Gráfica e Editora Moura Ramos: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: Conheça a regra 50/15/35 e equilibre as suas contas Google+

quarta-feira, 21 de março de 2018

Conheça a regra 50/15/35 e equilibre as suas contas




O dia 5º do mês deveria ser um momento de alegria para todos. Afinal, é quando o nosso querido salário entra na conta.

Mas às vezes, ao abrir o holerite, a sensação que temos é a contrária: de frio na barriga. Um verdadeiro pesadelo, porque você descobre que tem mais contas para pagar do que dinheiro em conta.

Como garantir que você não passe por essa situação?

Existem milhares de métodos para organizar as finanças, mas o que mais me chamou a atenção foi a regra dos 50/15/35.

De forma muito simples, ela prega que para ter mais controle financeiro, você deve dividir seu dinheiro da seguinte maneira:
  • 50% em gastos essenciais (moradia, transporte, educação, saúde, alimentação)
  • 15% em economia (previdência, poupança, investimentos)
  • 35% em estilo de vida (academia, bares, roupas, comer fora)
Ao escrever isso, tudo parece muito fácil e belo. Mas para que o plano dê certo, temos que aprender a gastar com moderação, o que não é tão simples.

A cabeça do ser humano está acostumada a pensar no curto prazo. Quando passamos 6 meses e não vemos uma melhora expressiva no dinheiro que estamos guardando, é comum colocar tudo a perder no shopping ou na balada.

Aqui o plano é dar continuidade. Você não pode ter pressa, deve criar um costume.

Nos meus planos estratégicos, acredito que 15% para guardar ainda é pouco, mas isso não é o mais importante. Que seja 5% apenas, não faz problema. O negócio é aprender a dar continuidade ao processo.

É importante ter um plano futuro, como comprar uma casa, um carro ou abrir seu negócio próprio. Melhor ainda se conseguirmos evitar os juros altos e parcelamentos longos.

Para ter controle financeiro, a grande regra é esta: basta começar.

Ninguém precisa ficar rico fazendo isso, mas acredito que todos nós devemos estar preparados para os acontecimentos futuros, pois ninguém sabe o que o tempo nos reserva.