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segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Cuide de sua saúde todos os dias - Outubro Rosa 2022


O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa — foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovida anualmente.

O período é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença.

O objetivo do Outubro Rosa 2022 é divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.

O câncer de mama

O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca de 2,3 milhões de casos novos foram estimados para o ano de 2020 em todo o mundo, o que representa cerca de 24,5% de todos os tipos de neoplasias diagnosticadas nas mulheres. As taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do planeta, com as maiores taxas nos países desenvolvidos.

Para o Brasil, foram estimados 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

O câncer de mama também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2019, de 14,23/100 mil. As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

Fatores de risco

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como:
  • envelhecimento;
  • determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher;
  • histórico familiar de câncer de mama;
  • consumo de álcool;
  • excesso de peso;
  • atividade física insuficente;
  • e exposição à radiação ionizante.
Os principais fatores são:
  • Comportamentais/AmbientaisObesidade e sobrepeso, após a menopausa;
  • Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana);
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia; computadorizada, mamografia etc.);
  • História de tratamento prévio com radioterapia no tórax.
Aspectos da vida reprodutiva/hormonais
  • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos;
  • Não ter filhos;
  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);
  • Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos.
Hereditários/Genéticos
  • Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem;
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.
A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.


terça-feira, 11 de outubro de 2022

O que você sabe sobre a origem do Dia das Crianças?

"O Dia das Crianças é uma data comemorada em diferentes países. De acordo com a história e o significado da comemoração, cada país escolhe uma determinada data e certos tipos de celebração para lembrar de seus menores. Ao mesmo tempo, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) convencionou o dia 20 de novembro para se comemorar o dia das crianças.

A escolha desta data se deu porque nesse mesmo dia, no ano de 1959, o UNICEF oficializou a Declaração dos Direitos da Criança. Nesse documento, se estabeleceu uma série de direitos válidos a todas as crianças do mundo como alimentação, amor e educação. No caso brasileiro, a tentativa de se padronizar uma data para as crianças aconteceu algumas décadas antes.

Em 1923, a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, sediou o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. No ano seguinte, aproveitando a recente realização do evento, o deputado federal Galdino do Valle Filho elaborou o projeto de lei que estabelecia essa nova data comemorativa. No dia 5 de novembro de 1924, o decreto nº 4867, instituiu 12 de outubro como data oficial para comemoração do Dia das Crianças.

Entretanto, a data não se tornou uma unanimidade imediata. Somente em 1955, a data começou a ser celebrada a partir de uma campanha de marketing elaborada por uma indústria de brinquedos chamada Estrela. Primeiramente, Eber Alfred Goldberg, diretor comercial da empresa, lançou a chamada “Semana do Bebê Robusto”. O sucesso da campanha logo atraiu a atenção de outros empresários ligados à indústria de brinquedos.

Com isso, lançaram uma campanha publicitária promovendo a “Semana da Criança” com o objetivo de alavancar as vendas. Os bons resultados fizeram com que esse mesmo grupo de empresários revitalizassem a comemoração do “12 de outubro” criado pelo deputado Galdino. Dessa forma, o Dia das Crianças passou a incorporar o calendário de datas comemorativas do país."

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br


quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Saiba o que é omnichannel, como funciona e quais os possiveis beneficios para o seu negócio?

Imagem: Freepik

Muito tem se falado sobre omnichannel, uma estratégia que propõe a convergência de canais físicos e virtuais para promover uma melhor experiência para o cliente.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela All iN revela que 60% dos brasileiros já consomem de forma híbrida, mesclando o varejo online ao físico — cenário que se intensificou principalmente após a pandemia.

Essa mudança no comportamento do consumidor tem colocado a estratégia omnichannel em evidência. Afinal, não basta mais somente diversificar os seus canais de vendas e comunicação.

É preciso garantir que eles funcionem de forma integrada para atender às expectativas do cliente e garantir a melhor experiência possível com a sua marca.

Se interessou pelo assunto? Então, reserve alguns minutos para fazer a leitura deste conteúdo e conhecer o conceito de omnichannel!

O que é omnichannel?

Omnichannel é uma estratégia que consiste na integração de todos os canais de vendas, comunicação e divulgação de uma marca, de forma a unir o físico ao online e oferecer uma melhor experiência para o cliente.

Se nos aprofundarmos no significado do termo, “omni” tem o sentido de “tudo” em latim, enquanto “channel” é a palavra em inglês para “canal”. Sendo assim, omnichannel poderia ser traduzido como “todos os canais”.

No entanto, o mais importante do conceito é o foco na integração de todos esses canais. Em outras palavras, trata-se da convergência dos mundos online e offline, com o objetivo de proporcionar uma experiência consistente e unificada para o consumidor.

Isso permite que o cliente faça o uso integrado e simultâneo de vários canais da marca ao longo da sua jornada de compra, recebendo o mesmo padrão de qualidade dos serviços e produtos oferecidos em todos eles.

Esses canais incluem todos os pontos de contato entre a marca e o cliente, como lojas físicas, e-commerces, redes sociais, aplicativos, eventos e canais de atendimento disponíveis.

Qual a diferença entre omnichannel, multichannel e cross channel?

O conceito de omnichannel é muito confundido com o de outras estratégias de vendas, como multichannel e cross-channel. Entenda as particularidades de cada um!

Multichannel

A estratégia multichannel, ou multicanal, consiste em utilizar múltiplos canais, on e offline, para ampliar o alcance ao público-consumidor. É o caso de uma marca que possui uma loja física, um e-commerce e ainda vende pelas redes sociais.

No entanto, esses canais não estão interligados, não havendo uma preocupação em oferecer uma experiência unificada para os consumidores.

Isso significa que cada canal funciona de forma independente, podendo apresentar preços, serviços de atendimento, prazos de entrega e condições de pagamento diferentes, por exemplo.

Dessa forma, a estratégia omnichannel é considerada uma evolução da multicanalidade, ao passo em que foca na integração entre os canais e na entrega de uma experiência consistente para o cliente.

Cross channel

O termo cross channel, por sua vez, se refere a uma estratégia de canais cruzados. Ou seja, os diferentes canais de uma empresa atuam de forma complementar para aprimorar a experiência de compra do consumidor.

Não há competição entre os canais. Pelo contrário, a ideia é aproveitar as particularidades e vantagens de cada um para que eles se complementem e potencializem.

Um exemplo muito comum atualmente é o uso da modalidade de entrega Click & Collect, que permite que o cliente faça uma compra online e retire o produto adquirido no estabelecimento físico.

Dessa maneira, enquanto a estratégia omnichannel foca na integração entre os canais, o cross channel diz respeito à complementaridade deles.
Por que o omnichannel se tornou uma tendência de mercado?

Não há como negar que o comportamento do consumidor tem mudado significativamente nos últimos anos.

Cada vez mais, a jornada de compra se torna mais complexa e permeia diferentes canais, ao mesmo tempo em que o cliente espera ter uma experiência cômoda e fluida.

Levando em conta o mercado que também se torna cada vez mais acirrado, aqueles negócios que não se adaptarem às novas demandas do consumidor ficarão para trás. É nesse ponto que entra a relevância da estratégia omnichannel.

Vamos imaginar um consumidor que está em busca de um novo smartphone. Ele começa as suas pesquisas de produtos no Google, assiste vídeos sobre o assunto no YouTube e pede recomendações nas redes sociais.

Então, após escolher o aparelho e encontrar a loja com o melhor preço, ele tira suas dúvidas no atendimento via chat do site e faz o pedido no e-commerce, com a possibilidade de retirada do aparelho em uma loja física próxima.

Ao implementar uma estratégia omnichannel, você garante que esse consumidor tenha uma experiência consistente e sem fricções ao transitar entre todos esses canais.

Assim, ele tem as suas necessidades atendidas em todos os pontos de contato e vê mais valor na marca.

Quais as vantagens de investir em uma estratégia omnichannel?

Tendo em vista a relevância do omnichannel para atender às expectativas dos consumidores atuais, investir nessa estratégia pode trazer inúmeros benefícios para o negócio. A seguir, listamos os principais!

Melhor experiência de compra

Como já ressaltamos, essa é uma das principais vantagens do omnichannel: proporcionar uma experiência de compra unificada e de qualidade, de ponta a ponta, independentemente do canal utilizado pelo cliente.

Essa experiência integrada é essencial para atender às necessidades do consumidor atual, podendo ser utilizada como um importante diferencial competitivo para gerar mais vendas.

Aumento de visibilidade

A integração de todos os canais de uma empresa potencializa a visibilidade da marca como um todo, contribuindo para o aumento do seu reconhecimento perante o público.

Afinal, é possível trabalhar o potencial de cada canal para construir uma presença online e offline mais forte e alinhada, ampliando as oportunidades de vendas.

Fidelização dos clientes


Ao promover uma melhor experiência de compra para os seus clientes em todos os seus pontos de contato com a marca, você tem mais chances de garantir a satisfação do comprador e, assim, fidelizá-lo à marca.

Entendimento do perfil do consumidor

A estratégia omnichannel também permite compreender mais profundamente o perfil comportamental dos seus clientes, reunindo informações de todos os canais utilizados por eles ao longo da sua jornada de compra.

Com esses dados em mãos, é possível otimizar as suas estratégias de vendas e realizar ações segmentadas, assim como investir em uma experiência mais personalizada para atender às dores e preferências do consumidor.

Como implementar uma estratégia omnichannel na prática?

Para implementar uma estratégia omnichannel e interligar os canais do seu negócio, é preciso integrar diferentes processos da sua operação, como atendimento, marketing, logística e gestão.

Conheça algumas estratégias que permitem promover uma experiência omnichannel para os seus clientes!

Centralize os dados do negócio

Na essência de toda estratégia omnichannel eficaz, está uma base de dados unificada, que integra todos os dados referentes à operação e aos clientes.

Para isso, é imprescindível contar com a ajuda da tecnologia, por meio de um sistema de gestão e uma ferramenta de CRM.

Com o histórico completo de interações do cliente com os diferentes canais da marca, por exemplo, é possível prestar um atendimento mais eficiente e indicar os produtos mais adequados para as suas necessidades.

Integre o estoque físico ao virtual

Imagine uma marca de roupas femininas que possui uma loja física e um e-commerce. Se uma cliente entrar no estabelecimento físico e se interessar por um vestido, mas descobrir que o seu tamanho está em falta, essa pode ser uma venda perdida, não é mesmo?

Com uma solução omnichannel conhecida como prateleira infinita, porém, é possível integrar o estoque das lojas físicas e virtuais. Assim, se não houver um produto no ponto de venda, é só verificar se ele está disponível no e-commerce e concretizar a venda.

O estoque visível é outra solução que pode ser utilizada nesse caso, possibilitando que o consumidor consulte no próprio e-commerce se uma mercadoria está disponível em alguma loja física.

Padronize os preços e políticas

Para implementar uma estratégia omnichannel com sucesso, é preciso garantir que os clientes possam transitar entre os seus canais de vendas sem sentir nenhuma diferença.

Por isso, é fundamental padronizar alguns aspectos, como o portfólio de produtos e serviços, os preços praticados e as políticas de frete, em todos os canais.

Dessa maneira, você não corre o risco de um cliente encontrar um mesmo produto com diferentes valores na sua loja física e no seu e-commerce, por exemplo. Lembre-se de que a ideia não é gerar competição entre os canais, mas integrá-los!

Alinhe as estratégias de marketing

Assim como os preços e as políticas do negócio, as ações de marketing também devem ser alinhadas para transmitir a mesma mensagem e promover uma experiência consistente para o consumidor.

Isso inclui realizar campanhas e ações promocionais que envolvam todos os canais de comunicação, mesmo que trabalhadas de formas diferentes em cada um.

Disponibilize modalidades de entrega omnichannel

A integração de estoques, ações de marketing, políticas e preços possibilita que você ofereça formas de entrega que facilitam o processo logístico para o consumidor, melhor atendendo às suas necessidades.

É o exemplo do Click & Collect, que permite que o cliente compre na internet e busque o pedido em um estabelecimento físico, sobre o qual já falamos anteriormente.

Além dele, também há outras soluções de entrega omnichannel, como:
  • Ship from Store: a pessoa faz a compra online e recebe o produto da loja física mais próxima ao seu endereço;
  • Showrooming: o ponto de venda físico funciona como um mostruário para o cliente experimentar os produtos e, então, fazer a compra online;
  • Logística reversa: é possível concluir a compra no e-commerce e realizar o processo de troca ou devolução em uma loja física.
Preste um atendimento omnichannel

O atendimento desempenha um importante papel em uma estratégia omnichannel. Afinal, você deve garantir que os clientes tenham acesso a um suporte de qualidade, independentemente do canal escolhido — seja chat, e-mail, telefone ou redes sociais.

É essencial padronizar o tom de voz utilizado em todos os atendimentos, assim como manter um histórico de interações, para permitir que um consumidor mude de canal durante um atendimento sem precisar repetir informações.

Bônus: case de sucesso de varejo omnichannel

Para garantir uma experiência fluida e consistente entre canais online e offline, também é fundamental oferecer soluções de pagamentos sem fricções para o consumidor.

Esse era o desafio do Grupo Soma, plataforma de marcas como Animale, Farm e Hering, que conta com múltiplos canais de vendas e desejava disponibilizar o catálogo de produtos dos seus e-commerces nas lojas físicas.

Para atender a essa necessidade, o Pagar.me desenvolveu uma tecnologia de pagamentos personalizada para viabilizar a prateleira infinita nas lojas do grupo.

Com essa solução, agora, o cliente pode fazer o pagamento online diretamente das POS Stone presentes nas lojas físicas do grupo e receber o produto em casa.

Como você pode perceber, a estratégia omnichannel se tornou uma importante tendência do mercado que as empresas não podem mais ignorar.

Cada vez mais, os consumidores buscam uma experiência que integre diferentes canais, e você deve proporcionar essa comodidade para eles, se quiser ter sucesso com as suas vendas a longo prazo.

No entanto, é preciso realizar um planejamento cuidadoso das suas estratégias e contar com os parceiros certos para promover uma experiência omnichannel para os seus clientes.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Descubra 5 motivos para se preparar agora para a Black Friday

Imagem: Freepik

A cada ano mais esperada pelo varejo e pelos consumidores, a Black Friday já começa a criar “burburinhos” e exige uma preparação antecipada das lojas que querem aumentar seus resultados e aproveitar a alta demanda do período.

Em 2021, o aumento nas vendas, em relação à Black Friday do ano anterior, foi de 5,8%, com um faturamento de R$ 5,4 bilhões no varejo digital – foram 7,6 milhões de compras online em dois dias, segundo estudo realizado pela Neotrust.

“A Black Friday, sem dúvida alguma, é uma das datas mais importante do ano para o setor varejista e representa ótimas oportunidades de compra para o consumidor e, consequentemente, de mais lucro para os lojistas. Porém, para extrair o melhor resultado possível com a data, o recomendado é que o varejo se prepare com meses de antecedência, para atender, sem falhas e frustrações, o consumidor que está cada vez mais exigente com suas experiências de compra”, orienta Gustavo Pisani, diretor de varejo no Grupo FCamara.

Pensando nisso, o executivo elenca cinco recomendações que trarão vantagens aos varejistas que se anteciparem com suas estratégias para a próxima Black Friday.

1. Evitar ficar refém da sobrecarga nos sistemas e ambientes


Quando o lojista contrata uma consultoria especializada em e-commerce meses antes da Black Friday, ele tem mais tempo para garantir uma infraestrutura de TI adequada à alta demanda do período.

“É preciso garantir a alta disponibilidade das plataformas e a eficiência operacional. Além de implantar uma infraestrutura de TI adequada, com serviços de cloud computing, é fundamental realizar os chamados stress testes. É preciso simular altos volumes de acessos simultâneos para verificar como o e-commerce deles se comporta diante de demandas acentuadas, como a da Black Friday. Com isso, é possível corrigir problemas previamente para que, na hora em que esse boom de acessos for para valer, não haja nenhuma intercorrência que possa afetar os resultados de vendas, como o site ficar fora do ar ou o carregamento das páginas apresentar lentidão”, afirma Pisani.

2. Garantir os estoques adequados


A logística é um dos pontos mais sensíveis para quem quer alavancar vendas e fidelizar na Black Friday, desde o preparo de estoques até a definição de planos de contingência para as entregas, com mapeamento de parceiros alternativos e identificação de medidas para otimizar essa operação.

“Ao montar os estoques com antecedência, o varejista costuma obter negociações melhores com os fornecedores e isso pode ser repassado ao consumidor, deixando os preços mais competitivos. Essa antecipação também o deixa mais seguro em relação às flutuações da inflação crescente que estamos atravessando e em relação a possíveis transtornos com atrasos no recebimento de mercadorias por transporte marítimo, ainda em decorrência de medidas restritivas da pandemia”, acrescenta o especialista.

3. Realizar campanha promocionais


Não é segredo para ninguém que descontos e promoções enchem os olhos dos consumidores e, na Black Friday, essas iniciativas têm peso ainda maior na decisão de compra.

Em um estudo encomendado pela Globo, o frete grátis foi apontado por 82% dos entrevistados como a principal motivação de compra.

Já os cupons de desconto, apareceram em 67% das respostas.

Ou seja, quando o lojista oferece condições de compra mais atraentes, envolvendo cupons de desconto, fretes acessíveis, brindes, sistema de cashback, entre outros benefícios, ganha vantagem competitiva no mercado, pois pode estar vendendo o mesmo produto com o mesmo valor aplicado em outra loja, mas com outros tipos de conveniências associadas.

Essas ofertas também devem ser estudadas com antecedência, pois precisam ser adequadas ao comportamento do público alvo, para que tragam os resultados esperados.

4. Diversificar nas opções de pagamento



As opções de pagamento disponíveis são outro fator que impacta a tomada de decisão do cliente e podem ser determinantes para a conversão, evitando o abandono de carrinhos.

Segundo uma pesquisa feita pela Nuvemshop, esse fator chega a impedir até 80% da finalização da compra do público. Isso acontece porque muitas pessoas não têm cartão de crédito, por exemplo, e só fazem compras com Pix ou boleto, que podem dispor tanto de pagamento à vista como parcelado.

Há ainda aquelas adeptas das carteiras digitais. São diferentes necessidades e, quanto maior a diversidade de meios de pagamento, mais competitivo fica o lojista.

“É preciso integrar novas soluções de pagamento à loja, aumentando o público que pode comprar no seu e-commerce e também permitindo que mais pessoas possam fazer compras com ticket médio mais alto”, indica Pisani.

5. Proporcionar personalização e fidelização


A quinta grande vantagem diz respeito a proporcionar a melhor experiência de compra possível para o consumidor, aumentando as chances de retenção e fidelização.

Definir como a jornada de compra pode ser facilitada e mais agradável passa por entender as necessidades e expectativas do público. Isso é possível com estudos e experimentações que geram dados valiosos.

Fotos: iStock                                                    
Fonte: https://noticias.gs1br.org

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Descubra como melhorar a qualidade de suas embalagens personalizadas

Uma boa embalagem é aquela que não somente protege adequadamente o conteúdo, mas também transmite os valores e a qualidade de uma marca, bem como as demais sensações positivas que um consumidor deve experimentar no momento da compra.

Quando uma estratégia de mercado engloba a experiência do cliente, a segurança e o marketing, as embalagens personalizadas são um ótimo exemplo de solução com a qual se ocupar. Essa poderosa ferramenta de marketing que atrai consumidores precisa ser muito bem planejada, com o objetivo de atender a padrões de qualidade.

Quer melhorar a qualidade das suas embalagens personalizadas? Leia o post de hoje, tire suas dúvidas e tenha incríveis orientações para ajudá-lo nesse processo!
Como perceber que a embalagem não está atendendo bem?

A embalagem poderá ser a primeira ideia que um cliente tem sobre um produto. Se ela não for de boa qualidade, pode evidenciar problemas e desagradar tanto a ponto de afastar até os clientes que eram mais fiéis à marca.

Alguns indicativos podem ressaltar quando uma embalagem não está cumprindo sua função. Veja alguns deles:

Reclamações dos clientes

É preciso estar muito atento às reclamações dos usuários. Elas podem apontar verdadeiras falhas nos processos de uma empresa. Os clientes podem trazer à tona questões sobre o tamanho, o manuseio e os materiais utilizados na embalagem. Ou, simplesmente, fazer comparações com uma proposta antiga de design do invólucro ou recipiente do produto, a fim de demonstrar seu desagrado com a nova solução adotada.

Produtos que sofrem desgastes e estragos

Como uma das funções principais, a embalagem deve assegurar que o produto comercializado esteja bem acomodado, com segurança e conservação adequadas. Se não cumpre essa função, certamente é hora de rever a embalagem que você está utilizando.

Produtos que sofrem desgastes e estragos devido à falta de proteção da embalagem significam um prejuízo enorme para a empresa. É preferível investir em uma estratégia de precaução, para ter boas embalagens, a recolher do mercado os itens avariados e, por isso, não vendidos.

Poucas vendas

Um consumidor pode se decidir pelo produto somente pela atração da embalagem. Por isso, as vendas baixas podem significar um forte indicativo de algum problema com suas embalagens. O cliente que é seduzido por um invólucro de qualidade cria expectativas a respeito dos produtos contidos nele.

Daí a importância das embalagens personalizadas, que atuam como um diferencial no mercado. Elas atendem a ideais diferentes das demais, como sofisticação, sustentabilidade e praticidade. E um dos mais importantes fatores: a identificação com o público-alvo.

Como melhorar a qualidade das embalagens personalizadas?

É sempre um desafio desenvolver um produto novo ou pensar em maneiras eficazes de melhorar sua qualidade. São muitos detalhes sobre os quais raciocinar. Alguns pontos essenciais podem passar despercebidos.

Quer uma ajuda? Siga algumas dicas a fim de melhorar a qualidade das suas embalagens personalizadas.

Dê importância ao design

Uma boa embalagem deve também chamar a atenção pelo seu design. A estética pode ser simples e até minimalista, mas é importante que tenha personalidade. Isso não impede de ousar: alguns projetos fogem do que normalmente é encontrado no mercado e fazem sucesso.

Busque diferenciar o produto de seus concorrentes diretos e, se possível, utilize-se do apelo emocional para transmitir sensações positivas no momento da compra. Esse tipo de tática poderá ser bastante influente no momento de decisão da compra. O design é um importantíssimo diferencial competitivo.

Escolha o material corretamente

A variedade de materiais disponíveis é realmente muito grande, mas esse é um ponto essencial e que requer muita atenção. Em primeiro lugar, é preciso considerar o produto que será embalado. Junte a isso outros fatores, como a experiência que o consumidor vai ter com o manuseio ou uso das embalagens e o posicionamento da marca no mercado.

Alguns materiais podem fornecer melhor resultado de acondicionamento. Porém, não condizem com um orçamento viável para a empresa. É preciso estudar os vários cenários e equilibrar tais aspectos, a fim de encontrar a melhor opção.

Pense a respeito da sustentabilidade

Outro ponto que agrega valor às embalagens personalizadas é apostar em uma solução sustentável. A consciência do descarte no meio ambiente tem sido expandida, e empresas que promovem a possibilidade de reciclagem, por exemplo, tendem a ser mais bem-vistas no mercado. Ainda que o custo dessas embalagens seja mais caro, seus consumidores podem estar mais dispostos a pagar um valor mais alto na aquisição do produto.

Considere a funcionalidade da embalagem

A garantia da funcionalidade segue uma das regras do design, segundo a qual a forma deve vir atrelada à função. Deve-se pensar no propósito da embalagem, antes de somente enfatizar sua aparência. Ou seja, pense primeiramente em proteger o produto e possibilitar que seja utilizado corretamente. Melhorar a experiência do cliente é uma vantagem da funcionalidade da embalagem. Se for prática e criativa, ela tem mais chances de ser bem-aceita no mercado.

Saiba as formas corretas de proteção para produtos de materiais diferentes

Diferentes produtos requerem a proteção de diferentes embalagens. Por exemplo, os objetos mais longos, que correm o risco de dobrar ou quebrar, devem ser protegidos por materiais rígidos e que impeçam essas eventualidades.
Objetos mais cortantes ou pontiagudos devem trazer suas extremidades bem embrulhadas, para que não ocorram acidentes. Líquidos e substâncias cremosas devem ser acondicionados de forma que o conteúdo não seja derramado. O mesmo funciona para os grãos e pequenos materiais.

É importante pesquisar, de modo a escolher bem a forma de acondicionamento que se mostre mais adequada, visando a integridade do que será embalado, envasado ou acondicionado. Não proteger bem seus produtos pode sair mais caro depois. Afinal, a reposição de itens, por causa do uso de embalagens inadequadas, gera custos adicionais à empresa.

Atente-se para a durabilidade da embalagem

A exposição ao tempo pode desgastar a embalagem, reduzindo sua qualidade e, consequentemente, a do produto embalado por ela. A umidade, por exemplo, pode diminuir a resistência de uma caixa de papelão. A exposição ao sol pode modificar sua cor e dar aparência de um item usado ou envelhecido.

O manuseio também deve ser planejado. Transportar caixas pelas abas ou empilhar umas dentro das outras pode gerar danos internos e externos, como rasgos nas laterais. Conserve-as tão bem quanto seus produtos, a fim de que sua funcionalidade possa ser devidamente cumprida.

Lembre-se do branding

Uma embalagem personalizada e criativa pode ajudar no fortalecimento de uma marca. É por meio dela que a empresa ficará presente na memória dos consumidores. Além de ter uma conexão com o produto que está sendo vendido, é interessante que ela “converse” com a identidade da marca.

Seguindo essas orientações, ficará mais simples ter embalagens personalizadas de qualidade e que atendem bem ao público. E lembre-se, precisou de emblagens de papel personalizadas, liga pra gente!