Moura Ramos Indústria Gráfica: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais em 2013

A economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais em 2013. É que o estima relatório divulgado nesta semana pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Segundo o relatório, a região apresentou crescimento de 4% no próximo ano. Para este ano, a projeção para a região caiu de 3,7% para 3,2%. No caso do Brasil, o relatório destaca que o país “experimentou um processo de desaceleração mais forte que os demais países durante o último semestre de 2011 e somente no início do segundo semestre de 2012 começaram a notar-se alguns sintomas de reativação. Na Argentina, a diminuição foi mais marcada durante o primeiro semestre de 2012”.  A projeção de crescimento da economia brasileira, este ano, passou de 2,7% para 1,6%. Para 2013, a estimativa é 4%. A Argentina deve crescer 2% este ano, ante a última estimativa de 3,5%. No próximo ano, a projeção para a Argentina é 3,5%. Segundo o relatório, o consumo privado tem sido o principal impulsor da expansão regional, devido à evolução favorável do mercado de trabalho, do aumento do crédito e, em alguns casos, das remessas de recursos do exterior para os países da região. “Entretanto, o acentuado enfraquecimento da demanda externa e uma tendência decrescente dos preços da maioria dos principais bens básicos de exportação têm transformado o comércio exterior no principal canal de transmissão das crises internacionais para a economia da região”, informa a Cepal. Em relação à inflação, o relatório indica que foi mantida a tendência de queda durante o segundo trimestre de 2012, com uma variação média acumulada em doze meses para junho, de 5,5%, valor mais baixo registrado desde novembro de 2010. Segundo a Cepal, isso ocorreu “graças ao menor crescimento dos preços dos alimentos”.

CeluloseOnline - 05/10/2012

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

10/10/2012 08:00 - 11/10/2012 18:00 - Semana Mundial do Espaço

Mais de 50 países, entre eles o Brasil, participam da World Space Week, a Semana Mundial do Espaço em 2012, evento realizado pela Organização das Nações Unidas(ONU), que entre os dias 04 a 10 de outubro celebra a contribuição da tecnologia espacial para a melhoria das condições de vida das populações, promover a educação científica, a exploração do Espaço e a astronomia. Neste ano a Paraíba está inserida nas atividades oficiais sendo representada pelo Planetário da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), que participa com programação especial nos dias 10 e 11 de outubro. A atividade do Planetário também está vinculada ao “Espaço da Criança”, evento realizado pela Funesc nos referidos dias, em homenagem à data dedicada aos pequeninos. O agendamento de grupos é feito exclusivamente por telefone, 3211-6263.

Informações

  • Local: Espaço Cultural
  • Horário: Indefinido
  • Localização: - João Pessoa - PB
  • Bairro: Tambauzinho
  • Preço: Entrada franca
  • Contato: 3211-6263
  • Observação: O agendamento de grupos é feito exclusivamente por telefone.
  • Fonte: http://www.wscom.com.br/

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A importância do livro para a educação e o desenvolvimento


No final de 2011, quando as agências internacionais noticiaram que a economia brasileira já era a sexta do mundo, ultrapassando a da Inglaterra, num primeiro momento houve euforia. 

A seguir, analistas nacionais e internacionais ponderaram que ainda falta muito para o país chegar ao nível de qualidade de vida e infraestrutura existentes nas nações mais desenvolvidas.

Ao lado de fatores como renda per capita muito mais baixa e problemas com transportes, saneamento (como mostram as recentes inundações, que se repetem todos os anos), um especial se destacou: a educação. Hoje, no Brasil, um dos aspectos que ainda retardam o crescimento é a falta de mão de obra especializada e um ensino de alta qualidade. Ora, todos sabemos que só por meio do aprendizado conquistamos a verdadeira plenitude, que alia a qualidade de vida profissional e pessoal e nos completa como cidadãos.

Felizmente, nos últimos anos, notícias como a de que o brasileiro comprou mais livros em 2010 – segundo dados da CâmaraBrasileira do Livro (CBL), ou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fechou, em agosto do ano passado, negociação para a compra de 162,4 milhões de livros didáticos a serem utilizados por alunos da rede pública neste ano de 2012 – mostram que os brasileiros estão atentos a esse aspecto.

Karine Pansa, presidente da CBL, declarou recentemente que “é gratificante observar que o preço do livro no Brasil vem mantendo uma tendência de queda. Isto estimula o crescimento do número de leitores e desenha um futuro com mais educação, cultura e efetivo desenvolvimento”. A indústria gráfica brasileira está atenta e preparada para essa demanda da sociedade. Sabemos que um dos itens importantes de um país educado é o hábito da leitura.

Nesse sentido, o livro impresso, a despeito das mídias digitais, continua sendo o mais importante, completo e abrangente meio para a difusão de conhecimento com conteúdo didático, científico e literatura, contribuição para um país mais competitivo e com melhores condições de conseguir o verdadeiro progresso.

Tal condição é referendada em matéria no jornal New York Times de 20 de novembro de 2011, contendo a opinião de famílias e especialistas sobre as vantagens dos livros impressos. O jornal ouviu vários pais que, embora usem em sua vida diária os tablets, fazem questão que seus filhos pequenos sejam cercados por livros impressos, para que possam virar as páginas e ter a mesma experiência física com que eles mesmos aprenderam formas e cores.

Junlo Yokota, professor e diretor do centro de ensino por meio de livros infantis da National Louis University, em Chicago, afirma que a forma e o tamanho do livro são muitas vezes parte da experiência de leitura. Páginas mais amplas podem ser usadas para transmitir paisagens amplas, ou um formato mais alto pode ser escolhido para histórias sobre arranha-céus, por exemplo.

O jornal termina a matéria com o que acreditamos seja um dos maiores elogios ao livro impresso como indutor de educação. Mateus Thomson, de 38 anos, executivo de um site de mídia social, acredita que seu filho de cinco anos vai aprender a ler mais rápido no papel impresso: “os sinos e assobios de um iPad se tornam mais uma distração. Quando vamos para a cama, ele sabe que é a hora da leitura. Se pegar o iPad, ele vai querer jogar um jogo. Desta forma, a concentração pela leitura sai pela janela”. Melhor explicado, impossível.

* Por Dieter Brandt: Presidente da Heidelberg América do Sul.


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Criar arquivo para faca corte e vinco no CorelDRAW X6

Neste vídeo vamos aprender os passos para a criação de um arquivo para a confecção de faca corte e vinco. Este arquivo deve ser enviado para a gráfica junto com seu impresso sempre que desejar um corte especial, como convites personalizados ou panfletos especiais. O arquivo consiste apenas nas linhas de contorno do objeto que será impresso que devem conter a forma desejada para o corte.
No vídeo usamos técnicas bem básicas de edição de formas e o uso da ferramenta de contorno. O processo é muito simples e não requer muito trabalho. O arquivo pode ser enviado em conjunto, em uma outra página no mesmo arquivo ou em um arquivo separado.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL - O ciclo do papel



     O ciclo de vida do papel tem início muito antes de adquirir o seu aspecto final - o de papel pronto a utilizar. Na verdade, o seu ciclo de vida tem início na matéria prima que lhe dá origem: a árvore. E, ao contrário do que muitos pensam, a vida do papel não termina depois de ser utilizado: o papel é um produto que pode ser reciclado várias vezes, sendo os papéis usados uma importante fonte de matérias primas.
     O papel é um produto natural obtido a partir de recursos renováveis. O seu ciclo de vida tem início quando se plantam árvores destinadas a serem utilizadas pela indústria papeleira, de acordo com uma política de Gestão Florestal sustentada. 
     Estas árvores, depois de colhidas e cortadas, são descascadas e estilhaçadas para serem cozidas, dando assim forma à pasta de papel. Tem então lugar o fabrico do papel propriamente dito. A pasta é introduzida no pulper, juntamente com outros elementos, formando a folha de papel em bobine. É nesta fase do processo que podem ser introduzidos os papéis usados que, depois de seleccionados e triados, são adicionados à pasta de papel. Assim nasce o papel que, consoante a quantidade de fibras recuperadas e fibras virgens presentes na sua composição, apresenta características distintas. Na verdade, existem 57 categorias de papel diferentes.
     Depois de fabricado, o papel é transformado de acordo com as utilizações que vai conhecer: desde simples folhas de papel até envelopes, caixas e sacos, o papel conhece múltiplas funções. O papel assim transformado é depois utilizado pelo consumidor final, que o introduz de forma quase maquínica e inconsciente no seu dia-a-dia. As revistas e livros que lemos, os bilhetes de cinema, as embalagens de leite e sumo, as caixas de sapatos e as embalagens de produtos alimentares são apenas alguns dos produtos que consumimos diariamente e nos quais o papel está presente.
     A vida do papel não termina com a sua utilização, uma vez que o papel usado pode ser reciclado até 5 vezes. As fibras de papel recuperadas são reutilizadas no fabrico de novos produtos de papel, conferindo assim ao papel usado uma nova vida. Contudo, e para que a reciclagem seja uma realidade, a colaboração dos consumidores é fundamental - na prática, a reciclagem tem início na separação doméstica das embalagens usadas. A reciclagem de papel usado poupa recursos naturais e contribui para a defesa do meio ambiente. Papel reciclado não é sinónimo de papel sem qualidade - é antes um sinal de qualidade de vida. Recicle: o seu papel é essencial!