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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Confira incríveis figuras extremamente detalhadas feitas com feltro

Usando feltro, agulha e tela de bordado, a artista estadunidense Dani Ives cria ilustrações detalhadas de animais e plantas.

Além de chamarem a atenção pela própria técnica empregada – afinal, não é todo dia que vemos feltro empregado na criação de verdadeiras obras de arte -, as figuras criadas por ela também se destacam pelo realismo.

Abaixo, seguem algumas das peças criadas por Dani provam o talento da artista. Veja mais visitando o perfil dela no Instagram.














domingo, 4 de agosto de 2019

Cirurgia atrasa porque os médicos não paravam de rir


Médicos tiveram que adiar a cirurgia no joelho de um adolescente até parar de rir depois de verem que ele tinha desenhado todo o corpo.

Você já deve ter ouvido alguma história horripilante de uma pessoa que foi para a faca e acordou com o joelho ou lado do corpo errado operado.

Por isso, é um ato realmente inteligente quando os cirurgiões pedem para os pacientes marcarem o ponto de seus corpos que realmente deve ser manipulado.

Quando fizeram isso com um adolescente americano, no entanto, o resultado foi meia hora de atraso nos procedimentos.

Isso porque, para quem está prestes a receber uma anestesia e não sabe como vai acordar, a ansiedade é grande. Logo, sozinho com uma caneta na mão por alguns minutos, o garoto usou humor para se distrair como podia.

Mais tarde, sob o nome de usuário “Dreble”, o paciente contou sua história através da plataforma Reddit. Leia o depoimento e entenda:

Eu fiz uma cirurgia no joelho quando era adolescente. O doutor me trouxe uma caneta e me pediu para circular o joelho correto e colocar um X no outro, e então saiu do quarto. Eu fiz exatamente como instruído. Depois, eu desenhei setas em direção ao círculo e escrevi ‘Operar aqui’ e desenhei mais Xs na outra perna e escrevi ‘Não toque’. Fiquei sentado lá entediado por mais 30 minutos escrevendo coisas aleatórias em todo o meu corpo como ‘Você não pode pegar meu apêndice’ e ‘Por que você está olhando aqui em cima? Concentre-se no joelho’. Eu até fiz a minha mãe escrever nas minhas costas algo como ‘Se você pode ler isso, está do lado errado. Vire-me’.


Então me cobri com o lençol e o anestesista apareceu. Contaram-me que eu disse algumas coisas estranhas enquanto estava apagando, mas essa é uma história diferente. A cirurgia correu bem, tive que ficar no hospital durante a noite. Quando o doutor entrou no meu quarto para me checar, ele disse que eu tinha atrasado o cronograma deles porque quando eles me descobriram e viram todas as notas que escrevi, riram por 10 minutos. Quando finalmente conseguiram manter a compostura, me rolaram de lado para me colocar na mesa de operação, viram a nota nas minhas costas e começaram a rir de novo. Ele disse que a cirurgia foi iniciada cerca de 30 minutos depois do que deveria, graças aos meus desenhos e anotações”.

Apesar das consequências que o atraso pode ter tido, é uma boa história, não é mesmo?


sábado, 3 de agosto de 2019

Primeira Superterra próxima de nós é descoberta



Uma equipe internacional de astrônomos liderado por Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell (EUA), encontrou o primeiro planeta potencialmente habitável fora de nosso sistema solar. A informação foi publicada na revista científica Astrophysical Journal Letters.

Ele está a 31 anos-luz de nós, e foi chamado de GJ 357 d. O Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS) da NASA o localizou no começo de 2019 em uma missão que procurava por exoplanetas.


A faixa em azul mostra a zona habitável ao redor da estrela GJ 357

O exoplaneta é muito maior que o nosso, e se tiver uma atmosfera grossa, ele poderia manter água líquida em sua superfície como a Terra.

“Isso é empolgante, já que esta é primeira Superterra próxima da humanidade que pode abrigar vida – descoberta por TESS, nossa pequena e poderosa missão que tem um alcance enorme”, diz Kaltenegger, que além de professora de astronomia e diretora do Instituto Carl Sagan da universidade, ainda é parte da equipe científica do TESS.

“Nós poderemos receber sinais de vida com telescópios que logo vão estar online”, diz ela.

O sistema solar distante onde o GJ 357 d fica tem um sol anão chamado GJ 357, de cerca de um terço do tamanho no nosso sol. Ele também tem outros dois planetas, o GJ 357 b e DJ 357 c. Enquanto os planetas b e c estão muito perto do sol e têm temperaturas muito altas, o d está em uma zona habitável.

Pistas espaciais

O vídeo abaixo da NASA detalha como o GJ 357 d foi encontrado:





Em fevereiro de 2019, o satélite TESS observou que o sol GJ 357 parecia levemente mais escuro a cada 3,9 dias, evidência de que havia um planeta passando na frente dele. Este planeta era o GJ 357 b, também chamado de “Terra Quente”, com temperatura de 254°C. Ele é cerca de 22% maior que a Terra, e conforme orbitava ao redor da estrela, sua força da gravidade fazia com que o sol se movesse levemente.
Já o planeta GJ 357 c tosta a 126°C e tem pelo menos 3,4 vezes a massa da Terra. O GJ 257 d, por sua vez, orbita o sol a cada 55,7 dias terráqueos a uma distância de um quinto da distância entre a Terra e o nosso sol. Como este sol é muito mais fraco que o nosso, este planeta recebe menos energia que a Terra. Ainda não se sabe a composição do GJ 257 d, mas seu tamanho pode ser entre uma a duas vezes o da Terra.

Kaltenegger e o candidato a doutorado Jack Madden e o aluno de graduação Zifan Lin simularam modelos de como esse mundo seria. “Só de saber que a água líquida pode existir na superfície deste planeta motiva cientistas a encontrar formas de detectar sinais de vida”, diz Madden.

Já Lin conta como é trabalhar em uma pesquisa tão importante mesmo sendo tão jovem e iniciante na carreira científica: “trabalhar com um planeta recentemente descoberto é como um sonho que se realiza. Eu estava entre o primeiro grupo de pessoas a modelar este espectro, e pensar nisso me emociona”.

Este trabalho também contou com a participação de pesquisadores da Universidade de Oxford, Universidade do México, Universidade de La Laguna e do Instituto de Astronomia Max Planck da Alemanha.

Superterra

Ilustração da NASA de como a Superterra GJ357 d pode ser

Os planetas desse tipo são definidos como aqueles que têm até 10 vezes a massa da nossa Terra, mas são menores que gigantes de gelo como Urano e Netuno. Eles são os candidatos perfeitos para a vida extraterrestre.

A Superterra mais próxima de nós orbita a estrela Barnard, a apenas seis anos-luz de nós. Mas este planeta não recebe energia de sua estrela apagada, e é gelado e sem potencial de ser habitável.

Outra Superterra que pode ter condições para a vida é o LHS 1140 b, a 40 anos-luz de nós. Ela foi descoberta pelo instrumento HARPS do Observatório Europeu do Sul.


sexta-feira, 2 de agosto de 2019

A origem do papel e curiosidades

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História do Papel

O papel como suporte para escrita é o material mais usado nos dias de hoje, embora haja ainda a permanência de outros materiais.

Antes da criação do papel, em alguns paises e/ou grupos humanos existiram maneiras curiosas do homem se expressar através da escrita. Na Índia, usavam as folhas de palmeiras, os esquimós utilizavam ossos de baleia e dentes de foca. Na China os livros eram feitos com conchas e cascos de tartaruga e posteriormente em bambu e seda. Estes dois últimos antecederam a descoberta do papel. Entre outros povos era comum o uso da pedra, barro e até mesmo a casca das arvores. As matérias primas mais famosas e próximas do papel foram o papiro e o pergaminho. O primeiro, o papiro, foi inventado pelos egípcios e apesar de sua fragilidade, milhares de documentos em papiro chegaram até nos. O pergaminho era muito mais resistente, pois se tratava de pele de animal, geralmente carneiro, bezerro ou cabra e tinham um custo muito elevado. Os Maias e os Astecas guardavam seus livros de matemática, astronomia e medicina em cascas de árvores, chamadas de "tonalamatl".

A palavra papel é originária do latim "papyrus". Nome dado a um vegetal da família "Cepareas" (Cyperua papyrus). A medula dos seus caules era empregada, como já referido, pelos egípcios, há 2 400 anos antes de Cristo. Entretanto foram os chineses os primeiros a fabricarem o papel como o atual. Por volta do século VI a.C. os chineses começaram a produzir um papel de seda branco próprio para pintura e para escrita. O papel produzido após a proclamação da invenção, diferenciava-se desse, unicamente pela matéria prima utilizada.

A maioria dos historiadores concorda em atribuir a T'sai Lun, um oficial da Corte Imperial Chinesa (150 d.C.) a primazia de ter feito papel por meio de polpação de redes de pesca e de trapos e mais tarde usado vegetais. Esta técnica foi mantida em segredo pelos chineses durante quase 600 anos. O uso do papel estendeu-se até os confins do Império Chinês, acompanhando as rotas comerciais das grandes caravanas. Até então a difusão da fabricação do papel foi lenta. Tudo parece indicar que a partir do ano 751 (d.C), quando os árabes, instalados em Samarkanda, grande entreposto das caravanas provinientes da China, aprisionaram 2 chineses que conheciam a arte do papel e a trocaram pela sua liberdade. Dai então foi possível a quebra do monopólio chinês com o início da produção de papel em Bagdá (795 d.C.). A partir daquele momento a difusão do conhecimento sobre a produção do papel artesanal acompanhou a expansão muçulmana ao longo da costa norte da África ate a Península Ibérica.

Os primeiros moinhos papeleiros europeus localizaram-se na Espanha, em Xativa e Toledo (1085). Ao mesmo tempo via Sicilia ou Palestina, o papel foi introduzido na Itália. Depois em 1184 chegou a França e então lentamente outros paises começaram a estabelecer suas manufaturas nacionais. Na América foi introduzido pelos colonizadores e no Brasil em 1809. A sua produção se deu desde então a nível industrial.

No fim do século XVI, os holandeses inventaram uma máquina que permitia desfazer trapos desintegrando-os até o estado de fibra. O uso dessa máquina que passou a chamar-se de "holandesa", foi se propagando e chegou até os nossos dias sem que os sucessivos aperfeiçoamentos tenham modificado a sua idéia básica.

No fim do século XVIII, a revolução industrial amenizou a constante escassez de matéria prima para a indústria de papel e aumentou a demanda criando um mercado com grande poder de consumo. Em fins do século XVIII e princípios do século XIX a indústria do papel ganhou um grande impulso com a invenção das máquinas de produção contínua e do uso de pastas de madeira.

Há aproximadamente 15, 20 anos é que no Brasil, artistas plásticos vêem resgatando e difundindo as técnicas de produção do papel artesanal.

Curiosidades sobre o papel
  • Durante a produção de papel existe um consumo de água de cerca de 12000 litros para cada tonelada de papel
  • São necessárias cerca de 40 árvores de eucalipto para a produção de 1 tonelada de papel e uma árvore produz 25 quilos
  • Foi a partir da evolução das técnicas de impressão que surgiram as primeiras embalagens impressas. Ate então, surgiram primeiro as latas de conserva antes de o abre-latas,o que eram necessárias instruções que sugeriam outros objetos para abrir as latas.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A Holanda vista através de fotos incríveis

Cansado daquela sensação de “a grama do vizinho é sempre mais verde” sempre que voltava para casa, o fotógrafo Albert Dros decidiu fotografar as belezas do seu país para mostrar a si mesmo e para todos o quanto a Holanda é um país lindo sim!

Albert Dros é um holandês que já viajou o mundo e conheceu lugares lindos em Dubai, EUA, Itália, África do Sul, Slovênia. Aí sempre que ele voltava para os Países Baixos, com seu típico céu cinza, sem grandes montanhas, rochas ou arranha-céus, Dros se sentia levemente deprimido por estar de volta.

Foi então que Dros começou a fotografar a Holanda e reuniu imagens maravilhosas o suficiente para qualquer um ficar de queixo caído.

Muitas das imagens são de um artigo sobre exatamente isso que ele mesmo publicou no PetaPixel, mas tem algumas fotos extras que foram obtidas a partir da redes sociais do fotógrafo, porque é realmente difícil escolher apenas 20! 

Ou seja, ao todo temos aqui 30 fotos pra mostrar. Confira:


Você pode acompanhar o trabalho do fotógrafo Albert Dros pelo seu site, Facebook, Instagramou Flickr.