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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Confira 9 ótimas dicas para curtir o Carnaval 2020


Usar camisinha, beber bastante água e tomar bastante cuidado com o seu copo são algumas das precauções indispensáveis para curtir um carnaval sem riscos.

Antes de se esbaldar nos bloquinhos, é preciso se preparar. Além de vestir a fantasia e separar o dinheiro trocado no bolso, há certos cuidados que devem ser tomados para evitar que a festança acabe antes do esperado. Veja, abaixo, algumas dicas para curtir o carnaval sem abrir mão da sua saúde e segurança:

1. Mantenha-se hidratado

Você provavelmente estará mais interessado em beber outros líquidos durante o carnaval, mas nunca se esqueça de se hidratar. Como o carnaval é no verão, o calorão aumenta a perda de água pelo corpo.

De acordo com o Ministério da Saúde, a quantidade de água que devemos ingerir varia de acordo com fatores como peso da pessoa e temperatura no dia. No entanto, o ideal é beber ao menos dois litros diariamente, além de comer frutas e outros alimentos ricos em água.
  • Boca seca; 
  • Sono ou cansaço excessivo; 
  • Urina reduzida ou mais escura do que o usual; 
  • Pele seca; 
  • Fortes dores de cabeça; 
  • Confusão; 
  • Tontura ou sensação de tontura. 
Fique atento, também, aos sinais da desidratação.

2. Não economize no protetor solar

Nada de aproveitar os bloquinhos ao ar livre sem protetor solar. Ele protege contra câncer de pele, envelhecimento prematuro da pele e queimaduras de sol -- que podem acabar com a sua festa. Já pensou em virar um pimentão e ficar toda ardida em pleno carnaval?

Para garantir que você não irá se queimar em locais inusitados, como nos pés, orelhas, pescoço, tire um tempinho do seu dia para cobrir todo o seu corpo com protetor solar. Além disso, reaplique-o ao longo do dia. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)3 recomenda utilizar um produto com Fator de Proteção Solar (FPS) 30 ou mais. Lembre-se que se cair na água (mar, cachoeira, chuveirão), é importante reaplicar.

Além disso, que tal investir em um chapéu estiloso? Ele pode até compor a sua fantasia. O importante é proteger o couro cabeludo e o rosto, principalmente em horários de sol forte, entre 10h00 e 16h00.

3. Use camisinha

A camisinha é o único método contraceptivo que também protege contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como HIV, HPV, clamídia e gonorreia. Você deve usá-la sempre que tiver relações sexuais, mesmo com o seu parceiro fixo. No carnaval não é diferente. Faça um pequeno estoque e não o mantenha trancado na gaveta: leve-o consigo quando for para a folia.

De acordo com o Ministério da Saúde, os jovens entre 15 e 24 anos são os que menos usam camisinha, tanto com parceiros eventuais quanto fixos.4 Além disso, o Ministério aponta para uma epidemia de HIV entre tal faixa etária no Brasil. Por isso, todos os anos, ele promove uma campanha para lembrar da importância de se proteger durante o carnaval.
Mas não decida pela abstinência antes de conversar com seu parceiro e seu médico. Quando o assunto é sexo, não há nada como uma boa conversa para tirar todas as dúvidas.

E lembre-se: respeite seu corpo e suas vontades e fique atenta ao que te deixa mais confortável e segura. As sensações irão mudar ao longo da jornada, então aproveite cada fase para se conhecer um pouco melhor.

4. Use roupas leves e confortáveis


Se você deixar o conforto falar mais alto no carnaval, provavelmente irá aproveitar a folia por mais tempo. Roupas leves e fresquinhas, feitas de tecido como o algodão, costumam ser melhores escolhas para lidar com o calorão. Sapatos confortáveis também, de preferência sem salto. Por fim, tome cuidado com chinelos, rasteirinhas e outros calçados abertos. Há a possibilidade de se cortar em cacos de vidro e outros objetos jogados pela rua.

5. Documentos na mão e pertences protegidos

Nunca saia de casa sem ao menos um documento de identificação, como RG ou carteira de habilitação. Boa dica é escolher apenas um deles, para evitar dor de cabeça caso o pior aconteça e você perca ou seus pertences.

Leve apenas o básico e bole uma estratégia para evitar perdas ou furtos de documentos, dinheiro e celular. Você pode usar uma doleira para viagem ou manter seus pertences em um local seguro nas suas roupas. Evite bolsos sem zíper, por exemplo.

6. Cuidado com o seu copo

Parece dica de mãe, mas ela deve ser levada a sério: tome cuidado com o seu copo e fiquei atenta ao que acontece ao seu redor. Há uma série de drogas que podem ser colocadas na sua bebida para te deixar confusa ou inconsciente. A maioria delas faz efeito em menos de 30 minutos e seus efeitos geralmente duram várias horas.

Em geral, são eles:
  • Você se sentirá menos inibida; 
  • Terá dificuldade para se concentrar ou falar; 
  • Ficará sem equilíbrio ou terá dificuldades para se mexer; 
  • Terá problemas de visão, principalmente visão turva; 
  • Terá perda de memória ou “apagões”; 
  • Ficará confusa ou desorientada, particularmente após acordar (se estiver dormindo); 
  • Poderá ter alucinações; 
  • Poderá ficar enjoada ou vomitar; 
  • Poderá ficar inconsciente. 
7. Saiba falar e ouvir “não”


Há quem diga que o consentimento é algo difícil de interpretar ou definir. Mas na verdade é bem simples: nunca faça algo que a outra pessoa não queira. Isso inclui tocar, beijar, pegar na mão e assim por diante. Mesmo que a pessoa não diga claramente “não”, há sinais que indicam a recusa, como virar a cara, se afastar ou simplesmente não te dar bola.

Insistir ou forçar são formas de violência e assédio, assim como puxar os cabelos ou agarrar à força. O melhor caminho é sempre agir com bom senso e respeito.

8. Não se separe dos seus amigos 

Infelizmente, há muita gente mal intencionada por aí e nem todo mundo sabe ouvir um “não”. Por isso, fique próxima dos seus amigos para que eles possam te socorrer caso você seja vítima de assédio. Além disso, nunca deixe seus amigos sozinhos: seja no bloquinho, durante uma festa, no transporte público ou no táxi.

9. Dica Bônus - Compartilhe sua localização sempre que puder


Quando for se deslocar para algum usando serviços de aplicativos tipo o Uber, procure sempre compartilhar suas viagens com pessoas próximas caso surja algum contratempo e você necessite de ajuda ou assistência. Alguns apps já possuem também um botão de discagem rápida para a polícia, em casos de emergência.

Ao adotar as dicas acima, você não deixa a saúde -- e nem a consciência -- de lado na hora de pular carnaval. Bem melhor assim, não é mesmo?


terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

10 coisas sobre a mente canina que talvez você não saiba

Novas pesquisas sobre comportamento e fisiologia canina estão revelando pistas valiosas sobre o que acontece entre as duas orelhas dos caninos. Nunca vamos conhecer todos os detalhes do pensamento dos cães, mas temos cada vez melhores informações sobre a cognição canina. Veja dez fatos interessantes sobre a mente de um cachorro:

10. Cães também têm depressão e ansiedade

Os sintomas da depressão nos cães são parecidos com os humanos: eles podem perder o apetite, ficam apáticos, perdem interesse nas atividades favoritas e se isolam do mundo.

Entre as causas de depressão em cães estão a partida de alguém da família ou a chegada definitiva de alguém que o pet não gosta. 

9. São exímios processadores de cheiros
Cães têm até 300 milhões de receptores olfativos, comparado com seis milhões em humanos.

Eles têm conchas nasais muito maiores e profundas que as nossas e o cérebro deles é especializado em identificar aromas, motivo pelo qual cães confiam em seus narizes para ajudá-los a interpretar o mundo ao redor deles. A área de processamento olfativo nos cães é quatro vezes maior que dos humanos.

Eles também conseguem inspirar e expirar ao mesmo tempo, criando uma circulação de ar sem interrupções, enquanto nós precisamos revezar essas duas habilidades.

8. Cães leem expressões faciais humanas

Se você sorri para um cão, ele processa essa informação e associa que você está feliz. Ele sorri de volta, mas da maneira dele: pulando animadamente, abanando a cauda ou correndo loucamente pela casa.

Evidências sugerem que os batimentos cardíacos deles aumentam quando percebem que alguém está bravo, com medo ou feliz. Uma pesquisa mostrou que eles conseguem reconhecer expressões faciais da mesma forma que uma criança entre seis meses a dois anos faz.

7. Eles gostariam de dizer o que pensam, mas não conseguem

Apesar de não falarem, os cães ainda conseguem se comunicar conosco. Eles se expressam pela linguagem corporal. Já conhecemos seis grupos de sinais comunicacionais diferentes (medo, empolgação, ansiedade, agressão e calma), mas às vezes esses sinais são tão sutis que passam batido.

6. Cães entendem o que você diz
Cães entendem, em média, 165 palavras que dizemos. Eles podem aprender até mais delas com treinamento. O cérebro dos cães processa a língua de forma semelhante ao do ser humano, com o lado direito lidando com emoções e com o esquerdo trabalhando o significado. Eles aprendem da mesma forma que uma criança que certas palavras significam certas coisas.

5. Cães percebem alteração de humor pelo som

Já sabemos há algum tempo que os cães conseguem captar o tom dos sons, incluindo a nossa voz. Isso é facilmente observável com o simples experimento de dar uma bronca em um cão com uma voz gentil e sorriso no rosto. A reação dele fatalmente será abanar o cabo.

4. Humanos influenciaram o cérebro dos cães

Cientistas já provaram que com a seleção de cães podemos controlar, em linhas gerais, o formato, cor ou personalidade dos cães. O cérebro dos cães varia de raça para raça, e muito dessa variação se deve à seleção de certos comportamentos e características físicas.

3. Cães são bastante críticos
Desde bebês nós aprendemos através da imitação, e nem sempre temos a visão crítica para perceber que determinado comportamento é desnecessário ou até negativo. Já os cães também aprendem por imitação, mas decidem com mais facilidade o que vão copiar ou não.

Em experimentos com quebra-cabeças para cães, eles observam como outros resolvem o problema e copiam, mas fazem pequenas alterações para adaptar o que viram ao que eles acreditam que o problema necessita.

2. Eles são bons em matemática
Um cachorro nunca vai aprender a resolver uma equação de segundo grau, mas eles são bons em continhas simples de soma e até acertam mais desafios desse tipo do que crianças.

Se um retriever treinado para caça percebe que três patos foram abatidos, ele traz três aves para o dono dele, sem precisar voltar para conferir se algum ficou para trás. Depois de buscar um, eles sabem que ainda faltam mais dois. Depois de pegar o segundo, eles sabem que tem mais um.

Outro experimento apresentou dois pratinhos de biscoitos caninos com quantias diferentes, e os cães sempre atacam primeiro o prato com mais biscoito.

1. Eles sentem ciúmes

Eles podem sentir ciúmes dos seus donos e de outros cães. Quando um recém-nascido chega em casa, alguns deles se isolam ou agem com um pouco mais de agressividade.

Resumindo, cães podem ser animais simples, mas o cérebro deles é bastante complexo. Ainda há vários mistérios a serem solucionados sobre algumas coisas que eles fazem. Enquanto isso, podemos aproveitar esta ótima companhia. 

Fonte: [Listverse] e https://hypescience.com

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Curioso: Estudo desvenda o mistério do poderoso soco masculino


Por que homens dão socos mais poderosos que mulheres? De acordo com um estudo da Universidade de Utah (EUA), os machos da espécie humana, como os de outras espécies animais, desenvolveram força na parte superior de seus corpos como uma arma crítica para vencer disputas.

Força superior 

David Carrier, professor de ciências biológicas da Universidade de Utah, estuda a hipótese da evolução de estruturas especializadas para a luta no corpo humano devido a gerações de agressão interpessoal entre machos há anos.

“Em mamíferos em geral, a diferença entre machos e fêmeas é geralmente maior nas estruturas que são usadas como armas”, explicou para o portal Phys.org.

Diversas pesquisas anteriores se debruçaram sobre o soco como “arma” humana. Uma delas mostrou que as proporções da mão humana não são ideais apenas para destreza manual, mas também para protegê-la ao formar um punho. Outra pesquisa mediu a força dos ossos da face humana como alvos possíveis de socos. Por fim, um estudo focou em como nossos pés apoiados no chão podem conferir força adicional à parte superior de nossos corpos.

Os cientistas já sabem que a parte superior do corpo dos homens tem, em média, 75% mais massa muscular e 90% mais força do que a das mulheres. Mas por quê? Não precisa ser necessariamente para dar socos; essa força superior pode ter se desenvolvido para um lançamento mais eficiente de flechas ou caça com lança, por exemplo.

Desvendando o mistério

Segundo Carrier, se os homens de fato evoluíram para se especializarem em dar socos, então devem ser particularmente fortes nos músculos associados a essa ação.

Para descobrir isso, o pesquisador e seus colegas projetaram experimentos para explorar as diferenças físicas no que diz respeito à força do soco entre 20 homens e 19 mulheres fisicamente ativos.

A fim de evitar que os participantes se machucassem, suas forças foram medidas através de modelos que imitavam os movimentos de um soco (ao invés de socarem um objeto real).

Os cientistas também registraram a força dos participantes enquanto eles realizavam movimentos semelhantes a jogar uma lança (puxando uma corda acima de suas cabeças), para eliminar hipóteses alternativas.

Resultados

Ainda que todos os participantes tivessem níveis semelhantes de aptidão física, a força dos homens durante um movimento de soco era cerca de 162% maior do que a das mulheres. Até mesmo o pior dos homens era mais forte que a melhor das mulheres.

Os cientistas não encontraram a mesma magnitude de diferença no que diz respeito à força dos participantes durante o movimento de tração, o que aumenta a probabilidade de que a força da parte superior do corpo dos homens evoluiu especialmente para socar.

Carrier esclarece que esse tipo de diferença entre os sexos, chamada de dimorfismo sexual, é algo que se desenvolve com o tempo e com um propósito.

“Este é um exemplo dramático de dimorfismo sexual consistente com o fato de os homens se tornarem mais especializados em brigas, e os homens brigarem de uma maneira específica, que é dando socos”, completou.

Em direção a um futuro menos violento

No passado, a evolução pode ter levado os homens a se especializarem em socos, uma vez que as agressões interpessoais eram comuns e faziam parte da sobrevivência da espécie.

No entanto, isso não significa que somos “projetados” para brigar; a espécie humana também evoluiu outras características baseadas no convívio com outros indivíduos, como a cooperação entre grupos.

“A natureza humana também é caracterizada por evitar a violência e encontrar maneiras de cooperar e trabalhar juntos, ter empatia, cuidar um do outro, certo? Existem dois lados de quem somos como espécie. Se nosso objetivo é minimizar todas as formas de violência no futuro, entender nossas tendências e qual é nossa natureza realmente ajudará”, apontou Carrier.

Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Journal of Experimental Biology. [Phys]

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

A humanidade ainda está evoluindo

O Homo sapiens é muito diferente de espécies anteriores. Os seres humanos de hoje também já não são mais como os que viveram há 10 mil anos. E, provavelmente, aqueles do futuro serão diferentes de nós. Isso porque, mesmo que nem sempre percebamos, ainda estamos evoluindo.

Os hábitos e escolhas provocam mudanças no corpo humano e alterações genéticas podem levar a novos traços. Uma publicação da Inverse considera que a grande população do planeta aumenta as chances de mutações genéticas a partir das quais pode ocorrer seleção natural. Com essa percepção, a publicação apresentou três exemplos de mudanças no corpo dos seres humanos.

A temperatura corporal está diminuindo

Estamos resfriando nossa temperatura. Em 1868 a temperatura normal do corpo humano era de 37ºC, de acordo com manual publicado por médico alemão.

No entanto, de acordo com publicação de janeiro no eLife, a temperatura média corporal está mais próxima dos 36,6ºC. Para chegar a essa conclusão, foram analisados registros feitos ao longo de 157 anos.

A teoria de uma das autoras do estudo e professora de medicina na Universidade Stanford, Julie Parsonnet, é de que essa queda na temperatura média está ligada com a diminuição de casos de inflamações e melhora dos padrões de vida.

Essa mudança na temperatura corporal também representa, aparentemente, que precisamos de 150 calorias a menos por dia do que nossos antepassados, para manter as necessidades metabólicas. Mas ainda é preciso analisar melhor quais são as consequências dessa mudança.

Genes em mutação

O professor da Universidade de Princeton, Joshua Akey, também conversou com a Inverse. Para ele, os humanos não são imunes aos efeitos da seleção natural. Além de continuar enfrentando patógenos, houve grandes alterações ambientais, as quais também têm impacto, de acordo com o professor.

O exemplo de seleção positiva recente, do qual Akey mais gosta, é o FADS2. Versões diferentes desse gene se adaptam em populações com dietas mais baseadas no consumo de carne ou de vegetais. Populações com dieta estritamente vegetariana apresentaram alteração no gene FADS2, que facilita a quebra de ômega 3 e 6, de acordo com pequisa de 2016.

As mudanças na forma como vivemos também afeta o organismo quando, por exemplo, passamos do campo para a vida em cidades. Um estudo publicado em 2010, na Evolution, fala sobre a ligação entre vida urbana e doenças.

A equipe de pesquisadores analisou a frequência de um alelo ligado à resistência a tuberculose e hanseníase. A descoberta foi de que quanto mais tempo a população vive em cidades, mais fica adaptada para resistir a essas infecções. Antes da urbanização, as doenças eram mais oportunistas e crônicas, como vermes.

Ossos mais leves

Os ossos dos homens modernos são mais frágeis e menos densos. Isso pode estar ligado com o fim da vida nômade, de acordo com pesquisa de 2014. A diminuição na força dos ossos, para os autores, está mais provavelmente ligada à redução na atividade física, do que com a mudança de dieta.

Resta saber se a força dos nossos ossos irá diminuir ainda mais nos próximos anos, com a vida ainda mais sedentária. Nossa biologia continua mudando, aguardamos o que virá a seguir. 


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Breve será possível realizar pagamentos pelo WhatsApp no Brasil

O WhatsApp está planejando em expandir para mais países, incluíndo o Brasil, seu sistema de transferência de dinheiro pelo aplicativo ainda neste ano.

Desde 2018, a nova ferramenta é testada na Índia e de acordo com Mark Zuckerberg, atual dono da empresa, o WhatsApp Payments deve chegar a países em que o aplicativo tem grande base de usuários, como Brasil, México e Indonésia.

“É tão fácil quanto mandar uma foto“, afirmou Zuckerberg na conferência, completando que a função foi testada com 1 milhão de pessoas na Índia, com uma boa receptividade pelos usuários.

A opção irá aparecer em uma nova aba em que é possível adicionar métodos de pagamento dentro do WhatsApp. A solução de pagamentos deverá usar a estrutura do Facebook Pay, que permite enviar dinheiro no Messenger e no Marketplace.

“Você só precisa inserir seu cartão de crédito uma vez e, em seguida, pode usá-lo para ter uma experiência de pagamento mais rápida nos outros aplicativos“.

Mark deixou claro que o recurso não tem relação com o Libra, criptomoeda administrada por um grupo de empresas, incluindo o Facebook. O WhatsApp Payments permitirá transferências com meios de pagamento convencionais e aproveitará sistemas já oferecidos pelos países em que for implementado.

De acordo com Zuckerberg, a implementação do novo serviço deve ocorrer nos próximos seis meses. Caso não ocorra atraso adicional, será possível conferir a novidade entre julho e agosto desse ano.