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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O grande male da depressão na adolescência

Jovem de 16 anos que luta contra a depressão Foto: Fabio Seixo

Muitos jovens ficam sem diagnóstico, pois sinais se parecem com problemas típicos da idade, dizem especialistas.

“Fico muito triste de repente. Para aliviar essa tristeza, cortava a pele, me queimava, me mordia. Fiz isso várias vezes”. O relato é de uma jovem de 16 anos, a caçula da família. Ela vive uma rotina difícil, com pai alcoólatra, além de mãe e irmã mais velha dependentes de drogas. No colégio, a delicada situação familiar serve de motivo para o bullying, o que a levou a se isolar na biblioteca durante o recreio. Diz não ter amigos. Passa o intervalo lendo, gosta de romances como os de John Green, mas não consegue se concentrar, e seu rendimento escolar caiu.

O psiquiatra que a atende na Santa Casa de Misericórdia do Rio, Gabriel Landsberg, conta que ela sofre de depressão e ansiedade. Embora seu ambiente desestruturado colabore, as crises depressivas são comuns nesta fase. Um novo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que esta é a principal causa de doença entre jovens de 10 a 19 anos. O tratamento precoce é a melhor forma de prevenir problemas graves no futuro, não apenas de adolescente, mas também de adultos.

- A automutilação não ocorreu para chamar atenção nem foi, de fato, uma tentativa de suicídio. É que a dor física era mais suportável do que a emocional - explica Landsberg ao falar sobre a menina. - Há muitos adolescentes sem diagnóstico porque não pedem ajuda. Os pais acham que os sinais são típicos da idade.

Uma dor que permanece oculta

Isolamento, irritabilidade, rebeldia, melancolia. Características consideradas típicas da adolescência podem ser indícios de uma depressão. A psicanalista Sara Kislanov, palestrante dos Encontros, acrescenta que o jovem passa por modificações hormonais, está em busca de uma identidade e tem a perda de idealizações, por exemplo do corpo ideal, que podem se transformar em conflitos mais sérios.

- É um momento muito sofrido, de muitas perdas, que provavelmente contribui para o aumento do índice de depressão - afirma.

Há pouco mais de um ano, Vinícius Brandão teve a doença. Mudou-se de cidade, ficou desempregado, tinha saudade da vida anterior. Sentia-se sozinho e isolava-se cada vez mais. Conseguiu sair desse ciclo vicioso com a ajuda médica.

- Na terapia acabei descobrindo que tive depressão desde bem novo. Era tímido, gordinho, me sentia excluído, sofria muito bullying - comenta o jovem, que hoje planeja realizar um documentário sobre a doença. - Descobri que há muita desinformação sobre o tema, muitos acham que é uma frescura.

Chefe da psiquiatria infantil da Santa Casa, Fábio Barbirato destaca que 12% dos jovens de 12 a 18 anos sofrem de depressão, enquanto esse índice não chega a 10% entre adultos. Além disso, 77% dos adultos com depressão tinham histórico de sintomas também na infância ou adolescência.

- Há riscos graves de uma depressão não tratada, entre eles, evasão escolar, abuso de álcool e até suicídio, a terceira maior causa de morte entre adolescentes - exemplificou o psiquiatra que está reestruturando o ambulatório da Santa Casa para receber até 80 crianças e jovens com depressão. - A doença pode ser grave, mas às vezes é vista como um mal menor.

No Brasil, 21% dos jovens entre 14 e 25 anos têm sintomas indicativos de depressão. Entre as mulheres, a proporção é de 28%, segundo dados do 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

- Notamos ainda que o álcool estava relacionado ou ocorria ao mesmo tempo em que o jovem contava que se sentia deprimido ou pensava em atos suicidas - ressalta Ilana Pinsky, professora da Unifesp e uma das coordenadoras do estudo, que ainda explica: - O álcool é um depressor do sistema nervoso central, além de estimular atos impulsivos.

Além do abuso do álcool, outro fator que preocupa quando o tema é depressão ou ansiedade é o uso de medicamentos. Não à toa, a FDA (agência de remédios nos EUA) e o Instituto de Saúde Mental do país pedem maior cuidado na prescrição de adolescentes. Na verdade, o alerta deve ser geral, defendem especialistas. O uso de antidepressivos e ansiolíticos é recomendado para casos específicos e pode causar dependência. Mesmo assim, uma legião de pessoas parece não se importar com os riscos.

Medicamento para quem precisa

Para se ter uma ideia, na comparação entre abril de 2010 e abril de 2014, a venda do popular ansiolítico Rivotril cresceu 25% (de 40,3 mil unidades para 50,3 mil), segundo levantamento feito pelo IMS Health a pedido do GLOBO. Isso torna o país o segundo maior consumidor desse medicamento no mundo. Além disso, a venda de antidepressivos cresceu 7% na comparação entre abril deste ano e de 2013; e atingiu o montante de R$ 2,2 bilhões só em abril passado.

- O tratamento da depressão não se restringe à prescrição de remédios. Eles têm efeitos colaterais sérios, e digo sempre que a cura não pode ser pior que a doença - afirmou o psiquiatra Marco Antonio Alves Brasil, palestrante dos Encontros.

O psiquiatra, assim como Ilana Pinsky, admite que há casos em que os remédios de fato ajudam. É o que também busca lembrar Karen Terahata, de 38 anos, diagnosticada com depressão e síndrome do pânico. Ela hoje mantém o blog “Sem Transtorno” para esclarecer “pontos negros” sobre essas doenças. E o uso de medicamentos é um dos principais:

- Um dos meus objetivos com o blog é quebrar preconceitos, entre eles o da medicação. Claro que nem todos devem usá-la, mas eu mesma resistia ao uso pelos medos criados na sociedade: de que causam dependência, são a falsa pílula da felicidade, e por aí vai. Hoje tenho uma qualidade de vida que não tinha.


domingo, 18 de novembro de 2018

Jovem Cosplayer se transforma em qualquer personagem

Se existe uma jovem habilidosa na arte de assumir outras identidades, essa é Unique Sora. A moça, também chamada de Jasmine, tem 23 anos de idade e, aos olharmos para as transformações que ela faz, parece difícil acreditar que sejam de autoria da mesma pessoa.


Suas criações prestam homenagem aos mais emblemáticos personagens — desde princesas dos filmes clássicos dos estúdios Disney até super-heróis das histórias em quadrinhos. A seguir, você embarca no fantástico mundo dos cosplays dessa garota e descobre a que ponto chegou a sua criatividade:

1. Nani Pelekai, de "Lilo & Stitch"

2. Dominó, de "Deadpool 2"

3. Princesa Kida, de "Atlantis: O Reino Perdido"

4. Tempestade, de "X-Men"

5. Esmeralda, de "O Corcunda de Notre Dame"

6. Patrícia Spinelli, de "Hora do Recreio"

7. Missandei, de "Game of Thrones"

8. Marceline, de "Hora de Aventura"

9. Jasmine, de "Aladdin"

10. Kuki, de "KND - A Turma do Bairro"

11. Uraraka, de "Boku No Hero"

12. Chel, de "O Caminho para Eldorado"

***

sábado, 17 de novembro de 2018

Indo além da criatividade...


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Final de semana chegou e com ele algumas ideias criativas pra lá de bacanas. Se você gosta de realizar trabalhos artísticos e manuais, a hora de começar é essa. Confira alguma simpáticas sugestões:





Toalhinhas plásticas coladas na parede

Talhereres porta-chaves

Esta ideia é demais! 
A caixinha de ovos virou um porta-treco para acessórios de costura. 


Nessa outra a mala virou mesinha...
Um charme para o hall. 

Livros escalando a parede? Como pode?

Os livros são a própria prateleira. 

Tem um pallet sobrando por aí? 

Achei esta ideia super bacana!

Uma moldurinha, bolsos de jeans e pronto: um mimo para o craft room. 

Dormindo pensando em você...

Boa pedida para o dia dos namorados :)

E aí, gostaram dessas dicas? Tenham um bom final de semana e até a próxima!


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Fazendo a diferença...

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Sabia que cada um de nós pode fazer a diferença no mundo em que vivemos? 

Que podemos ser diferentes na vida das pessoas e principalmente, para nós mesmos?Na realidade, precisamos arrumar possibilidades e situações positivas e assim, procurar fazer a diferença sempre. Para melhor, é claro! Isso dará mais peso à nossa existência e mais ainda, à nossa pessoa.

Precisamos ser diferentes no sentido positivo, mostrar o nosso bom caráter. Isso nos dará a sensação de dever cumprido. Ficaremos bem com a gente mesmo. Pode acreditar!

Você já foi voluntário em alguma obra ou ação social? Se nunca foi, por favor, faça isso como teste. E espero que vire hábito. Quando participamos dessas ações na proposta do bem, voltamos com uma sensação de euforia para casa. Temos a certeza de que, naquele dia, conseguimos fazer a diferença na vida de alguém.

Não é mesmo?

Agora, ficar parado, sentado e esperando as coisas caírem do céu nunca farão a diferença em nada, nem para melhor, nem para pior. Até porque quem fica parado é poste!

Então, precisamos saber de algumas coisas ao nosso respeito. Por exemplo:
Quem eu sou? Como eu sou? Por que eu sou? E o que o mundo espera de mim?

Raciocine mais em relação a si mesmo todos os dias. E sempre pergunte a si mesmo:
  • Que diferença eu posso fazer para as pessoas que vivem neste mundo? Que diferença eu posso fazer para o planeta que eu vivo e me deu a oportunidade de estar nele?
  • Que diferença eu posso fazer para quem me ama?
  • Que diferença eu posso fazer para ser uma pessoa querida de verdade?
  • Que diferença eu posso fazer no meu trabalho ou nos meus negócios?
  • Que diferença eu posso fazer na minha casa e com a minha família?
  • Que diferença eu posso fazer para com os meus amigos?
  • Que diferença eu posso fazer para quem gosta de mim?
  • Que diferença eu posso fazer para quem não gosta de mim?
  • Que diferença positiva eu posso fazer para quem fez algo negativo/ruim para mim?
  • Que diferença fará, para mim, em todos os dias que me restam?
E por aí vai!

É preciso nos questionarmos mais e sempre. É preciso ser diferente e fazer a diferença.

É preciso saber viver com as diferenças que existem no mundo.
É preciso aceitar as diferenças dos seres humanos que estão neste planeta. 
É preciso colocar mais amor nas coisas que achamos mais indiferentes. 
É preciso saber que as diferenças fazem parte da vida. Então, é preciso saber viver, sendo diferente em meio a tantas indiferenças. Vamos mostrar nossas diferenças e ser diferentes para melhor? Vamos deixar de ser indiferentes com tudo que é diferente?

Imagine que o universo quer que sejamos diferentes e ajudemos a mostrar as boas diferenças para mundo. Então, vamos lá! Muita sorte para você que está no caminho de ser diferente e se mostrar diferente.


Que influência as cores tem nos negócios?

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Azul é uma das cores preferidas pela população em geral. Já pensou o porquê disso? Você já se perguntou o por que algumas das empresas mais conhecidas usam azul como sua cor dominante como, por exemplo: Facebook, Twitter, American Express, Wal-Mart, etc.? E, por que tantas empresas de fast food incluem vermelho e amarelo em sua marca? McDonald’s, Burger King, Giraffas e Bob’s?

Não é nenhum segredo que a cor desempenha um papel significativo em nossas preferências e na tomada de decisão diária. Então, se você gostaria de saber por que algumas cores são mais sedutoras que outras, veja mais abaixo um pouco sobre a psicologia das cores.
Vermelho

Quando você entra numa sala de paredes vermelhas ou com tudo decorado em vermelho, você sentirá seus sentidos aumentarem imediatamente. Institivamente você estará mais consciente do que está acontecendo ao seu redor. O vermelho é uma cor que promove coragem, força, calor, energia e emoção. No lado negativo, ela pode, portanto, ser vista como agressiva, algo em busca de atenção.

Vermelho significa parar no sinal ou de agir quando ver um caminhão de bombeiros. É também eficaz para dar confiança, seja em roupa ou em academias (comumente usada junto com a cor preta). Como uma cor estimulante, o vermelho pode contribuir para palpitações cardíacas e pressão arterial elevada. Se você já está em uma situação estressante: como uma reunião de alto risco, vestir vermelho pode exacerbar os efeitos.
Azul

A cor azul está associada com confiança, eficiência, serenidade, lógica e reflexão. Essa é cor mais popular do mundo. O azul do mar, calmante que estimula pensamentos e traz um momento de concentração. Ao contrário do vermelho, o azul é uma cor da mente. Porém, você já entrou em uma sala pintada de azul e sentiu frio? Apesar de sua popularidade, azul pode ser visto como emoção hostis, distantes, e falta de algo – a saudade.

Uma cor suave, azul ajuda a abrir a mente para novas ideias e auxiliar na manutenção de foco. Talvez seja por isso que muitos escritórios escolhem tons de azul para os seus espaços de escritório.
Amarelo

O amarelo é uma cor emocional e os seus efeitos positivos incluem aumento de otimismo, confiança, autoestima, força emocional, e criatividade. No entanto, o amarelo é a cor psicologicamente mais forte, e pode causar a irracionalidade, medo, fragilidade emocional, depressão se o tom errado for usado.

Assim como o vermelho, amarelo cria sentimentos de felicidade e alegria, por isso que a combinação das duas cores nos faz querer comer uma comida bem gostosa, agora! Amarelo é, portanto, a cor mais fácil de ver na luz do dia.
Verde

Verde é visto como uma cor equilibrada e cria harmonia, tranquilidade e paz. Uma combinação de amarelo e azul, cria o verde: um equilíbrio entre a cabeça e o coração. Note que é muito usado em locais ligados a saúde e de cuidado com o corpo e mente. Não é, porém, vista como uma cor muito criativa.

Para mais informações sobre as cores e suas associações, confira mais sobre as propriedades psicológicas das cores no infográfico: