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quarta-feira, 2 de julho de 2014

02 de Julho - Dia do Hospital

Decreto Nº 50.871, 27/06/1961

Não é preciso ir longe para saber da importância das instituições homenageadas neste dia. Os hospitais, em meio a uma rotina repleta de agitações, salvam vidas, e por isso são alento para tantas pessoas.
Apesar do importante papel social dos hospitais, a realidade do sistema hospitalar brasileiro não é das melhores, principalmente levando-se em consideração os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). Teoricamente, segundo a Constituição Brasileira, a "saúde é direito de todos e dever do Estado", garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e o acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde.
O que se verifica, na prática, é a precariedade dos leitos, a falta de profissionais (ou pior: a presença de profissionais mal pagos e desestimulados) e a escassez de verbas destinadas à manutenção em geral dos hospitais brasileiros. Essa é a realidade da rede pública de saúde. Mas engana-se quem pensa que a rede privada está a salvo de um quadro penoso: sucumbem sob tributos, taxas e tarifas públicas, dissídios de funcionários, reajustes nos preços de materiais e insumos, dolarização dos preços de equipamentos, aporte de investimento em novas tecnologias, pagamento aos fornecedores com o tempo inferior ao recebimento pelos serviços prestados. Não há qualquer política voltada aos hospitais privados no SUS.
A Federação Brasileira de Hospitais, fundada em 1965, é uma entidade associativa, sem fins lucrativos, única a ter como finalidade primordial a representação da rede hospitalar brasileira, composta por 6.895 hospitais, sendo 4.561 hospitais privados (lucrativos e filantrópicos) e 2.334 hospitais públicos. A FBH é reco-nhecida pela justiça como substituta processual de todos os hospitais do Brasil, em decisão transitada em julgado. Tem como missão congregar os hospitais, estabelecendo diretrizes práticas e políticas que impliquem fortalecimento empresarial e otimização de resultados da rede hospitalar nacional. Os hospitais são patrimônio da nação e do povo brasileiro e nossa missão é preservar este bem.
Fonte: Saúde Business ; DataSUS

02 de Julho - Dia do Bombeiro

No dia 2 de julho de 1856, foi assinado por D.Pedro II, o decreto nr. 1.775, que regulamentava pela primeira vez o serviço de extinção de incêndios no Brasil. Nesta época, ao som do badalar dos sinos, os incêndios eram apagados "mão-a-mão", ou seja, era feita uma corrente de pessoas, ficando a primeira na beira de um poço enchendo os baldes de água e as demais, passando adiante. Neste trabalho, eram engajadas todas as pessoas, velhos, moços e até crianças.
Os primeiros 10 bombeiros foram treinados a trabalhar precariamente, em um carro puxado por cavalos onde carregavam as pipas d"agua.
Somente em 1887 é que os bombeiros passaram a receber equipamentos de boa qualidade, entre eles uma bomba com mangueira. Já em 1891, houve um aumento considerável no efetivo de homens, e até 50 aparelhos telefônicos foram instalados para facilitar e agilizar o serviço.
Além da cavalaria, foram também adquiridas seis bicicletas para fazer a ronda.
Nesta época, utilizavam-se cornetas para fazer os alarmes.
Na atualidade, os bombeiros desenvolvem muitas outras funções, além do combate ao fogo.
Eles socorrem vítimas de catástrofes naturais, resgatam cães e gatos presos em árvores ou telhados, e também atendem chamados para capturar animais soltos que oferecem perigo à população, como leões que fogem de circo, cobras, aranhas, etc...
Como "anjos da guarda" não têm folga, os bombeiros trabalham 24 horas por dia e comemoram o dia 2 de julho trabalhando.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

terça-feira, 1 de julho de 2014

Empresas e marcas que sumiram no Brasil

Que tal curtir um pouco de design nostalgia relembrando de grandes marcas que hoje não existem mais no Brasil, mas que já foram sinônimo de sucesso no passado.
"Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada" era o slogan da US Top, que, além de calças jeans, fazia também camisas.

 
A Yopa era a marca de sorvetes que foi comprada pela Nestlé nos anos 70. Em 2000, a empresa decidiu abolir a marca.

O creme dental Kolynos foi extinto em 1997, depois que a Colgate-Palmolive comprou a marca. Em seu lugar, a empresa lançou a pasta Sorriso.


A montadora brasileira de automóveis Gurgel, criada pelo engenheiro mecânico e eletricista João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, ficou na ativa até 1996.

O banco estatal paulista Banespa saiu de cena depois que foi privatizado e comprado pelo Santander, em 2000.


O Mappin foi ponto de encontro da elite paulistana nos anos 50. Nos anos 80, atraía consumidores com liquidações. A rede de lojas de departamento fechou as portas em 1999.

A rede de departamentos Mesbla chegou a ser uma das maiores empresas de varejo do Brasil. A falência foi decretada em 1999.

A rede de loja de departamentos Sears saiu do Brasil na década de 90, mas ainda existe em outros países.

A Arapuã foi uma das maiores redes de eletroeletrônicos do país. Em 1998, a empresa entrou em concordata; em 2009, teve a falência decretada.

O Jumbo Eletro foi uma rede de lojas do Grupo Pão de Açúcar. A marca foi desativada em 1993, quando as lojas passaram a se chamar Extra.


Embalagens para chocolates

Design e chocolate são duas das coisas que as pessoas mais apreciam na vida. Quando esses dois elementos juntos são bem projetados, o resultado é de encher os olhos, como você pode conferir nas imagens abaixo. Elas não estão à venda no Brasil, mas você pode se inspirar e caprichar na hora de criar a sua embalagem para chocolates ou produtos similares. Confira o que temos por aqui:


















01 de Julho - Dia da Vacina




Ao perceberem que os sobreviventes de um ataque de varíola não voltavam a sofrer da doença, muitos povos tentaram provocar a moléstia numa forma mais branda.
Os primeiros registros desta prática, que recebeu o nome de variolização, remontam aos chineses. Era conhecida entre diversos povos da África e da Ásia, como egípcios, persas, indianos, circassianos, georgianos, árabes. Na Turquia, no início do séc. XVIII, duas inoculadoras de origem grega ficaram famosas - uma delas, a Tessaliana, chegou a imunizar cerca de 40 mil pessoas.
As técnicas diferiam: algodão, com pó de crostas ou pus inserido no nariz; vestir roupas íntimas de doentes; inscrustar crostas em arranhões; picar a pele com agulhas contaminadas; fazer um corte na pele e colocar um fio de linha infectado, ou uma gota de pus.
Embora a variolização pareça ter sido praticada em algumas regiões da França, na Escócia, no País de Gales e na Itália, atribui-se sua introdução na Europa a Lady Mary Wortley Montagu, mulher do embaixador britânico na Turquia, que fez inocular seus filhos. De Londres, a prática se espalhou pelo continente, popularizada pela adesão da aristocracia. Foram imunizados Luis XVI, na França, as filhas da princesa de Gales, na Inglaterra, e Catarina II, na Rússia.
A variolização logo chegou às Américas. Jesuítas inocularam índios no Brasil e Thomas Boylston imunizou 243 pessoas durante uma epidemia em Boston, em 1721. Na mesma cidade, em 1764, um novo surto de varíola levou à criação de dois hospitais particulares para inoculação. John Adams, mais tarde presidente dos Estados Unidos, submeteu-se ao tratamento. Este era prolongado - três a quatro semanas de internação e de duas a três em convalescença.
Desde sua introdução na Europa, a variolização sempre enfrentou uma oposição ferrenha, que se agravou com a comprovação de que cerca de 2% dos inoculados morriam e muitos desenvolviam formas graves da doença. Com isso, em muitos locais, a prática foi suspensa.
Edward Jenner, um médico inglês, observou que um número expressivo de pessoas mostrava-se imune à varíola. Todas eram ordenhadoras e tinham se contaminado com cowpox, uma doença do gado semelhante à varíola, pela formação de pústulas, mas que não causava a morte dos animais. Após uma série de experiências, constatou que estes indivíduos mantinham-se refratários à varíola, mesmo quando inoculados com o vírus.
Em 14 de maio de 1796, Jenner inoculou James Phipps, um menino de oito anos, com o pus retirado de uma pústula de Sarah Nemes, uma ordenhadora que sofria de cowpox. O garoto contraiu uma infecção extremamente benigna e, dez dias depois, estava recuperado. Meses depois, Jenner inoculava Phipps com pus varioloso. O menino não adoeceu. Era a descoberta da vacina.
A partir de então, Jenner começou a imunizar crianças, com material retirado diretamente das pústulas dos animais e passado, braço a braço. Em 1798, divulgava sua descoberta no trabalho Um inquérito sobre as causas e os efeitos da Vacina da Varíola.
Jenner enfrentou sérias resistências. A classe médica demonstrava ceticismo. Os variolizadores fizeram ferrenha oposição.