. São coisas simples da vida que valem a pena”, finalizou Rafael.

São de advogados assim que a nossa classe precisa.

Fonte: http://gppaschoal.jusbrasil.com.br/ (Por Jornal Extra)