Moura Ramos Indústria Gráfica: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

06 de Janeiro - Dia da Gratidão

A gratidão é um sentimento que traz junto dele uma série de outros sentimentos: amor, ternura, fidelidade, amizade... Mas nunca submissão! É importante não confundir gratidão com atitudes de lisonjas ou bajulação: com servilismo.
Há um quê de nobreza, de olho no olho, de igualdade e reconhecimento da alma, do espírito e do pensamento daquele a quem devemos ou de quem somos alvos de gratidão.
A gratidão é horizontal, lado a lado. Nunca foi, não é, nem será alguma coisa de baixo para cima ou de cima para baixo.
Não há hierarquias na gratidão. Não há diferenças. Aliás, como prima-irmã do amor, seu oposto não é, como muitos pensam, o ódio, mas sim a indiferença. Quem não ama (seja que tipo de amor for: de pai, de mãe, de irmão, irmã, namorado, namorada, marido ou esposa) não é grato.
Quem não ama não é aquele que odeia.
Quem não ama é o que ignora, o ingrato, o indiferente.
Pense nisso, pense na gratidão. Pense, inclusive, como um sinal de maturidade, de harmonia.
Pense. E pratique. Pratique a gratidão.
Não faz mal, não tem contra-indicação. Basta amar. Feliz Dia da Gratidão!
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

06 de Janeiro - Dia da Astrologia

AstrologiaAstrologia é uma linguagem simbólica que correlaciona a posição dos corpos celestes em um determinado momento com as características deste momento em um determinado local aqui na Terra. Com isso, podemos saber que tipos de energias estão mais atuantes em um determinado fato, desde um nascimento até um fato político/econômico.
Podemos com isto analisar tendências e características deste determinado fato, o que vai nos ajudar a lidar com o mesmo da melhor maneira.
Por exemplo: Se sabemos de antemão as principais tendências de personalidade de uma criança que acabou de nascer, podemos orientar sua educação para que ela se torne um adulto mais realizado e feliz. Por outro lado, se sabemos as características de uma empresa, e do indivíduo que nela vai trabalhar, este pode ser colocado no cargo em que ofereça melhor rendimento.
Astrologia estuda os ciclos de vida, as "voltas que a vida dá". Não é ciência nem arte, porque é mais que as duas.
Através da Astrologia, podemos ter a síntese de um determinado tempo e lugar, e como eles se refletirão na vida do interessado.
Fonte: estrelaguia.feminice.com.br

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Trabalhando com Papel

Richard Sweeney nasceu em Huddersfield, Inglaterra, em 1984. Ele descobriu o talento para a escultura na Escola de Arte e Design Batley, em 2002, que o levou a estudar Design Tridimensional na Universidade Metropolitana de Manchester, onde se concentrou na manipulação de papel para criar modelos e desenvolver esculturas por si mesmo.



Richard combina as disciplinas de design, fotografia, artesanato e escultura, resultando em uma produção variada de trabalho, incluindo design gráfico e escultura. A combinação de desenho artesanal com desenho assistido por computador e técnicas de fabricação, procura manter uma linha experimental, utilizando as propriedades únicas de materiais



Sobre o trabalho dele com papel, conta: “O processo foi puramente experimental, e sem um resultado pré-determinado especificado. Logo se tornou evidente que o papel era válido como meio escultórico em seu próprio direito, o que poderia ser usado para criar peças com estética ao invés de valor utilitário. Por outro lado, elementos de arte, artesanato e design se fundiram, e por isso a necessidade de buscar uma divisão entre estas atividades é diminuída”.


Paper Sculpture created for La Rinascente Christmas window display 2010, Piazza Del Duomo, Milan.

paper_octahedron_richardsweeney

domingo, 4 de janeiro de 2015

04 de Janeiro - Dia da Criação da Primeira Tipografia no Brasil

Aprendemos com a nossa História que o ano de 1808 trouxe para o Brasil novos hábitos. Com a vinda de D. João VI e a família Real Portuguesa, houve grande mobilização na colônia para abrigar a corte portuguesa. O Rio de Janeiro, àquela época com um pouco mais de 50 mil habitantes, precisava abrigar os 15 mil que se transferiam e acabou sofrendo uma espécie de "europeização" para tornar-se a capital do império. Uma espécie de revolução cultural aconteceu.
Foto de autoria de www.corrupiola.com.br
É de 1808 o alvará que pôs em funcionamento o Banco do Brasil - é que a monarquia ia precisar movimentar recursos para se manter. Os portos brasileiros foram abertos, surgiu a Biblioteca Real (futura Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro), foram criadas a Escola de Ciências Artes e Ofícios (futura Escola Nacional de Belas Artes) e a Academia Militar, entre outras novidades.
Até 1808, fábricas eram proibidas na colônia. D. João assinou o alvará permitindo que fábricas pudessem funcionar. Foi então fundada, no Rio de Janeiro, a "Imprensa Régia".
Nesse momento a informação começaria a circular, a princípio nas mãos da corte. Logo viria o primeiro jornal, "A Gazeta do Rio de Janeiro", divulgando toda a informação oficial.
Oficialmente, essa é a data da instalação da primeira tipografia no Brasil.
No início, a clandestinidade
O registro do aparecimento da tipografia no Brasil é pouco preciso, talvez por causa da proibição que vigorava. A proibição dessa atividade estava ligada à própria repressão da manifestação livre do pensamento, reinante naquela época. Imprimir qualquer texto constituía-se num delito grave.
O primeiro produto gráfico a circular no Brasil, o Correio Braziliense, era impresso em Londres e entrava clandestinamente no Brasil. Ele circularia até 1822, completando 175 edições.
Registros históricos falam de um opúsculo (uma pequena obra, quase um folheto), intitulado Brasilche Gelt-Sack, que teria sido impresso em Recife, em 1634. E também de alguém de nome Antonio Isidoro da Fonseca, que, em 1746, teria inaugurado uma tipografia no Rio de Janeiro, depois fechada pela Carta Régia que proibiu a impressão de livros ou de papéis avulsos na colônia. Ele teria voltado para Portugal juntamente com todo o seu material apreendido, e, posteriormente, em 1750, tentou voltar a abrir a sua tipografia, no Rio de Janeiro.
O que é Tipografia
Duas novidades de origem chinesa revolucionaram a história da impressão: o papel e a xilogravura (e também xilografia), a fase de impressão anterior à tipografia que consiste em imprimir imagens e textos por meio de pranchas de madeira gravadas em relevo. Seu emprego na Europa começou no século XV, com a ilustração de cartas de baralho e manuscritos de origem religiosa.
A tipografia veio logo a seguir, também usando o mesmo método de impressão em relevo. Enquanto na xilotipia, os caracteres ficam presos ao bloco de madeira (como num carimbo fixo), na tipografia as letras são soltas, podem ser trocadas e reutilizadas à vontade.
A tipografia foi rapidamente difundida, pois trouxe mais velocidade na reprodução. Ao acabarem com a fase de impressão de manuscritos, esses primeiros tipógrafos foram também os primeiros editores, pois encontraram elementos e soluções para facilitar a leitura como tamanhos de linhas, letras, paginação, que vieram a ser padronizados posteriormente.
Primeira gráfica oficial era estatal
Vários autores registram que, mesmo existindo os equipamentos, depois da criação da Imprensa Régia, em 1808, somente o governo tinha autorização para imprimir.
A Imprensa Régia começou a funcionar utilizando dois prelos (as prensas, a parte que faz pressão para imprimir) e 28 caixotes de tipos, apenas para imprimir as publicações reais.
A primeira publicação oficial impressa, a Gazeta do Rio de Janeiro, falava sobre a vida administrativa e sobre a movimentação do Reino. Era submetida à censura do palácio e dirigida por um funcionário do Ministério das Relações Exteriores, Frei Tibúrcio da Rocha.
Somente bem mais tarde, particulares obtiveram licença para que suas oficinas gráficas começassem a funcionar, com a criação da Régia Oficina Tipográfica, em 1821.
A primeira publicação produzida pela iniciativa privada de circulação no país de que se tem notícia foi A Idade d'Ouro do Brasil, publicada em 1821 pela tipografia de Manuel Antonio da Silva Serva, na Bahia.
Quando D. João VI deixou o Brasil, em 1821, começou a ser elaborado o documento que traria a liberdade de imprensa, quando um decreto seu acabava com a censura sobre textos originais, mas ela ainda continuava a existir sobre as provas impressas.
Foi D. Pedro I quem introduziu no Brasil a liberdade de imprensa, a partir da primeira lei de imprensa portuguesa. Em 28 de agosto de 1821 expressou num aviso: "que não embarace por pretexto algum a impressão que se quiser fazer de qualquer texto escrito".
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

O fim do recesso está próximo