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segunda-feira, 3 de março de 2014

Fotógrafa viaja no tempo e reencontra-se com sua infância em série de manipulações digitais


A fotógrafa japonesa Chino Utsuka gostaria de reviver sua infância, viajar no tempo. Mas como a viajem no tempo não é possível (ainda), ela fez isso através de manipulações em fotografias. Na série fotográfica "Imagine Finding Me", CHino faz um encontro com sua infância e adolescência.

As fotografias impressionam pela técnica e realismo das cenas. Veja: 











domingo, 2 de março de 2014

Viva o Carnaval

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média.

O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.
O Carnaval do Rio de Janeiro está atualmente no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade. Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.

Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais no Rio de Janeiro :

1998 - Mangueira e Beija-Flor
1999 - Imperatriz Leopoldinense
2000 - Imperatriz Leopoldinense
2001 - Imperatriz Leopoldinense
2002 - Mangueira
2003 - Beija-Flor
2004 - Beija Flor
2005 - Beija-Flor
2006 - Unidos de Vila Isabel
2007 - Beija-Flor
2008 - Beija-Flor
2009 - Acadêmicos do Salgueiro
2010 - Unidos da Tijuca
2011 - Beija-Flor
2012 - Unidos da Tijuca
2013 - Unidos de Vila Isabel

Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais em São Paulo:

1998 - Vai-Vai 
1999 - Vai-Vai, Gaviões da Fiel 
2000 - Vai-Vai, X-9 Paulistana 
2001 - Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde 
2002 - Gaviões da Fiel 
2003 - Gaviões da Fiel 
2004 - Mocidade Alegre 
2005 - Império de Casa Verde 
2006 - Império de Casa Verde 
2007 - Mocidade Alegre
2008 - Vai-Vai
2009 - Mocidade Alegre
2010 - Rosas de Ouro
2011 - Vai-Vai
2012 - Mocidade Alegre
2013 - Mocidade Alegre


Cálculo do dia do Carnaval



Todos os feriados eclesiásticos são calculados em função da data da Páscoa , com exceção do Natal. Como o Domingo de Páscoa ocorre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que se verificar a partir do equinócio da primavera (no hemisfério norte) ou do equinócio do outono (no hemisfério sul), e a Sexta-Feira da Paixão é a que antecede o Domingo de Páscoa, então a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa em fevereiro, geralmente, ou em março. Mas conforme o Cálculo da Páscoa, ocorre próximo do dia de Lua Nova. Assim, poderá calhar próximo do ano novo chinês, se calhar antes ou próximo de 19 de fevereiro. No século XXI, a data em que ocorreu mais cedo foi a 5 de fevereiro de 2008 e a que ocorrerá mais tarde será a 9 de março de 2038. Embora seja possível noutros séculos, o dia de Carnaval não ocorrerá a 3 ou 4 de fevereiro durante todo o século XXI.

Data de Carnaval nos recentes e próximos anos



Saiba Mais

O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem europeia.

No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.

No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. 
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.

Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.

02 de março - Dia Nacional do Turismo

Segundo a Organização Mundial de Turismo, esse é classificado como “as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros."

O sujeito que faz essa movimentação é considerado turista, ou seja, a pessoa que se desloca para um lugar diferente de onde reside ou de onde trabalha.

O turismo é uma atividade prazerosa, que traz descanso ao corpo e à mente do turista, pois mesmo saindo a trabalho, tem a oportunidade de vivenciar momentos que fogem da sua rotina habitual.
Mundialmente falando, dados da OMT mostram que o turismo é uma atividade que corresponde a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, chegando a agitar US$ 3,4 trilhões. Essa movimentação gera crescimento em outros importantes setores da economia de uma região, como a criação de milhões de empregos, e atinge grande impacto nas áreas sociais, políticas e culturais das regiões em que ocorrem.

No Brasil, o dia do turismo é comemorado em 2 de março. No país, atividade movimenta a economia de várias cidades e regiões sendo: Rio de Janeiro – praias e carnaval; Salvador – cultural e carnaval; Aparecida do Norte – religião; Gramado – natal e festival de cinema; Pantanal Mato-grossense – ecológico; dentre outras. Nessas localidades, o turismo é responsável por melhorias nas estruturas físicas, nas condições de vida da população e geração de mais empregos.

O turismo pode ser dividido em diversas áreas como: aventureiro, cultural, negócios, ecológico, religioso e de terceira idade, onde cada um prioriza os aspectos mais relevantes.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

sábado, 1 de março de 2014

Saiba mais neste final de semana: As incríveis câmeras GoPro

GoPro HERO3+: nova câmera é 20% menor e mais leve para aventuras [vídeo]

Novo modelo de filmadora acoplável tem ainda melhor resolução de imagem
Um ano depois de anunciar o modelo HERO3, um dos  maiores sucessos de vendas na área, a fabricante GoPro apresenta a evolução da câmera: a HERO3+, que é 20% menor e mais leve.
GoPro HERO3+: nova câmera é 20% menor e mais leve para aventuras [vídeo]
(Fonte da imagem: Divulgação/GoPro)
As câmeras GoPro são famosas por serem companheiras de quem é fanático por aventuras e gosta de registrar imagens de ângulos inovadores e imersivos, como capacetes, para-choques e até pranchas de surfe. Desta vez, a história não é diferente: vários acessórios podem ser comprados para que anexar o aparelho em objetos de várias composições.
São dois os modelos lançados e já disponíveis no mercado, a Black Edition e a Silver Edition (complementos ao modelo original HERO3, que é a White Edition). Ambos são à prova d'água em profundidades de até 40 metros e possuem conectividade WiFi melhorada em até quatro vezes para transferência de arquivos, processo que pode ser realizado pelo novo aplicativo da câmera para dispositivos móveis.
A Black Edition é a câmera de melhor desempenho: ela possui uma bateria 30% mais eficiente que a GoPro anterior, um modo de captura para ambientes de baixa iluminação e lentes que melhoram a qualidade da imagem. O preço sugerido para a venda é de US$ 400 (cerca de R$ 900).
Com um processador de imagem poderoso, a Silver Edition é ideal para captura de imagens em alta resolução. Ela grava vídeos em Full HD (1080p) e em até 120 fps, além de ser mais leve. Ela custa US$ 300 (quase R$ 700).
Fonte: TecMundo e GoPro

01 de Março - Dia do Aniversário do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é uma cidade para se experimentar
Já foi aclamada por grandes poetas e músicos, está mais que presente no cinema e nas artes plásticas, faz parte do cartão-postal do Brasil e, mesmo assim, só quem respira um pouco do clima carioca sabe o que estas artes tentam exprimir.
Não adianta: do mesmo jeito que “ser carioca” é um estado de espírito que não se perde mesmo longe do sol e do mar, qualquer um que põe os pés na Cidade Maravilhosa ganha um pouco desse ar descontraído, esperto e bem-humorado.
É, apesar de tudo, uma cidade de contrastes. Nem todos têm as mesmas chances; existe a violência das grandes cidades. Mas o jeitinho do carioca sempre encontra uma maneira ou outra para driblar as diferenças. É por isto que três dos principais símbolos da cidade são também espaços onde convivem todas as classes: o Maracanã, com o futebol, onde o que vale é torcer pelo time do coração; o Carnaval, em que a paixão pelo samba supera qualquer diferença; e as praias, porque, afinal, o mar é de todos.

História

Para começo de história, a cidade do Rio de Janeiro não recebe este nome por causa de um rio! Na verdade foi um estuário, observado por Gonçalo Coelho logo após o descobrimento do Brasil, que inspirou o nome. Gonçalo Coelho era o encarregado do reconhecimento da terra e pensou que o estuário era a foz de um grande rio. Como era dia 1 de janeiro de 1502, o nome ficou sendo “Rio de Janeiro”.
A fundação da cidade, mais de meio século depois, se deu por questões militares. É que, em 1555, as invasões francesas ocuparam a Ilha de Villegaignon para lá fundar uma colônia. Isto obrigou os portugueses a prestarem mais atenção na costa brasileira, principalmente na região da Guanabara. Então, em 1560, o terceiro governador geral do Brasil, Mem de Sá, saiu da Bahia com o objetivo de expulsar os franceses da ilha. E conseguiu.
O sucesso foi comunicado à Rainha Regente, D. Catarina, em Portugal, por Estácio de Sá, primo de terceiro grau de Mem de Sá. Por causa das peculiares relações de parentesco da época, alguns historiadores atribuem a Mem de Sá a posição de “tio” de Estácio de Sá; uma questão de proximidade.
De qualquer forma, foi Estácio de Sá quem veio para o Rio em 1564, com instruções do primo para expulsar os inimigos, manter paz com os índios tamoios e ouvir os conselhos do Padre Nóbrega. Como não foi possível se entender com os tamoios, Estácio pediu a intervenção do padre.
Conseguido o apoio dos índios, Estácio de Sá organizou a expedição e partiu em 22 de janeiro de 1565. Em 1o de março desembarcaram e foi fundada a cidade, a que se chamou de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao Rei de Portugal, D. Sebastião.

Tanta arte e cultura, e você ai?

A cultura na cidade do Rio de Janeiro oferece muito mais opções do que se divulga por aí. Na verdade, as pessoas ficam tão impressionadas com as belezas naturais (que também são o carro-chefe dos pacotes turísticos) que às vezes nem se informam do número de museus, centros culturais, galerias de arte...
Ao todo, são 92 espaços na categoria de centro cultural e afins, sem contar as cerca de 80 bibliotecas (22 das quais são públicas) e os teatros e casas de espetáculos, por volta de 102. Destaque para o Theatro Municipal, que soma uma linda construção e grandes atrações. A cidade ainda é a sede da Academia Brasileira de Letras e da Orquestra Sinfônica Brasileira.

Teatro Municipal do Rio de JaneiroTeatro Municipal

Para assistir a um bom filme, pode-se escolher entre os 118 cinemas. Quem prefere ir a um museu, tem 77 opções.
Saiba mais sobre alguns deles:
Museu de Arte Moderna
Possui importante acervo de artistas nacionais e estrangeiros e se destaca pela construção moderna, com a assinatura de Oscar Niemeyer.
Museu Nacional de Belas Artes
Obras de artistas brasileiros e estrangeiros. Do arquivo nacional, as peças datam desde o século XVII. Só a construção do prédio já vale a visita.
Museu Histórico da Cidade
17 mil peças desde 1565, com farto material documental e iconográfico.
Museu Histórico Nacional
Com acervo partindo de 1603, tem um material interessantíssimo relativo à época do império.
Museu Nacional
Passeio imperdível, principalmente para os amantes da história natural. Tem fósseis, restos de meteoros, cultura greco-romana, múmias egípcias, galerias de animais empalhados, esqueletos de animais pré-históricos, objetos indígenas e muito mais.
Museu da República
Para conhecer a antiga sede da Presidência da República, entre 1897 a 1960
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística